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Cassação de cnh Sorocaba suspensão de cnh sorocaba



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01/02 - Senatran lança manual da prova prática da CNH e esclarece regras sobre a baliza
Contran acaba com o teste da baliza para candidatos a motorista em todo o Brasil A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) lançou neste domingo (1º) o Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular, que estabelece regras nacionais para a prova prática de obtenção da CNH. A Senatran afirma que o documento, chamado de Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular (MBEDV), está mais alinhado à realidade do trânsito brasileiro (acesse aqui). O órgão lembra que o exame de baliza "deixou de ser uma etapa obrigatória da prova prática" e que, de acordo com o manual, a "avaliação deixa de ser sobre uma manobra específica, feita em um espaço à parte e pouco representativa do dia a dia, e passa a observar o condutor em situação real de tráfego". "O que permanece [sobre a avaliação da baliza] é a finalização do percurso, momento em que o candidato deverá estacionar o veículo", completa. Baliza deixa de ser obrigatória em 10 estados — e serão 11 em fevereiro "Um trajeto em via pública permite avaliar atenção, leitura do ambiente, respeito às regras, interação com outros veículos, pedestres e ciclistas, além do controle emocional. O foco deixa de ser a memorização de movimentos e passa a ser o comportamento ao volante, que é o que efetivamente impacta a segurança no trânsito", diz. Quatro estados brasileiros deixaram de exigir o teste de baliza durante a prova prática para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Nesta sexta-feira (30), o estado de Sergipe também derrubou a obrigatoriedade. Em São Paulo, a obrigatoriedade caiu na última segunda-feira (26). Amazonas, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul também adotaram a medida. Detrans do Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul e Santa Catarina informaram ao g1 que aguardavam a publicação do manual antes de realizar qualquer ajuste. O tema parece novidade, mas já são 10 estados brasileiros que não exigem a baliza na prova prática. O Distrito Federal, por exemplo, deixou de aplicar o teste em 2004. Já no estado de Mato Grosso a baliza deixou de ser obrigatória em janeiro, mas a mudança ocorre de forma gradual até 10 de fevereiro. O g1 procurou os 27 Detrans do país para consultar sobre a exigência da baliza na obtenção da carteira de motorista. Veja a lista de estados em que a baliza não faz mais parte da prova prática: São Paulo permite carros automáticos Prova prática em São Paulo divulgação/Detran-SP Outra mudança promovida pelo Detran de São Paulo foi a permissão para que candidatos utilizem veículos automáticos durante a prova prática. Antes, isso só era permitido a candidatos que precisavam de algum tipo de adaptação no veículo. Para o Detran, a medida “reconhece a crescente presença desse tipo de veículo na frota brasileira e amplia as possibilidades para os candidatos, respeitando os critérios técnicos já adotados nos examesâ€. Segundo o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) aponta que apenas 121 dos 769 modelos e versões de carros vendidos no Brasil têm câmbio manual. Esse total representa 15,7% de todos os veículos, importados ou fabricados no país, comercializados no Brasil. Mudança divide especialistas Ao g1, a especialista em direito de trânsito Laura Diniz avalia que o fim da baliza no exame prático de direção não é positivo. “Estacionar corretamente é uma situação cotidiana para qualquer motorista e, muitas vezes, um fator determinante para a fluidez e a segurança do tráfego. Ao retirar essa etapa do exame, corre-se o risco de habilitar condutores que ainda não possuem domínio suficiente do veículo", aponta a especialista. Para Laura, “melhoras no processo de habilitação são favoráveis, mas a retirada de etapas essenciais sem que haja uma compensação efetiva na formação prática do condutor pode ser prejudicial a longo prazo". Já a psicóloga especialista em trânsito Cecília Bellina não acredita que a retirada da baliza seja, de fato, negativa. “Eu não sou nem contra nem a favor da retirada da baliza. Sou contra mais uma mudança radical sem esperar o resultado da primeira, ocorrida há menos de dois meses", diz Bellina. A preocupação dela está voltada para outras mudanças no processo de obtenção da CNH, como a redução das aulas práticas e o fim da obrigatoriedade da autoescola.
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01/02 - Prova da CNH: baliza deixa de ser obrigatória em 10 estados brasileiros — e serão 11 em fevereiro
Contran acaba com o teste da baliza para candidatos a motorista em todo o Brasil Quatro estados brasileiros deixaram de exigir o teste de baliza durante a prova prática para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Nesta sexta-feira (30), o estado de Sergipe também derrubou a obrigatoriedade. Em São Paulo, a obrigatoriedade caiu na última segunda-feira (26). Amazonas, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul também adotaram a medida. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O tema parece novidade, mas já são 10 estados brasileiros que não exigem a baliza na prova prática. O Distrito Federal, por exemplo, deixou de aplicar o teste em 2004. Já no estado de Mato Grosso a baliza deixou de ser obrigatória em janeiro, mas a mudança ocorre de forma gradual até 10 de fevereiro. O g1 procurou os 27 Detrans do país para consultar sobre a exigência da baliza na obtenção da carteira de motorista. Veja a lista de estados em que a baliza não faz mais parte da prova prática: Na maior parte dos estados, a mudança começou após a publicação da Resolução 1.020 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Segundo o Contran, a nova resolução “normatiza os procedimentos sobre a aprendizagem, a habilitação e a expedição de documentos de condutores e o processo de formação do candidato à obtenção da habilitaçãoâ€. A norma não menciona diretamente a baliza, mas prevê a criação do Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular, ainda não publicado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), que deverá definir regras nacionais também para a prova prática. Por isso, os Detrans do Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul e Santa Catarina informaram à reportagem que aguardam a publicação do manual antes de realizar qualquer ajuste. Prova prática em São Paulo divulgação/Detran-SP São Paulo permite carros automáticos Outra mudança promovida pelo Detran de São Paulo foi a permissão para que candidatos utilizem veículos automáticos durante a prova prática. Antes, isso só era permitido a candidatos que precisavam de algum tipo de adaptação no veículo. Para o Detran, a medida “reconhece a crescente presença desse tipo de veículo na frota brasileira e amplia as possibilidades para os candidatos, respeitando os critérios técnicos já adotados nos examesâ€. Segundo o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) aponta que apenas 121 dos 769 modelos e versões de carros vendidos no Brasil têm câmbio manual. Esse total representa 15,7% de todos os veículos, importados ou fabricados no país, comercializados no Brasil. Mudança divide especialistas Ao g1, a especialista em direito de trânsito Laura Diniz avalia que o fim da baliza no exame prático de direção não é positivo. “Estacionar corretamente é uma situação cotidiana para qualquer motorista e, muitas vezes, um fator determinante para a fluidez e a segurança do tráfego. Ao retirar essa etapa do exame, corre-se o risco de habilitar condutores que ainda não possuem domínio suficiente do veículo", aponta a especialista. Para Laura, “melhoras no processo de habilitação são favoráveis, mas a retirada de etapas essenciais sem que haja uma compensação efetiva na formação prática do condutor pode ser prejudicial a longo prazo". Já a psicóloga especialista em trânsito Cecília Bellina não acredita que a retirada da baliza seja, de fato, negativa. “Eu não sou nem contra nem a favor da retirada da baliza. Sou contra mais uma mudança radical sem esperar o resultado da primeira, ocorrida há menos de dois meses", diz Bellina. A preocupação dela está voltada para outras mudanças no processo de obtenção da CNH, como a redução das aulas práticas e o fim da obrigatoriedade da autoescola.
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31/01 - Táxi-robô da Waymo, do Google, atropela criança perto de escola e vira alvo de investigação nos EUA
g1 testa o Waymo, o carro autônomo do Google, nos Estados Unidos Um táxi-robô autônomo da Waymo, empresa da Alphabet (dona do Google), atropelou uma criança perto de uma escola primária na Califórnia (EUA) nesta quinta-feira (29). A criança sofreu ferimentos leves. Cerca de uma semana depois, nesta quinta-feira (29), a Administração Nacional de Segurança Rodoviária (NHTSA) dos EUA informou que abriu uma investigação sobre o caso. O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) também anunciou que investigará o incidente. Em publicação no blog oficial, a Waymo afirmou que vai cooperar com as investigações e disse que o veículo detectou rapidamente a criança e freou bruscamente (veja mais abaixo). O caso reacendeu preocupações sobre a segurança dos táxis-robôs, cujo número vem crescendo nos Estados Unidos. O Comitê de Comércio do Senado americano já tinha marcado para 4 de fevereiro uma audiência sobre carros autônomos, com a participação do diretor de segurança da Waymo, Mauricio Peña. 🚸 Como foi o incidente Segundo a agência de segurança de trânsito dos EUA, a criança atravessou a rua correndo em direção à escola, surgindo por trás de um SUV estacionado em fila dupla. O atropelamento ocorreu durante o horário de entrada e saída dos alunos. A agência informou que havia outras crianças, um guarda de trânsito e vários veículos estacionados em fila dupla na região. A Waymo afirmou que a criança “entrou repentinamente na via por trás de um SUV alto, movendo-se diretamente para a trajetória do veículoâ€. Segundo a empresa, o carro autônomo detectou a criança assim que ela apareceu e reduziu a velocidade de cerca de 27 km/h para menos de 10 km/h antes do impacto. A Waymo afirmou ainda que simulações indicam que um motorista humano totalmente atento, na mesma situação, teria atingido o pedestre a cerca de 22 km/h. Veículo autônomo da Waymo em Los Angeles, na Califórnia Alexandre Lopes/g1 Santos Após a colisão, segundo a empresa, a criança se levantou, caminhou até a calçada e a Waymo acionou o serviço de emergência 911. O veículo permaneceu parado e só deixou o local após liberação da polícia. A NHTSA iniciou uma avaliação preliminar para apurar se o veículo operava com cautela adequada, considerando a proximidade com a escola e a presença de pedestres vulneráveis. A agência disse que vai analisar o comportamento esperado do veículo em zonas escolares, incluindo respeito aos limites de velocidade, além da resposta da empresa após o impacto. No mesmo dia do acidente, o NTSB abriu outra investigação envolvendo a Waymo após robôs-táxi da empresa ultrapassarem ônibus escolares parados em Austin, no Texas, pelo menos 19 vezes desde o início do ano letivo. Em dezembro, a Waymo fez recall de mais de 3 mil veículos para atualizar o software que permitia ultrapassagens indevidas de ônibus escolares durante embarque e desembarque de alunos — situação que aumenta o risco de acidentes. A NHTSA já havia aberto uma investigação sobre o tema em outubro. A Waymo afirmou que não houve colisões nesses casos. O Distrito Escolar Independente de Austin informou que cinco incidentes ocorreram em novembro, mesmo após atualizações de software. O sistema escolar chegou a pedir que a empresa suspendesse as operações perto das escolas nos horários de entrada e saída dos alunos, mas disse à Reuters que a Waymo recusou o pedido. Veja mais: Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo Após investigação, estado americano acusa Meta de facilitar exploração infantil
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30/01 - Câmara ganha de montadora chinesa carros elétricos avaliados em R$ 878 mil para usar em 2026
A Câmara dos Deputados recebeu três veículos da montadora chinesa BYD para utilizar durante o ano de 2026. Os automóveis foram cedidos em regime de comodato, ou seja, sem qualquer tipo de pagamento por parte da Câmara dos Deputados. O acordo, publicado no "Diário Oficial da União" da última quarta-feira (28), tem vigência de um ano e prevê o empréstimo dos veículos: um veículo modelo BYD TAN blindado (2024/2025), avaliado em R$ 538.800; dois veículos modelo: BYD KING GL (2025/2026), avaliados em R$ 169.990 cada. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Desde 2024, a montadora cede veículos à diversos órgãos públicos, como a Câmara, Presidência da República, Superior Tribunal de Justiça e o Tribunal de Contas da União. Procurada, a Câmara não retornou sobre qual será a destinação dos veículos. Incentivos fiscais BYD TAN EV Divulgação Desde agosto de 2025, montadoras podem importar kits de veículos elétricos e híbridos com alíquota zero, com limite de US$ 463 milhões definido para as cotas. A medida, no entanto, vale apenas até 31 de janeiro e precisaria ser renovado pelo governo para continuar valendo. Em 2023, o Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou um cronograma de aumento gradual da alíquota de impostos para veículos elétricos, híbridos e híbridos plug-in. Antes, esses veículos não pagavam a tributação. Segundo o governo, a elevação do tributo foi pensada como uma forma de incentivar o investimento na produção nacional de veículos elétricos. A última etapa do cronograma de aumento está prevista para julho de 2026, quando a alíquota chegará a 35% para todos os tipos de veículos eletrificados. Veja o cronograma de aumento das taxas para veículos elétricos: 10% em janeiro de 2024; 18% em julho de 2024; 25% em julho de 2025; 35% em julho de 2026. Em novembro do ano passado, a montadora BYD inaugurou primeira fábrica no Brasil da marca, na Bahia. Como contrapartida à instalação das fábricas, foi feito um acordo para que o governo da Bahia conceda incentivos fiscais à montadora chinesa até 31 de dezembro de 2032, conforme previsto na legislação tributária estadual. Além disso, alguns estados também possuem medidas de isenção do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). BYD King BYD Allma/Divulgação
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28/01 - É #FAKE vídeo de Cybertruck, a picape da Tesla, atravessada por 'adaga' gigante de gelo; cena foi criada com inteligência artificial
Conteúdo foi gerado por IA g1 Circula nas redes sociais um vídeo mostrando uma Cybertruck, a picape elétrica da Tesla, supostamente perfurada por um grande pedaço de gelo pontiagudo, que atravessa o para-brisa e chega ao interior do veículo. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é o post? Publicado nesta segunda-feira (26) no X, onde já obteve mais de 350 mil visualizações, o post tem a seguinte legenda (em inglês): "Eu me pergunto como isso aconteceu?". O texto omite que a cena foi criada com uma ferramenta de inteligência artificial (IA) do Google (leia detalhes abaixo). O falso registro da Cybertruck "perfurada" por uma "adaga" gigante de gelo viralizou em meio à tempestade de inverno que atingiu recentemente os Estados Unidos, causando dezenas de mortes e deixando mais de 500 mil sem energia elétrica. Depois da publicação, o próprio X incluiu uma "nota da comunidade", que diz (em inglês): "Este vídeo é IA. O Cybertruck não tem alavancas de seta atrás do volante, o que indica que [o conteúdo] é falso". Na seção de comentários, usuários escreveram mensagens indicando que se trata de um material sintético. Mas há também mensagens de pessoas que acreditaram ser verdade. Veja dois exemplos: "Toda a conversa sobre ser blindado e ser derrotado por gelo"; e "Melhor o para-brisa de um carro do que a cabeça de uma pessoa". âš ï¸ Por que isso é mentira? O Fato ou Fake submeteu o vídeo a duas plataformas de detecção de IA, e ambas indicaram uso desse recurso: Hive Moderation – 99,9% de probabilidade de o conteúdo ser sintético (veja abaixo). SynthID – Aponta que o vídeo foi feito, em parte ou na íntegra, com a IA do Google (veja abaixo). Resultado de análise do Hive Moderation g1 Diagnóstico do SynthID g1 Em junho de 2024, o g1 fez um teste de direção com a primeira unidade da picape no Brasil. A gravação do interior do veículo comprova que a alegação da "nota de comunidade" do X é real: a Cybertruck não tem alavancas de seta atrás do volante, como exibido no vídeo falso (veja abaixo a comparação): Frame do vídeo gerado por IA: Alavanca de seta no painel g1 Frame de vídeo real, captado no interior de uma Cybertruck: Foto real g1 g1 testou: a primeira Tesla Cybertruck que veio para o Brasil Conteúdo foi gerado por IA g1 Veja também EUA não foram 'donos' da Groenlândia durante a 2ª Guerra Mundial e , por isso, não 'devolveram' a ilha à Dinamarca após o fim do conflito É #FAKE que EUA foram 'donos' da Groenlândia durante a 2ª Guerra e 'devolveram' a ilha VÃDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÃDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)
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27/01 - Toyota anuncia início da produção do Yaris Cross em Sorocaba; carro é o primeiro SUV compacto da montadora
Toyota anuncia início da produção do Yaris Cross em Sorocaba A Toyota anunciou, nesta terça-feira (27), o início da produção do Yaris Cross, em Sorocaba (SP). O carro é o primeiro SUV compacto da montadora produzido na região da América Latina e Caribe. O anúncio foi feito durante evento na Planta de Sorocaba, no Bairro Itavuvu. A ação contou com a presença de autoridades, entre elas, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que chegou no local por volta das 11h20. O presidente da Toyota América Latina e o presidente da Toyota no Brasil também marcaram presença no evento. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp O carro já havia sido anunciado pela Toyota em novembro de 2025, com pré-venda e previsão de entrega dos primeiros modelos em fevereiro deste ano, chegando também às redes de concessionárias de todo o território nacional. Fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) começa a produzir o Yaris Cross - 27 de janeiro de 2026 Letícia Paris/TV TEM O atraso do lançamento se deu devido aos estragos causados por um vendaval que atingiu a fábrica da Toyota em Porto Feliz (SP), no dia 22 de setembro do ano passado, responsável por fabricar os motores distribuídos pela América Latina. O Yaris Cross está disponível em quatro versões, sendo: XRE, XRE Hybrid, XRX e XRX Hybrid, e será vendido a partir de R$ 149.990. As versões XRX Hybrid e XRE Hybrid são equipadas com um motor flex 1.5L. O g1 chegou a mostrar o modelo durante visita ao estande da Toyota no salão do automóvel, em 2025. Toyota Yaris Cross chega para rivalizar com T-Cross, Creta e HR-V Segundo a montadora, em conjunto com dois motores elétricos, gerador e propulsor, o motor proporciona uma condução silenciosa, respostas rápidas e eficiência energética com uma potência combinada de até 111 cv quando abastecido com etanol. As versões XRE e XRX também são equipadas com motor flex 1.5L, que entrega até 122 cv de potência a 6.000 rpm e 15,3 kgfm de torque a 4.800 rpm. O novo Yaris Cross também acompanha garantia de até 10 anos e baixo custo nas primeiras revisões da categoria. Toyota Yaris Cross chega com medidas semelhantes às dos rivais Divulgação | Toyota O CEO da Toyota América Latina e Caribe, Rafael Chang, declarou que o novo modelo permite ampliar ainda mais a oferta de soluções de mobilidade para o Brasil e para toda América Latina, reforçando o compromisso da empresa com a sustentabilidade. "É o maior investimento da Toyota aqui na região, de R$ 11,5 bilhões. O Yaris Cross é o primeiro híbrido flex no segmento compacto, vai trazer para o mercado e para nossos consumidores um veículo de alta economia de combustível, contribuir com o processo de descarbonização com utilização de etanol. Vamos começar exportação para Argentina, Ecuador, Uruguai, mas vamos expandir esse processo de exportação para os outros países dentro de nossa região", disse. Evandro Maggio, presidente da Toyota do Brasil, também pontuou que uma segunda fábrica será inaugurada em Sorocaba no segundo semestre deste ano. Mais de 700 colaboradores já foram contratados, chegando a marca de 2 mil empregos diretos até 2030 e 10 mil indiretos. Segundo ele, o Yaris Cross vem para atender clientes tradicionais à marca, mas também conquistar novos consumidores, oferecendo conforto, segurança, qualidade, durabilidade e eficiência. "A produção do Yaris Cross envolve, aproximadamente, 140 fornecedores diretos, fortalecendo a indústria, estimulando a localização de componentes e tecnologia avançada, alinhado às políticas públicas e transição energética, sendo o primeiro híbrido flex produzido no país, que se enquadra no programa do Governo do Estado para isenção de IPVA, valorizando a escolha por um carro em sintonia com a com a descarbonização da mobilidade veicular", destaca Evandro. Toyota Yaris Cross tem versões somente a combustão e híbridas Divulgação | Toyota O governador também se pronunciou durante o evento e pontuou que a iniciativa é uma forma de reforçar o uso de veículos híbridos no Brasil. "O híbrido vem ganhando força e é por isso que a gente procurou estimular isso de alguma forma, e aí veio o projeto da isenção de IPVA. (...) É um veículo que tá completamente aderente àquilo que nós esperávamos e, por que que isso é importante? A gente tá combinando a motorização elétrica com a combustão, que aí passa a valer muito a pena também a utilização do etanol. Os veículos híbridos flex, no estado de São Paulo, hoje, tem IPVA isento, a gente aprovou isso na capital, tivemos como forma de estimular aí uma motorização mais sustentável, estimular a produção destes carros e isso tá dando resultado", disse Tarcísio. Governador Tarcísio de Freitas esteve na Toyota de Sorocaba (SP) para acompanhar anúncio do início da produção do Yaris Cross Letícia Paris/TV TEM Fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) começa a produzir o Yaris Cross - 27 de janeiro de 2026 Letícia Paris/TV TEM Yaris Cross é novo modelo de SUV compacto que será produzido na Toyota em Sorocaba (SP) Letícia Paris/TV TEM Estragos na planta de Porto Feliz O vendaval que atingiu Porto Feliz, no dia 22 de setembro do ano passado, causou diversos estragos pelo município, principalmente na região da planta da Toyota, que precisou interromper a fabricação de motores. "Os danos foram significativos em Porto Feliz, que segue em reconstrução com obras previstas para 2026 e 2027. Mas enquanto isso, nossas máquinas foram transferidas para outra instalação em Porto Feliz, onde já iniciamos a produção de motores", também disse o presidente da Toyota do Brasil. A interrupção do trabalho na sede de Porto Feliz também afetou a produção de veículos em outras unidades, como em Sorocaba e Indaiatuba (SP), mas as atividades foram retomadas em outubro de 2025 com motores do Japão e Indonésia. A planta de Sorocaba é responsável por montar os modelos Corolla, Corolla Cross, Yaris e, agora, o lançamento Yaris Cross. Segundo a Defesa Civil, Porto Feliz registrou rajadas de vento de até 90 km/h em diferentes pontos durante o temporal ano passado. A força do vento arrancou a cobertura da fábrica da Toyota, que foi parar do lado de fora da empresa e em áreas que ficam a até seis quilômetros de distância. Defesa Civil diz que Porto Feliz foi atingida por microexplosão; entenda o fenômeno Fábrica da Toyota em Porto Feliz ficou destruída após vendaval Redes Sociais; TV TEM Veículos que estavam estacionados na fábrica ficaram destruídos. Um deles foi encontrado capotado. A guarita também foi levada com a força do vento. Segundo a Defesa Civil, Porto Feliz foi atingida por uma microexplosão, quando o vento sai da nuvem de chuva, a cumulonimbus, em alta velocidade, em direção ao solo. Um vídeo gravado de dentro da fábrica mostra a situação. A TV TEM também apurou que alguns funcionários se esconderam dentro das máquinas para se proteger. O Sindicato dos Metalúrgicos de Itu informou que 30 funcionários tiveram ferimentos leves e foram socorridos. Assista abaixo. Temporal destelha fábrica de motores e carro capotado durante temporal em Porto Feliz Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÃDEOS: assista às reportagens da TV TEM
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27/01 - De R$ 20 a R$ 731 mil: veja os veículos com o menor e o maior IPVA no estado de SP em 2026
Ferrari Daytona SP3 deve pagar R$ 731,6 mil de IPVA em 2026 em São Paulo. Veículo está avaliado em R$ 18,2 milhões. Divulgação/Ferrari O calendário para o pagamento do IPVA 2026 no estado de São Paulo começou a valer neste mês de janeiro, e o governo paulista divulgou a tabela com os modelos de veículos que vão pagar mais e menos imposto neste ano. O carro com maior IPVAé uma Ferrari Daytona SP3, com apenas uma única unidade no estado, e que vai pagar o total de R$ 731, 6 mil. O veículo com data de fabricação de 2023 tem o valor venal base de R$ 18,2 milhões, usado pela Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz-SP) para calcular o valor do IPVA. Segundo o site da Ferrari, o modelo Daytona SP3 teve a produção limitada a 599 unidades no mundo inteiro e pertencente à série "Icona" da montadora, cujos veículos homenageiam os protótipos de corrida dos anos 1960. IPVA 2026: primeira parcela e cota única vencem em janeiro em SP Rolls-Royce O SUV Rolls-Royce Cullinan Black, também de 2023, que tem o valor venal de R$ 7,6 milhões segundo o governo paulista e vai pagar R$ 304 mil de IPVA em 2026 em São Paulo. Reprodução/RR O modelo é seguido pelo SUV Rolls-Royce Cullinan Black, também de 2023, que tem o valor venal de R$ 7,6 milhões, segundo o governo paulista e vai pagar R$ 304 mil de IPVA neste ano. A frota no estado de São Paulo também é composta por um único veículo. Em relação às motos, uma Ducati Panigale V4 R, de 240 cavalos e avaliada em R$ 532 mil, vai pagar R$ 10,6 mil de imposto neste ano. A moto Ducati Panigale V4 R, de 240 cavalos, está avaliada em R$ 532 mil e vai pagar R$ 10,6 mil de imposto neste ano. Divulgação/Ducati Já na outra ponta da tabela, entre os veículos que vão pagar o menor valor de IPVA, está o triciclo Muller TR 18, fabricado em 2006. Ele deve apenas R$ 20 de imposto, já que o valor venal fixado pela Sefaz-SP foi de apenas R$ 1 mil. Segundo a secretaria, existem pelo menos quatro veículos semelhantes registrados no estado atualmente. O triciclo Muller TR 18, fabricado em 2006, vai pagar apenas R$ 20 de imposto, já que o valor venal fixado pela Sefaz-SP foi de apenas R$ 1 mil. Reprodução/Facebook Entre os veículos de quatro rodas, o jipe Engecart/Nativo off Road – fabricado em 2009 – deverá pagar apenas R$ 217,16 de IPVA em 2026, com valor-base fixado em R$ 5.429,00. O jipe Engecart/Nativo off Road – fabricado em 2009 – deverá pagar apenas R$ 217,16 de IPVA em 2026 e teve o valor base fixado em R$ 5.429,00. Reprodução/Instagram Calendário do IPVA em SP Os proprietários de veículos do estado de São Paulo já podem se programar para o pagamento do IPVA 2026. O cronograma segue o número final da placa do veículo, de acordo com o calendário divulgado pela Sefaz-SP. O imposto pode ser pago à vista, com desconto de 3%, ou parcelado em até cinco vezes, conforme o valor devido. Quem escolher pagar o IPVA à vista em janeiro garante desconto de 3%. Essa opção é válida para automóveis, camionetas, caminhonetes, ônibus, micro-ônibus, motocicletas e similares, além de caminhões e caminhões-tratores. Calendário de pagamento do IPVA 2026 com desconto, de acordo com o final da placa: Final 1: 12 de janeiro Final 2: 13 de janeiro Final 3: 14 de janeiro Final 4: 15 de janeiro Final 5: 16 de janeiro Final 6: 19 de janeiro Final 7: 20 de janeiro Final 8: 21 de janeiro Final 9: 22 de janeiro Final 0: 23 de janeiro Quem optar por pagar o imposto a partir de fevereiro perde o direito ao desconto de 3% e também não poderá parcelar o valor, devendo quitar o IPVA em parcela única. Todas as informações sobre o IPVA 2026 estão disponíveis na página do imposto no portal da Secretaria da Fazenda. Valores Trânsito de veículos na Avenida Prestes Maia, na região central de São Paulo, na manhã desta quarta-feira (10). O comércio de rua na cidade de São Paulo volta a ter o funcionamento liberado a partir desta quarta-feira após mais de dois meses de restrições para evitar a propagação do novo coronavírus Fábio Vieira/Fotorua/Estadão Conteúdo As alíquotas do IPVA em São Paulo para 2026 permanecem as mesmas do ano anterior. Para carros de passeio, a alíquota é de 4%. No caso de motocicletas e similares, caminhonetes com cabine simples, micro-ônibus, ônibus e maquinário pesado, o percentual é de 2%. Caminhões pagam 1,5%. Veículos de locadoras têm alíquota de 1%. O valor venal do veículo, que serve de base para o cálculo do imposto, pode ser consultado no Sistema de Veículos (Sivei), disponível no site da Sefaz-SP. Já o valor do IPVA a ser pago pode ser verificado pelo internet banking, nos caixas eletrônicos dos bancos ou diretamente no site da Secretaria da Fazenda, mediante a informação do número do Renavam. Parcelamento O IPVA 2026 pode ser parcelado em até cinco vezes, de janeiro a maio, desde que o valor total do imposto seja igual ou superior a 10 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesps). Para 2026, a Ufesp foi fixada em R$ 38,42. Quando o valor do imposto for inferior a esse limite, o parcelamento poderá ser feito em quatro ou três parcelas. Para os proprietários de veículos de carga, o calendário é diferente. Nesses casos, o imposto pode ser pago em parcela única, sem desconto, até 22 de abril, ou parcelado em até cinco vezes, com vencimento fixado no dia 20 de cada mês. Como pagar O pagamento do IPVA 2026 pode ser feito por meio da rede bancária credenciada, utilizando apenas o número do Renavam. No estado de São Paulo, o Pix é a forma preferencial de pagamento. O QR Code é gerado exclusivamente no site da Sefaz-SP e permite o recolhimento do imposto em mais de 900 instituições financeiras, incluindo contas digitais. As formas tradicionais de pagamento continuam disponíveis. O contribuinte pode pagar o IPVA pela internet, nos terminais de autoatendimento ou em outros canais oferecidos pelos bancos. Também é possível quitar o imposto em casas lotéricas e com cartão de crédito, nas empresas credenciadas à Secretaria da Fazenda. Atraso no pagamento Quem não pagar o IPVA dentro do prazo fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso, além de juros de mora calculados com base na taxa Selic. Após 60 dias, a multa passa a ser fixa e corresponde a 20% do valor do imposto. Se a inadimplência persistir, o débito é inscrito na Dívida Ativa do estado e o nome do proprietário pode ser incluído no Cadin Estadual. Nessa situação, o contribuinte fica impedido de utilizar créditos, como os da Nota Fiscal Paulista, e o débito pode ser cobrado pela Procuradoria Geral do Estado, inclusive por meio de protesto. Pagamento do IPVA começa na segunda-feira; veja opções disponíveis
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27/01 - Vendas de elétricos na UE ultrapassam pela primeira vez as de veículos a gasolina
BYD SUPERA TESLA E VENDE MAIS CARROS ELÉTRICOS NO MUNDO As vendas de carros totalmente elétricos superaram as de veículos a gasolina na União Europeia pela primeira vez em dezembro, mesmo diante da proposta de parlamentares de flexibilizar as regras de emissões, segundo dados divulgados nesta terça-feira (27) pela Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA, na sigla em francês). Os emplacamentos de veículos elétricos a bateria — indicador de vendas — também superaram os de carros a gasolina no mercado europeu ampliado, que inclui Reino Unido e Noruega, enquanto as vendas de automóveis no continente registraram o sexto mês consecutivo de crescimento anual. A concorrência de marcas chinesas como BYD, Changan e Geely intensificou a disputa pelo mercado europeu, mesmo com montadoras tradicionais como Volkswagen e BMW lançando novos modelos de veículos elétricos. A União Europeia revelou em dezembro um plano para abandonar a proibição efetiva de carros com motor a combustão a partir de 2035, cedendo à pressão dos fabricantes de automóveis, que enfrentam desafios como a concorrência de rivais chineses, tarifas de importação dos EUA e a dificuldade de vender veículos elétricos de forma lucrativa. BYD apresenta seu primeiro carro 100% elétrico brasileiro. Divulgação Números ainda devem aumentar Ainda assim, especialistas esperam que os veículos elétricos continuem ampliando sua participação no mercado europeu. O secretário-geral da E-Mobility Europe, Chris Heron, afirmou que as marcas europeias começaram a se adaptar com a introdução de veículos elétricos novos e mais acessíveis, enquanto os países passam a oferecer novos esquemas de incentivo. “Estamos vendo a adesão dos consumidoresâ€, disse Heron. “Estamos confiantes de que as vendas em toda a Europa continuarão a crescer em 2026.†Os emplacamentos na Europa, no Reino Unido e na Associação Europeia de Livre Comércio para Volkswagen e Stellantis aumentaram 10,2% e 4,5%, respectivamente, em dezembro, enquanto caíram 2,2% na Renault. Os registros da Tesla caíram 20,2% no mês, enquanto os da BYD aumentaram 229,7%. Vendas totais aumentaram As vendas na UE, no Reino Unido e na Associação Europeia de Livre Comércio aumentaram 7,6%, para 1,2 milhão de carros em dezembro, e 2,4%, para 13,3 milhões no total de 2025, atingindo os maiores volumes em cinco anos, embora ainda abaixo dos níveis anteriores à pandemia, segundo dados da ACEA. As vendas totais de carros na UE aumentaram 5,8%, chegando a quase um milhão de unidades em dezembro, e 1,8%, alcançando 10,8 milhões no acumulado do ano. Os registros de dezembro de carros elétricos a bateria, híbridos plug-in e híbridos elétricos aumentaram 51%, 36,7% e 5,8%, respectivamente, representando, em conjunto, 67% dos registros do bloco.
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26/01 - Petrobras reduz preço da gasolina em 5,2% para distribuidoras
Petrobras vai reduzir preço da gasolina em 5,2% A Petrobras vai reduzir o preço da gasolina para as distribuidoras a partir desta terça-feira (27). Essa será a primeira redução do combustível promovida pela petroleira neste ano. Com isso, o preço médio da gasolina A passará a ser de R$ 2,57 por litro — uma redução de R$ 0,14 por litro. A última alteração no preço da gasolina havia ocorrido em outubro de 2025. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça "Desde dezembro de 2022, os preços de gasolina para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 0,50 / litro. Considerando a inflação do período, esta redução é de 26,9%", diz a empresa em nota. (veja a íntegra abaixo) A companhia também informou que deve manter inalterados, neste momento, os preços de venda do diesel para as distribuidoras. Nesse caso, segundo a Petrobras, a redução acumulada nos preços do diesel é de 36,3% desde 2022. Preços na bomba Segundo a Petrobras, os preços praticados pela empresa representam cerca de um terço do valor final pago pelos consumidores nos postos. A petroleira explica que o preço da gasolina nas bombas é composto por diversos fatores, além do valor cobrado pela estatal. São eles: Custos e margem de lucro de distribuidoras e revendedores; Custo do etanol anidro, que é misturado à gasolina A para formar a gasolina C; Impostos federais, como Cide, PIS/Pasep e Cofins; Imposto estadual (ICMS), cuja alíquota varia conforme a unidade da federação. Veja a nota da Petrobras A partir de amanhã, 27/01, a Petrobras reduzirá seus preços de venda de gasolina A para as distribuidoras em 5,2%. Dessa forma, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,57 por litro, uma redução de R$ 0,14 por litro. Desde dezembro de 2022, os preços de gasolina para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 0,50 / litro. Considerando a inflação do período, esta redução é de 26,9%. Para o diesel, neste momento, a Petrobras está mantendo seus preços de venda para as companhias distribuidoras. Desde dezembro de 2022, a redução acumulada nos preços de diesel para as companhias distribuidoras, considerando a inflação, é de 36,3%. Fachada da Petrobras Reprodução Veja os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1
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24/01 - Nissan Kait é a aposta da marca para peitar Tera, Kardian e Pulse; veja como ele se sai nessa briga
Nissan Kait é um Kicks Play evoluído para peitar VW Tera, Fiat Pulse e Renault Kardian Com uma briga cada vez mais acirrada entre os SUVs compactos, a Nissan precisava urgentemente de uma renovação de seu modelo de entrada. O antigo Kicks vendia bem, mas o projeto pedia uma atualização para enfrentar os recém-lançados Volkswagen Tera e Renault Kardian, além do já conhecido Fiat Pulse. De início, a Nissan confundiu o mercado. O novo Kicks chegou bem maior, para competir em outra prateleira de SUVs. Mas logo ficou claro que a solução viria de um projeto totalmente novo: o Nissan Kait, que aposenta o antigo Kicks e foi desenvolvido sob medida para acirrar a disputa entre os SUVs compactos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O g1 acompanhou a revelação do Kait, apresentado mundialmente no Brasil e que será produzido no Complexo Industrial de Resende, no Rio de Janeiro, tanto para o mercado brasileiro quanto para exportação a mais de 20 países da América Latina. Agora, a reportagem passou uma semana com o SUV, enfrentando trânsito pesado na cidade e trechos mais livres na estrada, para avaliar se ele tem chances na disputa mais acirrada do mercado automotivo hoje. A primeira impressão é positiva. O Kait não chama atenção como uma Ferrari, mas desperta curiosidade com o visual moderno e o nome diferente. Chamar a atenção é um bom primeiro passo. O comentário mais comum é que o carro é bonito, mas passa a sensação de que “já foi visto antesâ€. Nissan Kait De fato, as linhas lembram bastante as de um carro eletrificado chinês. Essa era uma conclusão quase imediata de quem via o Kait pela primeira vez. A entrada de ar é bem menor que a do antigo Kicks, e os faróis superiores são separados do conjunto inferior por uma barra fechada. Na traseira, os faróis mais afilados e o nome em destaque na tampa do porta-malas — solução adotada por marcas como GWM e BYD — reforçam essa impressão. Embora mude bastante na dianteira e na traseira, os mais entendidos logo percebem que a lateral mantém praticamente tudo do antigo Kicks. O desenho das portas, retrovisores, maçanetas, o formato dos vidros e a coluna C — que sobe em linha reta após a porta traseira — são idênticos. Nissan Kait e Kicks Play são quase idênticos na lateral Initial plugin text Por dentro, vários itens são idênticos aos do antigo Kicks: Volante; Capacidade do tanque de combustível; Câmbio; Freio de mão; Botões do vidro elétrico; Tamanho e formato do apoio de braço; Porta-copos; Tamanho do para-sol; Retrovisor; Lâmpada de leitura. Embora isso possa parecer um ponto negativo, é importante lembrar que o reaproveitamento de peças costuma ser fundamental para evitar aumentos expressivos de preço. O Hyundai Creta adotou estratégia semelhante, mantendo a lateral praticamente igual, mas alterando o visual em pontos-chave. E, nesse ponto, o Kait conseguiu manter o preço de um projeto ultrapassado e parte dos mesmos R$ 117.990 cobrados pelo Kicks Play. A versão topo de linha custa R$ 152.990. (veja abaixo os preços, comparados aos concorrentes) Volante do Nissan Kait é o mesmo do Kicks Play Rafael Peixoto/g1 O Kait traz, desde a versão de entrada, itens que no Kicks Play aparecem apenas nas versões mais caras, como: Central multimídia de 8 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay; Chave presencial; Faróis e lanternas de LED; Rodas de 17 polegadas; Câmera de ré; Sensor de estacionamento traseiro; Partida por botão. Mas também houve um corte claro para reduzir custos: antes eram duas portas USB na frente do carro, e agora o novo modelo oferece apenas uma. Há duas USB-C na segunda fileira, mas não é exatamente a mesma coisa. Como o espelhamento do Android Auto e do Apple CarPlay pode ser feito sem fio, e há um carregador de celular por indução no console — disponível apenas na versão mais cara do Kait —, a única porta USB pode servir para recarregar o smartphone do carona. Outros dois pontos seguem inalterados e, nesses casos, não há o que reclamar. O primeiro são as dimensões do Kait, que continuam praticamente iguais às do Kicks, com apenas um centímetro a mais no comprimento, devido ao desenho do novo para-choque traseiro. O segundo ponto é o porta-malas de 432 litros, ponto alto do carro e o maior entre os SUVs de entrada. Como o bagageiro foi priorizado, o espaço interno não impressiona, mas também não decepciona. Acomoda quatro adultos com algum conforto, especialmente se nenhum deles for muito alto. Porta-malas do Nissan Kait Rafael Peixoto/g1 Um terceiro item entra na lista, agora pelo lado negativo: o motor é o mesmo 1.6 aspirado do Kicks Play. Se, por um lado, isso mantém o Kait como uma opção robusta, com um motor já conhecido por muitos mecânicos, por outro ele fica para trás por ser o único SUV do segmento sem opção turbo. No uso urbano, o motor entregou o necessário em baixas velocidades. As ultrapassagens na cidade ocorreram sem dificuldades, mas o problema apareceu na estrada: a ausência de turbo pesou nas retomadas e no nível de ruído. O motor só entrega o torque máximo aos 4.000 giros e, ao passar dos 3.000, o ruído já começa a incomodar. Acelerar para ultrapassar com quatro adultos a bordo, sem exceder o limite da via, era um processo lento e ruidoso. Motor do Nissan Kicks Kait Rafael Peixoto/g1 Quando a velocidade se estabiliza, o motor volta a ficar mais silencioso, e o câmbio CVT, sem marchas definidas, garante transições suaves. E, para quem teve um Kicks mais antigo e reclamava da baixa autonomia, o Kait não traz mudanças nesse ponto. Um tanque cheio não garantiu 300 quilômetros, o que significa que, em viagens longas, será preciso parar mais vezes para abastecer. Fechando a avaliação de dirigibilidade, a suspensão agradou, assim como já acontecia no Kicks Play. Ela é bem equilibrada para cumprir o que se espera de um carro: absorver os impactos do asfalto brasileiro e controlar a carroceria em curvas fechadas. Em resumo, o Kait foi bem na cidade. Na estrada, com o carro cheio, passou a sensação de falta de fôlego. É uma contradição com o porta-malas grande, que convida a encarar viagens longas e com mais pessoas a bordo. Tecnologia Outra contradição aparece na tecnologia embarcada do Kait. O carro tem um dos conjuntos mais avançados de segurança e assistência ao motorista entre os concorrentes. Por outro lado, a central multimídia decepciona. A versão testada trazia um sistema que não é fabricado pela Nissan, mas pela Pioneer, empresa conhecida por vender esse tipo de equipamento separadamente. É natural que desenvolver um sistema próprio seja mais caro do que terceirizar, mas as telas da central e do painel do Kait não seguem uma identidade visual única. As interfaces não se integram, as cores do display são diferentes e os botões físicos também adotam padrões próprios. Central multimídia e volante do Nissan Kait Rafael Peixoto/g1 A desconexão é tamanha que havia cerca de 30 segundos de diferença entre os relógios dos dois displays. Assim, a central multimídia cumpre apenas o básico: espelhar o celular sem fio. Até o acabamento decepciona, por refletir excessivamente o que está à frente. A situação até poderia ser resolvida com o aumento do brilho, mas esse ajuste não existe. Olhando para a concorrência, praticamente qualquer solução é melhor. O Volkswagen Tera, por exemplo, traz até inteligência artificial em seu sistema multimídia, capaz de responder a perguntas dos ocupantes. Quem valoriza tecnologia vai sentir a diferença. Nissan Kait: vale a pena? O Kait é uma evolução importante em relação ao Kicks Play. Ficou mais equipado e mais moderno, mas ainda fica atrás de motores mais potentes e mais eficientes no consumo de combustível. O modelo resolve bem a confusão de dois carros diferentes com o mesmo nome e preserva pontos essenciais, especialmente o espaço do porta-malas. Mas quem pode abrir mão de alguns litros e busca um conjunto mais moderno encontra mais no Volkswagen Tera e no Fiat Pulse. Veja os preços de cada concorrente do Nissan Kait. Nissan Kait: de R$ 117.990 a R$ 152.990; Volkswagen Tera: de R$ 108.390 a R$ 144.390; Renault Kardian: de R$ 113.690 a R$ 149.990; Fiat Pulse: de R$ 114.990 a R$ 160.990.
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22/01 - Jeep convoca recall por falha no freio ABS; veja se seu carro está na lista
Jeep Grand Cherokee 2019 divulgação/Jeep A Jeep anunciou um recall para três modelos de SUVs, com problemas distintos em dois deles. O caso mais grave envolve os Jeep Grand Cherokee e Dodge Durango que, apesar de serem de marcas diferentes, pertencem ao grupo Stellantis e compartilham alguns componentes. Segundo a nota, foi identificada a possibilidade de falha no transdutor de pressão integrado (IPT), o que pode desativar o sistema de freios ABS e o controle eletrônico de estabilidade nos dois veículos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Com os sistemas desativados, a marca aponta que aumenta "a ocorrência de acidentes, com danos materiais, físicos ou até mesmo fatais aos ocupantes do veículo e/ou terceiros". Veja os vídeos que estão em alta no g1 O freio ABS é um sistema de segurança automotiva que evita o travamento das rodas em frenagens bruscas. No Brasil, todos os carros zero km são obrigados a trazer esse item desde 2014. A Jeep também convocou os proprietários do Jeep Wrangler após identificar uma falha no painel de alertas. Segundo a marca, alguns veículos podem não exibir a luz de avaria do sistema OBD e da injeção. "O eventual não acendimento da luz de avaria do sistema OBD/injeção quando necessário, resultando em uma situação de não conformidade por ausência de alerta visual ao cliente", diz a nota. Apesar de ter menor potencial de acidentes, o recall do Wrangler envolve um número maior de unidades. Quais veículos estão na lista? O recall para verificação do sistema ABS atinge unidades do Jeep Grand Cherokee e do Dodge Durango ano-modelo 2018. Para confirmar se o veículo faz parte da campanha, o proprietário deve conferir se os oito últimos dígitos do chassi estão entre os listados abaixo: Jeep Grand Cherokee: JC410863 até JC492281 Dodge Durango: JC490348 Já o recall do Jeep Wrangler exige o retorno de unidades dos anos-modelo 2018 a 2021, com os seguintes chassis: JW251736 até MW700626 O serviço para os recalls leva cerca de uma hora e requer agendamento prévio. O atendimento pode ser feito em uma concessionária Jeep, pelo telefone 0800-703-7150 ou no site oficial da marca.
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21/01 - Conheça a LaFerrari, carro com IPVA mais caro do Brasil e que foi o 1º híbrido da marca italiana
O IPVA mais caro do Brasil passa de R$ 1 milhão O carro com o IPVA mais caro do Brasil é uma LaFerrari do DF, avaliada em R$ 35,6 milhões, com imposto de R$ 1.067.933,76. Para quem pensa em comprar uma unidade zero km, vale saber: todas as 499 unidades fabricadas já foram vendidas. O superesportivo italiano também impressiona por outros números (além do IPVA milionário). Lançada em 2013, ela marcou história por ser o primeiro carro híbrido da Ferrari. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Graças ao sistema eletrificado, conseguiu ser ao mesmo tempo o modelo mais potente da marca e reduzir o consumo de combustível em 40%. O motor a combustão é um V12 6.3 aspirado, montado na posição central. Ele entrega até 789 cv, com auxílio do sistema eletrificado, que eleva a potência total para 963 cv. Ferrari LaFerrari divulgação/Ferrari Com esse conjunto, a LaFerrari vai de 0 a 100 km/h em apenas 2,9 segundos e atinge 350 km/h de velocidade máxima. Para conseguir lidar com tanto poder, os freios são de carbono cerâmica, combinação que garante maior capacidade de lidar com o calor gerado pelas fortes reduções de velocidade. Ao todo, as 499 unidades da LaFerrari foram fabricadas entre 2013 e 2018. A última delas foi enviada da Itália para o Brasil por uma importadora e registrada em Santa Catarina. Mesmo sendo um carro praticamente feito à mão, a LaFerrari já teve problemas de fabricação, todos corrigidos por meio de recalls: Algumas unidades apresentaram problemas no tanque de combustível, com risco de incêndio. A Ferrari substituiu o componente; Algumas unidades tiveram os assentos substituídos em recall por falha na capacidade do material de absorver energia; Algumas unidades exibiam informações incorretas nos sensores de pressão dos pneus; Algumas unidades também tiveram o airbag do passageiro substituído. Veja abaixo a ficha técnica do superesportivo. Ferrari LaFerrari divulgação/Ferrari
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20/01 - 'Robocop do trânsito': China usa robôs humanoides com inteligência artificial nas ruas
Robô com IA ajuda a orientar o trânsito em algumas cidades da China. Xinhua/Divulgação Na China, algumas cidades passaram a testar robôs humanoides e autônomos com inteligência artificial em tarefas como orientação de pedestres e fiscalização de trânsito. As informações são da agência de notícias chinesa Xinhua, que apelidou os "novos equipamentos" de RoboCop. Na cidade de Wuhu, na província de Anhui, um robô humanoide identificado como “Intelligent Police Unit R001†atua em cruzamentos movimentados. O equipamento utiliza câmeras de alta resolução, sensores e sistemas de reconhecimento visual baseados em IA para identificar infrações cometidas por pedestres e ciclistas, além de emitir alertas sonoros e realizar gestos sincronizados com os semáforos. Utilizando algoritmos avançados de processamento de dados, ele identifica infrações cometidas por pedestres e veículos não motorizados de forma autônoma. Além disso, é capaz de se mover para diferentes locais, identificar estacionamentos irregulares e monitorar o trânsito em tempo real. O robô foi desenvolvido pela empresa AiMOGA Robotics e opera com algoritmos avançados conhecidos como large models, capazes de processar grandes volumes de dados visuais em tempo real. Segundo a empresa, a tecnologia permite funcionamento contínuo, 24 horas por dia, sem interrupções. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Além dos humanoides, outras cidades como Chengdu e Hangzhou testam cães-robôs e plataformas sobre rodas, usados para patrulhamento, monitoramento remoto e apoio logístico. Esses dispositivos podem circular por áreas de difícil acesso, transmitir imagens ao vivo e executar tarefas de forma autônoma ou supervisionada. O avanço faz parte da estratégia chinesa de desenvolvimento da chamada “inteligência incorporadaâ€, que integra inteligência artificial, robótica e sistemas físicos. De acordo com projeções do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do Conselho de Estado da China, o mercado do setor pode atingir 400 bilhões de yuans até 2030 e ultrapassar 1 trilhão de yuans até 2035. Especialistas apontam que, apesar dos ganhos em eficiência e coleta de dados, o uso de robôs na segurança pública levanta discussões sobre privacidade, governança de dados e limites da automação. Por enquanto, as autoridades tratam os robôs como ferramentas de apoio, e não como substitutos de policiais humanos. Robocop do trânsito chinês fiscaliza o bom comportamento de cidadãos nas ruas de cidade da China. Xinhua A tendência indica que a tecnologia deve assumir um papel cada vez mais central no policiamento urbano — com algoritmos, sensores e robôs dividindo espaço com agentes fardados nas ruas.
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20/01 - Nova CNH: motoristas deixaram de gastar R$ 226 milhões com renovação automática e gratuita, diz ministério
Desde o início de 2026, com as novas regras para a CNH, 340 mil motoristas conseguiram renovar a habilitação de forma automática e gratuita, segundo o Ministério dos Transportes. A economia com taxas chega a R$ 226 milhões. Esse valor deixou de ser arrecadado com taxas, exames e procedimentos administrativos. Entre os motoristas beneficiados, a maioria tem habilitação para dirigir carro: 52% das renovações foram para a categoria B, que permite dirigir apenas carro; 45% das renovações foram para a categoria AB, que permite dirigir carro e moto; 3% das renovações foram para a categoria A, que permite dirigir apenas moto. De todo o Brasil, o Sudeste concentra o maior número de renovações automáticas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Estes foram os 10 estados com mais CNHs renovadas: São Paulo: 86.770 carteiras; Minas Gerais: 35.771 carteiras; Rio de Janeiro: 29.343 carteiras; Paraná: 22.119 carteiras; Rio Grande do Sul: 18.239 carteiras; Bahia: 15.226 carteiras; Santa Catarina: 13.230 carteiras; Pernambuco: 12.927 carteiras; Goiás: 12.213 carteiras; Ceará: 11.798 carteiras. O Ministério dos Transportes também informou que 30 mil permissões para dirigir foram convertidas em carteiras definitivas. Segundo a pasta, o aplicativo CNH do Brasil já conta com 40,2 milhões de usuários. Na comparação com os dados divulgados pelo próprio ministério, esse total representa 43,78% dos motoristas com habilitação emitida até o final de 2025. Até a primeira quinzena de janeiro de 2026, foram registradas 2,7 milhões de solicitações de primeira habilitação. No mesmo período, foram emitidos 1 milhão de certificados para candidatos que concluíram o curso online, antes restrito às autoescolas. Como renovar a habilitação automaticamente e de graça A medida é um benefício para o chamado “bom condutorâ€. Para ser considerado, o motorista precisa cumprir os seguintes critérios: 🪪 Não ter pontos registrados na CNH nos últimos 12 meses; 🚨 Não ter infrações de trânsito registradas no documento no mesmo período; 📠Estar cadastrado no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC). Para aderir ao RNPC e ter a CNH renovada de graça, o motorista deve: Abrir o aplicativo CNH Brasil; Selecionar a opção “Condutorâ€; Acessar “Cadastro Positivoâ€; Tocar em “Autorizar participaçãoâ€. CNH física não é emitida de graça e nem automaticamente Segundo as novas regras, apenas a versão digital da CNH é renovada automaticamente. Caso o condutor também queira o documento físico, será necessário solicitá-lo separadamente, após a renovação da versão digital. Para receber a CNH física, o condutor pode fazer a solicitação pelo aplicativo CNH Brasil ou presencialmente em uma unidade do Detran do estado onde reside. As novas regras da CNH não eliminaram o custo de emissão da carteira física, cujo valor varia conforme o Detran de cada estado. A renovação da CNH física envolve os seguintes valores: Em São Paulo, por exemplo, o valor é de R$ 122,17. Em Alagoas, a cobrança é maior, chegando a R$ 144,12; No Acre, a taxa é de R$ 89,75. É importante destacar que nem todos os condutores têm direito à renovação automática da CNH, mesmo aqueles que não cometeram infrações ou receberam multas nos últimos 12 meses. Pelas novas regras, condutores com mais de 50 anos podem renovar automaticamente a CNH apenas uma vez. Além disso, os casos abaixo não têm direito à renovação automática: Condutores com 70 anos ou mais; A renovação automática não vale para motoristas que têm a validade da CNH reduzida por recomendação médica, em casos de doenças progressivas ou condições que exigem acompanhamento de saúde.
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20/01 - Ferrari rara de SC é o carro mais caro em circulação no Brasil — mas não paga o maior IPVA do país
Ferrari rara de SC é o carro mais caro em circulação no Brasil Agora que todos os estados divulgaram as informações sobre o IPVA 2026, é possível apontar que Santa Catarina tem o carro mais caro em circulação no país. O posto é de uma Ferrari LaFerrari ano 2016 de edição limitada, que tem valor de mercado estimado em R$ 38.043.737,00. O modelo raríssimo - com apenas 499 exemplares em todo o mundo - está em emplacado em Balneário Camboriú. A Ferrari LaFerrari, consequentemente, tem o IPVA mais caro do estado, ao custo de R$ 760.874,74, segundo a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-SC). Apesar de ser o veículo mais caro em circulação no Brasil, o dono do exemplar catarinense não vai pagar o maior IPVA do país em 2026. Esse posto é de outra Ferrari LaFerrari, avaliada em R$ 35,6 milhões, e emplacada no Distrito Federal. O valor do imposto será de R$ 1.067.933,76. Porque Ferrari mais cara paga IPVA menor em Santa Catarina? Ferrari LaFerrari tem apenas 499 veículos em todo o mundo Divulgação/Ferrari A explicação para o imposto mais em conta está na alíquota cobrada em Santa Catarina, que é de 2% sobre o valor do veículo, fazendo com que a Ferrari emplacada no estado catarinense resulte em um imposto quase R$ 300 mil menor que a emplacada no Distrito Federal, que estabelece alíquota de 3%. IPVA de Ferraris 🚗 Especial g1: os IPVAs mais caros em cada estado ðŸŽï¸ Ferrari de milhões A raridade pode explicar o valor nas alturas. O supercarro foi produzido pela Ferrari entre 2013 e 2018, como primeiro carro híbrido da montadora. A LaFerrari alcança os 100 km/h em apenas 2,6 segundos e a velocidade máxima é de 350 km/h. Com a tração eletrificada, o modelo conseguiu manter a potência elevada e ainda assim reduzir o consumo de combustível em 40%. Conheça a Ferrari LaFerrari 🚗💵 Tudo sobre o IPVA 2026 em Santa Catarina O Governo de Santa Catarina divulgou em 16 de dezembro o calendário de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para 2026. As alíquotas permanecem inalteradas: 2% para carros e utilitários nacionais ou importados e 1% para motocicletas, veículos de carga, transporte de passageiros e locadoras. Veja calendário, como pagar, alíquotas e novas regras de isenção A partir deste ano, veículos com 20 anos ou mais de fabricação estarão isentos do imposto, conforme determinação da Emenda Constitucional 137/2025. A regra não vale para ônibus, micro-ônibus e caminhões. Como pagar o IPVA em SC? O IPVA pode ser quitado de três formas: Cota única até o fim do mês correspondente ao final da placa; Parcelamento em 3 vezes sem juros, com vencimento da primeira parcela no dia 10 do mês indicado; Parcelamento em até 12 vezes pelo cartão de crédito, com juros e encargos. Desde 2025, também é possível pagar via PIX, utilizando o QR Code disponível no boleto. IPVA 2026 em SC: veja calendário, como pagar, alíquotas e novas regras de isenção VÃDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias
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19/01 - Nova regra da CNH derruba preços e faz autoescolas venderem pacotes por cerca de R$ 300
Nova regra da CNH derruba preços e faz autoescolas venderem pacotes por cerca de R$ 300 Com a nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), mudou a forma de obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A principal mudança está na desobrigação de frequentar autoescolas. Com isso, o curso teórico está disponível na internet e as aulas práticas passam a um mínimo de duas horas, contra 20 horas anteriormente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp De acordo com o Ministério dos Transportes, as aulas teóricas e práticas custavam entre R$ 3 mil e R$ 5 mil. Com a nova regra, o ministro Renan Filho afirmou que o custo para tirar a primeira habilitação poderia cair até 70%. E o preço, de fato, caiu. Em uma busca em 10 cidades do Brasil, o g1 encontrou valores a partir de R$ 380 para as categorias A ou B. Esse preço foi encontrado em Santos (SP) e o pacote inclui: Duas aulas práticas; Uso de veículo da autoescola nas aulas. Ainda existem outros custos, que variam conforme o estado. Em São Paulo, são estes: Exame teórico: R$ 52,83; Exame prático: R$ 52,83; Exame médico: R$ 90; Exame psicotécnico: R$ 90; Emissão da versão física (a digital é gratuita): R$ 137,79. O preço médio nas cidades pesquisadas é de R$ 500 por um pacote com duas aulas práticas. Em todas, as autoescolas ofereceram opções com mais aulas, e a média de preços foi: Cinco aulas práticas: R$ 900; 10 aulas práticas: R$ 1.300; 20 aulas práticas: R$ 1.900. Em algumas autoescolas, o pacote também incluía aulas teóricas e material didático. Essa etapa é oferecida gratuitamente pelo governo e pode ser realizada de forma virtual. O g1 buscou, então, alguns instrutores autônomos. O menor valor encontrado em um pacote foi de R$ 379,90, referente a duas aulas. Nesse preço, já estava incluída a taxa da prova do Detran de Goiás, que custa R$ 38,93. Em outras buscas, foi possível encontrar instrutores credenciados com valores entre R$ 80 e R$ 250 por hora. Novas regras afetam o negócio das autoescolas Segundo a Federação Nacional das Autoescolas (Feneauto), até a entrada em vigor da nova regra, o setor concentrava quase 300 mil empregos formais, com cerca de 1 milhão de vagas indiretas em todo Brasil. Nas buscas por autoescolas, foi possível notar que o apelo para atrair o aluno está na tradição do nome da empresa e em promoções ocasionais. Nas unidades consultadas pela reportagem, poucas horas após informar o valor das aulas já era enviada uma proposta com desconto. Segundo Wagner Freitas, diretor e assessor jurídico da Associação dos Centros de Formação de Condutores do Estado de São Paulo, as autoescolas estão cortando custos internos, e muitas já fecharam as portas. “Embora o tema seja altamente técnico, ele tem causado impacto econômico, social e jurídico significativo, afetando mais de 15 mil autoescolas e milhares de profissionais em todo o país,†disse Wagner. Ao g1, ele apontou que: Das 15 mil autoescolas afetadas, 3 mil fecharam as portas; Cerca de 60 mil funcionários foram demitidos. Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Divulgação/Detran-AM
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18/01 - Mercedes-AMG GT 63 S: como é dirigir um superesportivo com DNA de Fórmula 1
Mercedes AMG GT 63 S: o mais próximo da Fórmula 1 em um carro para cidade Pilotar um carro de Fórmula 1 é privilégio de poucos, mas alguns modelos de rua inspirados nas pistas dão esse gostinho aos endinheirados. A Mercedes-Benz oferece aos milionários brasileiros a chance de comprar o superesportivo AMG GT 63 S E Performance. O modelo exclusivíssimo tem um motor V8 biturbo combinado a um sistema híbrido semelhante ao da própria Fórmula 1. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Ele está disponível em duas versões de carroceria: sedã de quatro e cupê de duas portas. As duas são idênticas em quase tudo, mas a própria Mercedes confirmou que há diferença de alguns cavalos na potência entre as versões. O motivo é compensar o peso extra da variante de quatro portas. Assim, o esportivo mantém o vigor mesmo oferecendo mais espaço para os passageiros entrarem e saírem com conforto. Os preços variam entre R$ 1,6 milhão e R$ 2,3 milhões, conforme a configuração escolhida. Motor de um Mercedes-AMG GT 63 S E Performance, com assinatura de quem montou divulgação/Mercedes O g1 testou a versão cupê do AMG GT 63 S E Performance no Circuito Panamericano, pista de testes da Pirelli. Com o asfalto livre de obstáculos, foi possível explorar toda a força e a tecnologia do carro híbrido mais potente avaliado pela reportagem nos últimos anos, e o mais forte que a Mercedes tem para vender no Brasil. Na maioria dos carros híbridos, a bateria tem dois objetivos principais: reduzir o consumo de combustível e diminuir as emissões. No AMG GT 63 S E Performance, isso também acontece, mas como consequência secundária do foco principal: entregar velocidade máxima ao pisar fundo no acelerador. Para aumentar a velocidade e a potência do conjunto híbrido, a bateria de 6,1 kWh do AMG utiliza um sistema de refrigeração avançado: um líquido circula entre cada uma das 560 células que compõem o pacote. A ideia é liberar o máximo de energia possível durante a aceleração, o que naturalmente aquece a bateria da mesma forma como seu celular esquenta quando você está jogando — que é quando exige o máximo de todo o aparelho. Mercedes-AMG GT 63 S E Performance Mercedes-AMG GT 63 S E PerformancePerformancePerformancePerformance No entanto, o sistema de resfriamento mantém a temperatura estável em torno de 45 °C — considerada ideal para o alto desempenho. A arquitetura elétrica também foge do padrão de outros híbridos: opera em 400 volts — o que permite que mais energia seja direcionada às rodas. O resultado? O velocímetro ultrapassou os 250 km/h com facilidade em uma reta de cerca de 740 metros. Para quem ainda tem resistência aos esportivos eletrificados, o ronco do V8 biturbo — audível dentro da cabine mesmo quando o motor elétrico de 204 cv, em silêncio absoluto, movimenta sozinho as mais de 2,1 toneladas do AMG — é convincente e aquece o coração do mais apaixonado pela velocidade. O ronco é tão apaixonante que é muito fácil esquecer que existe motorização elétrica para ajudar a empurrar mais o carro. Mas é só lembrar que o motor elétrico, sozinho, gera toda a potência que um BMW X1 de R$ 319.950 pode oferecer. A única pista de que se trata de um híbrido é o segundo bocal, usado para recarregar as baterias. O motor a combustão entrega mais 612 cv. Com o sistema elétrico, o conjunto alcança 816 cv de potência e 144,7 kgfm de torque. Mercedes-AMG GT 63 S E Performance divulgação/Mercedes Como o teste foi realizado exclusivamente na pista, o AMG permaneceu o tempo todo no modo esportivo. Nele ainda estão ativados sistemas de proteção do carro, mas alguns limitadores do acelerador são liberados e, assim, a alma do motor fica mais "solta". O modelo oferece três modos esportivos. O selecionado para o teste é voltado especificamente para esse tipo de ambiente. Ao ser ativado, faz a central multimídia exibir um alerta que orienta o motorista a não utilizar esse modo em vias públicas. Outro recurso inspirado na Fórmula 1 é a asa móvel em formato de aerofólio traseiro, que se ajusta conforme a velocidade do AMG. A função é semelhante à dos carros dos pilotos da marca George Russell e Kimi Antonelli: aumentar a aderência ao solo. E o sistema funciona perfeitamente: todas as curvas, mesmo em alta velocidade, foram feitas com total controle. A tração integral também reforça a sensação de domínio sobre o carro. Por fim, os difusores instalados na parte inferior e nas laterais do carro são ativos e ajustam-se de acordo com a velocidade. E podemos dizer que eles permitiram que o velocímetro se aproximasse dos 300 km/h na maior reta da pista. E fez isso sem que o carro demonstrasse que estava próximo do limite. A sensação foi clara: havia segurança o suficiente para que o teste que fizemos pudesse acontecer — não existiu volante tremendo, carroceria dando sinais de que perderia o controle, nada. Inclusive, o isolamento acústico e o desenho aerodinâmico desta Mercedes permitiram que apenas o ronco do V8 pudesse ser ouvido. Nenhum som do vento entrava, mesmo com o ar-condicionado ligado para compensar os mais de 30 °C daquele dia. Mercedes-AMG GT 63 S E Performance divulgação/Mercedes Foi a força do sistema híbrido da Fórmula 1 que trouxe esse DNA da competição mais famosa do automobilismo. Para conter toda essa força do conjunto, os freios utilizam discos de cerâmica e carbono. A combinação resiste a altas temperaturas em uso intenso. Nós testamos e fizemos o carro reduzir de mais de 250 km/h para cerca de 80 km/h em uma curva, em questão de poucos segundos. Após algumas voltas na pista, ainda era possível sentir no ar o característico cheiro de borracha e ele, junto do ronco do V8, é uma das sensações que mais encantam os apaixonados por velocidade. Em suma: é a força do sistema híbrido e aerofólios móveis mais próximos possíveis com o que existe de melhor na Fórmula 1. Tudo, no conforto de um carro que pode sair direto da pista para o shopping. Na rua o AMG é contido, mas sempre pronto Mesmo no modo esportivo — com suspensão mais rígida, pedais mais sensíveis e direção mais agressiva — o AMG GT 63 S E Performance surpreendeu pelo conforto e chega a superar um Honda Civic Type R, graças aos bancos de couro e acabamentos aveludados em partes da cabine. Fora da pista, os bancos dianteiros contam com função de massagem e permitem ajustar o nível de encaixe tipo concha — e podem abraçar o motorista e o passageiro da frente conforme a preferência. Fora do modo esportivo, em poucos minutos de rodagem, foi possível notar que nem todos os cilindros do V8 estavam ativos, o que reduziu significativamente o ruído interno e até diminuiu o consumo — não que quem compre este carro esteja realmente preocupado com eficiência para gastar menos gasolina. Embora não seja tão silencioso quanto um carro “comumâ€, chega perto disso. Esse aspecto é importante para quem pretende usar o AMG GT 63 S E Performance em viagens longas, nas quais o ronco constante pode se tornar incômodo. Mercedes-AMG GT 63 S E Performance por dentro Mercedes-AMG GT 63 S E Performance por dentroPerformance por dentro Mesmo no modo de condução mais suave do AMG GT 63 S E Performance, ao pisar fundo tudo volta ao estado bruto. Há, no entanto, um pequeno atraso entre o acionamento do acelerador e a resposta total do motor — medida necessária para garantir segurança ao lidar com mais de 800 cv em ambientes urbanos. Além da velocidade, o AMG GT 63 S E Performance oferece outros atrativos: a central multimídia vertical tem 11,9 polegadas, e o painel de instrumentos digital mede 12,2 polegadas. O modelo também inclui câmeras com visão 360 graus, assistente de estacionamento e piloto automático adaptativo — capaz de manter o carro centralizado na faixa. Como o teste que fizemos foi em uma pista e com foco em velocidade, vimos que o piloto automático existe, que funciona e logo desligamos para que um robô não tomasse conta do volante de um carro com a alma de Fórmula 1 que essa AMG tem. O porta-malas é compacto: apenas 203 litros. A limitação ocorre por conta das baterias, posicionadas logo acima do eixo traseiro. Quais os concorrentes do AMG GT 63? Já em termos de concorrência, o AMG GT 63 S E Performance praticamente reina sozinho. Seu principal rival é o Porsche Panamera Turbo S E-Hybrid que custa a partir de R$ 1.720.000 no Brasil. Ele compete diretamente com a versão de quatro portas do AMG, mas não com o cupê testado. No segmento de dois lugares, o concorrente mais próximo é o Porsche 911 GT3, com 510 cv — bem abaixo dos 816 cv do AMG — movido exclusivamente por motor a combustão. O 911 acelera de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos, enquanto o AMG faz em 2,8 segundos. O preço parte de R$ 1.620.000 no Brasil.
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16/01 - Novo Volkswagen Taos chega ao Brasil a partir de R$ 199.990; veja o que mudou
Novo Volkswagen Taos 2026 reformula visual para peitar rivais O novo Volkswagen Taos chega ao Brasil em 22 de janeiro, com preço inicial de R$ 199.990. O modelo traz profunda atualização visual, mais conectividade e tudo isso chega com objetivo de alavancar as vendas fracas do utilitário, quando comparadas ao que conseguiram Jeep Compass e Toyota Corolla Cross. Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), estas foram as vendas dos principais concorrentes do Taos em 2025: ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Jeep Compass: 61.255 unidades emplacadas; Toyota Corolla Cross: 59.674 unidades em placadas; Chery Tiggo 7: 38.438 unidades emplacadas; Volkswagen Taos: 12.920 unidades emplacadas. Em comparação com seus principais concorrentes, o Corolla Cross e Jeep Compass venderam quase 5 vezes mais que o Taos em 2025, enquanto o modelo da Volks só supera as vendas do líder do segmento ao somar todos os emplacamentos de 2021 a 2025. Nesse acumulado, o SUV médio da Volkswagen registrou 65.944 unidades vendidas e supera em 7% o que o Jeep Compass conseguiu somente no ano passado. Este novo Taos faz parte de uma lista de modelos que recebem atualizações no meio do ciclo de vida, sem ganhar mais potência ou um novo motor, mas com mudanças sutis no visual e na mecânica. Com isso em mente, o SUV médio da Volkswagen manteve o motor 1.4 turbo de 150 cv. Embora o conjunto continue o mesmo, o câmbio foi substituído por um novo de oito marchas. A proposta não é aumentar a velocidade, mas reduzir o consumo de combustível e, consequentemente, as emissões. Por fora, no entanto, há várias mudanças. A principal está na dianteira, onde a entrada de ar superior foi reduzida, o que levou ao redesenho do para-choque. O resultado é um visual mais moderno e minimalista, alinhado ao perfil de um mercado competitivo, especialmente frente aos SUVs chineses de preço agressivo. Volkswagen Taos 2026 por fora Enquanto a parte superior foi afinada, a entrada de ar inferior ficou maior e recebeu acabamento preto, o que ajuda a deixá-la mais discreta. Olhando para dentro de casa, o Taos agora se alinha aos SUVs mais recentes, como Nivus e T-Cross, que adotam uma faixa luminosa conectando os faróis na parte superior da dianteira, em vez de na metade da entrada de ar. Além disso, os faróis ficaram mais estreitos, reforçando a aposta em elementos de design minimalista. Na traseira, há agora uma faixa de iluminação que conecta as lanternas — uma tendência já adotada anteriormente pelos modelos T-Cross e Nivus. Taos tem central multimídia menor Por dentro, duas mudanças importantes chamam atenção. A primeira é a central multimídia, que deixou de ser integrada ao console e agora fica destacada, seguindo o mesmo estilo adotado pelo Tera. Volkswagen Taos 2026 por dentro Em outras palavras, enquanto no Taos anterior o display ficava embutido, na nova versão ele se assemelha a um tablet projetado para fora — uma abordagem mais próxima dos modelos chineses, que valorizam a central multimídia como elemento de destaque. Ao contrário dos modelos chineses, a central multimídia do Taos perdeu espaço. Além de apresentar bordas maiores em relação à versão anterior, a tela passou de 10,25 para 10,1 polegadas. A redução é de cerca de 1,5%, mas vale destacar que diminuir o tamanho da tela não é algo comum no segmento. A segunda mudança está nos comandos do volante. Eles mantêm o mesmo formato, mas voltam a ser botões físicos, eliminando a sensação de tela sensível ao toque. Por outro lado, o ar-condicionado continua com controle por toque, reconhecendo o movimento do dedo — ao menos os ajustes permanecem fora da central multimídia. A Volkswagen ainda não revelou o preço nem a data de lançamento, mas é pouco provável que o Taos fique para 2026. Versões e itens de série O Volkswagen Taos será vendido no Brasil em duas versões: Comfortline e Highline. Estes são os itens de série do Volkswagen Taos Comfortline, que custa R$ 199.990: Seis airbags; Oito alto-falantes; Rodas aro 18 polegadas; Ar-condicionado com duas zonas e saída traseira; Banco com ajustes elétricos para o motorista; Central multimídia de 10,1 polegadas; Conectividade com aplicativo para funções remotas; Farol com projetor inteligente; Logo traseiro iluminado; Piloto automático adaptativo. Já o Volkswagen Taos Highline, que custa R$ 209.990, conta com todos os itens anteriores e adicionam os seguintes: Rodas ato 19 polegadas; Teto solar panorâmico; Sistema de som com subwoofer; Faróis dianteiros interligados; Detector de ponto cego; Assistente de tráfego cruzado; Freio automático de emergência. Jáo
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16/01 - Maior IPVA do Brasil passa de R$ 1 milhão e tem preço de um apê no Leblon; veja o mais caro de cada estado
Ferrari rara de SC é o carro mais caro em circulação no Brasil Agora que todos os estados divulgaram as informações sobre o IPVA 2026, é possível afirmar que o maior boleto do imposto foi emitido para um fenômeno entre colecionadores, uma Ferrari LaFerrari 2015, avaliada em R$ 35,6 milhões. O modelo raríssimo está registrado no Distrito Federal, que tem alíquota de 3% sobre o preço do carro. O valor final de IPVA foi a bagatela de R$ 1.067.933,76 em 2026. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No Brasil, há mais um exemplar da LaFerrari, ainda mais caro. Uma unidade em Santa Catarina foi avaliada em R$ 38 milhões, mas a alíquota do IPVA no estado é de 2%. Assim, o boleto pago pelo proprietário é "mais barato", de R$ 760.874,74. O supercarro foi produzido pela Ferrari entre 2013 e 2018, como primeiro carro híbrido da montadora. O motor é um 6.2 V12, gerando 789 cv de potência, que quando combinado com o sistema híbrido, alcança absurdos 950 cv e 91,7 kgfm de torque. A LaFerrari alcança os 100 km/h em apenas 2,6 segundos e a velocidade máxima é de 350 km/h. Com a tração eletrificada, o modelo conseguiu manter a potência elevada e ainda assim reduzir o consumo de combustível em até 40%. Ferrari LaFerrari Ferrari LaFerrari Com o valor do IPVA de 2026 da LaFerrari registrada no Distrito Federal, é possível comprar um pequeno imóvel no bairro mais caro do Rio de Janeiro: o Leblon. Segundo o Ãndice FipeZAP 2025, o preço médio do metro quadrado na praia (onde Caetano Veloso estacionou o carro) é de R$ 25.717. Com o imposto, portanto, daria para quitar um apartamento de 41,5 metros quadrados na região. Além disso, o IPVA do supercarro permitiria a compra à vista de: Um Porsche 911 Carrera (R$ 980.000) e ainda volta troco para a compra de um Renault Kwid (R$ 78.690); Quase dois Porsche 718 Cayman (R$ 535.000 cada), faltando R$ 2.066,24 que você pode negociar 0,19% de desconto na loja para comprar os dois. 9 Fiat Strada, com preço inicial de R$ 113.490; 9 Volkswagen Polo, com preço inicial de R$ 112.990; 11 Fiat Argo, com preço inicial de R$ 96.790; 8 Volkswagen T-Cross, com preço inicial de R$ 119.990; 11 Hyundai HB20, com preço inicial de R$ 95.190. 🚗 O g1 preparou uma lista dos IPVAs mais caros em cada estado. Clique abaixo para conhecer o carro com imposto mais caro em cada UF. âš ï¸ Lembre-se que o cálculo do imposto varia de estado para estado, com alíquota girando entre 1% e 4%. Por isso, modelos iguais podem ter valores diferentes. Acre (AC) Alagoas (AL) Amapá (AP) Amazonas (AM) Bahia (BA) Ceará (CE) Distrito Federal (DF) Espírito Santo (ES) Goiás (GO) Maranhão (MA) Mato Grosso (MT) Mato Grosso do Sul (MS) Minas Gerais (MG) Pará (PA) Paraíba (PB) Paraná (PR) Pernambuco (PE) Piauí (PI) Rio de Janeiro (RJ) Rio Grande do Norte (RN) Rio Grande do Sul (RS) Rondônia (RO) Roraima (RR) Santa Catarina (SC) São Paulo (SP) Sergipe (SE) Tocantins (TO) Aston Martin, Ferrari e Porsche estão entre os carros com IPVA mais caros do Brasil g1 Acre No Acre, dois dos três IPVAs mais caros são de Porsche 911 Carrera, mudando apenas o custo de cada um. O valor mais elevado é de R$ 24.519,36, emitido para um 911 Turbo de 2022, avaliado em R$ 1.225.968. Já o outro custa consideravelmente menos: R$ 750.591, gerando um IPVA de R$ 14.325,74. As versões não foram divulgadas. Como há quatro variantes, os dados abaixo resumem a linha: Potência: entre 394 e 541 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: entre 4,5 e 3 segundos Velocidade máxima: entre 294 e 312 km/h O segundo IPVA mais caro do Acre foi emitido para um Land Rover Range Rover Sport (RRS) 2024. O modelo é um utilitário híbrido plug-in que, além de enfrentar atoleiros com facilidade, oferece comodidades como ar-condicionado com purificador de ar, capaz de hidratar a pele dos ocupantes. O modelo foi avaliado em R$ 935.791 e o IPVA é de R$ 17.811,22. Potência: 510 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 5,8 segundos Velocidade máxima: 242 km/h Volte ao índice. Alagoas O pódio de Alagoas tem duas Lamborghinis e uma Ferrari. O modelo com maior tributo é uma Lamborghini Huracán Tecnica de 2024. O supercarro foi fabricado entre 2022 e 2024, com: Potência: 631 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,2 segundos Velocidade máxima: 325 km/h Ela foi avaliada em R$ 4.079.130 e com IPVA de R$ 132.571,73. O segundo lugar do pódio é ocupado por uma Lamborghini Urus de 2021, avaliada em R$ 3.157.721. O IPVA é de R$ 102.625,93. Ela tem: Potência: 550 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 4,1 segundos Velocidade máxima: 286 km/h Já o terceiro lugar é de uma Ferrari 488 Pista 2019, de R$ 2.795.409. O IPVA custa R$ 90.850,79. O esportivo italiano tem: Potência: 720 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,85 segundos Velocidade máxima: 340 km/h Volte ao índice. Amapá No Amapá, estão dois Chevrolet e um Porsche na lista dos maiores IPVAs. O primeiro é um Chevrolet Corvette de 2023, com valor de mercado avaliado em R$ 1.495.944. O IPVA custou R$ 44.866,14. A ficha técnica traz: Potência: 502 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3 segundos Velocidade máxima: 330 km/h O segundo veículo é um Porsche 911 Turbo de 2023, avaliado em R$ 1.567.944. Tem IPVA de R$ 47.038,32. A ficha técnica é a seguinte: Potência: 580 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,8 segundos Velocidade máxima: 320 km/h Por fim, volta o Chevrolet Corvette, mas agora de 2024 e avaliado em R$ 1.294.610. O IPVA emitido foi de R$ 38.838,30. A ficha técnica segue o modelo com o maior imposto do estado: Potência: 502 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3 segundos Velocidade máxima: 330 km/h Volte ao índice. Amazonas No Amazonas, uma Ferrari lidera, seguida de duas Mercedes. A Ferrari 488 Spider de 2019 custa R$ 3.337.038, com IPVA de R$ 66.740,76. Sua ficha técnica tem: Potência: 670 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3 segundos Velocidade máxima: 325 km/h Depois chegam duas Mercedes-Benz AMG G63, uma de 2023 e outra de 2025, ambas na variante mais completa, chamada de Manufaktur. Enquanto o primeiro modelo tem IPVA de R$ 38.793,84 e preço sugerido de R$ 1.939.692, o segundo tem imposto de R$ 33.027,09 e valor venal de R$ 2.201.806. Ambos têm: Potência: 585 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 4,4 segundos Velocidade máxima: 220 km/h Volte ao índice. Bahia Na Bahia, os maiores IPVAs são duas Lamborghini e uma Ferrari. No topo do ranking está uma Lamborghini Aventador SVJ R com valor de mercado avaliado em R$ 6.858.019. O IPVA custou R$ 171.450,47. A ficha técnica: Potência: 759 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,8 segundos Velocidade máxima: 350 km/h A segunda colocada é uma Ferrari Purosangue, avaliada em R$ 6.655.513. Tem IPVA de R$ 166.387,83. A ficha técnica é a mesma para todas as versões: Potência: 715 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,3 segundos Velocidade máxima: 310 km/h Por fim, aparece uma Lamborghini Huracán, avaliada em R$ 4.079.130. O IPVA emitido foi de R$ 101.978,25. A ficha técnica inclui: Potência: 640 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3 segundos Velocidade máxima: 325 km/h Volte ao índice. Ceará Ferrari 812 GTS divulgação/Ferrari No Ceará, os três lugares do pódio são distribudos em duas Ferrari e um Porsche. A líder é uma Ferrari 812 GTS de 2023, avaliada por R$ 6.758.247,14. O IPVA foi de R$ 236.538,65. A ficha técnica tem: Potência: 789 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,9 segundos Velocidade máxima: 340 km/h A outra Ferrari é uma 296 GTS também de 2023, que custa quase a metade: R$ 3.815.836, gerando um IPVA de R$ 133.554,26. Sua ficha traz: Potência: 830 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,9 segundos Velocidade máxima: 330 km/h Deste trio, o Porsche 911 GT3 RS de 2024 é o único carro que nasceu longe da Itália. O supercarro alemão foi avaliado em R$ 3.401.361,14 e o proprietário precisará pagar um boleto de R$ 119.047,64 de IPVA em 2026. Potência: 525 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,2 segundos Velocidade máxima: 296 km/h Volte ao índice. Distrito Federal O Distrito Federal tembém tem um exemplar da LaFerrari, avaliada em R$ 35.597.792. O IPVA 2026 custou R$ 1.067.933,76 e é o mais caro do Brasil. Lembrando a ficha técnica: Potência: 950 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,6 segundos Velocidade máxima: 350 km/h O segundo e o terceiro lugar estão com dois Porsche 918 Spyder, que custam R$ 13.093.627 e R$ 12.336.504. O IPVA deles custou R$ 392.808,81 e R$ 370.095,12, respectivamente. A ficha técnica de ambos conta com: Potência: 887 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,6 segundos Velocidade máxima: 345 km/h Volte ao índice. Espírito Santo No topo do ranking do Espírito Santo há uma Ferrari Purosangue de 2024, que custa R$ 6.980.524 e precisa pagar R$ 139.610,48 de IPVA em 2026. A ficha técnica deste supercarro híbrido oferece: Potência: 715 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,3 segundos Velocidade máxima: 310 km/h O segundo lugar é de outra Ferrari, uma 812 GTS, de R$ 5.940.555. O IPVA foi de R$ 118.811,10. Sua ficha técnica oferece: Potência: 789 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,9 segundos Velocidade máxima: 340 km/h Por fim, a Lamborghini Aventador SVJ está em terceiro lugar no pódio e custa R$ 4.203.212. O IPVA é de R$ 84.064,24. Sua ficha técnica é: Potência: 759 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,8 segundos Velocidade máxima: 350 km/h Volte ao índice. Goiás Goiás tem uma Lamborghini Aventador SVJ como maior IPVA do estado. O supercarro custa R$ 7.143.684, e tem imposto de R$ 267.888,15. Sua ficha técnica é a seguinte: Potência: 759 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,8 segundos Velocidade máxima: 350 km/h Em segundo lugar aparece a primeira Ferrari do pódio, uma 812 Superfast. O IPVA deste modelo custa R$ 203.939,70. O veículo foi avaliado em R$ 5.438.392 e sua ficha técnica tem: Potência: 800 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,9 segundos Velocidade máxima: 340 km/h O terceiro colocado deste pódio é uma McLaren 765LT Spider, um supercarro de R$ 4.649.483 e com IPVA de R$ 174.355,61. A ficha técnica dele oferece: Potência: 755 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,8 segundos Velocidade máxima: 330 km/h Volte ao índice. Maranhão No Maranhão, on primeiro lugar está uma Lamborghini Huracán, de R$ 4.215.668. O IPVA do veículo é de R$ 126.470,04. Abaixo, a ficha técnica: Potência: 640 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3 segundos Velocidade máxima: 325 km/h Na segunda colocação aparece uma Mercedes-Benz AMG GT63 E-Performance de 2025, avaliada em R$ 1.661.025 e IPVA de 2026 é de R$ 49.830,75. A ficha técnica deste híbrido plug-in tem: Potência: 843cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,9 segundos Velocidade máxima: 316 km/h O terceiro lugar do pódio tem um dos poucos Chevrolet deste texto, com um Corvette Stingray que custa R$ 1.393.525 e a Secretaria da Fazenda do estado emitiu o IPVA 2026 no valor de R$ 41.805,75. A ficha técnica deste esportivo americano tem Potência: 502 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3 segundos Velocidade máxima: 330 km/h Volte ao índice. Mato Grosso Ferrari SF90 Spider divulgação/Ferrari O estado do Mato Grosso tem um trio de Ferraris na lista dos carros com IPVA mais caros. A primeira é uma Ferrari 812 GTS, com preço de mercado listado de R$ 5.957.031 e por isso seu IPVA foi emitido com valor de R$ 178.710,93. Essa é a ficha técnica deste superesportivo: Potência: 789 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,9 segundos Velocidade máxima: 340 km/h Na segunda e terceira colocações estão duas Ferrari F8, sendo uma Spider e outra Tributo. O IPVA é de R$ 120.925,29 para a primeira e R$ 116.519,55 para a segunda, que custam R$ 4.030.843 e R$ 3.883.985, respectivamente. Fabricada na Itália entre 2019 e 2023, a ficha técnica não é alterada e tem: Potência: 710 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,9 segundos Velocidade máxima: 340 km/h Volte ao índice. Mato Grosso do Sul No Mato Grosso do Sul, o primeiro lugar na lista é um Bentley Continental GT, com preço de mercado avaliado em R$ 3.018.120. O IPVA emitido foi de R$ 90.543,60. A ficha técnica inclui: Potência: 771 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,2 segundos Velocidade máxima: 335 km/h O segundo lugar é um Porsche 911 GT3 de 2022, avaliado em R$ 1.986.749 e com IPVA 2026 de R$ 59.602,47. Ele oferece: Potência: 510 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,4 segundos Velocidade máxima: 318 km/h No terceiro lugar está o segundo Chevrolet desta lista, com o Corvette Stingray que custa R$ 1.860.582 e a Secretaria da Fazenda do estado emitiu o IPVA 2026 no valor de R$ 55.817,46. A ficha técnica deste esportivo americano tem: Potência: 502 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3 segundos Velocidade máxima: 330 km/h Volte ao índice. Minas Gerais O IPVA mais caro para os mineiros é de uma McLaren Senna Coupé de 2019, supercarro avaliado em R$ 8.546.340 e com IPVA 2026 de R$ 341.853,60. O carrão que homenageia Ayrton Senna tem: Potência: 800 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,8 segundos Velocidade máxima: 340 km/h Um Rolls-Royce Cullinan de 2024 aparece na segunda posição. O gigantesco SUV custa R$ 7.553.880 e o IPVA 2026 dele é de R$ 302.155,20. O luxuoso utilitário esbanja potência, com: Potência: 571 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 5,9 segundos Velocidade máxima: 250 km/h Em terceiro lugar está uma Lamborghini Revuelto de 2024, avaliada em R$ 7.299.999 pelo estado. Com isso, o IPVA 2026 gerado para o veículo é de R$ 291.999,99. Esse é um dos carros mais potentes do Brasil, com a seguinte ficha técnica: Potência: 1.015 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,5 segundos Velocidade máxima: 350 km/h Volte ao índice. Pará Ferrari LaFerrari divulgação/Ferrari No Pará, o IPVA mais caro está dividido em três exemplares do mesmo carro: um trio de Ferrari LaFerrari, um supercarro híbrido que é um dos mais potentes do Brasil: Potência: 950 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,6 segundos Velocidade máxima: 350 km/h O valor venal dos modelos é de R$ 37.734.168 e dois deles contam com a mesma avaliação, em R$ 35.727.100. Sendo assim, o IPVA 2026 destes modelos é de R$ 943.354,20 para a versão mais cara e R$ 893.177,50 para os outros dois. Volte ao índice. Paraíba Na Paraíba, o carro com IPVA mais caro do estado é uma Ferrari Purosangue, que foi avaliada em R$ 7.061.477 e o IPVA 2026, neste estado, é de R$ 176.536,93. Sua ficha técnica entrega: Potência: 715 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,3 segundos Velocidade máxima: 310 km/h O segundo colocado é outro supercarro italiano, com uma Lamborghini Huracán. O preço venal deste carrão é de R$ 3.846.953 e o IPVA 2026 é de R$ 96.248,83. Esta é a ficha técnica do veículo: Potência: 631 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,2 segundos Velocidade máxima: 325 km/h McLaren 720S Spider divulgação/McLaren Uma McLaren 720S Spider, avaliada com o preço de R$ 3.543.598 é o terceiro carro com o maior imposto da Paraíba. O IPVA emitido é de R$ 88.589,95. A ficha técnica é a seguinte: Potência: 710 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,9 segundos Velocidade máxima: 341 km/h Volte ao índice. Paraná O IPVA mais caro do Paraná é de um Porsche 918 Spyder de 2015, de R$ 237.174,95. Ele foi gerado a partir de um valor venal de R$ 12.482.892 e o esportivo alemão oferece: Potência: 887 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,6 segundos Velocidade máxima: 345 km/h Em segundo lugar está uma Lamborghini Aventador SVJ R com valor de mercado avaliado em R$ 8.400.939. O IPVA 2026 custou R$ 159.617,84. A ficha técnica deste supercarro tem: Potência: 759 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,8 segundos Velocidade máxima: 350 km/h Já a Ferrari SF90 Spider de 2024 está na terceira colocação, avaliada pelo estado por R$ 7.252.464 e com IPVA 2026 de R$ 137.796,82. O supercarro italiano conta com: Potência: 986 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,5 segundos Velocidade máxima: 250 km/h Volte ao índice. Pernambuco Em Pernambuco, o trio de carros com IPVA mais caro é diverso. O primeiro veículo do ranking é um Rolls-Royce Cullinan de 2024 de R$ 7.429.268 e o IPVA 2026 dele é de R$ 178.302,43. O modelo tem: Potência: 571 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 5,9 segundos Velocidade máxima: 250 km/h A Lamborghini Huracán está na segunda colocação. O preço venal deste carrão é de R$ 4.215.668 e o IPVA deste ano gerado para o modelo é de R$ 101.176,03. Esta é a ficha técnica do veículo: Potência: 631 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,2 segundos Velocidade máxima: 325 km/h Já a McLaren 750S Spider de 2024 é a terceira colocada, de R$ 4.163.253 e IPVA 2026 emitido com valor de R$ 99.918,07. Estes são os números deste superesportivo: Potência: 750 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,8 segundos Velocidade máxima: 332 km/h Volte ao índice. Piauí No Piauí, o carro com maior IPVA é uma Lamborghini Revuelto de 2024, avaliada em R$ 7.105.641 pelo estado. Com isso, o IPVA 2026 é de R$ 213.169,23. Esse é um dos carros mais potentes do Brasil: Potência: 1.015 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,5 segundos Velocidade máxima: 350 km/h A segunda colocada é uma Ferrari Purosangue, avaliada em R$ 7.030.439. O IPVA ficou em R$ 210.913,17. A ficha técnica é a mesma para todas as versões: Potência: 715 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,3 segundos Velocidade máxima: 310 km/h Em terceiro lugar aparece uma Lamborghini Huracán Sterrato de 2024, que é uma versão menos apimentada do superesportivo. Mesmo assim, ele foi avaliado com R$ 4.097.685 e o IPVA 2026 dele tem boleto de R$ 122.930,55, com: Potência: 610 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,4 segundos Velocidade máxima: 260 km/h Volte ao índice. Rio de Janeiro No Rio de Janeiro, os carros com IPVAs mais caros são da Itália e da Alemanha. O maior valor foi emitido para uma Ferrari Purosangue, avaliada em R$ 7.225.405 e seu IPVA custa R$ 289.016,20. A ficha técnica é a mesma para todas as versões: Potência: 715 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,3 segundos Velocidade máxima: 310 km/h O alemão é um Porsche 918 Spyder, que custa R$ 13.022.706 e o IPVA 2026 dele está no boleto com R$ 195.340,59. A ficha técnica conta com: Potência: 887 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,6 segundos Velocidade máxima: 345 km/h A outra italiana é uma Ferrari SF90 Spider, versão conversível da Stradale e é avaliada em R$ 7.444.008. Isso gerou IPVA de R$ 297.760,32. O supercarro italiano conta com: Potência: 986 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,5 segundos Velocidade máxima: 250 km/h Volte ao índice. Rio Grande do Norte McLaren Artura divulgação/McLaren No Rio Grande do Norte, o IPVA mais caro é de R$ 65.402,43 de uma McLaren Artura de 2023, avaliada em R$ 2.180.081. A ficha técnica deste supercarro híbrido alcança: Potência: 680 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3 segundos Velocidade máxima: 330 km/h Em seguida, estão duas Mercedes-Benz AMG G63 4MATIC. Os veículos foram avaliados pelo estado por R$ 2.113.773 e R$ 1.944.496, gerando R$ 63.413,19 e R$ 58.334,88 de IPVA. Sem saber o ano do modelo, fabricado desde 2002, utilizando a base de 1979 da Classe G da fabricante alemã, chegamos na ficha técnica para a versão de 2025 com: Potência: 585 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 4,4 segundos Velocidade máxima: 220 km/h Volte ao índice. Rio Grande do Sul Para o Rio Grande do Sul, o maior IPVA é de R$ 239.667,60, emitido neste estado para uma Lamborghini Revuelto de 2025, avaliada em R$ 7.988.920 pelo estado. Esse é um dos carros mais potentes do Brasil, com a ficha técnica: Potência: 1.015 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,5 segundos Velocidade máxima: 350 km/h Em segundo e terceiro lugar estão duas Ferrari Purosangue, avaliadas em R$ 7.130.431,33. O IPVA de ambas ficou em R$ 213.912,94. A ficha técnica de um dos veículos mais recentes da fábrica de Enzo Ferrari tem: Potência: 715 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,3 segundos Velocidade máxima: 310 km/h Volte ao índice. Rondônia O estado de Rondônia não divulgou a lista dos carros com maior IPVA. Em nota, informou o seguinte: A Secretaria de Estado de Finanças de Rondônia, por meio da Coordenadoria da Receita Estadual, agradece o contato e o interesse por informações relacionadas à arrecadação do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Esclarecemos que a solicitação apresentada já foi objeto de manifestação anterior desta Secretaria e que o posicionamento institucional permanece inalterado. Após nova análise, reiteramos que não é possível fornecer os dados requeridos. A divulgação de informações individualizadas acerca de valores venais e dos maiores valores de IPVA vinculados a veículos específicos pode caracterizar violação ao dever de sigilo fiscal, nos termos do art. 198 do Código Tributário Nacional (CTN), norma de observância obrigatória pela Administração Tributária. Ressalta-se que, no Estado de Rondônia, a frota de veículos de alto valor é reduzida, o que aumenta o risco de identificação indireta dos contribuintes proprietários desses bens, ainda que não haja menção nominal. Tal circunstância reforça a necessidade de resguardar a confidencialidade das informações, em atenção aos princípios constitucionais da inviolabilidade da intimidade (art. 5º, X, da Constituição Federal) e da legalidade (art. 37, caput). Adicionalmente, a informação solicitada não se caracteriza como dado de interesse público primário, uma vez que não contribui diretamente para a transparência da gestão fiscal ou para o acompanhamento de políticas públicas. A SEFIN/RO disponibiliza, de forma regular e em conformidade com as normas de transparência fiscal, dados consolidados sobre arrecadação tributária por meio de seus canais institucionais, incluindo o site oficial e o Portal da Transparência. Diante do exposto, a SEFIN/RO mantém o entendimento já externado e não poderá atender à solicitação nos termos apresentados. Permanecemos à disposição para eventuais esclarecimentos adicionais ou para o fornecimento de informações de caráter agregado e institucional que possam contribuir para o debate público. Volte ao índice. Roraima Em Roraima, o líder é um Porsche 911 Carrera GTS de 2023 avaliado em R$ 1.114.737, com IPVA 2026 de R$ 33.442,11. Estes são os detalhes do esportivo alemão: Potência: 480 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,4 segundos Velocidade máxima: 311 km/h Em segundo lugar está um Chevrolet Corvette Stingray de 2021 que custa R$ 1.091.024 e a Secretaria da Fazenda do estado emitiu o IPVA 2026 no valor de R$ 32.730,72. A ficha técnica deste esportivo americano tem: Potência: 502 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3 segundos Velocidade máxima: 330 km/h Outro Porsche 911 Carrera GTS aparece na lista de Roraima, mas agora de 2022, avaliado em R$ 1.046.033, gerando imposto de R$ 31.380,99. Estes são os detalhes do esportivo alemão: Potência: 480 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,4 segundos Velocidade máxima: 311 km/h Volte ao índice. Santa Catarina Assim como o Distrito Federal, Santa Catarina é um dos estados brasileiros com alguns dos carros mais caros do país — e, por isso, com os maiores IPVAs. O campeão por lá é uma LaFerrari de 2016, avaliada em R$ 38.043.737, gerando R$ 760.874,74 de tributo em 2026. Potência: 950 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,6 segundos Velocidade máxima: 350 km/h O segundo e o terceiro lugares também ficam com Ferraris Daytona SP3, de 2024 e 2023 e com valor de mercado apontado pelo estado de R$ 19.993.573 e R$ 18.589.525, respectivamente. O IPVA delas custa R$ 399.871,46 e R$ 371.790,50, respectivamente. A ficha técnica chega em absurdos: Potência: 829 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,85 segundos Velocidade máxima: 340 km/h Volte ao índice. São Paulo Em primeiro e segundo lugares aparecem o mesmo carro: Porsche 918 Spyder, avaliados em R$ 12.662.067 e R$ 11.929.899, com IPVA emitido de R$ 506.482 e R$ 477.195, respectivamente. A ficha técnica de ambos tem: Potência: 875 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,6 segundos Velocidade máxima: até 345 km/h O terceiro colocado deste pódio é uma McLaren P1, um supercarro de R$ 11.843.283 e com IPVA de R$ 473.731,31. A ficha técnica dele oferece: Potência: 755 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,8 segundos Velocidade máxima: 330 km/h Volte ao índice. Sergipe Os dois primeiros lugares em Sergipe ficam com uma dupla de Porsche 911, sendo um Turbo S e outro Carrera GTS. O primeiro é avaliado em R$ 1.635.302, enquanto o segundo tem valor venal de R$ 1.096.755. Os valores de IPVA destes dois supercarros são de R$ 49.059,06 e R$ 32.902,65, respectivamente. O Porsche 911 Turbo S alcança: Potência: 650 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,7 segundos Velocidade máxima: 330 km/h Já a ficha técnica do Porsche Carrera GTS traz: Potência: 480 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,4 segundos Velocidade máxima: 311 km/h Já o terceiro lugar tem uma Land Rover Ranger P530 de 2023, avaliada pelo estado por R$ 1.089.531 e com IPVA gerado de R$ 32.685,93. A ficha técnica deste SUV impressiona com: Potência: 530 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 4,5 segundos Velocidade máxima: 240 km/h Volte ao índice. Tocantins A McLaren Artura é o veículo com maior IPVA no Tocantins. O imposto gerado para o supercarro é de R$ 76.114,36. O modelo é avaliado em R$ 2.174.696. A ficha técnica deste supercarro híbrido alcança: Potência: 680 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 3 segundos Velocidade máxima: 330 km/h O segundo colocado é um Porsche 911 Turbo de 2023, avaliado em R$ 1.550.413,14. O IPVA 2026 deste modelo foi gerado com o boleto de R$ 54.264,46. Esta é a ficha técnica do modelo: Potência: 580 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 2,8 segundos Velocidade máxima: 320 km/h O terceiro é Land Rover Range Rover Sport (RRS) 2025. O modelo é um utilitário híbrido plug-in que, além de enfrentar atoleiros com facilidade, oferece comodidades como ar-condicionado com purificador de ar, capaz de hidratar a pele dos ocupantes. O modelo foi avaliado em R$ 1.630.000 e o IPVA é de R$ 39.167,87. Potência: 510 cv Aceleração de 0 a 100 km/h: 5,8 segundos Velocidade máxima: 242 km/h Volte ao índice.
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16/01 - Exame toxicológico para CNH: quais as drogas dão positivo e como é feita a detecção?
Vai tirar a primeira CNH? Veja o que pode reprovar no exame toxicológico Em dezembro de 2025, o Congresso Nacional aprovou a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira CNH nas categorias A e B. Com a mudança, quem pretende tirar a habilitação precisa apresentar resultado negativo em um teste que identifica o uso de drogas nos últimos meses. Veja como o exame funciona e o que pode levar à reprovação. Com a ampliação da exigência do exame toxicológico, cresce a atenção sobre o que, de fato, reprova no teste. Nos levantamentos realizados entre 2021 e 2025, a cocaína lidera a lista de substâncias mais detectadas em exames toxicológicos no Brasil feitos com motoristas das categorias C, D e E, segundo dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). O número elevado, no entanto, não significa necessariamente que a droga seja a mais consumida. Especialista explica que um único uso pode gerar vários “rastros†no organismo, todos identificados pelo teste. O que reprova no exame toxicológico, na prática? O exame toxicológico da CNH é organizado por classes de substâncias, que reúnem diferentes compostos analisados em conjunto. Se qualquer uma dessas substâncias for detectada dentro da janela de análise, o resultado é considerado positivo. Veja abaixo as classes e exemplos de substâncias detectadas Substâncias detectadas no exame toxicológico Como é feito o exame? O exame toxicológico de larga janela utiliza amostras de cabelo, pelos ou unhas e identifica o consumo de substâncias psicoativas em um período retrospectivo mínimo de 90 dias, podendo chegar a 180 dias O processo envolve coleta em postos credenciados, análise laboratorial e emissão de laudo rastreável. A confiabilidade é garantida por normas técnicas, cadeia de custódia e procedimentos que evitam contaminação ou adulteração da amostra. “Cabelos e unhas funcionam como ‘arquivos biológicos’, permitindo detectar o uso de drogas semanas ou até meses após o consumo, com mais confiabilidade do que exames de sangue ou urinaâ€, afirma Aryadyne Bueno, médica que atua em um laboratório de exames toxicológicos no Paraná. Etapas do exame Agendamento e escolha do laboratório credenciado Coleta da amostra biológica Envio da amostra ao laboratório Análise laboratorial Emissão do laudo As substâncias que mais aparecem nos exames (2021-2025) Cocaína: 462.643 (cerca de 87%) Opiáceos: 37.797 (7%) Anfetaminas: 21.938 (4%) Maconha: 10.525 (2%) A predominância da cocaína nos exames está ligada à forma como a droga é metabolizada pelo organismo. Após o consumo, a substância se transforma em diferentes metabólitos que permanecem depositados no cabelo por longos períodos. “Após o consumo, o organismo metaboliza a cocaína em diferentes substâncias, como a benzoilecgonina, a norcocaína e o cocaetileno, este último gerado especificamente quando há o uso combinado com o álcool. Mesmo após a eliminação da droga pelo corpo, esses metabólitos continuam depositados no cabelo ou pelos, permitindo que os exames identifiquem diversos derivados de uma mesma substância. Por isso, a presença desses metabólitos confirma a exposição à droga, mas não deve ser confundida com múltiplos episódios de usoâ€, afirma Lucas Sanches, coordenador de produção do laboratório de exames toxicológicos Chromatox. As anfetaminas aparecem entre as substâncias mais detectadas e são frequentemente associadas ao uso de estimulantes conhecidos como “rebitesâ€, utilizados para tentar manter o estado de alerta em viagens longas. Os dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) mostram que, entre 2021 e 2025, foram realizados quase 18,5 milhões de exames toxicológicos em motoristas profissionais. Desse total, 223 mil tiveram resultado positivo, o equivalente a pouco mais de 1,2%. No mesmo período, porém, foram registradas mais de 530 mil detecções de substâncias, número superior ao de testes positivos porque um único exame pode identificar mais de um composto ligado à mesma droga. Como isso funciona em situações reais? Usei maconha em uma festa há dois meses. Vou reprovar? Pode reprovar, o uso recreativo de canabinoides (como a maconha/THC) pode aparecer no exame toxicológico, mesmo em pequenas quantidades, porque os metabólitos da substância ficam incorporados à queratina presente em cabelos, pelos e unhas. O exame tem janela mínima de detecção de 90 dias. Usei cocaína ocasionalmente. Aparece? Sim. A cocaína e seus metabólitos costumam ser detectados no exame de larga janela. Mesmo uso recreativo ou ocasional pode ser identificado, já que o exame não mede quantidade exata, apenas a presença da substância. A sensibilidade dos métodos laboratoriais (cromatografia e espectrometria de massa) permite detectar níveis muito baixos. Quanto tempo a cocaína fica no cabelo? O exame analisa um histórico mínimo de 90 dias, independentemente de a droga ter sido usada uma única vez ou em poucas ocasiões. O exame detecta álcool? Não. O álcool não é pesquisado no exame toxicológico exigido para a CNH. Remédios podem reprovar no teste? Entre os medicamentos, o principal que pode levar à reprovação é o mazindol, um emagrecedor com efeito estimulante. Ele faz parte das substâncias pesquisadas no exame toxicológico da CNH. Especialistas orientam que candidatos à habilitação informem ao laboratório sobre o uso de medicamentos e apresentem prescrição médica, embora a presença do mazindol ainda possa resultar em exame positivo. Segundo Aryadyne Bueno, se o exame detectar mazindol, o resultado tende a ser considerado positivo, já que a substância integra a lista de drogas monitoradas pelo Contran/Senatran. O mazindol é um estimulante do sistema nervoso central, estruturalmente relacionado com a anfetamina, e, por isso, é identificado no exame. O condutor que testar positivo não poderá obter ou renovar a CNH até apresentar resultado negativo, uma vez que o uso da substância pode afetar o sistema nervoso central, causando insônia, agitação, aumento da pressão arterial e alteração dos reflexos. Mitos e tentativas de burlar o exame 1. ⌠Raspar o cabelo evita o exame. O laboratório pode usar pelos ou unhas. 2- ⌠Urina ou sangue podem ser utilizados para fazer o exame. Não. O uso de cabelo e unhas se deve à capacidade dessas estruturas de armazenar substâncias químicas por longos períodos. 3-⌠Dá para “limpar†o organismo em semanas com água ou chás. A janela de detecção é de meses e não é influenciada por hidratação ou mudanças na dieta. 4-⌠Remédio comuns podem dar positivo Remédios de uso habitual não são analisados; a principal exceção é o mazindol. O que a nova exigência do exame toxicológico significa para futuros motoristas A mudança foi aprovada por meio do Projeto de Lei nº 15.153/2025. Até então, a obrigatoriedade valia apenas para condutores das categorias C, D e E, que incluem veículos de carga, transporte coletivo e combinações com unidades acopladas. Segundo estimativa da Chromatox, laboratório de exames toxicológicos credenciado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), a nova regra deve gerar entre 1,3 milhão e 2 milhões de novos exames em 2026, um crescimento superior a um terço em relação ao mercado atual. “O exame toxicológico é uma ferramenta importante para aumentar a segurança viária, prevenir acidentes e garantir que condutores não estejam sob efeito de substâncias psicoativas. É uma medida de proteção não só ao motorista, mas também a passageiros, pedestres e à sociedadeâ€, afirma Aryadyne Bueno. Onde realizar o exame? O exame deve ser feito em laboratórios credenciados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A Lei nº 15.153/2025 também permite que clínicas médicas de aptidão física e mental tenham postos de coleta. A validade do exame é de 90 dias a partir da coleta. Segundo a Associação Brasileira de Toxicologia (Abtox), o custo varia entre R$ 110 e R$ 250, com prazo médio de até 10 dias úteis para o resultado. (*Estagiária, sob supervisão de Ardilhes Moreira)
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15/01 - Carro Sustentável impulsiona vendas em 15,6% e soma 247 mil veículos em 2025, diz Anfavea
Volkswagen Polo, Fiat Mobi e Renault Kwid estão com desconto de IPI Verde g1 O programa Carro Sustentável, que reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos populares, contribuiu para um crescimento de 15,6% nas vendas de automóveis de 2025, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Segundo a Anfavea, em 2024 foram emplacadas 214 mil unidades desses veículos. Em 2025, o programa ajudou a elevar as vendas para 247,2 mil unidades. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A comparação, segundo a entidade, considera as vendas realizadas entre 11 de julho e 31 de dezembro de 2025, em relação ao mesmo período do ano anterior, para os modelos homologados (veja abaixo quais são). Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja como as vendas destes veículos evoluíram ao longo dos meses: Entre 11 e 31 de julho: 30 mil unidades emplacadas (31,8% acima de 2024); Agosto: 40 mil unidades emplacadas (22,1% acima de 2024); Setembro: 39 mil unidades emplacadas (20,5% acima de 2024); Outubro: 45 mil unidades emplacadas (12,7% acima de 2024); Novembro: 47 mil unidades emplacadas (1,8% abaixo de 2024); Dezembro: 46 mil unidades emplacadas (21% acima de 2024). O que é o programa Carro Sustentável? O programa Carro Sustentável zera a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de veículos compactos com alta eficiência energética-ambiental fabricados no Brasil. Para ter direito ao IPI zero, o carro deve: Emitir menos de 83g de CO₂ por quilômetro Conter mais de 80% de materiais recicláveis Ser fabricado no Brasil (etapas como soldagem, pintura, fabricação do motor e montagem) Se enquadrar em uma das categorias de carro compacto. A nova tabela parte de uma alíquota base de 6,3% para veículos de passageiros e de 3,9% para comerciais leves, que será ajustada por um sistema de acréscimos e decréscimos. O cálculo levará em conta critérios como eficiência energética, tecnologia de propulsão, potência, nível de segurança e índice de reciclabilidade. Segundo o governo, o decreto não terá impacto fiscal. O decreto prevê ainda que veículos com melhores indicadores receberão descontos nos impostos, enquanto os com piores avaliações sofrerão um acréscimo. O governo estima uma redução das alíquotas para 60% dos veículos comercializados no Brasil, considerando o número de carros vendidos em 2024. A lista de veículos habilitados para o programa Carro Sustentável inclui os modelos abaixo: Renault Kwid; Fiat Mobi; Fiat Argo; Hyundai HB20; Hyundai HB20S; Volkswagen Polo; Volkswagen Saveiro; Volkswagen T-Cross; Volkswagen Nivus; Chevrolet Onix; Chevrolet Onix Plus.
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15/01 - Brasil produz 2,6 milhões de veículos em 2025, alta de 3% no ano
Carro é produzido em fábrica da Volkswagen. Divulgação/Volkswagen O país produziu 2,644 milhões de veículos em 2025. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (14) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A fabricação de veículos novos cresceu 3,5%, abaixo dos 7,8% esperados pela entidade. O número cresce contra o ano anterior, atingindo o maior patamar desde 2019. Foram produzidos 2,644 milhões de veículos zero km nos 12 meses de 2025, contra 2,553 milhões do mesmo período de 2024. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp "Tínhamos projetado em 2024, em um contexto diferente, um aumento de 7,8% e fechamos em 3,5%. O crescimento acumulado chega sobretudo por veículos leves, enquanto o de pesados retraiu 9,9%. É um ano que esperávamos mais, mas ainda assim temos um ano positivo", apontou Igor Calvet, presidente da Anfavea. A alta de 2025, mesmo que abaixo do esperado pelo setor, é a segunda consecutiva (em 2024 foi de 10%). Ela representa uma manutenção da recuperação após queda de 1,9% em 2023. Naquele ano tivemos a primeira retração na fabricação de veículos no Brasil desde 2016. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Exportações registram o melhor resultado desde 2018 Se a produção de veículos ficou abaixo do que era esperado para 2025, as exportações cresceram em bom número. Em 2025 foram 528.827 veículos enviados para outros países, contra 400.238 de 2024. O aumento foi de 32,1% no período. "O destaques especiais para Argentina, que teve crescimento de 85% em relação a 2024. A Colômbia, preciso dizer, aumentou 19% muito embora o ano de 2025 tenha sido de muita instabilidade sobre acordos com o país", revelou Igor. Veja quais foram os países que mais compraram carros exportados do Brasil: Argentina: 302.572 unidades; México: 79.228 unidades; Colômbia: 42.205 unidades; Uruguai: 32.622 unidades; Chile: 24.760 unidades. China ameaça Argentina em importados No ano, o Brasil importou 497.765 veículos, o maior volume dos últimos 11 anos. Em 2014, chegaram 617.023 automóveis ao país. Naquela época, o principal exportador era a Argentina. Já em julho de 2025, a China passou a ser protagonista, mas não terminou o ano na liderança. Ainda assim, a diferença entre os países diminuiu consideravelmente. Naquela época, porém, o principal exportador era a Argentina. Já em julho de 2025, a China passou a ser protagonista, mas não fechou o ano em primeiro lugar. Porém, a diferença entre os países diminuiu consideravelmente. Em 2025, a China passou a responder por 37,6% das importações que chegam ao país. Veja os países de origem dos maiores volumes de veículos importados: Argentina: 200.335 unidades; China: 187.327 unidades; México: 31.718 unidades; Alemanha: 26.930 unidades; Uruguai: 15.622 unidades; Tailândia: 6.484. O crescimento da China ocorreu também pela expansão das marcas chinesas. Em 2025, seis nomes estrearam no Brasil: Denza; MG Motor; GAC; Leapmotor; Omoda & Jaecoo; Geely. A Anfavea, porém, comemora a balança comercial registrada no setor automotivo. Em 2025 as exportações superaram as importações em 6,2%. “A balança comercial do setor é positiva, ainda que muito tímida. Nós tivemos um ano em que as exportações nos surpreenderam", apontou Igor Calvet. Anfavea aponta preocupação com produção em kits prontos Algumas dessas marcas chegarão ao Brasil com fabricação nacional, mas em um esquema de montagem de kits que vêm prontos do exterior. Esse tipo de operação já gerou atritos entre a BYD e o setor, já que veículos eletrificados têm isenção de alguns impostos por tempo determinado. Os percentuais estavam previstos para subir de forma gradual até julho de 2028, quando todos os modelos importados — elétricos e híbridos — atingiriam a alíquota de 35%. O novo prazo é janeiro de 2027. Também foram instituídas cotas temporárias de importação — no valor de US$ 463 milhões para kits CKD e SKD — permitindo a entrada desses veículos com imposto zero até janeiro de 2026 ou até que a cota seja esgotada. Porém, a entidade demonstrou receio para uma possível prorrogação do prazo para as cotas. "A nossa preocupação nesse aspecto é um empobrecimento da cadeia de suprimentos brasileira. Isso implica dizer que os kits chegam prontos e, prontos, toda a cadeia antes de chegar as montadoras será afetada. Desde a compra de aço, processos produtivos decorrentes disso como estamparia e soldagem, eles passam a ser executados no país de origem. Nem pintura nós faríamos", disse o presidente da Anfavea. Setor prevê crescimento conservador para 2026 Diferentemente do que ocorreu em 2024, quando o setor acreditava que a produção subiria quase 8% em 2025, a Anfavea projeta crescimento também para 2026, mas de 3,7%. "É um ano que nós vemos ainda em que o mercado cresce, que a produção cresce, mas um ano com otimismo contido. É um ano que nos traz muitas dúvidas e instabilidades, como geopolíticas diariamente ou hora a hora, temos questões com reforma tributária, quando a taxa de juros começa a cair. Isso ainda traz algumas instabilidades e incertezasâ€, revelou Igor. Segundo a entidade, o crescimento será o seguinte: Automóveis e comerciais leves (como picapes e furgões): de 2,492 milhões para 2,586 milhões, alta de 3,8% Veículos pesados (como caminhões e ônibus): de 137 mil para 136 mil, alta de 1,4%.
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14/01 - Segunda fábrica de carros da GWM no Brasil deve ser instalada no ES
Espírito Santo deve ganhar fábrica de veículos da montadora chinesa GWM Divulgação/GWM A montadora chinesa Great Wall Motors (GWM) planeja instalar sua segunda fábrica de carros do Brasil no Espírito Santo. O termo de compromisso foi oficialmente assinado nesta quarta-feira (14), na China, pelo vice-governador do estado, Ricardo Ferraço (MDB), e representantes da empresa. A previsão é que a nova unidade de produção de carros elétricos seja instalada em Aracruz, no Norte do Espírito Santo. A fábrica deve ficar na área de desenvolvimento do ParkLog. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp A informação foi confirmada pelo governador Renato Casagrande (PSB) durante um evento em um hotel de Vitória. Segundo Casagrande, a chegada da montadora representa um avanço na economia capixaba. "Atrair uma empresa, uma indústria, uma fábrica de automóveis aqui no Espírito Santo, é um passo a mais, porque torna a nossa economia mais sofisticada, mais complexa. Atrairá outros empreendedores e outras atividades ligadas à indústria de automóveis", destacou Casagrande. LEIA TAMBÉM: ABSURDO: Presbítero é preso por estupro de vulnerável da namorada que estava sob efeito de remédios VÃDEO: filhote de macaco-prego 'chora' após mãe ser atropelada e comove redes sociais Anac autoriza empresa do ES a fabricar aviões No ano passado, a GWM informou que pretendia investir cerca de R$ 10 bilhões no Brasil ao longo de dez anos. Na segunda fase do plano, entre 2027 e 2032, a previsão é de mais de R$ 6 bilhões em investimentos. A empresa foi procurada para informar detalhes sobre capacidade de produção e número de empregos no Espírito Santo. No entanto, afirmou que ainda não há informações oficiais sobre esses pontos. Atualmente, a GWM possui apenas uma fábrica nas Américas e no Hemisfério Sul. A unidade foi inaugurada em agosto de 2025, em Iracemápolis, no interior de São Paulo. Fábrica da GWM em Iracemápolis (SP) divulgação/GWM A planta paulista emprega cerca de 600 trabalhadores. A capacidade de produção é de 50 mil veículos por ano. No local, são fabricados três modelos: o SUV híbrido Haval H6, a picape média Poer P30 e o SUV de sete lugares Haval H9. *Com informações de Letícia Orlandi. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo
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14/01 - Toyota Yaris Cross ganha versão de entrada XR, que custa R$ 149.990
Toyota Yaris Cross XR, nova versão de entrada do SUV compacto divulgação/Toyota A Toyota anunciou, nesta quarta-feira (14), uma nova versão de entrada do Yaris Cross, que ainda nem chegou às concessionárias da marca. O lançamento desta e das demais variantes está previsto para abril. Com o novo preço, o modelo se aproxima do valor inicial de um de seus principais rivais, o Honda WR-V, que parte de R$ 147.100. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A principal diferença em relação à antiga versão de entrada do Yaris Cross, chamada XRE, é o preço mais baixo. A redução é de R$ 11.400, o que representa um corte de 7%, com o objetivo declarado de ampliar as vendas com desconto para pessoas com deficiência (PCD). Veja os vídeos que estão em alta no g1 Confira todas as versões disponíveis do Yaris Cross: Toyota Yaris Cross XR: R$ 149.990; Toyota Yaris Cross XRE: R$ 161.390; Toyota Yaris Cross XRE Hybrid: R$ 172.390; Toyota Yaris Cross XRX: R$ 178.990; Toyota Yaris Cross XRX Hybrid: R$ 189.990. O que muda no novo Yaris Cross de entrada As mudanças nesta versão são pontuais, já que o antigo modelo de entrada já trazia alguns cortes para alcançar o preço sugerido. Estes são os itens removidos nesta nova versão de entrada: Farol de milha; Rodas seguem de liga leve e 17 polegadas, mas com acabamento sem ser diamantado; Barras do teto; Piloto automático adaptativo; Assistente de pré-colisão frontal; Farol alto automático; Alerta de manutenção em faixa; Ar-condicionado automático; Painel de instrumentos foi reduzido de 7 para 4,2 polegadas; Rebatimento elétrico dos retrovisores. Todo o restante segue igual, incluindo o motor 1.5 aspirado, que gera 122 cv e 15,3 kgfm, com abastecimento por etanol ou gasolina. Também permanecem itens como: Seis airbags; Central multimídia de 10 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio; Saídas de ar-condicionado para o banco traseiro; Portas USB-C para os passageiros da segunda fileira; Assistente de partida em rampa. Yaris Cross aposta em espaço e tem versão híbrida flex Toyota Yaris Cross chega com medidas semelhantes às dos rivais Divulgação | Toyota Com 4,31 m de comprimento, 1,77 m de largura, 1,65 m de altura e 2,62 m de entre-eixos, o Yaris Cross tem dimensões próximas às de WR-V e Creta. Ele é 1 cm mais curto, 2 cm mais estreito e tem entre-eixos 3 cm menor que o WR-V. A altura é a mesma do modelo da Honda. O porta-malas segue a média do segmento: 400 litros na versão convencional e 391 litros na híbrida. A diferença ocorre porque a bateria do sistema híbrido fica no assoalho, reduzindo levemente o espaço. Nessa capacidade, o porta-malas da versão a combustão é 22 litros menor que o do Hyundai Creta e 58 litros menor que o do WR-V. O Yaris Cross terá o programa Toyota 10, que pode estender a garantia total para até 10 anos, sem custo adicional, desde que as revisões sejam feitas na rede autorizada. O Yaris Cross estreia uma motorização inédita no segmento: um sistema híbrido flex que combina um motor 1.5 a combustão com dois motores elétricos — um que atua como gerador de energia para a bateria e outro que auxilia na tração. Com etanol, o conjunto entrega até 111 cv e promete consumo de 17,9 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada, segundo o Inmetro. A Toyota não divulga o torque total de seus veículos híbridos. O motor a combustão oferece 12,3 kgfm de torque, enquanto o elétrico entrega 14,4 kgfm. Contudo, como os valores não se somam diretamente no uso real, a marca não especifica um valor combinado. Esse conjunto é diferente do usado no Corolla e no Corolla Cross, que contam com um motor 1.8 flex nas versões híbridas, ambos com 122 cv.
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13/01 - Strada, Polo, Argo, T-Cross e HB20: veja o ranking, mês a mês, dos 5 carros mais vendidos de 2025
Fiat Argo e Strada, Volkswagen Polo e Hyundai HB20 arte g1 O Volkswagen Polo ultrapassou as vendas da Fiat Strada por cinco meses e caminhava para se tornar o veículo zero km mais vendido do Brasil em 2025, mas a chegada do Volkswagen Tera mudou o cenário no terceiro trimestre, superando o pequeno hatch até dezembro. Com isso, mais uma vez, a Fiat Strada foi o veículo novo mais vendido do Brasil, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em 2025, foram emplacadas 142.891 unidades da picape em todo o país. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A Strada lidera o ranking de carros e comerciais leves mais vendidos do país desde 2021, quando ultrapassou o Chevrolet Onix. O hatch da GM foi o mais vendido por seis anos, entre 2015 e 2020. Em 2024, o Onix terminou em terceiro lugar e foram 97.508 unidades. Em 2025 ele foi ultrapassado pelo Fiat Argo logo em fevereiro e ficou atrás até novembro, quando recuperou emplacamentos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 No final, o Fiat Argo terminou em terceiro lugar, com 102.630 unidades vendidas. As vendas do hatch da Fiat foram 28,4% superiores ao que o Onix conseguiu em 2025 (79.886 unidades). Veja a evolução de cada um dos cinco carros mais vendidos de 2025, junto do Volkswagen Tera: O balanço final de emplacamentos foi divulgado oficialmente nesta terça-feira (13) pela Fenabrave. Ao todo, foram mais de 2,6 milhões de veículos novos vendidos no ano passado, melhor resultado desde 2019. (saiba mais abaixo) Veja a lista de mais vendidos de 2025. Fiat Strada: 142.891 emplacamentos (1,24% menos que em 2024, quando foram 144.684 unidades); Volkswagen Polo: 122.622 emplacamentos (12,5% menos que em 2024, quando foram 140.177 unidades); Fiat Argo: 102.630 emplacamentos (12,6% mais que em 2024, quando foram 91.139 unidades); Volkswagen T-Cross: 92.837 emplacamentos (10,5% mais que em 2024, quando foram 83.990 unidades); Hyundai HB20: 85.029 unidades (12.1% menos que em 2024, quando foram 97.079 unidades); Chevrolet Onix: 79.886 emplacamentos (18% menos que em 2024, quando foram 97.503 unidades); Hyundai Creta: 76.156 unidades (10,1% mais que em 2024, quando foram 69.116 unidades); Fiat Mobi: 73.011 unidades (8,3% mais que em 2024, quando foram 67.382 unidades); Volkswagen Saveiro: 67.752 unidades (18.9% mais que em 2024, quando foram 56.984 emplacamentos). Algumas movimentações no ranking chamam atenção. A principal é a queda de três posições do Chevrolet Onix, mesmo em um ano em que o modelo ganhou uma nova versão. A mesma situação atinge o Nissan Kicks e o Chevrolet Tracker, SUVs que ficaram fora do top 10. Volkswagen Tera vendeu mais que Renegade e Corolla Em agosto, quando os emplacamentos do Tera aceleraram, o Volkswagen Polo perdeu o bom momento e as vendas caíram. A queda continuou e puxou o hatch para baixo até dezembro, quando recuperou parte do volume, mas ainda ficou atrás do SUV de entrada. O Volkswagen Tera não teve os 12 meses do ano para competir em igualdade e marcar território, mas, ainda assim, o SUV de entrada da marca não fez feio. Em 2025, somou 48.139 emplacamentos, número superior ao total de: Jeep Renegade: 44.793 emplacamentos; Fiat Pulse: 44.426 emplacamentos; BYD Song: 42.181 emplacamentos; Caoa Chery Tiggo 7: 38.438 emplacamentos; Volkswagen Virtus: 36.977 emplacamentos; Hyundai HB20S: 36.947 emplacamentos; Ford Ranger: 34.047 emplacamentos; Toyota Corolla: 33.170 emplacamentos; BYD Dolphin Mini: 32.459 emplacamentos; GWM Haval H6: 31.964 emplacamentos. Os 10 veículos mais vendidos do Brasil em 2024 Vendas de dezembro Em dezembro, a Fiat Strada também liderou o ranking, com mais de 14,5 mil emplacamentos. O Volkswagen T-Cross veio na cola, com 10,7 mil unidades. Em dezembro, o país emplacou 267.117 veículos novos. Trata-se de uma alta expressiva de 17,5% em relação ao mês de novembro, quando foram registradas 227.153 unidades. Veja abaixo a lista mensal. Fiat Strada: 14.536 unidades; Volkswagen T-Cross: 10.721 unidades; Volkswagen Tera: 10.448 unidades; Volkswagen Polo: 10.434 unidades; Fiat Argo: 10.256 unidades; Hyundai HB20: 8.928 unidades; Volkswagen Saveiro: 8.165 unidades. Hyundai Creta: 8.160 unidades; Chevrolet Onix: 7.995 unidades; BYD Song: 7.475 unidades. Os emplacamentos em 2025 Em 2024, os brasileiros compraram 2.689.179 veículos novos, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O g1 contabiliza motos à parte, e desconsidera implementos rodoviários. Esse foi o melhor resultado em seis anos, quando o país registrou 2,7 milhões de veículos zero km. O número também representa uma alta de 16,59% em relação a 2023, quando foram emplacados 2,3 milhões de veículos novos. Veja abaixo o histórico dos últimos anos. "Tivemos o impacto da fábrica da Toyota por causa do vendaval, o que prejudicou os números e impediu o alcance da projeção inicial de 3%. Por outro lado, o programa Carro Sustentável foi muito positivo para o segmento", afirmou Marcelo Ciardi Franciulli, diretor executivo da Fenabrave. A projeção da Fenabrave aponta para um crescimento menor em 2026, estimado em 3%. Com isso, o total de veículos vendidos chegaria a 2.625.912 unidades. Automóveis e comerciais leves: alta de 3% (de 2.549.462 para 2.625.912); Caminhões: alta de 3,5% (de 110.873 para 114.752); Ônibus: alta de 3% (de 28.844 para 29.709). A entidade avalia que o programa Carro Sustentável, responsável pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos populares, será fundamental para sustentar o crescimento em 2026, caso seja ampliado para comerciais leves e modelos de maior valor. "O programa Carro Sustentável, que reduziu IPI para modelos específicos de entrada, mostrou o positivo impacto nas vendas e poderia favorecer os demais segmentos de automóveis, de maior volume, se ampliado em 2026, para todos os modelos", diz Sérgio Dante Zonta, vice-presidente da Fenabrave. A economista Tereza Fernandez, consultora da federação, também aposta no programa Carro Sustentável, mas com uma abordagem diferente. "Se a Fenabrave e os demais participantes conseguirem ampliar o programa Carro Sustentável para veículos híbridos e elétricos, isso deve incentivar as pessoas a comprar mais automóveis", afirmou. Fatores externos influenciaram a projeção da Fenabrave, elaborada por Tereza. Em sua análise, conflitos como a guerra entre Rússia e Ucrânia e medidas tributárias adotadas por países como Estados Unidos e México foram levados em consideração. A consultora também cita fatores internos do Brasil na projeção. "Há três variáveis básicas para as projeções: o crédito, que está restrito; a inadimplência, que segue em alta; e a relação entre dívida e PIB, que cresceu de forma mais intensa no último trimestre", disse Tereza.
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13/01 - Venda de veículos novos no Brasil tem alta de 2% em 2025, mas fica abaixo da projeção do setor
Carros no pátio da montadora Volkswagen em São José dos Campos, no interior de São Paulo Roosevelt Cassio/Reuters Em 2025, os brasileiros compraram 2.689.179 veículos novos, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (13) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Esse foi o melhor resultado desde 2019, quando o país registrou 2,78 milhões de veículos zero quilômetro. O volume também representa uma alta de 16,59% em relação a 2023, quando foram emplacados 2,3 milhões de veículos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O g1 contabiliza as motocicletas separadamente e desconsidera os implementos rodoviários. "Tivemos o impacto da fábrica da Toyota por causa do vendaval, o que prejudicou os números e impediu o alcance da projeção inicial de 3%. Por outro lado, o programa Carro Sustentável foi muito positivo para o segmento", afirmou Marcelo Ciardi Franciulli, diretor executivo da Fenabrave. "Infelizmente, a taxa de juros elevada e a lei do marco legal das garantias ainda não estão funcionando." Veja os vídeos que estão em alta no g1 O setor de motocicletas registrou a maior alta em 2025. Foram 2.197.308 unidades emplacadas, um aumento de 17,13% em relação a 2024, quando foram vendidas 1.875.890 motos. "O setor de motocicletas é bastante relevante e tem mostrado, ao longo dos últimos dois anos, que essa expansão é estrutural. Esse movimento é influenciado principalmente pelo uso profissional em entregas e no transporte individual. A motocicleta tem se consolidado como o segundo veículo das famílias", afirmou Franciulli. Veja abaixo os resultados por segmento AUTOMÓVEIS 1.996.531 emplacamentos em 2025, aumento de 2,49% contra 2024. 210.732 emplacamentos em dezembro, queda de 15,77% contra novembro; Comparado a dezembro de 2024, houve alta de 11,02% (189.822 unidades) COMERCIAIS LEVES 552.931 emplacamentos em 2025, aumento de 2,91% contra 2024. 56.385 emplacamentos em dezembro, alta de 24,96% contra novembro; Comparado a dezembro de 2024, houve alta de 4,61% (53.902 unidades) CAMINHÕES E ÔNIBUS 139.717 emplacamentos em 2025, queda de 6,26% contra 2024. 12.308 emplacamentos em dezembro, alta de 7,64% contra novembro; Comparado a dezembro de 2024 houve queda de 9,96% (13.670 unidades) Projeções para 2026 A projeção da Fenabrave aponta para um crescimento menor em 2026, estimado em 3%. Com isso, o total de veículos vendidos chegaria a 2.625.912 unidades. Automóveis e comerciais leves: alta de 3% (de 2.549.462 para 2.625.912); Caminhões: alta de 3,5% (de 110.873 para 114.752); Ônibus: alta de 3% (de 28.844 para 29.709). A entidade avalia que o programa Carro Sustentável, responsável pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos populares, será fundamental para sustentar o crescimento em 2026, caso seja ampliado para comerciais leves e modelos de maior valor. "O programa Carro Sustentável, que reduziu IPI para modelos específicos de entrada, mostrou o positivo impacto nas vendas e poderia favorecer os demais segmentos de automóveis, de maior volume, se ampliado em 2026, para todos os modelos", diz Sérgio Dante Zonta, vice-presidente da Fenabrave. A economista Tereza Fernandez, consultora da federação, também aposta no programa Carro Sustentável, mas com uma abordagem diferente. "Se a Fenabrave e os demais participantes conseguirem ampliar o programa Carro Sustentável para veículos híbridos e elétricos, isso deve incentivar as pessoas a comprar mais automóveis", afirmou. Fatores externos influenciaram a projeção da Fenabrave, elaborada por Tereza. Em sua análise, conflitos como a guerra entre Rússia e Ucrânia e medidas tributárias adotadas por países como Estados Unidos e México foram levados em consideração. A consultora também cita fatores internos do Brasil na projeção. "Há três variáveis básicas para as projeções: o crédito, que está restrito; a inadimplência, que segue em alta; e a relação entre dívida e PIB, que cresceu de forma mais intensa no último trimestre", disse Tereza.
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13/01 - Uber Black e Comfort têm nova lista de carros para 2026; veja regras e modelos permitidos
Uber Black e Comfort têm nova lista de carros para 2026; veja regras e modelos permitidos O aplicativo de mobilidade Uber anunciou mudanças nos critérios para aceitar veículos nas categorias Black e Comfort, em uma lista divulgada em outubro do ano passado. As alterações entraram em vigor agora, em 2026. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Uber Black Na categoria Black, as mudanças envolvem tanto o ano mínimo de fabricação quanto os modelos que deixarão de ser aceitos. Nas principais capitais do país, por exemplo, o Volkswagen Virtus só será aceito se for fabricado a partir de 2025. Já modelos como Renault Duster, Volkswagen Nivus e Honda City só poderão operar na categoria se foram fabricados a partir de 2023. Veja detalhes por cada cidade e carro: Veja a lista dos modelos excluídos da categoria Black: Carros excluídos da categoria Black Antes da data de início da nova lista, a Uber havia removido o Citroën Basalt. No entanto, a empresa voltou atrás e passou a aceitar o SUV compacto da marca francesa, mas apenas até 31 de dezembro deste ano. Citroën Basalt divulgação/Citroën Para que um carro seja aceito na categoria Black, além do modelo, a Uber estabelece critérios como: Ar-condicionado; Quatro portas; Cores permitidas: preto, chumbo, prata, cinza, azul-marinho, marrom ou branco. Além disso, os motoristas precisam ter realizado mais de 100 viagens em outras categorias da plataforma (exceto Uber Moto, Envios Moto e Uber Táxi) e manter uma média de avaliação de usuários igual ou superior a 4,85. Segundo a empresa, as mudanças foram definidas com base em pesquisas com usuários e análises do mercado automotivo. “Os veículos da nova lista foram determinados com base em aspectos apontados pelos usuários como importantes na hora de escolher viagens nas categorias Comfort e Blackâ€, informou a Uber em comunicado. Uber Comfort A categoria Comfort também passou por mudanças em 2026, com a retirada de alguns modelos. Assim como aconteceu com o Citroën Basalt, o Renault Logan havia sido removido do Uber Comfort, mas a empresa voltou atrás e aceitará o modelo até 6 de julho de 2026. Veja o ano mínimo de fabricação exigido para que cada modelo continue a operar na categoria Comfort: As exigências para os veículos da categoria Comfort incluem: Ar-condicionado; Quatro portas. Os motoristas também devem ter mais de 100 viagens em outras categorias da plataforma (exceto Uber Moto, Envios Moto e Uber Táxi). A média mínima de avaliação varia conforme a cidade: 4,85 pontos para Brasília, Caxias do Sul, Curitiba, Joinville, Londrina e Porto Alegre; 4,80 pontos para as demais cidades do país. Renault Kardian com câmbio manual divulgação/Renault
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11/01 - Vai pagar IPVA em 2026? Confira calendário e possíveis descontos
Calendário do IPVA que pode ser pago em até 10 parcelas em 2026 em Roraima Secom-RR/Divulgação/Arquivo Os estados brasileiros e o Distrito Federal divulgaram como será a cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em 2026. Já estão disponíveis a agenda de pagamentos e as regras para que o motorista saiba se está na cota de isenção ou se recebe algum desconto no tributo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp 🚗 O g1 preparou uma lista com os calendários, alíquotas, descontos e formas de pagamento do tributo, obrigatório para a maioria dos veículos em circulação no país. Consulte abaixo o calendário do IPVA 2026 no seu estado. Para saber todos os detalhes do IPVA no seu estado, clique abaixo nas reportagens publicadas pelo g1 sobre o tema. IPVA no Acre IPVA de Alagoas IPVA de Amapá IPVA do Amazonas IPVA da Bahia IPVA do Ceará IPVA em Brasília (DF) IPVA no Espírito Santo IPVA de Goiás IPVA no Maranhão IPVA do Mato Grosso IPVA no Mato Grosso do Sul IPVA de Minas Gerais IPVA no Pará IPVA da Paraíba IPVA do Paraná IPVA de Pernambuco IPVA do Piauí IPVA do Rio de Janeiro IPVA do Rio Grande do Norte IPVA no Rio Grande do Sul IPVA de Rondônia IPVA de Roraima IPVA de Santa Catarina IPVA em São Paulo IPVA de Sergipe IPVA de Tocantins Veja os vídeos que estão em alta no g1 Tem dúvidas sobre o IPVA? Saiba mais nos tópicos abaixo. 📜 Como surgiu o IPVA? 📠Como o IPVA é calculado? 💸 Para onde vai o dinheiro do IPVA? 🚨 Sou obrigado a pagar o IPVA? Como surgiu o IPVA? O imposto foi criado em 1985 para substituir outro semelhante, chamado de Taxa Rodoviária Única (TRU). Mesmo com o IPVA sendo um tributo cobrado de todos os brasileiros com algum automóvel como ônibus, caminhão, moto ou carro, a forma como é recolhido e seu valor depende do estado de registro do bem. Quando lançado, o IPVA foi destinado para a manutenção e construção de rodovias e estradas espalhadas por todo Brasil. Volte ao índice. Como o IPVA é calculado? O cálculo do IPVA varia de estado para estado, com alíquotas de até 4%. Com ela em mãos, você precisa multiplicar pelo valor venal do automóvel, disponível em uma tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Vamos supor que a alíquota seja de 4% e será cobrada de um Volkswagen Polo 1.0 200 TSI Comfortline, que, segundo a tabela da Fipe, custa R$ 69.574 no modelo 2018. O IPVA para o carro será de R$ 2.782,96. Como o IPVA é calculado sobre o valor do automóvel, ele tende a ser maior para modelos novos, e diminui com o passar dos anos. O Polo do nosso exemplo, se for de 2022, já tem o tributo calculado para R$ 3.468,60. Uma picape Fiat Strada mais antiga, modelo Trekking 1.6 Flex CD, lançada em 2013, tem o IPVA de R$ 2.169,80. Volte ao índice. Para onde vai o dinheiro do IPVA? Todo imposto tem um objetivo ou é fatiado entre entidades do governo. Do total pago pelo contribuinte, o IPVA é distribuído da seguinte forma: Governo estadual: 40%; Governo municipal: 40%; Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb): 20%. Com esta divisão, já é possível entender que um quinto do valor do IPVA é utilizado com fonte importante para financiar projetos de educação pública. Atualmente, o uso estadual e municipal não está mais necessariamente ligado às rodovias. Cada um aponta o destino da verba como bem entender, como saúde, infraestrutura ou segurança. Em 2025, por exemplo, o estado de São Paulo destinou boa parte do IPVA para compensar obras de infraestrutura e melhoria na prestação de serviços públicos como os de saúde e educação. Volte ao índice. Sou obrigado a pagar o IPVA? Depende. Em quase todos os estados, veículos mais antigos passam a não pagar mais o IPVA, mas o período considerado varia. Porém, em dezembro de 2025, o Congresso Nacional promulgou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que isenta veículos fabricados a mais de 20 anos de pagar IPVA. A medida — que pode beneficiar até 7,7 milhões de veículos — tem como objetivo padronizar a possibilidade de isenção no pagamento do imposto entre todas as unidades federativas do país. Antes desta PEC, Santa Catarina apenas isentava veículos com 30 anos de fabricação. O caso mais extremo é de Pernambuco, que não isenta os automóveis com base na idade deles. Alguns estados isentam o IPVA de taxistas, ônibus, motocicletas, pessoas com deficiência e também automóveis elétricos ou híbridos. Em São Paulo, por exemplo, a frota de veículos ao final de 2025 era de 30,1 milhões de automóveis. Do total, 19,2 milhões estão sujeitos ao recolhimento do IPVA e 9,9 milhões são isentos por terem mais de 20 anos de fabricação. Além destes, no estado são isentos de pagamento do IPVA 1 milhão de veículos, como os de taxistas e pessoas com deficiência. As regras de isenção em SP incluem: Automóveis com ao menos 20 anos de fabricação; Motocicletas, ciclomotores e motonetas de até 150 cilindradas; Pessoas com deficiência física, sensorial, intelectual ou mental; Veículos híbridos movidos a etanol ou flex, além dos que utilizam hidrogênio como combustível, custando até R$ 250 mil; Automóveis registrados em igrejas e entidades sem fins lucrativos; Veículos oficiais; Taxistas; Ônibus e micro-ônibus urbanos. Volte ao índice.
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10/01 - CNH 2026: veja como renovar a habilitação automaticamente e de graça
CNH 2026: veja como renovar a habilitação automaticamente e de graça Desde o início de 2026, novas regras passaram a valer para a CNH, incluindo uma que permite a renovação gratuita e automática da habilitação. A medida é um benefício para o chamado “bom condutorâ€. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Para ser considerado “bom condutorâ€, o motorista precisa cumprir os seguintes critérios: 🪪 Não ter pontos registrados na CNH nos últimos 12 meses; 🚨 Não ter infrações de trânsito registradas no documento no mesmo período; 📠Estar cadastrado no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC). Para aderir ao RNPC e ter a CNH renovada de graça, o motorista deve: Abrir o aplicativo CNH Brasil; Selecionar a opção “Condutorâ€; Acessar “Cadastro Positivoâ€; Tocar em “Autorizar participaçãoâ€. CNH física não é emitida de graça e nem automaticamente Segundo as novas regras, apenas a versão digital da CNH é renovada automaticamente. Caso o condutor também queira o documento físico, será necessário solicitá-lo separadamente, após a renovação da versão digital. Para receber a CNH física, o condutor pode fazer a solicitação pelo aplicativo CNH Brasil ou presencialmente em uma unidade do Detran do estado onde reside. As novas regras da CNH não eliminaram o custo de emissão da carteira física, cujo valor varia conforme o Detran de cada estado. A renovação da CNH física envolve os seguintes valores: Em São Paulo, por exemplo, o valor é de R$ 122,17. Em Alagoas, a cobrança é maior, chegando a R$ 144,12; No Acre, a taxa é de R$ 89,75. É importante destacar que nem todos os condutores têm direito à renovação automática da CNH, mesmo aqueles que não cometeram infrações ou receberam multas nos últimos 12 meses. Pelas novas regras, condutores com mais de 50 anos podem renovar automaticamente a CNH apenas uma vez. Além disso, os casos abaixo não têm direito à renovação automática: Condutores com 70 anos ou mais; A renovação automática não vale para motoristas que têm a validade da CNH reduzida por recomendação médica, em casos de doenças progressivas ou condições que exigem acompanhamento de saúde. Novas regras para a CNH A medida provisória criou a CNH do Brasil, com novas regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A iniciativa tem como objetivo modernizar e baratear o processo de obtenção da carteira de motorista. A expectativa do Ministério dos Transportes é que o novo modelo reduza em até 80% o custo para tirar o documento, além de diminuir os entraves e a demora no processo de renovação da carteira. Veja as principais mudanças: Aulas em autoescola deixam de ser obrigatórias; O conteúdo teórico estará disponível no aplicativo do governo, de graça, e não será mais exigida carga horária mínima; O aluno poderá usar carro particular e optar por aulas com um instrutor autônomo, credenciado pelo Detran; As aulas práticas caem de 20 para 2 horas no mínimo (com um instrutor ou em autoescola); As provas práticas continuam sendo presenciais, assim como o exame médico e a coleta biométrica; Quem reprovar na primeira avaliação poderá fazer o segundo teste de graça; Não haverá mais prazo para a conclusão do processo de habilitação, que hoje é de um ano; A CNH poderá ser renovada automaticamente e de graça, caso o condutor não cometa infrações nos últimos 12 meses e esteja no Registro Nacional Positivo de Condutores. Veja abaixo reportagem completa, com perguntas e respostas sobre a nova CNH: CNH sem autoescola: o que muda para tirar a carteira? Como serão as aulas? Veja perguntas e respostas Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Crystofher Andrade/g1
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09/01 - Governo começa a renovar CNH para 'bons condutores' de forma automática e gratuita
Selo de 'bom condutor' que chegará para motoristas. Reprodução/ Governo Federal O ministro dos Transportes, Renan Filho, assinou nesta sexta-feira (9) uma medida administrativa que autoriza a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para motoristas considerados "bons condutores". De acordo com a medida, para ser classificado como “bom condutorâ€, o motorista precisa atender aos seguintes critérios: 🪪 Não ter pontos registrados na CNH nos últimos 12 meses; 🚨 Não ter infrações de trânsito registradas no documento no mesmo período; 📠Estar cadastrado no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC). O governo começa a emitir já a partir desta sexta a renovação automática de forma gratuita para condutores com essa classificação. Renan Filho explicou que esses condutores vão receber uma notificação por meio do aplicativo CNH Digital. A mensagem é a seguinte: "O governo do Brasil, por meio do Ministério dos Transportes e do programa CNH do Brasil, renovou automaticamente sua CNH, sem taxas e sem novos exames. Obrigado por dirigir com responsabilidade e ajudar a salvar vidas." 🔠A medida tem efeito retroativo, a partir da data de assinatura da medida provisória (MP) que instituiu a renovação, 10 de dezembro. Dessa forma, condutores com carteiras vencidas a partir dessa data e classificados como tal já estão contemplado com a renovação automática. Nova CNH: como vai funcionar a renovação automática e de graça Segundo o ministro Renan Filho, 70% dos condutores que precisariam renovar a carteira entre 10 de dezembro de 2025  a 7 de janeiro de 2026 estão classificados como bons condutores. Ou seja, eles terão a renovação automática. A renovação será diária. O ministro afirmou que 371 mil pessoas vão receber a mensagem ainda nesta sexta. A economia a esses condutores, com os custos relativos a renovação, é estimado em R$ 122 milhões. Regras A norma prevê que condutores responsáveis no trânsito ficarão dispensados de realizar exames presenciais, comparecer aos departamentos estaduais de trânsito, os Detrans, ou pagar taxas adicionais para a renovação do documento. Todo o procedimento será automático e digital, realizado por meio do sistema da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), com a atualização disponível no aplicativo CNH Digital. Para os bons condutores, a CNH será renovada automaticamente no sistema assim que atingir a data de vencimento. O ministro dos Transportes destacou ainda que a renovação automática contempla todas as categorias de motoristas, inclusive os profissionais. Os condutores que desejarem a carteira física deverão se dirigir a uma unidade do Detran — o serviço, no entanto, terá de ser remunerado. Não poderão receber o benefício: condutores com 70 anos ou mais; motoristas com idade entre 50 e 69 anos, que poderão utilizar a renovação automática apenas uma única vez; motoristas cuja CNH tenha prazo de validade reduzido por recomendação médica, em situações que envolvam doenças progressivas ou condições de saúde que exijam acompanhamento periódico. Carteira de Motorista, CNH Divulgação
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08/01 - CNH brasileira passa a valer em Portugal para carros e motos; veja as regras
Brasileiros que estão em Portugal já podem dirigir utilizando apenas a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A medida foi aprovada após a assinatura do presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, nesta quarta-feira (7). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Estas são as regras para que a CNH seja válida em Portugal: A CNH deve estar dentro do prazo de validade; O documento não pode estar suspenso, cassado ou vencido; O motorista pode apresentar a versão digital ou física da habilitação; O condutor precisa ter menos de 60 anos. A validade da CNH em território português se limita às categorias A e B, que permitem a condução de carros e motocicletas. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Para as demais categorias, o motorista brasileiro precisa obter a habilitação portuguesa para dirigir. O acordo também prevê que a carteira portuguesa poderá ser usada para condução de veículos no Brasil. “Essa medida traz segurança no trânsito e facilita a circulação de brasileiros e portugueses pelos dois países. É um acordo muito importante para Brasil e para Portugal que finalmente conseguimos assinar, graças à retomada das relações com todo o mundo pelo presidente Lulaâ€, afirmou o ministro Renan Filho em 2023, quando o acordo foi assinado entre os governos dos dois países. O acordo prevê que brasileiros residentes em Portugal possam utilizar a CNH até o vencimento do documento. Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça de Portugal, emitida em 2025, estabelece que dirigir sem CNH válida não configura crime, mas infração administrativa, punida com multa que varia de 300 a 1.500 euros. A legislação portuguesa, no entanto, considera crime a condução sem CNH válida nos casos em que o condutor não pode mais emitir o documento ou quando a habilitação brasileira está vencida há mais de dez anos. Poucos países aceitam a CNH Portugal passa a integrar uma lista ainda reduzida de países em que brasileiros podem dirigir usando apenas a CNH, desde que estejam no país como turistas e não residentes. Entre eles estão alguns vizinhos do Brasil, especialmente os membros do Mercosul: Argentina; Bolívia; Chile; Equador; Paraguai; Uruguai; Nos Estados Unidos, a CNH também é aceita para turistas, mas as regras variam conforme o estado. Em geral, é recomendável portar a Permissão Internacional para Dirigir (PID), documento que autoriza motoristas habilitados no Brasil a conduzir veículos em países que aderem à Convenção de Viena sobre Trânsito Viário. Entre esses países estão: Ãustria; Bélgica; Bulgária; Chile; Costa Rica; França; Alemanha; Itália; México; Rússia; Espanha; Inglaterra; Uruguai. Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Crystofher Andrade/g1
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07/01 - Vendas de elétricos e híbridos sobem 26% em 2025, e crescem 10 vezes mais que o mercado
João Pantoja/Rede Amazônica A venda de carros elétricos e híbridos cresceu 26% em relação ao número de emplacamentos registrados em 2024. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (6) pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Segundo a entidade, foram vendidos 223.192 veículos eletrificados em 2025, ante 177.538 em 2024 e 93.927 em 2023. Na comparação com 2023, o avanço chega a 138%. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O ano também foi marcado pela inauguração das fábricas da BYD e da GWM, além do início da fabricação nacional de modelos elétricos da Chevrolet, que prometem ampliar ainda mais as vendas em 2026. (veja mais abaixo) O crescimento entre 2024 e 2025 já é expressivo por si só, mas ganha ainda mais destaque quando comparado à previsão de alta de apenas 2,5% para todo o mercado de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Veja os vídeos que estão em alta no g1 Com isso, o segmento de veículos elétricos e híbridos deve crescer cerca de 10 vezes mais do que o mercado total, que inclui também os modelos movidos a combustão. A ABVE não inclui na contagem os veículos com sistema híbrido leve, já que esse tipo de tecnologia não utiliza o motor elétrico para movimentar as rodas. Alguns modelos com esse sistema são: Fiat Pulse; Fiat Fastback; Peugeot 208; Peugeot 2008; Caoa Chery Tiggo 7 Pro; Kia Sportage; Land Rover Defender 110 e 130. Ao incluir esse tipo de eletrificação no total, foram emplacados 282.252 veículos em 2025. Os híbridos leves responderam por 34% de todas as vendas. A diferença de 59.060 unidades é superior ao volume registrado por todos os modelos com conjunto híbrido pleno (42.354 unidades). Entre eles, estão: Honda Civic; Honda CR-V; Toyota Corrolla; Toyota Corolla Cross; Toyota Rav4; Ford Maverick; Hyundai Kona; GWM Haval H6; GAC GS4. “Ultrapassamos o marco simbólico dos 200 mil veículos eletrificados vendidos num único ano. Em 2016, tínhamos ficado felizes quando atingimos 1.091 unidades e agora, em 2025, chegamos a 223.912. O mercado aumentou 20.423% em apenas 10 anos!â€, apontou Ricardo Bastos, presidente da ABVE. Segundo a ABVE, os veículos eletrificados responderam por 9% das vendas de carros zero km em 2025. Híbrido plug-in é o preferido do brasileiro Mesmo com grande parte das vendas concentrada nos híbridos leves, os híbridos plug-in que registraram os maiores volumes. Neles, o motor elétrico move as rodas e garante menor consumo de combustível. Veja quantos emplacamentos foram feitos por cada tecnologia: Híbrido plug-in: 101.394 unidades emplacadas; 100% elétrico: 80.178 unidades emplacadas; Híbrido leve 12V: 44.459 unidades emplacadas; Híbrido pleno flex: 21.323 unidades emplacadas; Híbrido pleno: 21.047 unidades emplacadas; Híbrido leve 48V: 16.881 unidades emplacadas. Brasil expandiu a fabricação local em 2025 Fábrica da BYD em Camaçari (BA) divulgação/BYD Em 2025, começaram a operar fábricas de três grandes marcas no Brasil, que devem ampliar a oferta e os emplacamentos de eletrificados no Brasil. A primeira foi a BYD, que inaugurou sua planta em Camaçari (BA), onde a Ford produzia veículos como o EcoSport. Na unidade do Nordeste são produzidos: BYD Dolphin Mini; BYD Song Pro; BYD King. A GWM também assumiu e adaptou a unidade fabril que antes pertencia à Mercedes-Benz, em Iracemápolis (SP) — onde a marca alemã produzia modelos como o sedã Classe C e o SUV GLA. A partir da planta no interior paulista, a fabricante chinesa produz: GWM Haval H6; GWM Haval H9; GWM Poer P30. Já a GM adotou uma estratégia diferente ao terceirizar a produção de seus modelos elétricos para a Comexport, em Horizonte (CE). A partir dessa unidade saem modelos como: Chevrolet Spark; Chevrolet Captiva EV. “Em resumo, os eletrificados são o setor mais inovador e dinâmico do mercado automotivo brasileiro, e o que mais investe em geração de emprego", disse o presidente da ABVE. Fábrica da GWM em Iracemápolis (SP) divulgação/GWM
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05/01 - Volvo convoca recall do EX30 por risco de incêndio na bateria; veja se seu carro está na lista
Volvo convoca recall do EX30 por risco de incêndio na bateria A Volvo anunciou um programa de recall para o seu carro mais barato à venda no Brasil: o Volvo EX30. Em nota, a Volvo informou que uma falha na produção das células da bateria do veículo pode provocar curto-circuito, causando “superaquecimento do componente, o que, em situações extremas, pode acarretar risco de combustão da bateria de alta tensãoâ€. A solução adotada neste momento é a limitação da recarga da bateria, que não poderá ultrapassar 70%. Com isso, a autonomia informada pela Volvo, de 338 km com carga completa, será reduzida em 30%, chegando a 236,6 km. Além da medida provisória, que reduz a autonomia do Volvo EX30, a marca informou que está desenvolvendo uma correção permanente. “Paralelamente, a solução técnica definitiva para o defeito identificado encontra-se em desenvolvimento e será oportunamente implementadaâ€, disse a marca em nota. Quais veículos estão na lista? O recall abrange unidades do Volvo EX30 nas versões Single Motor Extended Range e Twin Motor, dos anos-modelo 2024 a 2026. São elas: Volvo EX30 divulgação/Volvo Data de fabricação: de 06/09/2024 à 25/10/2025; Chassis não sequenciais envolvidos: YV12ZEL82RS000462 à YV12ZELA9TS178122. O procedimento pode ser realizado em uma concessionária da Volvo, com agendamento prévio pelo telefone 0800-878-1176 ou pelo site oficial de recalls da marca. O tempo estimado para aplicar a limitação de recarga é de uma hora. Também é possível realizar a limitação diretamente no veículo, sem a necessidade de visita à concessionária. Nesse caso, o proprietário deve seguir as orientações do suporte da Volvo.
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05/01 - BNDES aprova R$ 500 milhões para a Toyota recuperar fábrica em SP e ampliar linha de híbridos flex
BNDES aprova R$ 500 milhões para a Toyota recuperar fábrica em SP O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, nesta segunda-feira (5), uma linha de crédito de R$ 500 milhões para a Toyota utilizar em sua planta no interior paulista. Segundo nota divulgada pelo BNDES, o montante será destinado à aquisição bens feitos com ajuda do maquinário da indústria 4.0, que utiliza tecnologias digitais avançadas, como automação inteligente, robôs conectados e análise de dados em tempo real. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp “Ao apoiar investimentos como o da Toyota, estamos contribuindo para viabilizar o desenvolvimento de novos projetos e fortalecer a base nacional de fornecedores, ampliando o acesso de outras empresas a tecnologias inovadoras e impulsionando a modernização da indústria brasileira com mais competitividade, inovação e conteúdo nacionalâ€, apontou Aloizio Mercadante, presidente do BNDES. Atualmente já existe a promessa de lançamento de duas versões eletrificadas do Yaris Cross, com preços entre R$ 172.390 e R$ 189.990 — ambas em pré-venda. Nelas, o Yaris Cross é equipado com motorização inédita no segmento: um sistema híbrido flex que combina um motor 1.5 a combustão com dois motores elétricos — um que atua como gerador de energia para a bateria e outro que auxilia na tração. Esse conjunto é diferente do usado no Corolla e no Corolla Cross, que contam com um motor 1.8 flex nas versões híbridas, ambos com 122 cv. Toyota ainda se recupera de vendaval que destruiu fábrica Parte do crédito liberado nesta semana está focado na reconstrução da fábrica da Toyota na região de Sorocaba (SP). A planta foi danificada em 22 de setembro e 30 funcionários tiveram ferimentos leves e foram socorridos. Segundo a Defesa Civil, a cidade registrou rajadas de vento de até 90 km/h em diferentes pontos. O telhado da empresa foi arrancado. A estrutura do telhado foi parar do lado de fora da empresa e em áreas que ficam a até seis quilômetros de distância. Após a tempestade, a Toyota suspendeu a produção de motores em Porto Feliz (SP) no dia seguinte. A unidade fica entre as fábricas de Indaiatuba e Sorocaba e é fundamental para o funcionamento das demais fábricas, já que fornece os motores. Fábrica de motores da Toyota é destelhada e carro é encontrado capotado após temporal Redes Sociais O incidente ocorreu em um momento de forte desempenho do Corolla Cross, que foi o SUV mais vendido no Brasil pelo segundo mês consecutivo em setembro, à frente de Honda HR-V e Volkswagen T-Cross. Apesar dos danos estruturais no prédio, os equipamentos foram preservados. “As máquinas tiveram apenas danos superficiais. Vamos transferi-las para outro local, na mesma área da fábrica de Porto Feliz, para evitar novos riscosâ€, explicou Evandro Maggio, presidente da companhia. Maggio destacou que, apesar do impacto da tempestade, não houve fatalidades. A retomada das fábricas da Toyota ocorre em meio aos planos de expansão e investimento da companhia. Como já foi divulgado pelo g1, a expectativa é que a fábrica de Indaiatuba seja desativada até julho de 2026. Os carros que atualmente são produzidos em Indaiatuba passarão para uma nova unidade da marca, também localizada em Sorocaba. A fábrica, chamada de "Sorocaba 2", está em construção e será concluída no segundo semestre do ano que vem. Na fábrica de Sorocaba 1, são produzidos o Corolla Cross e o Yaris para exportação. O Yaris Cross, que ainda terá o lançamento anunciado pela Toyota (veja abaixo), também será fabricado lá. Fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) divulgação/Toyota
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05/01 - IPVA 2026: veja calendário de pagamento nos estados e no DF
Calendário do IPVA que pode ser pago em até 10 parcelas em 2026 em Roraima Secom-RR/Divulgação/Arquivo Os estados brasileiros e o Distrito Federal divulgaram como será a cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em 2026. Já estão disponíveis a agenda de pagamentos e as regras para que o motorista saiba se está na cota de isenção ou se recebe algum desconto no tributo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp 🚗 O g1 preparou uma lista com os calendários, alíquotas, descontos e formas de pagamento do tributo, obrigatório para a maioria dos veículos em circulação no país. Consulte abaixo o calendário do IPVA 2026 no seu estado. Para saber todos os detalhes do IPVA no seu estado, clique abaixo nas reportagens publicadas pelo g1 sobre o tema. IPVA no Acre IPVA de Alagoas IPVA de Amapá IPVA do Amazonas IPVA da Bahia IPVA do Ceará IPVA em Brasília (DF) IPVA no Espírito Santo IPVA de Goiás IPVA no Maranhão IPVA do Mato Grosso IPVA no Mato Grosso do Sul IPVA de Minas Gerais IPVA no Pará IPVA da Paraíba IPVA do Paraná IPVA de Pernambuco IPVA do Piauí IPVA do Rio de Janeiro IPVA do Rio Grande do Norte IPVA no Rio Grande do Sul IPVA de Rondônia IPVA de Roraima IPVA de Santa Catarina IPVA em São Paulo IPVA de Sergipe IPVA de Tocantins Veja os vídeos que estão em alta no g1 Tem dúvidas sobre o IPVA? Saiba mais nos tópicos abaixo. 📜 Como surgiu o IPVA? 📠Como o IPVA é calculado? 💸 Para onde vai o dinheiro do IPVA? 🚨 Sou obrigado a pagar o IPVA? Como surgiu o IPVA? O imposto foi criado em 1985 para substituir outro semelhante, chamado de Taxa Rodoviária Única (TRU). Mesmo com o IPVA sendo um tributo cobrado de todos os brasileiros com algum automóvel como ônibus, caminhão, moto ou carro, a forma como é recolhido e seu valor depende do estado de registro do bem. Quando lançado, o IPVA foi destinado para a manutenção e construção de rodovias e estradas espalhadas por todo Brasil. Volte ao índice. Como o IPVA é calculado? O cálculo do IPVA varia de estado para estado, com alíquotas de até 4%. Com ela em mãos, você precisa multiplicar pelo valor venal do automóvel, disponível em uma tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Vamos supor que a alíquota seja de 4% e será cobrada de um Volkswagen Polo 1.0 200 TSI Comfortline, que, segundo a tabela da Fipe, custa R$ 69.574 no modelo 2018. O IPVA para o carro será de R$ 2.782,96. Como o IPVA é calculado sobre o valor do automóvel, ele tende a ser maior para modelos novos, e diminui com o passar dos anos. O Polo do nosso exemplo, se for de 2022, já tem o tributo calculado para R$ 3.468,60. Uma picape Fiat Strada mais antiga, modelo Trekking 1.6 Flex CD, lançada em 2013, tem o IPVA de R$ 2.169,80. Volte ao índice. Para onde vai o dinheiro do IPVA? Todo imposto tem um objetivo ou é fatiado entre entidades do governo. Do total pago pelo contribuinte, o IPVA é distribuído da seguinte forma: Governo estadual: 40%; Governo municipal: 40%; Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb): 20%. Com esta divisão, já é possível entender que um quinto do valor do IPVA é utilizado com fonte importante para financiar projetos de educação pública. Atualmente, o uso estadual e municipal não está mais necessariamente ligado às rodovias. Cada um aponta o destino da verba como bem entender, como saúde, infraestrutura ou segurança. Em 2025, por exemplo, o estado de São Paulo destinou boa parte do IPVA para compensar obras de infraestrutura e melhoria na prestação de serviços públicos como os de saúde e educação. Volte ao índice. Sou obrigado a pagar o IPVA? Depende. Em quase todos os estados, veículos mais antigos passam a não pagar mais o IPVA, mas o período considerado varia. Porém, em dezembro de 2025, o Congresso Nacional promulgou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que isenta veículos fabricados a mais de 20 anos de pagar IPVA. A medida — que pode beneficiar até 7,7 milhões de veículos — tem como objetivo padronizar a possibilidade de isenção no pagamento do imposto entre todas as unidades federativas do país. Antes desta PEC, Santa Catarina apenas isentava veículos com 30 anos de fabricação. O caso mais extremo é de Pernambuco, que não isenta os automóveis com base na idade deles. Alguns estados isentam o IPVA de taxistas, ônibus, motocicletas, pessoas com deficiência e também automóveis elétricos ou híbridos. Em São Paulo, por exemplo, a frota de veículos ao final de 2025 era de 30,1 milhões de automóveis. Do total, 19,2 milhões estão sujeitos ao recolhimento do IPVA e 9,9 milhões são isentos por terem mais de 20 anos de fabricação. Além destes, no estado são isentos de pagamento do IPVA 1 milhão de veículos, como os de taxistas e pessoas com deficiência. As regras de isenção em SP incluem: Automóveis com ao menos 20 anos de fabricação; Motocicletas, ciclomotores e motonetas de até 150 cilindradas; Pessoas com deficiência física, sensorial, intelectual ou mental; Veículos híbridos movidos a etanol ou flex, além dos que utilizam hidrogênio como combustível, custando até R$ 250 mil; Automóveis registrados em igrejas e entidades sem fins lucrativos; Veículos oficiais; Taxistas; Ônibus e micro-ônibus urbanos. Volte ao índice.
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04/01 - Troca de óleo: posso mudar o tipo de lubrificante para economizar?
Óleo de motor Adobe Stock Trocar o óleo correto do seu carro, por um mais barato? Nem pensar! A montadora quando desenvolve o motor, determina qual é o tipo de oleo que vai atender às exigências de temperatura, folgas, rotação, entre outras. Se colocar óleo diferente do especificado pode causar borra, que entope os dutos de passagem de óleo e consequentemente o desgaste excessivo das peças móveis causando um prejuízo enorme, tanto financeiro quanto de tempo que o carro irá ficar parado para a realização da retífica do motor. Independentemente da quilometragem do carro o óleo deve atender as especificações técnicas indicadas pela montadora.É comum optar por um produto mais barato quando a grana está curta, certo? Ao invés de comprar o azeite da preferência, opta-se pelo que está na promoção. Ou então, no caso do veículo, se escolhe a palheta mais barata para o limpador de para-brisas. Segundo especialistas, a tática não é bem aplicada ao óleo lubrificante do motor. Os especialistas ouvidos pelo g1 e o manual do proprietário afirmam que não é indicado utilizar um óleo mais barato. "Trocar o óleo correto do seu carro, por um mais barato? Nem pensar", afirma Tenório Jr, reparador automotivo e proprietário da JR Automotiva. Segundo o especialista, "a montadora quando desenvolve o motor, determina qual é o tipo de óleo que vai atender às exigências de temperatura, folgas, rotação, entre outras questões. Se colocar um lubrificante diferente do especificado, pode causar borra, que é um problema que entope os dutos de passagem de óleo e, consequentemente, gerar desgaste excessivo das peças móveis". Assim, o prejuízo pode ser enorme, seja financeiro ou pelo tempo que o carro ficará parado para a retífica do motor. "Portanto, independentemente da quilometragem do carro, o óleo deve atender as especificações técnicas indicadas pela montadora", elucida o mecânico. Há, entretanto, um mito no mercado automotivo que diz que quanto mais velho o motor fica, mais espesso deve ser o óleo que ele utiliza. â–¶ï¸ Origem da dúvida: muitos consumidores acreditam que as peças do motor passam a ter folga com o tempo. Mas, se a manutenção for feita como se deve, no período adequado e com as peças devidas, as folgas serão irrelevantes e não vão exigir outro tipo de óleo. “É realmente um mito, porque tem que utilizar o mesmo tipo de óleo até o fim da vida do motor. Antigamente, os carros utilizavam óleos minerais ou semissintéticos para compensar o desgaste das peças internas do propulsor. Os desgastes e as folgas em anéis, pistões, camisas e bronzinas eram compensados por um óleo mais viscoso, mas é uma prática completamente erradaâ€, afirma Alexandre Dias, administrador e mecânico do Auto Center Guia Norte. “As montadoras testam os motores por milhares de quilômetros e elas não indicam que a troca seja feita com o passar dos anos. E nos motores modernos não aplica mais óleo semissintético; é só o sintético", continua o especialista. Para saber mais sobre os tipos de óleo e quando fazer a troca do fluido, o g1 reuniu dicas para que você escolha o melhor lubrificante para o seu carro ou moto. Confira o que você verá nesta reportagem: 📆 Quando trocar o óleo do carro? ðŸï¸ E o óleo para as motos? ðŸ›¢ï¸ Quais são os tipos de óleo? ✅ Qual óleo escolher? 💧 Viscosidade ⌠Pode misturar ou completar o óleo? 🆠Lubrificante mais caro é melhor? âš ï¸ Quais problemas o motor pode ter ao não utilizar o óleo correto? 📆 Quando trocar o óleo do carro? O melhor momento para a substituição do óleo é indicado no manual do proprietário. A maioria das montadoras disponibiliza uma versão na internet, caso o motorista tenha perdido o livro físico. De acordo com o manual consultado pelo g1, do Volkswagen Gol Last Edition, a troca de óleo deve ser feita a cada 10 mil quilômetros ou 12 meses, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Perdeu o manual do carro? É fácil encontrar na internet, como este do VW Gol Last Edition. Divulgação | Volkswagen Contudo, o manual ressalta que o motorista precisa checar “condições adversasâ€, que pedem uma troca preventiva. Veja abaixo a lista. Trânsito frequente (anda e para, tráfego urbano), em que o motor permanece um longo período em marcha lenta; 🚗🚙🚚🛻🚛💨 Trajetos curtos, abaixo de 8 km diários; Em situações de longa inatividade; Estradas ou vias ruins, com alto índice de poeira ou sem pavimentação; Em vias com índice elevado de partículas suspensas (em regiões de indústria de mineração, cimento e siderurgia, marmorarias e salinas); Trânsito com reboque ou rodagens com carga. “A principal orientação é se atentar ao momento da troca que é indicado pela fabricante. Existem casos de 5 mil km, 10 mil km, 15 mil km e por aí vai. Usualmente, se usa óleo para 10 mil km ou limite de 12 mesesâ€, diz Alexandre Dias, proprietário do Grupo Guia Norte Auto Center. ðŸï¸ E o óleo para as motos? Para motos, as trocas devem ser feitas em intervalos de quilometragem e tempo menores, como é o caso da Honda CG 160, a mais vendida do Brasil. A substituição, segundo a Honda, deve ser feita a cada 12 meses ou 6 mil km. Para a scooter Elite 125, no entanto, o serviço é exigido a cada 4 mil km. Desta forma, a orientação dos especialistas é a mesma: consultar o manual ou o site da montadora é imprescindível para não perder os prazos e a garantia. Picape e SUV são ofertados abaixo da tabela para renovar os estoques das lojas ðŸ›¢ï¸ Quais são os tipos de óleo? Antes de pensar em trocar o tipo de óleo do seu veículo, é preciso entender quais são as opções disponíveis no mercado. Afinal, essa é a primeira informação que o consumidor precisa saber antes de abrir a carteira. São três tipos: Minerais; Semissintéticos; Sintéticos. â–¶ï¸ Os minerais, normalmente mais baratos, são os lubrificantes que possuem menos tecnologia em sua formulação. Eles têm um preço menor, duram menos e são feitos para atender carros mais antigos. O óleo mineral 20W 50 é utilizado no Volkswagen Fusca, por exemplo. â–¶ï¸ Os semissintéticos também são conhecidos como “óleo compostoâ€, pois ficam entre o mineral e o sintético. Eles também carregam aditivos que ajudam a melhorar a performance dentro do motor, mas são mais acessíveis que os sintéticos. O Ford Escort 1.8 é um dos clássicos que utiliza a formulação semissintética com viscosidade 15W40. â–¶ï¸ Já o sintético é o mais desenvolvido e com total foco em desempenho, uma vez que carrega muito mais tecnologia que os outros dois, e é exigido pelos motores mais modernos. Todos os veículos que saem de fábrica atualmente utilizam essa composição, que é produzida para reduzir atrito, aumentar a eficiência no uso do combustível e diminuir a temperatura de trabalho do motor, entre outras funções, como evitar corrosão das peças internas. “Óleos lubrificantes não devem ser misturados, pois poderão perder suas características especialmente desenvolvidas para um determinado motorâ€, argumenta Bruno Santos, consultor técnico automotivo dos lubrificantes Mobil. “A formulação de um lubrificante é meticulosamente balanceada para atingir a alta performance e, por isso, não deve ser misturada com outros óleos.†✅ Qual óleo escolher? De volta ao manual do Volkswagen Gol Last Edition, é possível ver na imagem abaixo que o livro indica uma classe específica de óleo lubrificante para o veículo: “utilizar somente a especificação de óleo do motor expressamente aprovado pela Volkswagenâ€. Perda de garantia: usar óleo não recomendado Divulgação | Volkswagen Outro ponto importante, segundo Bruno Santos, da Mobil, é se atentar sempre a viscosidade e especificação técnica requeridas pelo manual do proprietário. “É fundamental que o lubrificante esteja de acordo com o exigido pelo fabricante do veículo, garantindo assim que ele foi aprovado pela utilização nesses modelosâ€, diz. A viscosidade, citada por Santos, está indicada em letras grandes na frente da embalagem, conforme indicado na imagem abaixo. A viscosidade está sempre indicada no frasco do lubrificante Imagem de internet De acordo com o especialista, a viscosidade ideal é definida pelo fabricante do veículo durante o desenvolvimento do motor. Cada propulsor pode exigir uma viscosidade diferente, dependendo do seu desempenho, para que a eficiência da sua fabricação seja maximizada. “Por isso, existem lubrificantes das mais variadas viscosidades para atender todos os tipos de motor. O que temos visto é o desenvolvimento de lubrificantes cada vez menos viscosos devido a busca por uma maior eficiência energética e economia de combustívelâ€, afirma o especialista. Essa fluidez do óleo é delimitada por números e letras, como no caso de 0W30, 10W40 ou 20W50. As siglas indicam a capacidade de escoamento no frio (W de “winterâ€, inverno em inglês) e em temperatura normal (sem o W). Os números são apenas apontamentos técnicos do quão “fino†ou “espesso†é o óleo nos dois cenários. Ainda de acordo com o manual do Gol Last Edition que utilizamos como exemplo, cada veículo possui uma norma específica para óleo. O do hatch é VW 508 88. Aparentemente, este código não significa muita coisa, mas é isso que indica que é o óleo correto para aquele carro. “Essa norma deve estar descrita na embalagem do lubrificanteâ€, aponta o livreto. A indicação da norma exigida pela montadora também aparece no rótulo Divulgação | Mobil 💧 Viscosidade O termo “viscosidade†se refere a resistência de um fluido ao escoamento. Em outras palavras, define se um líquido é “fino†ou “grossoâ€. Exemplo: ao virar um copo cheio de cabeça para baixo, a água escorre mais rápido do que o azeite. Esse mesmo critério é utilizado para estabelecer a fluidez de um óleo lubrificante automotivo. Utilizar um mais fino ou mais espesso que o indicado traz prejuízos ao propulsor, conforme explica o especialista da Mobil Bruno Santos. “Óleos mais grossos exigirão maior esforço do motor, enquanto óleos mais finos podem não fornecer a proteção necessária, ou seja, a lubrificação poderá ser comprometida.†⌠Pode misturar ou completar o óleo? Apesar de não ser ideal, existem alguns cenários nos quais é possível misturar óleos. A ressalva é que essa mistura só deve ocorrer em casos extremos. Ao misturar, é preciso utilizar apenas os óleos aprovados pela norma. Isso porque, segundo os especialistas, aditivos (composições químicas) presentes nos lubrificantes podem conflitar e, como veremos adiante, podem gerar um resultado não esperado. Abaixo, algumas funções dos aditivos: Anticorrosivos; Antioxidantes; Antiespumantes; Detergentes; Antidesgaste. “Não se deve misturar essas especificações nem as marcas, porque haverá incompatibilidade química que irá acarretar em perda da eficiência e até formação de borraâ€, explica Tenório Jr., proprietário da oficina JR Automotiva. Dias, do Grupo Guia Norte Auto Center, corrobora com a perspectiva de Tenório: “Ou se usa um sintético, ou um semissintético ou mineral. Às vezes o motor pode até funcionar, mas a longo prazo haverá uma baita dor de cabeça porque o motor certamente vai apresentar problemasâ€. Já para completar o óleo, é necessário ainda mais atenção. O manual indica: “se em situação de emergência não houver nenhum óleo de motor aprovado pela norma, provisoriamente pode-se utilizar outro óleo de motor. Porém, recomenda-se assim que possível procurar uma oficina para que a troca de óleo seja executada com óleo aprovadoâ€. Ou seja, se o carro parar na estrada e a única solução seja completar com o óleo que tiver à disposição para sair daquela situação de risco, o lubrificante pode ser utilizado. Mas é necessário fazer a troca o mais rápido possível para não danificar partes internas do motor. Completar o óleo nunca é indicado, exceto em situações de emergência Divulgação | Volkswagen 🆠Lubrificante mais caro é melhor? Não adianta comprar um lubrificante mais caro imaginando que os benefícios serão maiores. Os especialistas consultados pelo g1 afirmam que o que determina a qualidade de um lubrificante é a tecnologia embarcada em sua formulação, através de aplicação de aditivos, que vão fazer com que as especificações técnicas requeridas sejam atendidas. “Essa robustez técnica do lubrificante pode fazer com que ele fique mais caro. Entretanto, um determinado óleo caro pode não ser o ideal para aquele veículo. Existem diversos tipos de lubrificantes desenvolvidos para diferentes tipos de motor, portanto, é necessário avaliar os requerimentos técnicos indicadosâ€, orienta Santos, da Mobil. Dias, da oficina Guia Norte, diz que se engana quem acredita que óleos mais caros são melhores: “É mito porque não significa que óleo mais caro é o corretoâ€. “Às vezes, ele só tem preço mais elevado por ter mais tecnologia, mas nem sempre é aquilo que o motor pede. Isso quer dizer que o consumidor só estará gastando mais dinheiro sem necessidade, pois ele não estará resolvendo o problema do veículo.†Como saber se um carro passou por enchente? ⛓ï¸â€ðŸ’¥ Correia banhada a óleo O tema sobre a escolha do óleo correto merece um capítulo à parte. Nos carros mais modernos, com motores turbinados, é comum encontrar correia de comando do cabeçote banhada a óleo. Isso quer dizer que o mesmo óleo que lubrifica o motor também é responsável por manter o bom funcionamento desta correia. E é justamente a utilização do óleo correto que pode manter a vida útil dela, conforme indica o fabricante. “Esse tipo de correia dentada, banhada a óleo, fica na parte interna do propulsor e é preparada para trabalhar sendo lubrificada o tempo todo. O óleo errado estraga, diminui a durabilidade e ela pode até estourarâ€, explica Dias, do Guia Norte. Segundo Bruno Santos, da Mobil, correntes e correias banhadas a óleo são submetidas a uma oxidação ainda mais severa em relação à temperatura. Portanto, é ainda mais importante a utilização de um óleo de qualidade que atenda as especificações do fabricante do veículo. “É fundamental que o óleo seja compatível com o material da correia/corrente. Esses óleos são especialmente desenvolvidos para essa aplicação e passam por severos testes como o de compatibilidade com elastômeros [materiais que possuem propriedades elásticas]â€, diz ele. “O uso de um óleo inadequado pode corroer e danificar a corrente/correia, comprometendo sua vida útil, fazendo que seja necessária sua troca bem antes do determinado pelo fabricante do veículo.†De acordo com o reparador independente Tenório Jr., a conta pode ficar salgada quando o consumidor não se atenta às especificações exigidas no manual. “Já tive casos na minha oficina nos quais o consumidor utilizou o lubrificante errado e a correia foi simplesmente corroída pelo óleo. Aí a conta fica bem cara, porque quando a correia estoura, as movimentações de válvulas conflitam com a do pistão e uma peça se choca com a outra. Quando as peças colidem, o estrago é grandeâ€, diz ele. Alexandre Dias, da Guia Norte Auto Center, não se pode usar outro tipo de óleo em hipótese alguma. “Imagine o seguinte: se esse óleo não tem as moléculas específicas para banhar aquela correia; se ele oxida de uma forma mais rápida e agride as peças metálicas do motor, imagina o que ele fará com a borracha da correia, que é um material muito mais sensível. Por essa razão, tem que fazer a troca pelo lubrificante correto, específico para aquele carro.†Correia dentada banhada a óleo pode romper com o lubrificante errado Guia Norte âš ï¸ Quais problemas o motor pode ter ao não utilizar o óleo correto? Um óleo é resultado da parceria entre a fabricante do motor e a do lubrificante. Todas as especificações são determinadas por meio de milhares de testes, antes de aprovar uma fórmula ideal para um lubrificante. Portanto, um óleo equivocado, além de não cumprir a função exigida pela montadora, pode trazer consequências severas para o bolso do consumidor. “Existem diversos riscos que o uso de um óleo errado pode causar ao motor, como formação de borras e depósitos, desgaste excessivo de peças do motor, além do superaquecimento, podendo até fundir o motor. Existe ainda a questão ambiental, uma vez que o óleo inadequado pode gerar mais emissõesâ€, alega o consultor técnico automotivo da Mobil Bruno Santos. “Pode ser que não haja a lubrificação correta do motor inteiro porque o óleo não passa pelos orifícios por onde ele precisa penetrar. Isso pode ocasionar uma falta de lubrificação, desgaste das partes internas do motor e até o rompimento da correia dentadaâ€, finaliza Dias, da Guia Norte.
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03/01 - LISTA: veja os 10 carros que mais econômicos do Brasil em 2025, segundo o Inmetro
Veja os carros que menos consomem combustível no Brasil g1 O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro, mostra quais são os carros mais econômicos do Brasil no consumo de combustível. A última lista reúne 895 veículos homologados por 41 marcas, avaliados em testes de laboratório que analisam diversos critérios. Os testes seguem a norma ABNT NBR 7024, em vigor desde 1989 e atualizada periodicamente. A regra define que o consumo de combustível seja medido por ciclos de condução em dinamômetro de chassi, que simulam a circulação em trechos urbanos e rodoviários. 🚗 Nesta reportagem, o g1 lista os 10 carros mais econômicos do Brasil. âš ï¸ Na lista, foram considerados apenas veículos com motores a combustão, sem incluir híbridos ou elétricos. Além disso, nem todas as versões de um mesmo modelo apresentam o melhor desempenho em consumo. Veja os vídeos que estão em alta no g1 10. Peugeot 208 Peugeot 208 divulgação/Peugeot O Peugeot 208 não pode ser considerado um carro “beberrãoâ€, mas é o que apresenta o maior consumo de combustível desta lista. O hatch compacto se sai bem em trajetos urbanos, porém tem desempenho mais modesto na estrada. Motor: 1.0 flex; Câmbio: manual de cinco marchas; Gasolina: 13,6 km/l (cidade) e 15,3 km/l (estrada); Etanol: 9,5 km/l (cidade) e 10,8 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 105.990. 9. Hyundai HB20 Hyundai HB20 divulgação/Hyundai O hatch da Hyundai costuma disputar as primeiras posições entre os carros mais vendidos do Brasil, mas não apresenta o mesmo desempenho quando o assunto é economia de combustível: Motor: 1.0 flex; Câmbio: manual de cinco marchas; Gasolina: 13,3 km/l (cidade) e 15,4 km/l (estrada); Etanol: 9,9 km/l (cidade) e 10,7 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 95.190. 8. Hyundai HB20S Hyundai HB20S divulgação/Hyundai O HB20S é o modelo mais econômico da Hyundai, mas fica muito próximo da versão hatch, com a qual compartilha diversos componentes, como o motor: Motor: 1.0 flex; Câmbio: manual de cinco marchas; Gasolina: 13,4 km/l (cidade) e 15,4 km/l (estrada); Etanol: 9,7 km/l (cidade) e 10,9 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 104.290. 7. Honda City Honda City Hatch 2026 Fabio Tito/g1 O compacto City é o único representante da Honda neste ranking. Conhecido pelos bons índices de consumo, é o único modelo da lista com motor 1.5 e também o único equipado com câmbio CVT: Motor: 1.5 flex; Câmbio: automático do tipo CVT; Gasolina: 12,8 km/l (cidade) e 15,5 km/l (estrada); Etanol: 9,3 km/l (cidade) e 10,4 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 117.500. 6. Renault Kwid Renault Kwid Outsider 2025 divulgação/Renault O Renault Kwid disputa com o Fiat Mobi o posto de carro mais barato do Brasil, mas, quando o assunto é economia de combustível, o modelo francês é o que consome menos: Motor: 1.0 flex; Câmbio: manual de cinco marchas; Gasolina: 14,6 km/l (cidade) e 15,5 km/l (estrada); Etanol: 10,4 km/l (cidade) e 10,8 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 78.690. 5. Volkswagen Virtus Volkswagen Virtus divulgação/Volkswagen O Volkswagen Virtus ocupa a quinta colocação no ranking dos veículos considerados “inimigos do frentistaâ€: Motor: 1.0 flex; Câmbio: manual de seis marchas; Gasolina: 13,2 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada); Etanol: 9,2 km/l (cidade) e 11,2 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 110.990. 4. Fiat Cronos Fiat Cronos divulgação/Fiat O quarto carro com menor consumo de combustível do Brasil em 2025 é o Fiat Cronos. O modelo é a versão sedã do Argo e também o sedã mais econômico da lista: Motor: 1.0 aspirado flex; Câmbio: manual de cinco marchas; Gasolina: 13,4 km/l (cidade) e 15,9 km/l (estrada); Etanol: 9,7 km/l (cidade) e 11,2 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 107.990. 3. Volkswagen Polo Volkswagen Polo divulgação/Volkswagen O terceiro carro mais econômico do Brasil é da Volkswagen e também o veículo de passeio mais vendido do país, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Entre janeiro e novembro de 2025, foram 112.238 emplacamentos, e o hatch da marca tem: Motor: 1.0 turbo flex; Câmbio: manual de cinco marchas; Gasolina: 13,9 km/l (cidade) e 16,3 km/l (estrada); Etanol: 9,6 km/l (cidade) e 11,4 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 110.790. âš ï¸ Vale uma ressalva: o Volkswagen Polo, na versão Sense TSI, é o veículo automático mais econômico do Brasil. O câmbio, acoplado ao mesmo motor do modelo acima, apresenta o seguinte consumo: Gasolina: 13,1 km/l (cidade) e 16,1 km/l (estrada); Etanol: 9 km/l (cidade) e 11,1 km/l (estrada); 2. Chevrolet Onix Plus Chevrolet Onix Plus 2026 divulgação/Chevrolet O primeiro e o segundo lugar são praticamente o mesmo modelo: o Onix. Como utilizam o mesmo motor e câmbio, os números de consumo são muito semelhantes nas versões de entrada: Motor: 1.0 aspirado flex; Câmbio: manual de seis marchas; Gasolina: 13,9 km/l (cidade) e 17,4 km/l (estrada); Etanol: 9,7 km/l (cidade) e 12,2 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 106.990. 1. Chevrolet Onix Chevrolet Onix 2026 divulgação/GM Segundo o Inmetro, estes são os dados de consumo de combustível divulgados: Motor: 1.0 turbo flex; Câmbio: manual de seis marchas; Gasolina: 13,7 km/l (cidade) e 17,7 km/l (estrada); Etanol: 9,8 km/l (cidade) e 12,4 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 99.990.
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02/01 - Tesla deixa de ser maior fabricante de veículos elétricos do mundo, e BYD passa a ser líder
BYD supera Tesla em vendas no mundo A Tesla perdeu na sexta-feira (2) o posto de maior fabricante de veículos elétricos do mundo, com a redução nas vendas pelo segundo ano consecutivo. A marca sofre com a reação negativa de consumidores e forte concorrência internacional. A montadora do bilionário Elon Musk informou que entregou 1,64 milhão de veículos em 2025, uma queda de 9% em relação ao ano anterior. A chinesa BYD, que vendeu 2,26 milhões de veículos no ano passado, passou a liderar o ranking global de fabricantes de veículos elétricos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No quarto trimestre, as vendas da Tesla somaram 418.227 unidades, abaixo das 440 mil projetadas por analistas ouvidos pela FactSet. O resultado foi prejudicado pelo fim do crédito tributário de US$ 7.500, encerrado pelo governo Trump no fim de setembro. Ainda assim, as ações da Tesla operavam praticamente estáveis, a US$ 450,27, no início do pregão desta sexta-feira. Os acionistas ainda apostam que Musk conseguirá avançar em seus planos de posicionar a companhia como líder em inteligência artificial e estimular a adoção de robôs humanoides para tarefas básicas em casas e escritórios. Refletindo esse otimismo, a ação encerrou 2025 com alta de cerca de 11%. O trimestre mais recente marcou o início das vendas das versões mais baratas do Model Y e do Model 3, apresentadas por Musk no começo de outubro como parte de um esforço para impulsionar a demanda. O novo Model Y custa pouco menos de US$ 40 mil, enquanto o Model 3 mais acessível sai por menos de US$ 37 mil. Essas versões devem ajudar a Tesla a competir com modelos chineses na Europa e na Ãsia. Em grande parte, os investidores minimizaram os números mais fracos e passaram a focar a estratégia de Musk em outras áreas do negócio. Musk tem afirmado que a queda nas vendas de veículos é menos relevante neste momento, já que o futuro da empresa estaria mais ligado ao serviço de robotáxis sem motorista, ao negócio de armazenamento de energia e ao desenvolvimento de robôs para uso doméstico e industrial. Para os resultados do quarto trimestre, que serão divulgados no fim de janeiro, analistas esperam queda de 3% nas vendas e recuo de quase 40% no lucro por ação, segundo a FactSet. A expectativa é que a tendência negativa comece a se reverter ao longo de 2026. Nesse contexto, os diretores da Tesla aprovaram para Musk um bônus potencialmente elevado na assembleia anual realizada em novembro. Musk, já o homem mais rico do mundo, obteve outro ganho relevante há duas semanas, quando a Suprema Corte de Delaware reverteu uma decisão que o havia privado de um pacote de remuneração de US$ 55 bilhões concedido pela Tesla em 2018. Modelo do Tesla Cybertruck elétrico Divulgação/Tesla
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01/01 - Registro, placa e CNH: novas regras para ciclomotores entram em vigor; veja o que mudou
Registro, placa e CNH: novas regras para ciclomotores entram em vigor; veja o que mudou A partir desta quinta-feira (1º), passam a valer as novas regras de registro para ciclomotores. Rodar sem documentação é infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e retenção do veículo. (veja as infrações abaixo) As normas fazem parte de uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), aprovada em junho de 2023, que estabelece o regras para os ciclomotores e equipamentos de segurança. A exigência de registro vale para todo o Brasil, mas o procedimento é realizado pelos Detrans estaduais e o processo pode variar conforme o local. É considerado um ciclomotor o veículo de duas ou três rodas que tenha: Motor a combustão interna de até 50 cilindradas (as chamadas “cinquentinhasâ€); Ou motor elétrico com potência máxima de 4 kW; Velocidade final limitada a 50 km/h. Se o veículo excede esses limites, passa automaticamente a ser classificado como motocicleta ou motoneta, categorias que possuem outras regras. Entre as mudanças, as novas regras passam a exigir: CNH nas categorias A (motos) ou ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor); Uso de capacete; e Emplacamento. Cada estado pode regular de acordo com suas necessidades. Em alguns estados, como o Mato Grosso, existe até mesmo a previsão de pagamento do IPVA para estes veículos — com alíquota de 1% para os ciclomotores. Bicicletas elétricas e veículos autopropelidos também ganharam novas regras a partir deste ano. (veja no infográfico abaixo) Novas regras para ciclomotores entram em vigor em 2026 arte/g1 O que são bicicleta, bicicleta elétrica, ciclomotor e autopropelido? Segundo as novas regras, estes são os aspectos que definem uma bicicleta: Veículo de propulsão humana; Dotado de duas rodas. Estas são as definições para um veículo autopropelido: Equipamento com uma ou mais rodas; Pode ter, ou não, sistema automático de equilíbrio; Tem motor de, no máximo, 1 kW (1.000 watts); Velocidade máxima de fabricação em 32 km/h; Largura não superior a 70 cm; Distância entre eixos de até 130 cm. Já para bicicleta elétrica, estas são as definições que caracterizam o veículo: Veículos de propulsão humana; Com duas rodas; Motor auxiliar de propulsão de, no máximo, 1 kW (1.000 watts); Motor só pode funcionar quando o usuário pedala; Não pode ter acelerador; Velocidade máxima de propulsão em 32 km/h. Existem exceções às novas regras? Sim, segundo a resolução do Contran, estão isentos das novas regras os veículos: Veículos de uso exclusivo fora de estrada; Veículos de competição; Equipamentos destinados à locomoção de pessoas com deficiência ou com comprometimento de mobilidade; Ciclomotor pode levar multa? A resolução prevê que o ciclomotor pode ser multado se: Transitar em local não permitido: infração média, multa de R$ 130,16 e 4 pontos na CNH; Transitar em calçadas, passeios, ciclovias, exceto nos casos autorizados pela autoridade de trânsito: infração gravíssima, multa de R$ 880,41 e 7 pontos na CNH; Veículo for conduzido sem placa de identificação: infração gravíssima, multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH; Conduzir veículo que não esteja registrado e licenciado: infração gravíssima, multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH; Quando conduzir ciclomotor sem o uso de capacete ou transportar passageiro sem o uso do capacete: infração gravíssima, multa de R$ 293,47, 7 pontos na CNH e suspensão da CNH; Quando transitar com ciclomotores nas vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas de rolamento próprias: infração gravíssima, multa de R$ 293,47, 7 pontos na CNH. Patinetes, monociclos, bicicletas elétricas, pequenas motos e ciclomotores são veículos de micromobilidade. Raoni Alves / g1 Rio Como funciona o registro dos ciclomotores Na maior parte do país, o processo de registro dos ciclomotores inicia de forma online pelo site do Detran. Porém, a etapa final é presencial e o proprietário deve apresentar: Nota fiscal do veículo ou declaração de procedência, constando a informação sobre a potência do motor; Documento de identificação do proprietário com Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou Cadastro Nacional de Pessoa Física (CNPJ) e documentos do representante legal; Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito (CAT); Código específico de marca, modelo e versão; Laudo de vistoria, com número de motor. âš ï¸ IMPORTANTE: Para veículos fabricados ou importados após 3 de julho de 2023, o fabricante é o responsável pela emissão do CAT e pelo código específico de marca, modelo e versão. Nos modelos fabricados ou importados antes, pode haver ausência desse código. Caso o código não esteja disponível, é preciso consultar o Detran do seu estado para regularizar o veículo.
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27/12 - Changan CS75 Plus é flagrado em testes em São Paulo
Changan CS75 Plus é flagrado em testes em São Paulo Depois do flagra de um Changan Uni-T camuflado em Santos (SP), outro SUV da marca chinesa foi visto, agora em São Paulo (SP): o CS75 Plus. O utilitário é um crossover espaçoso, com 4,7 metros de comprimento e 2,8 metros de entre-eixos. As dimensões colocam o modelo próximo de outros SUVs de sete lugares já vendidos no Brasil, como Chery Tiggo 8 e Jeep Commander. Changan CS75 Plus em testes em São Paulo (SP) Raphael Martins/g1 ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Mesmo competindo com SUVs de sete lugares, o Changan CS75 Plus acomoda cinco ocupantes, o que favorece o espaço para as pernas e aumenta a capacidade do porta-malas. Por fora, é possível identificar elementos que indicam forte semelhança deste camuflado com o Changan CS75 Plus: Changan CS75 Plus Raphael Martins/g1 Grade frontal com entrada de ar em formato de “Vâ€; Luz de rodagem diurna (DRL) horizontal, com leve recorte vertical próximo à caixa de roda; Faróis posicionados entre as DRLs; Rodas com desenho que parte de aros mais espessos e afina em direção aos parafusos centrais; Aerofólio traseiro com vinco central em “Vâ€; Lanternas traseiras com assinatura própria. Sob o capô, o CS75 Plus se diferencia dos modelos exibidos pela Caoa Changan no Salão do Automóvel de São Paulo. A razão está no conjunto mecânico: um motor a combustão, sem qualquer eletrificação. O modelo utiliza um motor 1.5 turbo a gasolina de quatro cilindros, que entrega 192 cv e 31,6 kgfm de torque, ligado a um câmbio automático de oito marchas. Por dentro, o CS75 Plus segue a linha aplicada por outras marcas chinesas em modelos eletrificados, com uso de materiais macios ao toque e visual minimalista, que esconde comandos do ar-condicionado, seletor de câmbio e até as portas USB. Changan CS75 Plus divulgação/Changan Se por um lado parte dos comandos fica oculta, por outro o conforto recebe destaque em recursos bastante visíveis como: Ventilação e aquecimento nos bancos dianteiros; Apoio para os pés do passageiro da primeira fileira; Encostos de cabeça anatômicos para todos os ocupantes; Ajustes elétricos e função de massagem nos bancos frontais; Central multimídia de 10,25 polegadas e tela secundária para o passageiro, de 12,3 polegadas; Sistema de estacionamento autônomo, capaz de operar mesmo com o motorista fora do carro. Changan CS75 Plus divulgação/Changan Quem é Changan? A Changan não é nova no Brasil. A marca vendeu veículos comerciais leves entre 2006 e 2016, então sob o nome Chana Motors. Em 2011, adotou o nome Changan, antes de encerrar suas atividades no país. O retorno da marca já vinha sendo especulado no mercado, e modelos da empresa foram flagrados em testes antes da confirmação, feita durante o Salão do Automóvel de São Paulo. Apesar de compartilhar o prefixo Caoa, a nova marca atuará no Brasil junto da Caoa Chery. As duas dividirão o pavilhão de exposições do Salão do Automóvel, cada uma com seu próprio espaço, separados pelo estande da Honda. Ainda não foram divulgados muitos detalhes sobre os primeiros carros, mas dois modelos subiram ao palco do Salão: Avatr 11 e 12. O primeiro é um SUV cupê urbano e luxuoso, enquanto o segundo é um sedã cupê com apelo mais esportivo, mas sem abandonar o requinte. Para o Brasil, o único modelo com dados divulgados pela Changan foi o Avatr 11. Ele utiliza um conjunto elétrico com tração traseira que entrega 308 cv de potência e alcança até 730 km de autonomia com uma carga — segundo o ciclo chinês, sempre mais generoso que o Inmetro com os números. Changan Avatr 11 Vinicius Montoia | g1 A marca também confirmou que o modelo oferece diversos assistentes de condução, como: Piloto automático adaptativo; Frenagem automática de emergência; Assistente de permanência em faixa. A Caoa Changan ainda não divulgou planos concretos para o lançamento dos veículos, nem informou se eles serão produzidos no Brasil ou se chegarão ao país apenas por importação. Na China e em outros mercados, a Changan oferece não só carros elétricos, mas também modelos a combustão, híbridos e veículos alimentados apenas por bateria para mover as rodas. Para além da parceria com a Changan, a Caoa possui uma fábrica no Brasil. A planta fica em Anápolis (GO) e foi inaugurada em 2007. De lá saem os modelos produzidos para com a também chinesa Chery, como os SUVs das linhas Tiggo 5, 7 e 8.
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23/12 - Preço freou eletrificação da Volkswagen no Brasil, afirma presidente: 'Se eu começar a eletrificar, quanto fica a mais?'
Presidente da Volkswagen explica como será a introdução dos eletrificados da marca no país Em entrevista exclusiva ao g1, Ciro Possobom, presidente da Volkswagen, apontou o custo elevado como principal motivo para o atraso da eletrificação da marca. “O Tera, que hoje tem preço médio de R$ 120 mil, hoje ele não é eletrificado. Se eu começar a eletrificar ele, quanto fica a mais? Um híbrido leve vai custar R$ 10 mil a mais, se eu colocar um híbrido, vai para R$ 30 mil ou R$ 40 mil a maisâ€, disse o executivo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp “Um cliente de R$ 120 mil não é o mesmo de R$ 160 mil. Então eu tenho que ter muito cuidado quando você adota algumas tecnologias, para talvez não desposicionar e o brasileiro não conseguir pagarâ€, complementou. Concorrentes como a Fiat já lançaram sistemas híbridos leves em modelos mais simples, como Pulse e Fastback, enquanto Toyota, Ford e Honda adotam soluções de eletrificação mais avançadas no Brasil — a Toyota, inclusive, oferece um híbrido flex desde 2019, com o sedã Corolla. Isso sem contar as marcas chinesas, que chegaram com força, já focadas em modelos eletrificados. A presença é tão grande que a participação de veículos importados emplacados neste ano se aproxima de 20%. Três anos atrás, era de apenas 13%, segundo dados da Anfavea. Quem procura carros elétricos ou híbridos não encontra hoje uma opção da Volkswagen para compra no Brasil. Os únicos modelos eletrificados da marca são dois 100% elétricos — ID.4 e ID.Buzz — oferecidos apenas por assinatura. Em relação à eletrificação nos próximos anos, a Volkswagen prometeu que todos os lançamentos de 2026 terão ao menos uma versão eletrificada. "A gente anunciou algumas semanas atrás a entrada realmente da Volkswagen na eletrificação, com mais força. Então, todos os carros produzidos que nós vamos lançar a partir de 2026 vão ter algum tipo de eletrificação", diz Possobom, mencionando um empréstimo de R$ 2,3 bilhões contratado no BNDES justamente para acelerar o processo. Possobom destacou sobretudo os híbridos flex e justificou a escolha pelo tamanho do país e pelo modo como o brasileiro utiliza o carro. “O brasileiro anda muito de carro, são 13 mil ou 15 mil km por ano. Ele pega o carro, vai para a praia, coloca a família. (...) Então, um híbrido leve, um HEV (híbrido pleno) e um plug-in hybrid estão dentro das soluções, também como carros elétricos. A gente tem vários carros sensacionais elétricos lá fora que também poderia fazer aquiâ€, diz. O presidente da Volkswagen também mencionou que, a exemplo de Chevrolet e Stellantis, poderia trazer ao Brasil carros elétricos produzidos na China, mas prefere fabricar aqui, com tecnologias voltadas ao mercado nacional. “O brasileiro, ele tem um comportamento. Ele precisa ficar anos com o carro. Tem que cuidar muito com o valor residual desse carro. Como é que vai estar essa tecnologia daqui a 3, 4 anos? Então, a gente acredita que a solução de híbridos é a melhor solução aqui para o brasileiroâ€, comentou Possobom. Veja abaixo a íntegra da entrevista de Ciro Possobom ao g1. g1 Carros entrevista Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil A seguir, clique nos links para assistir aos cortes com os principais destaques. Volkswagen celebra Tera e terá eletrificação de peso em 2026 Quando se percebe o potencial de um sucesso Brasileiro prefere SUV, mas hatch é importante O que faria o mercado automotivo deslanchar O que a Volkswagen precisaria para voltar ao Salão do Automóvel Volkswagen celebra Tera A Volkswagen voltou a viver um bom momento. Em apresentação recente a jornalistas, a montadora alemã comemorou um crescimento de 18% nas vendas na América Latina. É verdade que o avanço ocorre após dois anos de queda, mas a empresa aposta em seu principal acerto de 2025 para manter uma boa trajetória no próximo ano. O Volkswagen Tera, desenvolvido pela unidade brasileira da empresa, foi lançado em meados deste ano e já lidera entre os SUVs mais emplacados do país. Segundo a marca, foram 60 mil unidades vendidas, somando mercado interno e exportações para países vizinhos. O presidente da Volkswagen do Brasil, Ciro Possobom, evita afirmar que o Tera é o grande marco de sua gestão, iniciada há seis anos. Ainda assim, não perde a oportunidade de destacar que, no dia do lançamento, o SUV que acompanhou desde a concepção esgotou três meses de produção em menos de uma hora. "Comentei ano passado para a turma: 'Pessoal, eu quero esse carro realmente que seja um ícone'. (...) Acertamos a campanha, acertamos a comunicação dele, acertamos no marketing, na maneira de vender", diz Possobom. O Tera é certamente o ponto mais positivo dos R$ 20 bilhões em investimentos anunciados pela marca para a América Latina. Quando se percebe o potencial de um sucesso Presidente da Volkswagen conta como percebeu que o Tera seria um sucesso Constatar o sucesso de um novo modelo não acontece da noite para o dia. O desenvolvimento de um carro começa muito antes. Possobom explica que, em geral, são necessários cerca de cinco anos de planejamento, testes e ajustes até que o veículo ganhe forma. O potencial de sucesso — ou de fracasso — do carro só surge mais adiante, quando o projeto está concluído e decisões como design, estofamento, motor e formato dos bancos já foram tomadas. Segundo ele, essa percepção costuma aparecer entre três e seis meses antes do lançamento. “Quando realmente ele aparece para o grande público e começa a ver a percepção que a gente tem, do tamanho do potencial do carroâ€, disse o executivo. Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 No caso do Tera, o modelo “apareceu†pela primeira vez em setembro de 2024, em um teaser no Rock in Rio, nove meses antes do lançamento. Em março, a três meses da estreia, o carro foi apresentado integralmente no Rio de Janeiro, durante o carnaval. Foi nesse intervalo que o Tera despertou o interesse do público e resultou na venda de 12.200 unidades em menos de uma hora, quando as encomendas foram abertas. Os pedidos precisaram ser encerrados devido ao limite de produção da fábrica de Taubaté (SP). O modelo divide a linha de montagem com o Polo. A planta já produziu outros veículos bastante conhecidos da Volks, como Gol, Voyage, Passat, Saveiro, Parati e Up. Brasileiro prefere SUV, mas hatch é importante Presidente da Volkswagen diz que brasileiro prefere SUV, mas hatch ainda é importante Os brasileiros compram mais SUVs zero quilômetro do que hatches desde 2020. Hoje, os utilitários respondem por 54% dos veículos emplacados, enquanto os hatches representam 24,6% das vendas. O movimento aparece dentro da própria Volkswagen, que oferece: Seis SUVs: Tera, Nivus, T-Cross, Taos, Tiguan e ID.4 (para aluguel) Dois hatches: Polo e Golf GTI Duas picapes: Saveiro e Amarok Uma minivan: ID.Buzz (também para aluguel) Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 Em outras palavras, há três vezes mais opções de SUVs do que de hatches. E entre estes está o Golf GTI, que parte de R$ 430 mil e não é um veículo de grande volume. Mesmo assim, o presidente da Volkswagen não acredita que o mercado de hatches esteja em declínio. “O SUV, ele [o público brasileiro] realmente prefere mais, mas não quer dizer que o hatch não é importanteâ€, afirma o executivo. Mas é preciso reconhecer que a troca já está em curso. À medida que o Tera ganhou espaço entre os emplacamentos, o Polo perdeu ritmo. O SUV já vende mais que o hatch, em um ano em que se esperava até que o Polo pudesse se tornar o veículo mais vendido do Brasil, superando a Fiat Strada. O que faria o mercado automotivo deslanchar Presidente da Volkswagen comenta sobre o que faria o mercado automotivo deslanchar O mercado de automóveis deve encerrar 2025 com 2,55 milhões de veículos zero quilômetro emplacados, um avanço de 3% em relação ao ano anterior, segundo a Fenabrave. O número é expressivo, mas a estimativa já foi maior. A projeção inicial era de 2,6 milhões de emplacamentos, o que representaria alta de 5%. A revisão ocorreu em outubro, quando a entidade atualizou suas expectativas. Ciro Possobom aponta três fatores que poderiam ter levado o índice além do resultado modesto, de um dígito: juros mais baixos, maior produção nacional e regulamentação mais flexível. “Um ponto é a parte de juros. Eu acho que é importante. É o primeiro ponto que poderia realmente ajudar bastante aliâ€, disse o executivo. Atualmente a taxa de juros Selic está em 15% e permanece assim desde junho deste ano. Há, porém, previsão de queda. A edição mais recente do Boletim Focus indica que o Brasil deve encerrar 2026 com a taxa próxima de 12%. Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 Além dos juros, ele acredita que ampliar a produção nacional de veículos também seria decisivo para impulsionar o crescimento do mercado. “Se a gente produz na região, sei lá, 600 mil carros, por exemplo, se eu pudesse produzir 700 mil ou 800 mil carros, com certeza, o meu custo barataria. A indústria precisa se fortalecer, precisa de mais massa de produção. Isso ajudaria a ter o carro mais competitivoâ€, afirma. Possobom também afirma que a legislação de emissão de poluentes no Brasil é mais “pesada do que a própria Europa, os próprios Estados Unidosâ€. “Quando você faz um PL 7, um PL 8, você coloca mais custo naquele carro. Então, são investimentos de centenas de milhões e um custo por unidade também aliâ€, explica. O PL 8 é a fase mais recente do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, em vigor desde o início de 2025, com etapas que serão implementadas gradualmente até 2029. Entre as exigências estão limites menores de emissões e a adoção de tecnologias para capturar vapores de combustível durante o abastecimento, evitando que esses gases sejam liberados na atmosfera. O que a Volkswagen precisaria para voltar ao Salão do Automóvel Presidente da Volkswagen explica por que ficou de fora do Salão do Automóvel O Salão do Automóvel de São Paulo voltou a ser realizado após sete anos de hiato, mas marcas de peso como Volkswagen, Chevrolet, Ford, Audi, BMW e Mercedes decidiram não participar, desfalcando o retorno do evento. Quem dominou os estandes foram as fabricantes chinesas, em um salão de proporções mais modestas. Ciro Possobom não se mostrou arrependido de ficar de fora. Ele menciona as inúmeras ativações de marketing da Volkswagen no ano e afirma que a empresa pode considerar voltar ao evento em 2027 caso ele seja mais “forteâ€. “Salão forte para mim é com presença de todas as marcas, né? Então, acho que é isso que é importante, né? Tiveram marcas importantes lá, mas muita gente ficou de fora. Vamos torcer que a gente consiga fazer um salão bacana, bem melhor em 2027â€, revelou o executivo. O formato pouco inovador também não agradou. “Acho que pode ser maior. A gente participou de alguns eventos na Europa que são diferentes, diferentes formatos de salão, aberto ao público, em praçasâ€, disse. “Acho que ficar naquele modelo do salão de galpão fechado, com cada um num canto, talvez não seja o que o público queiraâ€, avalia.
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21/12 - Retorno da Volkswagen ao Salão do Automóvel depende de um evento mais ‘forte’, diz presidente
Presidente da Volkswagen explica por que ficou de fora do Salão do Automóvel Em entrevista exclusiva ao g1 Ciro Possobom, presidente da Volkswagen, afirmou não estar arrependido de ter ficado de fora do Salão do Automóvel de São Paulo, que voltou a ser realizado após sete anos de hiato. Segundo o executivo, o formato do evento e a ausência de concorrentes de peso pesaram na decisão de não participar. Para ele, o conjunto de ausências impediu que o salão tivesse a força desejada. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp “Salão forte para mim é com presença de todas as marcas, né? Então, acho que é isso que é importante, né? Tiveram marcas importantes lá, mas muita gente ficou de fora", revelou o executivo. Segundo Possobom, um salão mais “forte†pode levar a empresa a considerar um retorno ao evento em 2027. O formato pouco inovador também não agradou, especialmente por conta dos estandes menores. “Acho que pode ser maior. A gente participou de alguns eventos na Europa que são diferentes, diferentes formatos de salão, aberto ao público, em praças. Acho que ficar naquele modelo do salão de galpão fechado, com cada um num canto, talvez não seja o que o público queiraâ€, avalia. Além da Volkswagen, outras marcas também ficaram de fora do evento em 2025, como: Audi; BMW; Chevrolet; Ford; Jaguar; Land Rover; Mercedes; Nissan; Porsche; Volvo. Veja abaixo a íntegra da entrevista de Ciro Possobom ao g1. g1 Carros entrevista Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil A seguir, clique nos links para assistir aos cortes com os principais destaques. Quando se percebe o potencial de um sucesso Brasileiro prefere SUV, mas hatch é importante O que empacou a eletrificação da Volkswagen O que faria o mercado automotivo deslanchar Quando se percebe o potencial de um sucesso Presidente da Volkswagen conta como percebeu que o Tera seria um sucesso Constatar o sucesso de um novo modelo não acontece da noite para o dia. O desenvolvimento de um carro começa muito antes. Possobom explica que, em geral, são necessários cerca de cinco anos de planejamento, testes e ajustes até que o veículo ganhe forma. O potencial de sucesso — ou de fracasso — do carro só surge mais adiante, quando o projeto está concluído e decisões como design, estofamento, motor e formato dos bancos já foram tomadas. Segundo ele, essa percepção costuma aparecer entre três e seis meses antes do lançamento. “Quando realmente ele aparece para o grande público e começa a ver a percepção que a gente tem, do tamanho do potencial do carroâ€, disse o executivo. Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 No caso do Tera, o modelo “apareceu†pela primeira vez em setembro de 2024, em um teaser no Rock in Rio, nove meses antes do lançamento. Em março, a três meses da estreia, o carro foi apresentado integralmente no Rio de Janeiro, durante o carnaval. Foi nesse intervalo que o Tera despertou o interesse do público e resultou na venda de 12.200 unidades em menos de uma hora, quando as encomendas foram abertas. Os pedidos precisaram ser encerrados devido ao limite de produção da fábrica de Taubaté (SP). O modelo divide a linha de montagem com o Polo. A planta já produziu outros veículos bastante conhecidos da Volks, como Gol, Voyage, Passat, Saveiro, Parati e Up. Brasileiro prefere SUV, mas hatch é importante Presidente da Volkswagen diz que brasileiro prefere SUV, mas hatch ainda é importante Os brasileiros compram mais SUVs zero quilômetro do que hatches desde 2020. Hoje, os utilitários respondem por 54% dos veículos emplacados, enquanto os hatches representam 24,6% das vendas. O movimento aparece dentro da própria Volkswagen, que oferece: Seis SUVs: Tera, Nivus, T-Cross, Taos, Tiguan e ID.4 (para aluguel) Dois hatches: Polo e Golf GTI Duas picapes: Saveiro e Amarok Uma minivan: ID.Buzz (também para aluguel) Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 Em outras palavras, há três vezes mais opções de SUVs do que de hatches. E entre estes está o Golf GTI, que parte de R$ 430 mil e não é um veículo de grande volume. Mesmo assim, o presidente da Volkswagen não acredita que o mercado de hatches esteja em declínio. “O SUV, ele [o público brasileiro] realmente prefere mais, mas não quer dizer que o hatch não é importanteâ€, afirma o executivo. Mas é preciso reconhecer que a troca já está em curso. À medida que o Tera ganhou espaço entre os emplacamentos, o Polo perdeu ritmo. O SUV já vende mais que o hatch, em um ano em que se esperava até que o Polo pudesse se tornar o veículo mais vendido do Brasil, superando a Fiat Strada. O que empacou a eletrificação da Volkswagen Presidente da Volkswagen explica como será a introdução dos eletrificados da marca no país Quem procura carros elétricos ou híbridos não encontra hoje uma opção da Volkswagen para compra no Brasil. Os únicos modelos eletrificados da marca são dois 100% elétricos — ID.4 e ID.Buzz — oferecidos apenas por assinatura. O cenário contrasta com o de concorrentes como Chevrolet, Toyota, Honda, Fiat, Peugeot e Hyundai, além das marcas chinesas BYD, GWM, MG e Zeekr, que já oferecem modelos eletrificados no país. Segundo Ciro Possobom, eletrificar a linha atual encareceria os veículos, e esse foi um fator decisivo para a estratégia de limitar, por ora, a oferta de modelos com bateria de alta tensão. “O Tera, que hoje tem preço médio de R$ 120 mil, hoje ele não é eletrificado. Se eu começar a eletrificar ele, quanto fica a mais? Um híbrido leve vai custar R$ 10 mil a mais, se eu colocar um híbrido, vai para R$ 30 mil ou R$ 40 mil a maisâ€, disse o executivo. “Um cliente de R$ 120 mil não é o mesmo de R$ 160 mil. Então eu tenho que ter muito cuidado quando você adota algumas tecnologias, para talvez não desposicionar e o brasileiro não conseguir pagarâ€, complementou. Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 Em relação à eletrificação nos próximos anos, a Volkswagen prometeu que todos os lançamentos de 2026 terão ao menos uma versão eletrificada. Possobom destacou sobretudo os híbridos flex e justificou a escolha pelo tamanho do país e pelo modo como o brasileiro utiliza o carro. “O brasileiro anda muito de carro, são 13 mil ou 15 mil km por ano. Ele pega o carro, vai para a praia, coloca a família. (...) Então, um híbrido leve, um HEV (híbrido pleno) e um plug-in hybrid estão dentro das soluções, também como carros elétricos. A gente tem vários carros sensacionais elétricos lá fora que também poderia fazer aquiâ€, diz. O presidente da Volkswagen também mencionou que, a exemplo de Chevrolet e Stellantis, poderia trazer ao Brasil carros elétricos produzidos na China, mas prefere fabricar aqui, com tecnologias voltadas ao mercado nacional. “O brasileiro, ele tem um comportamento. Ele precisa ficar anos com o carro. Tem que cuidar muito com o valor residual desse carro. Como é que vai estar essa tecnologia daqui a 3, 4 anos? Então, a gente acredita que a solução de híbridos é a melhor solução aqui para o brasileiroâ€, comentou Possobom. O que faria o mercado automotivo deslanchar Presidente da Volkswagen comenta sobre o que faria o mercado automotivo deslanchar O mercado de automóveis deve encerrar 2025 com 2,55 milhões de veículos zero quilômetro emplacados, um avanço de 3% em relação ao ano anterior, segundo a Fenabrave. O número é expressivo, mas a estimativa já foi maior. A projeção inicial era de 2,6 milhões de emplacamentos, o que representaria alta de 5%. A revisão ocorreu em outubro, quando a entidade atualizou suas expectativas. Ciro Possobom aponta três fatores que poderiam ter levado o índice além do resultado modesto, de um dígito: juros mais baixos, maior produção nacional e regulamentação mais flexível. “Um ponto é a parte de juros. Eu acho que é importante. É o primeiro ponto que poderia realmente ajudar bastante aliâ€, disse o executivo. Atualmente a taxa de juros Selic está em 15% e permanece assim desde junho deste ano. Há, porém, previsão de queda. A edição mais recente do Boletim Focus indica que o Brasil deve encerrar 2026 com a taxa próxima de 12%. Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 Além dos juros, ele acredita que ampliar a produção nacional de veículos também seria decisivo para impulsionar o crescimento do mercado. “Se a gente produz na região, sei lá, 600 mil carros, por exemplo, se eu pudesse produzir 700 mil ou 800 mil carros, com certeza, o meu custo barataria. A indústria precisa se fortalecer, precisa de mais massa de produção. Isso ajudaria a ter o carro mais competitivoâ€, afirma. Possobom também afirma que a legislação de emissão de poluentes no Brasil é mais “pesada do que a própria Europa, os próprios Estados Unidosâ€. “Quando você faz um PL 7, um PL 8, você coloca mais custo naquele carro. Então, são investimentos de centenas de milhões e um custo por unidade também aliâ€, explica. O PL 8 é a fase mais recente do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, em vigor desde o início de 2025, com etapas que serão implementadas gradualmente até 2029. Entre as exigências estão limites menores de emissões e a adoção de tecnologias para capturar vapores de combustível durante o abastecimento, evitando que esses gases sejam liberados na atmosfera.
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18/12 - BYD em Camaçari (BA): veja como o talento baiano está movendo o futuro
BYD em Camaçari (BA): movendo o futuro. Quando decidiu desembarcar no Brasil, a BYD iniciou uma transformação no setor automotivo, e intensificou ainda mais esse movimento desde que os portões da nova fábrica em Camaçari (BA) foram abertos. Com o talento baiano movendo o futuro, a greentech avança na eletrificação do mercado em toda a América Latina com sua linha de veículos 100% elétricos e híbridos (assista ao vídeo). Quem vive o dia a dia na empresa percebe as mudanças após o aumento gradual das operações, iniciadas em 2024. Com o incremento da produção local, a expectativa é impactar cada vez mais o setor, a vida das pessoas e toda a região próxima à fábrica. “A indústria automotiva com a BYD promove também oportunidades para os trabalhos indiretos. Então, o que é iniciado na BYD tende a se multiplicar em forma exponencialâ€, destaca o gerente de compras da greentech, Rafael Galvão. Fábrica da BYD em Camaçari (BA) oferece oportunidade aos moradores. Reprodução Vice-presidente sênior da BYD Brasil, Alexandre Baldy vê um sentimento profundo quando fala da relação da empresa com Camaçari (BA), considerando o que já foi feito e o que vem pela frente. “São milhares de famílias que serão impactadas diretamente, mas é a história dessa transição tecnológica global que vai estar aqui na Bahia, em Camaçariâ€, avalia. Como colaboradora da BYD, a líder de Logística Daniela Menezes resume o sentimento de quem abraçou as oportunidades e busca crescer junto com a empresa. “Estou muito feliz em fazer parte disso porque, dando certo, muitas pessoas serão absorvidas também e terão sucesso em suas vidasâ€, disse. Acesse o site da BYD para conhecer os carros elétricos e híbridos da marca e o papel da empresa na construção de um futuro mais limpo e sustentável no Brasil.
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18/12 - Super Feirão BV oferece condições especiais para financiar veículos
Iniciativa do banco BV oferece caminhos mais práticos para quem quer financiar carro, moto ou caminhão. Divulgação Adquirir um veículo é um passo importante na vida de muita gente. Para alguns, é a chance de ter mais autonomia no dia a dia; para outros, uma necessidade profissional, seja para trabalhar com entregas, facilitar deslocamentos ou impulsionar pequenos negócios. Independentemente do motivo, o desejo é o mesmo: encontrar um caminho simples, seguro e acessível para realizar essa conquista. Foi pensando em acelerar a realização desse sonho que o banco BV, referência no mercado de financiamento de veículos, chegou com uma oportunidade para quem está planejando financiar carro, moto ou caminhão: o Super Feirão BV. Financiamento que coloca o cliente no centro Com condições especiais, o Super Feirão BV reúne oportunidades e praticidade. São mais de 200 mil opções de veículos com ofertas e processo de solicitação digital. Além disso, a análise de crédito e a aprovação do financiamento são rápidas e eficientes, o que auxilia quem deseja conquistar seu veículo sem burocracia. Veja o passo a passo. Veja como funciona o financiamento de veículos no BV e entenda cada etapa. Divulgação Condições de pagamento flexível Em setembro de 2025 o banco BV lançou o IBV Auto, o indicador que mede a variação de preços de veículos leves usados buscando levar mais informação para seus clientes e lojistas. Em novembro o indicador mediu uma alta de 0,39%, o terceiro mês de desaceleração do indicador, o que sinaliza consumidores mais atentos ao custo total do veículo. O banco BV, conhece o seu cliente, por isso, durante o Super Feirão BV, quem deseja conquistar seu carro, moto ou caminhão encontra condições pensadas para facilitar o pagamento. O banco oferece taxas reduzidas e a possibilidade de começar a pagar só depois do Carnaval, ou seja, até 120 dias para a primeira parcela, além de bônus mensal direto na conta BV. As condições são flexíveis e se adaptam ao bolso do consumidor, reforçando o espírito do Feirão, que incentiva o cliente a acelerar a conquista do seu veículo com mais tranquilidade e planejamento. O evento amplia as possibilidades para quem quer escolher com calma e fechar negócio no melhor momento. E, somado a isso, o BV é hoje o único banco a compensar 100% do CO₂ dos veículos financiados, fortalecendo seu compromisso com práticas mais sustentáveis no setor automotivo. Seja moto, carro ou caminhão, acelera pro Feirão Com mais de 30 anos de atuação, o banco BV se consolidou como um dos principais especialistas em financiamento de veículos no país. A solidez construída ao lado do Banco do Brasil e do Grupo Votorantim, somada ao foco em soluções digitais, permite que a instituição ofereça processos cada vez mais simples, rápidos e acessíveis: qualidades que ganham ainda mais relevância durante o Super Feirão BV. A experiência acumulada no setor, aliada a serviços que vão da conta digital aos financiamentos e seguros, destaca o compromisso do BV em tornar a vida financeira das pessoas mais leve. E, para quem quer aproveitar as ofertas turbinadas do Super Feirão BV, o simulador é o caminho mais prático para visualizar valores, prazos e condições diretamente pelo celular. São apenas quatro informações para começar a simulação sem compromisso, sempre com total segurança e proteção de dados. Simule agora. #LeveParaAVida Válido até 15/12/25. Sujeito a análise. Consulte condições. Os produtos Conta BV e Financiamento de veículos BV podem ser contratados separadamente. Contudo, é importante lembrar que, para fins de recebimento do bônus mensal na parcela, é necessário abertura de conta, adesão e pagamento das parcelas do financiamento via débito automático, conforme prazos e condições do regulamento disponível em: https://www.bv.com.br/documents/d/portal/ofertaintegradaoficialparcelado
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18/12 - Kia Sportage recebe cinco estrelas em teste de segurança do Latin NCAP
Veja o teste de segurança do Kia Sportage 2026 O Kia Sportage recebeu cinco estrelas no teste de segurança do Latin NCAP, informou o instituto nesta quinta-feira (18). As notas variam de zero a cinco estrelas e este é um avanço notável para o SUV, que em 2021 reprovou na mesma avaliação. Segundo o Latin NCAP, o Sportage avaliado neste teste é produzido em partes separadas do mundo, entre Eslováquia, Coreia do Sul e Estados Unidos. O modelo vendido no Brasil é fabricado na Eslováquia e, para o instituto, o SUV médio apresentou os seguintes níveis de proteção: 90% de proteção para adultos; 92% para crianças; 71% para pedestres; 98% de proteção com sistemas de assistência à segurança. O Sportage evoluiu consideravelmente em segurança desde 2021, quando foi reprovado no teste do Latin NCAP com zero estrela. Naquele ano, o SUV contava com apenas dois airbags e, quatro anos depois, passou a oferecer seis de série, além de incluir itens importantes como: Kia Sportage em crash test divulgação/Latin NCAP Controle eletrônico de estabilidade; Aviso de uso dos cintos de segurança traseiros; Ancoragens do tipo i-Size; Possibilidade de desativar o airbag do passageiro para a instalação de cadeirinha; Sistema de freio automático de emergência; Piloto automático adaptativo que avalia e respeita a distância do carro a frente; Sistema de permanência em faixa; Sensor para detectar veículo em um ponto cego. “Parabéns à Kia por alcançar seu quarto modelo cinco estrelas em menos de dois anos. Esta é uma mudança notável na política da empresa, liderando a região com o mais alto padrão de segurança para os consumidores", comentou Alejandro Furas, secretário geral do Latin NCAP. Nos testes, foram destacadas as boas proteções para cabeça e parte inferior das pernas de motorista e passageiro em impactos frontais e laterais. Já os pontos considerados mais frágeis foram as proteções para as coxas do motorista em impactos frontais, além do tórax em impactos laterais. Teste de segurança com o Kia Sportage divulgação/Latin NCAP No teste com um boneco que representa uma criança de três anos, instalado de costas, em uma cadeirinha com Isofix e pé de apoio, o Latin NCAP observou que o veículo conseguiu evitar a exposição da cabeça em um impacto frontal. No caso do boneco que representa uma criança de um ano e meio, o resultado foi o mesmo. Já no impacto lateral, a proteção para ambos foi máxima. Como é o Kia Sportage Kia Sportage 2026 Atualmente, o Kia Sportage é vendido no Brasil em versão única, equipada com sistema híbrido leve de 48 volts, ao preço de R$ 267.190. O modelo passou recentemente por uma atualização visual, que deixou o carro mais moderno e alinhado ao estilo de outros veículos da marca. A principal mudança em relação à versão anterior está na iluminação frontal em LED, agora com desenho mais vertical. Em termos de dimensões, o SUV tem 4,54 metros de comprimento. Já o motor 1.6 turbo a gasolina utiliza uma bateria de 0,44 kW para ajudar a reduzir o consumo de combustível e as emissões de poluentes. Pelo conjunto que oferece, o modelo concorre no mercado brasileiro com: Jeep Compass; Volkswagen Taos; GWM Haval H6 HEV2; Chevrolet Equinox.
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16/12 - Caoa Chery convoca recall por risco de incêndio nos Tiggo 5X e Tiggo 7; veja se seu carro está na lista
Caoa Chery convoca recall por risco de incêndio nos Tiggo 5X e Tiggo 7 A Caoa Chery anunciou um recall dos SUVs Tiggo 5X e Tiggo 7, ambos equipados com sistema híbrido leve. Segundo a montadora, um defeito na bateria de 48 volts pode provocar aquecimento, derretimento dos conectores e até um princípio de incêndio no veículo. O comunicado de recall informa que exemplares dos dois SUVs foram fabricados com torque abaixo do recomendado para o conector da bateria. Na prática, isso significa que os terminais da bateria de 48 volts podem não estar fixos, o que pode causar: Falhas no sistema de start-stop; Derretimento parcial de componentes plásticos como acabamento da bateria e chicote elétrico da região; Odor de material queimado; Princípio de incêndio restrito à região da bateria. Quais veículos estão na lista? ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Tiggo 5X Pro Hybrid Max Drive divulgação/Caoa Chery O recall abrange 9.458 unidades do Tiggo 5X Pro Híbrido 48V, com os seguintes dados: Ano/modelo: 2022 a 2025; Fabricados: entre 15 de junho de 2022 e 26 de setembro de 2025; Chassis: PB036056 a TB084508. Já o Tiggo 7 Pro Híbrido 48V tem 8.259 unidades envolvidas no recall, com os seguintes dados: Tiggo 7 Pro Hybrid Max Drive divulgação/Caoa Chery Ano/modelo: 2022 a 2025; Fabricados: entre 15 de junho de 2022 e 13 de outubro de 2025; Chassis: PB004900 a TB075645. O reparo pode ser feito em qualquer concessionária da Caoa Chery e envolve a análise dos contatos, ajuste do torque nos terminais, aterramento da bateria e, nos casos em que já houver danos aos componentes, a fabricante fará a substituição da bateria, acabamento e cabos de conexão. O serviço é gratuito, e o tempo estimado de duração é de 60 minutos. Tiggo 5X e 7 já passaram por outros recalls Este é o primeiro recall da Caoa Chery para os dois SUVs desde 2022. À época, ambos os utilitários híbridos participaram de um programa de substituição do tubo distribuidor de combustível. A falha identificada poderia provocar vazamento de todo o combustível do tanque, com risco à saúde dos ocupantes, além de aumentar a possibilidade de colisões e até de incêndio. Nesse recall, foram envolvidas 5.453 unidades do Tiggo 5X Pro, 1.446 da versão híbrida e 932 do Tiggo 7 Pro Híbrido. No mesmo ano, o Tiggo 5X Pro passou por um recall para o reposicionamento do chicote elétrico do motor. O comunicado apontou que a falha poderia causar desgaste prematuro do componente e danos aos fios internos. Em casos extremos, o problema poderia levar à parada repentina do motor.
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16/12 - Leilão do Governo de SP tem Honda XRE 300 a R$ 900 e Toyota Corolla mais barato que iPhone
Leilão do Governo de SP tem Honda XRE 300 a R$ 900 e Toyota Corolla mais barato que iPhone O Governo do Estado de São Paulo realiza mais um leilão de carros e motos. A sessão pública acontece de forma virtual, em 18 de dezembro e os veículos podem ser visitados até esta quarta-feira (17). Entre os destaques do leilão estão uma moto Honda XRE, de 2018, com lances a partir de R$ 900. Além disso, há uma SUV Chevrolet Trailblazer, de 2016, com lances a partir de R$ 39,9 mil. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No total, o leilão vai oferecer: 🚗ðŸï¸ 730 veículos aptos a circular; ðŸ”§â™»ï¸ 47 sucatas aproveitáveis com motor servível ou não, mas podendo servir como peças sobressalentes para outros veículos. De acordo com o edital, um veículo em condições de circulação pode voltar a trafegar em vias públicas, sendo o comprador responsável tanto pelo registro junto ao órgão de trânsito, como pelo pagamento das taxas correspondentes. Os interessados poderão visitar os veículos disponíveis no leilão até esta quarta-feira, das 9h às 15h. O pátio fica localizado em Suzano (SP). Toyota Corolla com lance mínimo de R$ 13 mil, R$ 999 mais barato que um iPhone 17 Pro Max de 512 GB (R$ 13.999) divulgação/Governo de SP O edital indica que o leilão não se responsabiliza pelas peças, e considera que o comprador tem ciência do estado mecânico do veículo, não sendo aceitas reclamações posteriores. A retirada dos veículos — incluindo carros, motos, caminhonetes e caminhão — deve ser feita entre 26 de dezembro deste ano e 13 de janeiro de 2026, mediante agendamento prévio. Veja outros destaques do leilão Yamaha Lander XTZ 250 de 2010 Lance inicial: R$ 4.200 Volkswagen Santana de 2006 Lance inicial: R$ 5.200 Fiat Palio Weekend de 2003 Lance inicial: R$ 5.300 Volkswagen Parati 1.6 de 2010 Lance inicial: R$ 6.500 Chevrolet Spin 1.8 LS de 2019 Lance inicial: R$ 6.900 Chevrolet Blazer de 2000 Lance inicial: R$ 7.200 Volkswagen Kombi de 2002 Lance inicial: R$ 10.000 Chevrolet Zafira Comfort de 2008 Lance Inicial: R$ 11.600 Mitsubishi L200 Triton de 2015 Lance inicial: R$ 16.900 Toyota Hilux SW4 de 2014 Lance inicial: R$ 30.300 Fiat Ducato Minibus de 2010 Lance inicial: R$ 31.500 Honda XRE 300 com lance mínimo de R$ 900 em leilão do governo de São Paulo divulgação/Governo de SP O lance mínimo é o valor de partida para as ofertas. A avaliação estimada para cada veículo é calculada com base nos valores praticados pelo mercado e no estado de conservação da unidade. São vedadas as participações de pessoas ou empresas que: Estão suspensas ou impedidas de fazer contratos com a administração pública estadual; Foram consideradas inidôneas (não confiáveis) por órgãos públicos; Têm ligação profissional, comercial ou pessoal com quem organiza o leilão; Não têm representante legal no Brasil com autorização para responder legalmente; Foram punidas pelo CADE por prática contra a concorrência; Receberam punição por crimes ambientais; Foram condenadas por improbidade administrativa; Foram proibidas de contratar pelo Tribunal de Contas do Estado de SP; Descumpriram a Lei de Acesso à Informação; Estão registradas em cadastros de empresas punidas por corrupção ou outras irregularidades. Veja dicas para participar de leilões Como em qualquer leilão, é preciso analisar minuciosamente cada item para saber qual faz sentido na sua garagem. Para te ajudar, o g1 reuniu as principais dicas e as opiniões de especialistas para que você tome a melhor decisão. Existem dois tipos de leilões: os particulares e os públicos. A primeira pergunta que o consumidor pode se fazer é: de onde vêm esses veículos? Os leilões públicos costumam ofertar modelos que foram apreendidos ou abandonados. De acordo com Otávio Massa, advogado tributarista, esses veículos têm origem em operações de fiscalização aduaneira e foram retidos por questões legais, fiscais ou por abandono em recintos alfandegados. Existem também os carros inservíveis de órgãos públicos, como os que já não têm mais utilidade para o propósito governamental e são vendidos para reutilização ou como sucata. “Os veículos são vendidos no estado em que se encontram, sem garantias quanto ao seu funcionamento ou condições, e o arrematante assume todos os riscosâ€, explica Massa. Em meio aos riscos, há excelentes preços. Porém, existe um passo a passo para verificar o estado do carro, que vamos falar adiante. Diferentemente das revendas oficiais ou multimarca, não é oferecida uma garantia para o produto. É nesse momento que o consumidor tem que ligar o alerta: produtos de leilões particulares podem ter garantia para apenas alguns itens. Os públicos, por sua vez, não têm garantia. Por isso, é importante checar se é possível fazer uma vistoria presencial no modelo antes de pensar no primeiro lance. Luciana Félix, que é especialista em mecânica de automóveis e gestora da Na Oficina em Belo Horizonte, lembra ainda que a burocracia pode ser um grande empecilho para o uso do item leiloado. Um exemplo que ela cita é o de um carro aprendido, que pode ter problemas na documentação. “Esses carros já vêm com burocracias devido ao seu histórico. (...) Às vezes, são carros que necessitam de uma assistência jurídica. Você tem que contratar um advogado para fazer toda a baixa dessa papeladaâ€, alega a especialista. Leilões particulares De acordo com a especialista em mecânica automotiva Luciana Félix a maioria dos pregões particulares oferece carros de seguradoras (geralmente de sinistros, com perdas totais ou parciais), de locadoras, e de empresas com pequena frota, que colocam a antiga para leilão quando precisam fazer a substituição. Simplificando o conceito: 🔒Leilões particulares: frotas de empresas, devoluções de leasing, de seguradoras ðŸ¦Leilões da Receita Federal: apreendidos, confiscados ou abandonados. Tipo de compra Segundo Ronaldo Fernandes, especialista em Leilões da SUIV, empresa que possui um banco de dados de peças automotivas, é fundamental entender que existem duas maneiras de adquirir automóveis ofertados em leilões: para restaurar ou utilização; e aqueles voltados exclusivamente para empresas de desmanche legal. “Não há um tipo específico de veículos que vai a leilão, mas é muito importante verificar qual o tipo de venda que está sendo oferecida para o veículo de interesse, pois alguns veículos poderão circular normalmente e outros servirão somente para desmonte ou reciclagem devido à sua origemâ€, afirma Fernandes. Nos casos em que os carros são vendidos para desmanches, a origem deles se dá por conta do tamanho do sinistro. “Dependendo do tamanho do sinistro, o automóvel só poderá ser vendido como sucata, ou seja, sem documentação para rodar novamenteâ€, afirma Fernandes. Critérios para venda Segundo o advogado tributarista Otávio Massa, os critérios para que um carro vá a leilão incluem: Valor comercial: veículos com valor residual significativo que justifique a venda; Condição recuperável: mesmo que parcialmente danificados, se ainda tiverem peças reutilizáveis ou puderem ser reparados; Procedimento legal: veículos apreendidos ou abandonados que legalmente devem ser vendidos em leilão público. Resumindo, o que define se um veículo vai ser leiloado é o quanto ele ainda pode despertar o interesse financeiro de novos compradores. Thiago da Mata, CEO da plataforma Kwara, afirma que é feita uma avaliação prévia para determinar o valor a ser cobrado. “Normalmente, ativos que possuem débitos superiores ao seu valor de mercado são considerados sucata e vão para descarte. Da mesma forma, veículos cujo estado de conservação seja muito crítico podem ter o mesmo destino para que possam ser aproveitadas as peçasâ€, argumenta. Otávio Massa corrobora com a visão de da Mata ao afirmar que “não há uma porcentagem mínima específica estabelecida por lei, mas o critério principal é se o veículo tem valor comercial residual. Veículos sem valor ou severamente danificados podem ser descartadosâ€. Carros, caminhões, ônibus e outros modelos destinados a desmanche têm seus respectivos números de chassis cancelados. É como se o automóvel deixasse de existir. Prudência e dinheiro no bolso De acordo com Thiago da Mata, da Kwara, inspecionar o veículo é de suma importância. Afinal, os carros podem ter distintos estados de conservação, o que tem que entrar na lista de preocupações de quem participa de um pregão. “[Os veículos] podem tanto estar em bom estado de conservação, como também é possível que tenham ficado em pátio público durante um período de tempo importanteâ€, afirma. Os carros podem ter marcas provocadas pelo período em que ficaram expostos ao clima: pintura queimada, oxidação da lataria, manchas provocadas pela incidência solar. E esses reparos também precisam entrar no planejamento financeiro do comprador. Idealmente, a inspeção deve ser feita de forma presencial, segundo os especialistas consultados nesta reportagem. Ao verificar um carro, por exemplo, é preciso verificar tudo: bancos, painéis de porta, console central, volante, conferir os equipamentos, a quilometragem, ligar o carro, abrir o capô, checar a existência de bateria de 12V e, se possível, levar um especialista ou mecânico de confiança para checar as partes técnicas e prever possíveis custos extras com manutenção. Luciana Félix, que é especialista em manutenção, diz que o consumidor precisa ver até o histórico de manutenção, se possível. E documentar tudo com fotos. “Comprar carros em leilão é tipo um investimento de risco, você pode se dar muito bem ou muito mal, pois você não poderá andar com o carro para saber como está o seu motor ou câmbio, pois todos os veículos estão lacradosâ€, argumenta a proprietária da Na Oficina. É importante ressaltar que essa é a mesma verificação que se faz ao comprar um automóvel usado, seja presencial ou via marketplace: deve ser feita uma avaliação técnica, além de checagem da quilometragem rodada e documentação do ativo. “Importante que seja feita a verificação de débitos ou algum tipo de bloqueio para venda, pois a responsabilidade por estes pagamentos pode ser diferente de leilão para leilão. Estas informações devem estar presentes no Edital, que deve ser lido com atenção antes que qualquer lance seja dadoâ€, alerta Thiago da Mata, da Kwara. Quando a compra é feita pela internet e não existe a possibilidade de visitar o produto, é indicado solicitar uma vídeo-chamada para fazer essa inspeção. Não é o ideal, mas já ajuda a verificar o estado do carro, mesmo que seja à distância. O que verificar: Documentação: incongruências jurídicas; Custos para regularização; Estado de conservação do carro; Custos para restauro; Condições de compra; Inspeção mecânica e de equipamentos. Assim, se você vai participar de um leilão pela primeira vez, atente-se para os seguintes passos. Estude: leia o edital e entenda as regras do leilão; Verifique a procedência: se certifique que o veículo não tem pendências legais; Defina um orçamento: estabeleça um limite máximo de gastos; Inspecione: se possível, veja o veículo pessoalmente ou solicite um relatório detalhado; Experiência: participe de leilões menores para entender a lógica de funcionamento. â–¶ï¸ LEMBRE-SE: Utilize apenas canais oficiais para se comunicar com o leiloeiro e verifique sempre a autenticidade das mensagens. Evitar fraudes já é um bom começo.
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15/12 - Nova CNH: como vai funcionar a renovação automática e de graça
Nova CNH: como vai funcionar a renovação automática e de graça A nova norma que muda as regras de emissão da CNH também cria a possibilidade de renovação automática e gratuita para o chamado “bom condutorâ€. De acordo com a medida, para ser classificado como “bom condutorâ€, o motorista precisa atender aos seguintes critérios: 🪪 Não ter pontos registrados na CNH nos últimos 12 meses; 🚨 Não ter infrações de trânsito registradas no documento no mesmo período; 📠Estar cadastrado no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC). O motorista que está dentro destas regras, tem a CNH renovada automaticamente e de graça. O RNPC existe desde 2022 e tem como objetivo premiar motoristas que passam um ano sem cometer multas ou infrações. No entanto, não basta dirigir corretamente e seguir as leis de trânsito à risca: é necessário se cadastrar no programa. Para aderir ao RNPC, o motorista deve: Abrir o aplicativo CNH Brasil; Selecionar a opção “Condutorâ€; Acessar “Cadastro Positivoâ€; Tocar em “Autorizar participaçãoâ€. A partir desse momento, desde que o motorista não tenha cometido infrações ou recebido multas nos últimos 12 meses, a CNH passa a ser renovada automaticamente e sem custo. CNH física não é emitida de graça e nem automaticamente Segundo a medida provisória, apenas a versão digital da CNH é renovada automaticamente. Caso o condutor também queira o documento físico, será necessário solicitá-lo separadamente, após a renovação da versão digital. Para receber a CNH física, o condutor pode fazer a solicitação pelo aplicativo CNH Brasil ou presencialmente em uma unidade do Detran do estado onde reside. As novas regras da CNH não eliminaram o custo de emissão da carteira física, cujo valor varia conforme o Detran de cada estado. A renovação da CNH física envolve os seguintes valores: Em São Paulo, por exemplo, o valor é de R$ 122,17. Em Alagoas, a cobrança é maior, chegando a R$ 144,12; No Acre, a taxa é de R$ 89,75. É importante destacar que nem todos os condutores têm direito à renovação automática da CNH, mesmo aqueles que não cometeram infrações ou receberam multas nos últimos 12 meses. Pelas novas regras, condutores com mais de 50 anos podem renovar automaticamente a CNH apenas uma vez. Além disso, os casos abaixo não têm direito à renovação automática: Condutores com 70 anos ou mais; A renovação automática não vale para motoristas que têm a validade da CNH reduzida por recomendação médica, em casos de doenças progressivas ou condições que exigem acompanhamento de saúde. Novas regras para a CNH A medida provisória criou a CNH do Brasil, com novas regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A iniciativa tem como objetivo modernizar e baratear o processo de obtenção da carteira de motorista. A expectativa do Ministério dos Transportes é que o novo modelo reduza em até 80% o custo para tirar o documento, além de diminuir os entraves e a demora no processo de renovação da carteira. Veja as principais mudanças: Aulas em autoescola deixam de ser obrigatórias; O conteúdo teórico estará disponível no aplicativo do governo, de graça, e não será mais exigida carga horária mínima; O aluno poderá usar carro particular e optar por aulas com um instrutor autônomo, credenciado pelo Detran; As aulas práticas caem de 20 para 2 horas no mínimo (com um instrutor ou em autoescola); As provas práticas continuam sendo presenciais, assim como o exame médico e a coleta biométrica; Quem reprovar na primeira avaliação poderá fazer o segundo teste de graça; Não haverá mais prazo para a conclusão do processo de habilitação, que hoje é de um ano; A CNH poderá ser renovada automaticamente e de graça, caso o condutor não cometa infrações nos últimos 12 meses e esteja no Registro Nacional Positivo de Condutores. Veja abaixo reportagem completa, com perguntas e respostas sobre a nova CNH: CNH sem autoescola: o que muda para tirar a carteira? Como serão as aulas? Veja perguntas e respostas Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Crystofher Andrade/g1
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13/12 - CNH sem autoescola: quem já estava matriculado pode pedir reembolso?
CNH sem autoescola: quem já estava matriculado pode pedir reembolso? As regras para emitir uma nova CNH mudaram após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinar uma medida provisória, que também altera de forma significativa o papel das autoescolas na formação de motoristas. As principais mudanças relacionadas às autoescolas são: O candidato não é mais obrigado a fazer o curso teórico na autoescola, já que todo o conteúdo pode ser acessado gratuitamente pela internet; As aulas práticas continuam obrigatórias, mas a carga horária mínima caiu de 20 para 2 horas. Com isso, surge a dúvida para quem já estava matriculado em uma autoescola, seja para as aulas teóricas ou para aprender ao volante ou ao guidão nas aulas práticas: posso para o curso e pedir reembolso? O g1 ouviu advogados especialistas em direito do consumidor para entender como fica a situação, especialmente para quem não pretende continuar com o curso contratado. Todos os advogados foram unânimes ao afirmar que é possível pedir reembolso, mas que algumas regras precisam ser observadas. As autoescolas podem negar o reembolso de aulas já realizadas pelo candidato, sejam teóricas ou práticas; O reembolso não pode ser negado para aulas que ainda não foram realizadas; Os advogados ouvidos afirmam que, caso a autoescola negue o reembolso de aulas ainda não realizadas, o consumidor deve procurar o Procon. “Como se trata de determinação governamental, entendo que é um fator externo que faz com que o contrato retorne ao status inicial. Considero que a autoescola deve devolver as quantias pagas pelas aulas não ministradas", disse Riccardo Marcori Varalli, professor universitário de Direito do Consumidor da FMU. A advogada Flávia Artilheiro segue a mesma linha de raciocínio. “As aulas teóricas poderão ser aproveitadas, a critério do aluno, mas não haverá reembolso por serviços já prestadosâ€, afirmou. “Após a promulgação da nova regra, no caso de recusa do reembolso, da devolução de valores pagos de aulas não realizadas, o aluno/consumidor pode procurar auxílio do Procon e até mesmo do judiciário", apontou a advogada e professora universitária Daiane Muniz. Assim como Daiane, os outros advogados também destacaram que a autoescola é obrigada a reembolsar apenas as aulas que ainda não foram ministradas. As aulas já cursadas podem não ser reembolsadas porque, segundo os especialistas, tratam-se de serviços pagos antecipadamente e já utilizados pelo candidato. Novas regras para a CNH A medida provisória criou a CNH do Brasil, com novas regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A iniciativa tem como objetivo modernizar e baratear o processo de obtenção da carteira de motorista. A expectativa do Ministério dos Transportes é que o novo modelo reduza em até 80% o custo para tirar o documento, além de diminuir os entraves e a demora no processo de renovação da carteira. Veja as principais mudanças: Aulas em autoescola deixam de ser obrigatórias; O conteúdo teórico estará disponível no aplicativo do governo, de graça, e não será mais exigida carga horária mínima; O aluno poderá usar carro particular e optar por aulas com um instrutor autônomo, credenciado pelo Detran; As aulas práticas caem de 20 para 2 horas no mínimo (com um instrutor ou em autoescola); As provas práticas continuam sendo presenciais, assim como o exame médico e a coleta biométrica; Quem reprovar na primeira avaliação poderá fazer o segundo teste de graça; Não haverá mais prazo para a conclusão do processo de habilitação, que hoje é de um ano; A CNH poderá ser renovada automaticamente e de graça, caso o condutor não cometa infrações nos últimos 12 meses e esteja no Registro Nacional Positivo de Condutores. Veja abaixo reportagem completa, com perguntas e respostas sobre a nova CNH: CNH sem autoescola: o que muda para tirar a carteira? Como serão as aulas teóricas? Veja perguntas e respostas CNH sem autoescola: o que muda para tirar a carteira? Como serão as aulas? Veja perguntas e respostas Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Crystofher Andrade/g1
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12/12 - Banco BV completa 37 anos e renova atuação no setor financeiro
Marca evolui ao longo das décadas e aposta em soluções digitais, sustentáveis e em crédito. Divulgação Em 1988, surgia o Banco Votorantim. As primeiras páginas dessa história foram escritas em um cenário de mudanças na economia brasileira. Ganhando relevância ao longo das décadas, com uma atuação sólida em crédito, investimentos e financiamento, em 2019, o banco deu um passo decisivo ao unificar suas marcas. Banco Votorantim e BV Financeira ganharam um só nome: Banco BV. Adotando o slogan “leve para a vidaâ€, mais do que uma mudança de identidade, o banco BV trouxe uma nova forma de se relacionar com clientes, apostando em soluções simples, humanas e conectadas com diferentes rotinas. Agora, ao completar 37 anos de história, o BV comemora uma jornada de evolução, conquistas e inovação, consolidando-se entre os maiores bancos privados do país, segundo o ranking do Banco Central. Tornando a vida financeira mais leve Desde então, o BV vem ampliando seu portfólio com foco em tecnologia e conveniência. Hoje, oferece uma experiência digital completa: abertura de Conta, Cartão BV com cashback, investimentos em CDBs, Empréstimos com Garantia de Veículo, Financiamento de Placas Solares e a Tag BV Veloe para pedágios e estacionamentos. Além do Shopping BV, plataforma de descontos em centenas de lojas, bem como os seguros e assistências personalizadas para tornar o dia a dia mais prático e econômico. Em setembro deste ano, o banco lançou o Feirão BV Negocia Já, com a campanha “Sem Tutuâ€, voltada à renegociação de dívidas, uma iniciativa que traduz com leveza os desafios financeiros e aproxima o cliente de soluções reais, com descontos de até 90% e negociação direta pelo app. No mesmo mês, apresentou o IBV Auto, índice que acompanha a variação de preços de veículos no Brasil. Baseado em dados de transações reais do banco, o indicador veio para reforçar a expertise do banco BV em um mercado que é líder, o financiamento de veículos leves usados. Crescimento que gera impacto Com o mesmo propósito de facilitar a vida financeira das pessoas, o banco BV também atua em prol da sustentabilidade. Em 2020, o BV fez história ao se tornar o primeiro banco brasileiro a emitir green bonds, títulos de renda fixa destinados a financiar iniciativas sustentáveis e projetos de impacto social. No ano seguinte, em 2021, reforçou seu compromisso com o futuro ao lançar o “Pacto por um Futuro Mais Leve†e desenvolver serviços de assessoria ESG, integrando critérios ambientais, sociais e de governança ao seu planejamento estratégico. Já em 2024, o banco expandiu sua presença internacional com a abertura de uma agência em Luxemburgo e fortaleceu sua atuação em financiamentos voltados a projetos e negócios ESG. Compromisso com as pessoas Desde 2018, o banco BV vem fortalecendo sua atuação social com o programa BV Esportes, apoiando modalidades como o skate e nove institutos de atletas e ex-atletas brasileiros, entre eles o piloto da Stock Car Felipe Baptista. Em 2020, foi reconhecido pelo Great Place to Work (GPTW) como a melhor instituição financeira para se trabalhar no Brasil. O compromisso com o impacto positivo continuou crescendo: em 2021, o BV aderiu ao Pacto pelo Esporte e, em 2023, integrou a Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra Mulheres. No mesmo ano, a inovação ganhou ainda mais força com o lançamento de um Programa de Inovação Aberta para startups e o patrocínio ao Web Summit Rio, consolidando sua presença no universo digital e empreendedor. Em 2024 e 2025, o BV foi reconhecido novamente pela GPTW, reforçando sua cultura de valorização das pessoas. Hoje, o banco segue avançando com o BVx, seu ecossistema de inovação e parcerias digitais. O banco para todas as suas versões Ao completar 37 anos de atuação, o banco BV celebra uma trajetória marcada por evolução e reinvenção. De suas origens até a consolidação como banco BV, a instituição se manteve fiel ao propósito de tornar a vida financeira de pessoas e empresas mais tranquila, oferecendo soluções adaptadas a diferentes perfis e necessidades. Com foco no crédito responsável, o banco BV acredita nas conquistas de seus clientes e oferece o apoio necessário para realizá-las, reafirmando seu compromisso com crescimento sustentável, inovação e impacto positivo na sociedade. Saiba mais.
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12/12 - ENTREVISTA: presidente da Volkswagen celebra força do Tera e admite desafio na eletrificação
Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 A Volkswagen voltou a viver um bom momento. Em apresentação recente a jornalistas, a montadora alemã comemorou um crescimento de 18% nas vendas na América Latina. É verdade que o avanço ocorre após dois anos de queda, mas a empresa aposta em seu principal acerto de 2025 para manter uma boa trajetória no próximo ano. O Volkswagen Tera, desenvolvido pela unidade brasileira da empresa, foi lançado em meados deste ano e já lidera entre os SUVs mais emplacados do país. Segundo a marca, foram 60 mil unidades vendidas, somando mercado interno e exportações para países vizinhos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O presidente da Volkswagen do Brasil, Ciro Possobom, evita afirmar que o Tera é o grande marco de sua gestão, iniciada há seis anos. Ainda assim, não perde a oportunidade de destacar que, no dia do lançamento, o SUV que acompanhou desde a concepção esgotou três meses de produção em menos de uma hora. "Comentei ano passado para a turma: 'Pessoal, eu quero esse carro realmente que seja um ícone'. (...) Acertamos a campanha, acertamos a comunicação dele, acertamos no marketing, na maneira de vender", diz Possobom em entrevista exclusiva ao g1. O Tera é certamente o ponto mais positivo dos R$ 20 bilhões em investimentos anunciados pela marca para a América Latina. Mas outra parte relevante será destinada a recuperar um atraso na linha de produção da Volks: a eletrificação. A marca ainda não anunciou nenhum modelo híbrido ou elétrico de produção nacional, enquanto outras montadoras tradicionais do país já começam a ofertar suas opções. A pioneira Toyota lançou seu híbrido flex em 2019. A Volks só terá o primeiro em 2026. Isso sem contar as marcas chinesas, que chegaram com força, já focadas em modelos eletrificados. A presença é tão grande que a participação de veículos importados emplacados neste ano se aproxima de 20%. Três anos atrás, era de apenas 13%, segundo dados da Anfavea. "A gente anunciou algumas semanas atrás a entrada realmente da Volkswagen na eletrificação, com mais força. Então, todos os carros produzidos que nós vamos lançar a partir de 2026 vão ter algum tipo de eletrificação", diz Possobom, mencionando um empréstimo de R$ 2,3 bilhões contratado no BNDES justamente para acelerar o processo. Além dos próximos lançamentos, o presidente da Volkswagen comentou os passos futuros e desafios da marca no país, suas perspectivas para o mercado automotivo e a ausência no Salão do Automóvel de 2025, que marcou o retorno do evento após sete anos. Veja abaixo a íntegra da entrevista de Ciro Possobom ao g1. g1 Carros entrevista Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil A seguir, clique nos links para assistir aos cortes com os principais destaques. Quando se percebe o potencial de um sucesso Brasileiro prefere SUV, mas hatch é importante O que empacou a eletrificação da Volkswagen O que faria o mercado automotivo deslanchar O que a Volkswagen precisaria para voltar ao Salão do Automóvel Quando se percebe o potencial de um sucesso Presidente da Volkswagen conta como percebeu que o Tera seria um sucesso Constatar o sucesso de um novo modelo não acontece da noite para o dia. O desenvolvimento de um carro começa muito antes. Possobom explica que, em geral, são necessários cerca de cinco anos de planejamento, testes e ajustes até que o veículo ganhe forma. O potencial de sucesso — ou de fracasso — do carro só surge mais adiante, quando o projeto está concluído e decisões como design, estofamento, motor e formato dos bancos já foram tomadas. Segundo ele, essa percepção costuma aparecer entre três e seis meses antes do lançamento. “Quando realmente ele aparece para o grande público e começa a ver a percepção que a gente tem, do tamanho do potencial do carroâ€, disse o executivo. Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 No caso do Tera, o modelo “apareceu†pela primeira vez em setembro de 2024, em um teaser no Rock in Rio, nove meses antes do lançamento. Em março, a três meses da estreia, o carro foi apresentado integralmente no Rio de Janeiro, durante o carnaval. Foi nesse intervalo que o Tera despertou o interesse do público e resultou na venda de 12.200 unidades em menos de uma hora, quando as encomendas foram abertas. Os pedidos precisaram ser encerrados devido ao limite de produção da fábrica de Taubaté (SP). O modelo divide a linha de montagem com o Polo. A planta já produziu outros veículos bastante conhecidos da Volks, como Gol, Voyage, Passat, Saveiro, Parati e Up. Brasileiro prefere SUV, mas hatch é importante Presidente da Volkswagen diz que brasileiro prefere SUV, mas hatch ainda é importante Os brasileiros compram mais SUVs zero quilômetro do que hatches desde 2020. Hoje, os utilitários respondem por 54% dos veículos emplacados, enquanto os hatches representam 24,6% das vendas. O movimento aparece dentro da própria Volkswagen, que oferece: Seis SUVs: Tera, Nivus, T-Cross, Taos, Tiguan e ID.4 (para aluguel) Dois hatches: Polo e Golf GTI Duas picapes: Saveiro e Amarok Uma minivan: ID.Buzz (também para aluguel) Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 Em outras palavras, há três vezes mais opções de SUVs do que de hatches. E entre estes está o Golf GTI, que parte de R$ 430 mil e não é um veículo de grande volume. Mesmo assim, o presidente da Volkswagen não acredita que o mercado de hatches esteja em declínio. “O SUV, ele [o público brasileiro] realmente prefere mais, mas não quer dizer que o hatch não é importanteâ€, afirma o executivo. Mas é preciso reconhecer que a troca já está em curso. À medida que o Tera ganhou espaço entre os emplacamentos, o Polo perdeu ritmo. O SUV já vende mais que o hatch, em um ano em que se esperava até que o Polo pudesse se tornar o veículo mais vendido do Brasil, superando a Fiat Strada. O que empacou a eletrificação da Volkswagen Presidente da Volkswagen explica como será a introdução dos eletrificados da marca no país Quem procura carros elétricos ou híbridos não encontra hoje uma opção da Volkswagen para compra no Brasil. Os únicos modelos eletrificados da marca são dois 100% elétricos — ID.4 e ID.Buzz — oferecidos apenas por assinatura. O cenário contrasta com o de concorrentes como Chevrolet, Toyota, Honda, Fiat, Peugeot e Hyundai, além das marcas chinesas BYD, GWM, MG e Zeekr, que já oferecem modelos eletrificados no país. Segundo Ciro Possobom, eletrificar a linha atual encareceria os veículos, e esse foi um fator decisivo para a estratégia de limitar, por ora, a oferta de modelos com bateria de alta tensão. “O Tera, que hoje tem preço médio de R$ 120 mil, hoje ele não é eletrificado. Se eu começar a eletrificar ele, quanto fica a mais? Um híbrido leve vai custar R$ 10 mil a mais, se eu colocar um híbrido, vai para R$ 30 mil ou R$ 40 mil a maisâ€, disse o executivo. “Um cliente de R$ 120 mil não é o mesmo de R$ 160 mil. Então eu tenho que ter muito cuidado quando você adota algumas tecnologias, para talvez não desposicionar e o brasileiro não conseguir pagarâ€, complementou. Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 Em relação à eletrificação nos próximos anos, a Volkswagen prometeu que todos os lançamentos de 2026 terão ao menos uma versão eletrificada. Possobom destacou sobretudo os híbridos flex e justificou a escolha pelo tamanho do país e pelo modo como o brasileiro utiliza o carro. “O brasileiro anda muito de carro, são 13 mil ou 15 mil km por ano. Ele pega o carro, vai para a praia, coloca a família. (...) Então, um híbrido leve, um HEV (híbrido pleno) e um plug-in hybrid estão dentro das soluções, também como carros elétricos. A gente tem vários carros sensacionais elétricos lá fora que também poderia fazer aquiâ€, diz. O presidente da Volkswagen também mencionou que, a exemplo de Chevrolet e Stellantis, poderia trazer ao Brasil carros elétricos produzidos na China, mas prefere fabricar aqui, com tecnologias voltadas ao mercado nacional. “O brasileiro, ele tem um comportamento. Ele precisa ficar anos com o carro. Tem que cuidar muito com o valor residual desse carro. Como é que vai estar essa tecnologia daqui a 3, 4 anos? Então, a gente acredita que a solução de híbridos é a melhor solução aqui para o brasileiroâ€, comentou Possobom. O que faria o mercado automotivo deslanchar Presidente da Volkswagen comenta sobre o que faria o mercado automotivo deslanchar O mercado de automóveis deve encerrar 2025 com 2,55 milhões de veículos zero quilômetro emplacados, um avanço de 3% em relação ao ano anterior, segundo a Fenabrave. O número é expressivo, mas a estimativa já foi maior. A projeção inicial era de 2,6 milhões de emplacamentos, o que representaria alta de 5%. A revisão ocorreu em outubro, quando a entidade atualizou suas expectativas. Ciro Possobom aponta três fatores que poderiam ter levado o índice além do resultado modesto, de um dígito: juros mais baixos, maior produção nacional e regulamentação mais flexível. “Um ponto é a parte de juros. Eu acho que é importante. É o primeiro ponto que poderia realmente ajudar bastante aliâ€, disse o executivo. Atualmente a taxa de juros Selic está em 15% e permanece assim desde junho deste ano. Há, porém, previsão de queda. A edição mais recente do Boletim Focus indica que o Brasil deve encerrar 2026 com a taxa próxima de 12%. Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil Kaique Mattos/g1 Além dos juros, ele acredita que ampliar a produção nacional de veículos também seria decisivo para impulsionar o crescimento do mercado. “Se a gente produz na região, sei lá, 600 mil carros, por exemplo, se eu pudesse produzir 700 mil ou 800 mil carros, com certeza, o meu custo barataria. A indústria precisa se fortalecer, precisa de mais massa de produção. Isso ajudaria a ter o carro mais competitivoâ€, afirma. Possobom também afirma que a legislação de emissão de poluentes no Brasil é mais “pesada do que a própria Europa, os próprios Estados Unidosâ€. “Quando você faz um PL 7, um PL 8, você coloca mais custo naquele carro. Então, são investimentos de centenas de milhões e um custo por unidade também aliâ€, explica. O PL 8 é a fase mais recente do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, em vigor desde o início de 2025, com etapas que serão implementadas gradualmente até 2029. Entre as exigências estão limites menores de emissões e a adoção de tecnologias para capturar vapores de combustível durante o abastecimento, evitando que esses gases sejam liberados na atmosfera. O que a Volkswagen precisaria para voltar ao Salão do Automóvel Presidente da Volkswagen explica por que ficou de fora do Salão do Automóvel O Salão do Automóvel de São Paulo voltou a ser realizado após sete anos de hiato, mas marcas de peso como Volkswagen, Chevrolet, Ford, Audi, BMW e Mercedes decidiram não participar, desfalcando o retorno do evento. Quem dominou os estandes foram as fabricantes chinesas, em um salão de proporções mais modestas. Ciro Possobom não se mostrou arrependido de ficar de fora. Ele menciona as inúmeras ativações de marketing da Volkswagen no ano e afirma que a empresa pode considerar voltar ao evento em 2027 caso ele seja mais “forteâ€. “Salão forte para mim é com presença de todas as marcas, né? Então, acho que é isso que é importante, né? Tiveram marcas importantes lá, mas muita gente ficou de fora. Vamos torcer que a gente consiga fazer um salão bacana, bem melhor em 2027â€, revelou o executivo. O formato pouco inovador também não agradou. “Acho que pode ser maior. A gente participou de alguns eventos na Europa que são diferentes, diferentes formatos de salão, aberto ao público, em praçasâ€, disse. “Acho que ficar naquele modelo do salão de galpão fechado, com cada um num canto, talvez não seja o que o público queiraâ€, avalia.
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11/12 - Toyota Yaris Cross recebe duas estrelas em teste de segurança do Latin NCAP
Toyota Yaris Cross recebe duas estrelas em teste de segurança do Latin NCAP O Toyota Yaris Cross recebeu duas estrelas no teste de segurança do Latin NCAP, informou o instituto nesta quinta-feira (11). As notas variam de zero a cinco estrelas e este é um dos resultados mais baixos da marca desde 2021. Segundo o Latin NCAP, o Yaris Cross avaliado neste teste é o modelo vendido e produzido no Brasil, na fábrica da marca em Sorocaba (SP). Para o instituto, o SUV compacto apresentou os seguintes níveis de proteção: 77% de proteção para adultos; 69% para crianças; 56% para pedestres; 58% de proteção com sistemas de assistência à segurança. Toyota Yaris Cross em crash test divulgação/Latin NCAP UO o Nos testes, foram destacadas as boas proteções para cabeça e parte inferior das pernas de motorista e passageiro em impactos frontais e laterais. Já os pontos considerados mais frágeis foram a proteção do peito e das coxas do motorista em impactos frontais, além do tórax em impactos laterais. Segundo o Latin NCAP, a proteção de crianças foi preponderante para a nota baixa do Yaris Cross. "A falta de um interruptor para desativar o airbag do passageiro ao instalar um SRI voltado para trás no banco do passageiro e a falta de sinalização de aviso em conformidade com os requisitos do Latin NCAP explicam a baixa pontuação", disse a instituição. Proteção do Toyota Yaris Cross, com verde para áreas mais protegidas e amarelo e laranja para as menos protegidas divulgação/Latin NCAP A proteção para pedestres também colaborou, ao demonstrar "falta de assistência de velocidade", segundo o instituto. Também foram listados problemas com a falta de um sensor para detecção de ponto cego. Toyota Yaris hatch e sedã também foram mal Além do novo SUV compacto, as versões hatch e sedã do Yaris foram testas pelo instituto e as notas se repetem: duas estrelas. Os apontamentos do Latin NCAP são parecidos, mas estes dois carros foram piores na proteção de adultos. Toyota Yaris sedã em crash test divulgação/Latin NCAP 66% de proteção para adultos; 64% para crianças; 54% para pedestres; 58% de proteção com sistemas de assistência à segurança. "Infelizmente, os resultados obtidos pela Toyota nesta rodada confirmam uma tendência preocupante. Nos últimos anos, o Latin NCAP tem demonstrado desempenhos abaixo do esperado para a marca, com baixos níveis de proteção para ocupantes adultos e crianças e a ausência de tecnologias-chave de segurança ativa em modelos populares de alta demanda", apontou Stephan Brodziak, presidente do conselho de administração do Latin NCAP. "É surpreendente que, depois de ser líder na região em veículos seguros, a Toyota tenha relaxado tanto seus padrões internos e lançado no mercado modelos tão relevantes com apenas duas estrelas", disse Alejandro Ruas, secretário geral do Latin NCAP. Yaris Cross é o SUV mais barato da Toyota Toyota Yaris Cross chega para rivalizar com T-Cross, Creta e HR-V O Toyota Yaris Carros foi anunciado em novembro, como o primeiro SUV compacto com opções híbridas flex do país, um rival para o mercado mais disputado do setor automotivo. O SUV ainda está em pré-venda e chega às concessionárias em fevereiro de 2026. Ele será oferecido em quatro versões, com preços entre R$ 161.390 e R$ 189.990. Veja abaixo os valores. XRE: R$ 161.390; XRE Hybrid: R$ 172.390; XRX: R$ 178.990; XRX Hybrid: R$ 189.990. O modelo chega para complementar a linha composta por Corolla Cross, SW4 e RAV4, mas aponta sua mira contra Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta, Honda HR-V, Chevrolet Tracker, Nissan Kicks e Fiat Pulse. O modelo tem motorização inédita no segmento: um sistema híbrido flex que combina um motor 1.5 a combustão com dois motores elétricos — um que atua como gerador de energia para a bateria e outro que auxilia na tração. Com etanol, o conjunto entrega até 111 cv e promete consumo de 17,9 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada, segundo o Inmetro. A Toyota não divulga o torque total de seus veículos híbridos. O motor a combustão oferece 12,3 kgfm de torque, enquanto o elétrico entrega 14,4 kgfm. Contudo, como os valores não se somam diretamente no uso real, a marca não especifica um valor combinado. Esse conjunto é diferente do usado no Corolla e no Corolla Cross, que contam com um motor 1.8 flex nas versões híbridas, ambos com 122 cv. As versões não híbridas utilizam o motor 1.5 flex de 122 cv e 15,3 kgfm de torque, combinado ao câmbio CVT Multidrive. Em comparação, o 1.5 flex do Honda WR-V oferece 4 cv e 0,5 kgfm a mais.
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11/12 - Volkswagen Tiguan recebe nota máxima em teste de segurança do Latin NCAP
NovoTiguan recebe nota máxima em teste de segurança do Latin NCAP O Volkswagen Tiguan recebeu cinco estrelas no teste de segurança do Latin NCAP, informou o instituto nesta quinta-feira (11). As avaliações vão de zero a cinco estrelas, e este é o quarto modelo a obter a nota máxima em 2025 — antes dele, foram avaliados o Jetta, o Tera e o Taos. Segundo o Latin NCAP, o Tiguan avaliado neste teste faz parte da produção do México e já foi confirmado para ser vendido no Brasil em 2026. Para o instituto, o modelo de SUV de Volkswagen apresentou bom desempenho nos seguintes aspectos: 86% em Ocupante Adulto; 81% em Ocupante Infantil; 80% em Proteção de Pedestres e Usuários Vulneráveis das Vias; 92% em Assistência à Segurança. Assim como outros veículos avaliados pelo programa, o Tiguan foi submetido a testes de impacto frontal e lateral, impacto lateral de poste, avaliação de chicotada cervical, além de ensaios de proteção a pedestres e de funcionamento dos sistemas de assistência. Teste de segurança com o Volkswagen Tiguan divulgação/Latin NCAP Entre eles estão a Frenagem Autônoma de Emergência (AEB) em diferentes cenários — incluindo AEB urbana e interurbana —, o assistente de velocidade (SAS), o assistente de permanência em faixa (LSS) e o detector de ponto cego (BSD). Todas essas tecnologias são itens de série em todas as versões e mercados. No teste de impacto frontal, o veículo apresentou instabilidade na estrutura e na área dos pés, o que reduziu a pontuação para ocupantes adultos. Mesmo assim, o bom desempenho dos cintos de segurança e dos airbags ajudou a compensar a nota. Nos testes de impacto lateral e de impacto lateral de poste, o SUV atingiu pontuação máxima e também se destacou na avaliação de chicotada cervical. Proteção do Volkswagen Tiguan, com verde para áreas mais protegidas e amarelo e laranja para as menos protegidas divulgação/Latin NCAP A proteção para ocupantes infantis ficou próxima da nota máxima, mas houve perda de pontos devido ao risco de interação inadequada do airbag de cortina com crianças instaladas de costas no banco traseiro. A proteção a pedestres apresentou desempenho sólido, resultado da combinação de recursos de segurança passiva e ativa. Segundo o Latin NCAP, o pacote de segurança ativa do Tiguan teve boa pontuação graças ao desempenho consistente e à oferta de AEB e BSD como equipamentos de série. A entidade ressalta, porém, que a estrutura do veículo e o acionamento do airbag de cortina ainda podem ser aprimorados para eliminar riscos potenciais. O modelo foi avaliado por decisão voluntária da fabricante. "A segurança ativa apresentou boa pontuação, explicada pelo desempenho sólido e pela padronização do AEB e do BSD. O desempenho estrutural e o acionamento do airbag de cortina devem ser melhorados para eliminar qualquer risco potencial", destacou a instituição. Volkswagen Tiguan será vendido no Brasil Volkswagen Tiguan 2026 divulgação/Volkswagen O SUV retorna ao Brasil em sua terceira geração e segue como um utilitário de proporções mais avantajadas. São 4,79 metros de comprimento e 2,79 metros de distância entre os eixos. Este espaço é suficiente para que sete pessoas possam viajar maiores distâncias, sem aperto. Por dentro, o novo Tiguan tem visual mais moderno para os carros da Volkswagen e a maior mudança está na central multimídia de 13 polegadas. Ela é flutuante, tal qual nos carros chineses que tomaram parte das vendas dos SUVs. Mesmo confirmado para o Brasil, a Volkswagen não divulgou a motorização que o Tiguan trará. Lá fora ele é vendido com opções de motor a combustão e conjuntos eletrificados, com sistema híbrido leve de 48 volts, além de uma variante híbrida plug-in. Volkswagen Tiguan 2026 divulgação/Volkswagen Este último, na Europa, permite ultrapassar os 120 km de autonomia apenas no modo elétrico, quando o motor 1.5 turbo fica desligado.
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11/12 - Nova CNH será de graça apenas em formato digital; documento físico será pago
Nova CNH será de graça apenas em formato digital; documento físico será pago O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, na última terça-feira (9), a medida provisória que altera as regras da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para reduzir o custo de obtenção do documento. Entre as mudanças, está a gratuidade para emitir a CNH, mas o benefício é válido apenas para quem optar apenas pela versão digital do documento. “As pessoas não mexem mais com papel, até o dinheiro é o PIX. Quem quiser ter apenas a carteira digital de trânsito, vai ter apenas a digital. Quem quiser, vai adquirir a carteira física e quem não quiser, vai receber a carteira digital gratuitamente depois do momento em que passar na prova prática do Detranâ€, disse o ministro dos transportes, Renan Filho. Com a mudança, a versão física passa a ser opcional, e o valor de emissão do documento permanece inalterado. Cada Detran define sua própria taxa de emissão da CNH. Em São Paulo, por exemplo, o valor é de R$ 122,17. Em Alagoas, a cobrança é maior, chegando a R$ 144,12; No Acre, a taxa é de R$ 89,75. Os demais custos continuam existindo, embora alguns fiquem menores. A medida provisória prevê redução de 40% no valor dos exames médico e psicológico, limitados a R$ 180. As provas teórica e prática também seguem sendo cobradas e, assim como a emissão da CNH física, têm preços que variam conforme o estado. Novas regras para a CNH Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Divulgação/Detran-AM Entre as alterações para a obtenção da CNH, estão o fim da exigência de aulas obrigatórias em autoescolas. Em entrevista ao g1, o ministro disse que o governo vai lançar o aplicativo CNH do Brasil, uma nova versão atualizada do que já existe – a Carteira Digital de Trânsito (CDT) – nesta terça-feira (9), em cerimônia no Palácio do Planalto. Após a cerimônia, a expectativa é de que as novas normas sejam publicadas em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) no mesmo dia. As mudanças passam a valer imediatamente após a publicação. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou as alterações no começo do mês. Estão entre as mudanças: Aulas em autoescola deixam de ser obrigatórias; O conteúdo teórico estará disponível no aplicativo do governo, de graça, e não será mais exigida carga horária mínima; O aluno poderá usar carro particular e optar por aulas com um instrutor autônomo, credenciado pelo Detran; As aulas práticas caem de 20 para 2 horas no mínimo (com um instrutor ou em autoescola); As provas práticas continuam sendo presenciais, assim como o exame médico e a coleta biométrica; Quem reprovar na primeira avaliação poderá fazer o segundo teste de graça; Não haverá mais prazo para a conclusão do processo de habilitação, que hoje é de um ano. 🚗🚙ðŸï¸ Veja perguntas e respostas sobre a nova CNH. Sala de entrega de Carteira Nacional de Habilitação do Detran-RN Divulgação Estímulo ao bom condutor Além da CNH digital grátis, o ministro dos Transportes também anunciou uma nova regra para a CNH: a renovação poderá ser automática e gratuita para quem for considerado um “bom condutorâ€. Segundo o ministro, para ser classificado como bom condutor, o motorista deve: 🪪 Não ter pontos registrados na CNH; 📠Não possuir infrações de trânsito anotadas no documento. “O bom condutor, se ele não levar ponto na carteira, se ele não cometer infração de trânsito, ele não vai precisar voltar ao Detran e pagar novas taxas de exame, porque a carteira será renovada automaticamenteâ€, disse o ministro. É importante notar que não são todos que podem tirar proveito da renovação automática. Segundo a medida provisória, o benefício não pode ser utilizado por: 🧓Condutores com 70 anos ou mais; 🚗ï¸Motoristas a partir de 50 anos receberão o benefício uma única vez; 🧑â€âš•ï¸A renovação automática não vale para motoristas que têm a validade da CNH reduzida por recomendação médica, em casos de doenças progressivas ou condições que exigem acompanhamento de saúde. Até então, a renovação da CNH requer algumas etapas e o pagamento de taxas que variam de acordo com o Detran de cada estado, a idade do motorista e a categoria do documento. A renovação pode ser realizada até 30 dias após o vencimento da carteira. Dirigir com a CNH vencida é uma infração gravíssima, que resulta em: 🪪 7 pontos na CNH; 💰 Multa de R$ 293,47. Em São Paulo, por exemplo, a renovação envolve os seguintes valores: Exame médico: R$ 122,17, pago diretamente ao profissional; Avaliação psicológica: R$ 142,53, cobrada apenas para condutores com a anotação de Exerce Atividade Remunerada (EAR), também paga ao psicólogo; Taxa de emissão do Detran: R$ 122,17; Entrega pelos Correios (opcional): R$ 11,00. Custo da CNH O ministro afirmou que o governo busca o barateamento da carteira de motorista para a população, a digitalização e a modernização do sistema. "Essa é uma mudança de cultura da sociedade com o fim da obrigatoriedade. Era uma reserva de mercado e a autoescola podava a inovação. Não haverá desemprego. O instrutor terá oportunidade de ser instrutor autônomo também. Vai valorizar a profissão", disse Renan Filho. O governo afirma que as mudanças podem reduzir em até 80% o custo para que o cidadão se habilite para dirigir – que hoje pode chegar a R$ 5 mil. Segundo a Secretaria Nacional de Trânsito, 20 milhões de pessoas estão dirigindo sem habilitação e 30 milhões têm idade para tirar a carteira, mas não têm dinheiro para pagar. "Cada cidadão vai contratar as horas que precisa para aprender. Se o cara já dirige moto ele não precisa de 20 horas. Será uma fração entre duas horas e 20 horas. O fato é que agora vamos dar liberdade para as pessoas negociarem", afirmou o ministro. Passo a passo para a habilitação A previsão é de que a nova versão do aplicativo CNH do Brasil seja disponibilizada também na terça-feira, após o lançamento oficial. A partir do aplicativo o futuro motorista poderá fazer grande parte do processo para conseguir tirar sua habilitação. Ele pode iniciar o processo numa autoescola também. Os passos pelo aplicativo são: Primeiro, o cidadão vai fazer um curso gratuito, mas obrigatório. Ele pode fazer o curso pelo aplicativo, pelo computador, celular, tablet; Após o curso, o cidadão recebe um certificado que informa estar apto para fazer a prova teórica; Antes da prova teórica, a pessoa precisa ir ao Detran para fazer a biometria e a foto; Exame médico e exame psicológico, realizados por qualquer médico e qualquer psicólogo; Prova teórica; Após a aprovação na prova teórica, o futuro motorista pode procurar uma autoescola ou um instrutor autônomo; Prova prática. Se aprovado, o novo motorista recebe automaticamente a CNH digital. O instrutor autônomo também vai ser identificado pelo aplicativo e registrará as aulas ministradas no sistema. Ao final, o aluno recebe um novo certificado, informando que está apto para a prova prática. Prova nacional e padronizada De acordo com o ministro Renan Filho, as provas teóricas e práticas serão padronizadas em todo o país e os simulados vão trazer questões que estarão no teste. "O aluno do Brasil inteiro vai fazer a mesma prova. Antes, cada Detran fazia um tipo de prova. Vamos padronizar as questões, como o mundo faz. No aplicativo vai poder fazer simulados com as questões que cairão na prova. Diferentemente do Enem, por exemplo. No Enem você tem que esconder as questões porque tem menos vagas do que a demanda. Mas a prova do Detran é ao contrário, quanto mais estudarem a questão, mais vão aprender as regras de transito", disse Renan Filho. "Era uma confusão. Muitas dessas horas o cidadão passava fazendo baliza, mas ninguém morre fazendo baliza. O máximo é um arranhão no carro. A prova era para reprovar as pessoas, dificultar a vida do cidadão", completou. *Com reportagem de Isabella Calzolari e Guilherme Balza.
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11/12 - Entenda as novas regras da CNH em 7 pontos, de aulas gratuitas a renovação automática para ‘bons condutores’
CNH sem autoescola: o que muda para tirar a carteira? Como serão as aulas teóricas? O processo para tirar ou renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Brasil sofreu mudanças estruturais aprovadas recentemente. O g1 reuniu os principais pontos das novas medidas, que passam a valer em todo o país após sua publicação no Diário Oficial da União. Saiba mais abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp 1. Fim da obrigatoriedade de aulas em autoescola Um dos principais pontos das novas regras é o fim da obrigatoriedade de aulas em autoescolas para quem deseja obter a habilitação. Agora, os cursos teórico e prático podem ser realizados fora das autoescolas, seja em instituições credenciadas ou com instrutores autônomos autorizados. Cabe ao instrutor registrar e validar a presença e participação do aluno em cada aula. A mudança, no entanto, não extingue as autoescolas nem os cursos que elas já oferecem. Quem preferir poderá manter o modelo atual e realizar todo o curso teórico e prático diretamente em uma autoescola. 2. Aulas teóricas gratuitas e online As aulas teóricas não precisam mais ser feitas presencialmente em Centros de Formação de Condutores; poderão ser realizadas gratuitamente e online pelo novo aplicativo "CNH do Brasil", lançado nesta terça-feira (9). O app é vinculado ao governo federal e deverá ser acessado pela plataforma do gov.br. Além disso, já não há exigência de 45 horas teóricas; o candidato estuda no ritmo próprio, sem limite mínimo de horas. 3. Redução das aulas práticas e possiblidade de usar carro próprio As horas práticas obrigatórias caem de 20 para apenas 2 horas, nas quais o candidato pode escolher entre: Aulas em autoescolas tradicionais; Aulas com instrutores autônomos credenciados pelos Detrans. Outra mudança é a possibilidade de o candidato utilizar um carro próprio nas aulas práticas. Segundo o Ministério dos Transportes, o veículo precisa apenas atender aos requisitos do Código de Trânsito Brasileiro, como: Ter equipamentos obrigatórios em dia Manutenção adequada; Documentação regular. 4. Instrutores autônomos regularizados Profissionais independentes podem dar aulas, desde que cadastrados pelos Detrans, com requisitos de idade, experiência e formação pedagógica. O sistema registra suas atividades no app, garantindo transparência. Todos os instrutores autorizados terão seus nomes disponíveis no site oficial do Ministério dos Transportes e também poderão ser consultados pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT)". A lista incluirá: Foto; Dados de credenciamento; Validade da autorização. Mesmo vinculado a uma autoescola, o instrutor pode oferecer aulas de forma independente. 5. Processo sem limite de prazo e segunda tentativa gratuita Acabou o prazo de um ano para concluir todo o processo de habilitação; o candidato pode progredir no seu tempo. Quem reprovar na prova prática tem direito a uma segunda tentativa gratuita. 6. Renovação automática para “bons condutores†A renovação poderá ser automática e gratuita para quem for considerado um “bom condutorâ€. Enquadram-se no critério: motoristas com zero pontos de infração no ano anterior terão renovação automática e gratuita da carteira. Esse benefício elimina a necessidade de exames médicos e psicológicos, salvo exceções para determinados grupos. Não terão direito à renovação automática: Condutores com 70 anos ou mais; Motoristas a partir de 50 anos, que receberão o benefício apenas uma vez; Motoristas cuja validade da CNH foi reduzida por recomendação médica, em casos de doenças progressivas ou condições que exigem acompanhamento de saúde. 7. O que permanece obrigatório Segundo o Ministério dos Transportes, os candidatos ainda terão de comparecer presencialmente em algumas etapas obrigatórias: Registro biométrico; Exame médico; Prova teórica; Prova prática. Objetivo da mudança e impacto esperado O governo afirma que as mudanças podem reduzir em até 80% o custo para que o cidadão se habilite para dirigir – que hoje pode chegar a R$ 5 mil. Segundo a Secretaria Nacional de Trânsito, 20 milhões de pessoas estão dirigindo sem habilitação e 30 milhões têm idade para tirar a carteira, mas não têm dinheiro para pagar. INFOGRÃFICO – O que muda nas regras para tirar a CNH Arte/g1 CNH Carteira Nacional de Habilitação g1 Governo quer acabar com a obrigatoriedade de aulas em autoescolas para tirar a CNH
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09/12 - Congresso promulga isenção de IPVA para veículos com mais de 20 anos; até 7,7 milhões podem ser beneficiados
O Congresso Nacional promulgou nesta terça-feira (9) uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que isenta veículos fabricados a mais de 20 anos de pagar IPVA. A medida — que pode beneficiar até 7,7 milhões de veículos — tem como objetivo padronizar a possibilidade de isenção no pagamento do imposto entre todas as unidades federativas do país, já que, hoje, cada uma escolhe a forma como aplicar a regra (leia mais abaixo). Estados como Amapá e Roraima permitem a isenção do IPVA de qualquer veículo fabricado até 2015. Ou seja, para esses, a nova regra poderia acabar prejudicando alguns motoristas. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Por isso, o relator da PEC no Senado, senador Marcos Rogério (PL-RO), fez uma modificação na redação que prevê que os estados que já possuem prazos menores para a isenção do tributo estão fora da mudança. A alteração foi mantida pela Câmara dos Deputados. MG e PE mais afetados Ao todo, cinco estados serão atingidos pela PEC, por não terem prazo definido ou terem prazo maior para isenção comparado ao da proposta. Esses são os casos de Santa Catarina e Tocantins – que preveem o benefício apenas para veículos com mais de 30 anos de fabricação – e Alagoas, que concede a isenção para veículos fabricados até 2002. PEC isenta veículos com mais de 20 anos de pagar IPVA. Reprodução Segundo o autor da proposta, senador Cleitinho (Republicanos-MG), a escolha do prazo de 20 anos se deu devido ao aumento da frota de veículos nessa faixa após a pandemia de covid-19. "Esse cenário se deveu, principalmente, à pandemia da Covid-19, que ocasionou um aumento considerável no preço dos veículos, inclusive em relação aos usados, e à queda do poder aquisitivo da população", afirmou. Os dois estados mais afetados, no entanto, são Minas Gerais e Pernambuco, que não possuem hoje a possibilidade de isenção no IPVA por tempo de fabricação do veículo. Em Minas Gerais, a regra atual prevê a isenção apenas para veículos que utilizam placa preta – reconhecido como valor histórico. De acordo com a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), se a proposta for promulgada, só nesses dois estados, 6,2 milhões de veículos podem passar a ser beneficiados com a isenção do imposto. E, ao todo, cerca de até 7,7 milhões. Até outubro de 2025, o Brasil registrava 47,5 milhões de veículos isentos por tempo de fabricação. O estado de São Paulo lidera entre as unidades federativas, com 14,6 milhões. Veículos isentos de IPVA por Estado
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09/12 - Governo lança aplicativo e oficializa novas regras para CNH
Governo lança aplicativo e oficializa novas regras para CNH Medida deve beneficiar cerca de 20 milhões de pessoas, que dirigem sem habilitação atualmente. O governo lançou um aplicativo com aulas gratuitas e oficializou novas regras para tirar a CNH.. Medida deve beneficiar cerca de 20 milhões de pessoas e pode baratear em até 80% o processo de habilitação.. A autoescola deixa de ser obrigatória e as aulas teóricas poderão ser feitas online e de graça.. Já as aulas práticas poderão ser realizadas com instrutor autônomo.. Outra nova regra premia o 'bom condutor', ou seja, ele fica isento de pagar taxa para renovar a CNH.
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09/12 - Lula lança novas regras para CNH que podem baratear em até 80% o processo de habilitação
Lula lança novas regras para CNH que podem baratear em até 80% o processo de habilitação O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta terça-feira (9) a medida provisória que cria a CNH do Brasil, com novas regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A iniciativa tem como objetivo modernizar e baratear o processo de obtenção da carteira de motorista. A expectativa do Ministério dos Transportes é que o novo modelo lançado nesta terça reduza em até 80% o custo para tirar o documento, além de diminuir os entraves e a demora no processo de renovação da carteira. Segundo estimativas do governo, cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem habilitação atualmente. O principal motivo é o custo elevado, que pode chegar a R$ 5 mil em alguns municípios, aliado à burocracia para concluir todas as etapas do processo. A proposta prevê curso teórico gratuito e digital, flexibilização das aulas práticas e possibilidade de acompanhamento por instrutores autônomos (veja mais abaixo). Leia também: CNH renovada de graça: saiba o que é preciso para ser considerado como 'bom condutor' Lula durante evento de lançamento da CNH do Brasil Reprodução/EBC No discurso durante o evento, o ministro dos Transportes, Renan Filho, também destacou que a medida provisória prevê uma redução no preço dos exames médicos necessários para retirar a carteira. "Vamos abaixar 40% do custo de exames para todo o povo brasileiro, médicos e psicológicos. A média era de 300 reais e vai cair pra, no máximo, 180 reais", destacou o ministro. Ele também falou sobre a possibilidade de o motorista adquirir apenas a versão digital do documento, de forma gratuita. "Pode ter apenas a digital e quem quiser a física, vai adquirir. Quem não quiser, vai receber a carteira digital de graça depois que passar na prova". Novo aplicativo Na mesma cerimônia no Palácio do Planalto, foi lançada a nova versão do aplicativo da CNH, que deve substituir a Carteira Digital de Trânsito (CDT). O governo afirma que, ao facilitar o acesso à formação, a medida deve ampliar a segurança no trânsito. O processo é inspirado em modelos adotados em países como Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Japão e Argentina. No começo de dezembro, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou a proposta por unanimidade. As mudanças passam a valer assim que forem publicadas no Diário Oficial da União, ainda nesta terça-feira (9). CNH sem autoescola: o que muda para tirar a carteira? Como serão as aulas teóricas? Mudanças da nova CNH Veja as principais mudanças previstas no projeto do governo: aulas em autoescola deixam de ser obrigatórias; o conteúdo teórico estará disponível no aplicativo do governo, de graça, e não será mais exigida carga horária mínima; o aluno poderá usar carro particular e optar por aulas com um instrutor autônomo, credenciado pelo Detran; as aulas práticas caem de 20 para 2 horas no mínimo (com um instrutor ou em autoescola); as provas práticas continuam sendo presenciais, assim como o exame médico e a coleta biométrica; quem reprovar na primeira avaliação poderá fazer o segundo teste de graça; não haverá mais prazo para a conclusão do processo de habilitação, que hoje é de um ano.
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09/12 - Governo lança aplicativo com aulas gratuitas para CNH e oficializa novas regras
Novas regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação começam a valer nesta semana O governo federal oficializou nesta terça-feira (9) as novas regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Entre as alterações, estão o fim da exigência de aulas obrigatórias em autoescolas e a renovação automática e gratuita do documento para motoristas classificados como "bons condutores" (mais detalhes abaixo). As mudanças foram oficializadas em uma cerimônia no Palácio do Planalto. O governo também lançou o aplicativo CNH do Brasil, uma nova versão atualizada do que já existe – a Carteira Digital de Trânsito (CDT) – durante o evento. Em entrevista ao g1, o ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), afirmou que as novas regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) já começam a valer após a publicação em edição extra do "Diário Oficial da União (DOU). O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou as alterações no começo do mês. Estão entre as mudanças: aulas em autoescola deixam de ser obrigatórias; o conteúdo teórico estará disponível no aplicativo do governo, de graça, e não será mais exigida carga horária mínima; o aluno poderá usar carro particular e optar por aulas com um instrutor autônomo, credenciado pelo Detran; as aulas práticas caem de 20 para 2 horas no mínimo (com um instrutor ou em autoescola); as provas práticas continuam sendo presenciais, assim como o exame médico e a coleta biométrica; quem reprovar na primeira avaliação poderá fazer o segundo teste de graça; não haverá mais prazo para a conclusão do processo de habilitação, que hoje é de um ano. 🚗🚙ðŸï¸ Veja perguntas e respostas sobre a nova CNH. Sala de entrega de Carteira Nacional de Habilitação do Detran-RN Divulgação Custa para tirar CNH O ministro afirmou que o governo busca o barateamento da carteira de motorista para a população, a digitalização e a modernização do sistema. "Essa é uma mudança de cultura da sociedade com o fim da obrigatoriedade. Era uma reserva de mercado e a autoescola podava a inovação. Não haverá desemprego. O instrutor terá oportunidade de ser instrutor autônomo também. Vai valorizar a profissão", disse Renan Filho. O governo afirma que as mudanças podem reduzir em até 80% o custo para que o cidadão se habilite para dirigir – que hoje pode chegar a R$ 5 mil. Segundo a Secretaria Nacional de Trânsito, 20 milhões de pessoas estão dirigindo sem habilitação e 30 milhões têm idade para tirar a carteira, mas não têm dinheiro para pagar. "Cada cidadão vai contratar as horas que precisa para aprender. Se o cara já dirige moto ele não precisa de 20 horas. Será uma fração entre duas horas e 20 horas. O fato é que agora vamos dar liberdade para as pessoas negociarem", afirmou o ministro. Renovação automática e gratuita Segundo Renan Filho, o governo também vai anunciar na terça-feira (9) a renovação automática e gratuita da CNH para os "bons condutores". O condutor vai ter direito ao benefício e receberá um selo de bom condutor se não tiver nenhum ponto de infração na carteira registrado no ano anterior à renovação da CNH. Não haverá alteração no prazo de renovação do documento. "Se não comete infração de trânsito você não precisa que o Estado te dê trabalho. Se você está dirigindo bem, é sinal de que você não precisa de exame novo. Se não levou ponto, sinal que não está cometendo infração. E se você está dirigindo e não cometeu nenhuma infração, não tem sentido. É só pra levar o cidadão ao órgão publico novamente", argumentou o ministro. CNH renovada de graça: saiba o que é preciso para ser considerado como 'bom condutor' Passo a passo para a habilitação A previsão é de que a nova versão do aplicativo CNH do Brasil seja disponibilizada também na terça-feira, após o lançamento oficial. A partir do aplicativo o futuro motorista poderá fazer grande parte do processo para conseguir tirar sua habilitação. Ele pode iniciar o processo numa autoescola também. Os passos pelo aplicativo são: Primeiro, o cidadão vai fazer um curso gratuito, mas obrigatório. Ele pode fazer o curso pelo aplicativo, pelo computador, celular, tablet; Após o curso, o cidadão recebe um certificado que informa estar apto para fazer a prova teórica; Antes da prova teórica, a pessoa precisa ir ao Detran para fazer a biometria e a foto; Exame médico e exame psicológico, realizados por qualquer médico e qualquer psicólogo; Prova teórica; Após a aprovação na prova teórica, o futuro motorista pode procurar uma autoescola ou um instrutor autônomo; Prova prática. Se aprovado, o novo motorista recebe automaticamente a CNH digital. O instrutor autônomo também vai ser identificado pelo aplicativo e registrará as aulas ministradas no sistema. Ao final, o aluno recebe um novo certificado, informando que está apto para a prova prática. Prova nacional e padronizada De acordo com o ministro Renan Filho, as provas teóricas e práticas serão padronizadas em todo o país e os simulados vão trazer questões que estarão no teste. "O aluno do Brasil inteiro vai fazer a mesma prova. Antes, cada Detran fazia um tipo de prova. Vamos padronizar as questões, como o mundo faz. No aplicativo vai poder fazer simulados com as questões que cairão na prova. Diferentemente do Enem, por exemplo. No Enem você tem que esconder as questões porque tem menos vagas do que a demanda. Mas a prova do Detran é ao contrário, quanto mais estudarem a questão, mais vão aprender as regras de transito", disse Renan Filho. "Era uma confusão. Muitas dessas horas o cidadão passava fazendo baliza, mas ninguém morre fazendo baliza. O máximo é um arranhão no carro. A prova era para reprovar as pessoas, dificultar a vida do cidadão", completou.
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09/12 - CNH renovada de graça: saiba o que é preciso para ser considerado como 'bom condutor'
Renovação grátis da CNH: veja quem terá direito ao novo benefício Em entrevista ao g1, o ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), anunciou uma nova regra para a CNH: a renovação poderá ser automática e gratuita para quem for considerado um “bom condutorâ€. Segundo o ministro, para ser classificado como bom condutor, o motorista deve: 🪪 Não ter pontos registrados na CNH; 📠Não possuir infrações de trânsito anotadas no documento. “O bom condutor, se ele não levar ponto na carteira, se ele não cometer infração de trânsito, ele não vai precisar voltar ao Detran e pagar novas taxas de exame, porque a carteira será renovada automaticamenteâ€, disse o ministro. Até então, a renovação da CNH requer algumas etapas e o pagamento de taxas que variam de acordo com o Detran de cada estado, a idade do motorista e a categoria do documento. A renovação pode ser realizada até 30 dias após o vencimento da carteira. Dirigir com a CNH vencida é uma infração gravíssima, que resulta em: 🪪 7 pontos na CNH; 💰 Multa de R$ 293,47. Em São Paulo, por exemplo, a renovação envolve os seguintes valores: Exame médico: R$ 122,17, pago diretamente ao profissional; Avaliação psicológica: R$ 142,53, cobrada apenas para condutores com a anotação de Exerce Atividade Remunerada (EAR), também paga ao psicólogo; Taxa de emissão do Detran: R$ 122,17; Entrega pelos Correios (opcional): R$ 11,00. Novas regras para a CNH Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Divulgação/Detran-AM A renovação automática e gratuita da CNH entra em vigor junto de novas regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), já nesta semana. Entre as alterações, estão o fim da exigência de aulas obrigatórias em autoescolas. Em entrevista ao g1, o ministro disse que o governo vai lançar o aplicativo CNH do Brasil, uma nova versão atualizada do que já existe – a Carteira Digital de Trânsito (CDT) – nesta terça-feira (9), em cerimônia no Palácio do Planalto. Após a cerimônia, a expectativa é de que as novas normas sejam publicadas em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) no mesmo dia. As mudanças passam a valer imediatamente após a publicação. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou as alterações no começo do mês. Estão entre as mudanças: Aulas em autoescola deixam de ser obrigatórias; O conteúdo teórico estará disponível no aplicativo do governo, de graça, e não será mais exigida carga horária mínima; O aluno poderá usar carro particular e optar por aulas com um instrutor autônomo, credenciado pelo Detran; As aulas práticas caem de 20 para 2 horas no mínimo (com um instrutor ou em autoescola); As provas práticas continuam sendo presenciais, assim como o exame médico e a coleta biométrica; Quem reprovar na primeira avaliação poderá fazer o segundo teste de graça; Não haverá mais prazo para a conclusão do processo de habilitação, que hoje é de um ano. 🚗🚙ðŸï¸ Veja perguntas e respostas sobre a nova CNH. Sala de entrega de Carteira Nacional de Habilitação do Detran-RN Divulgação Custo da CNH O ministro afirmou que o governo busca o barateamento da carteira de motorista para a população, a digitalização e a modernização do sistema. "Essa é uma mudança de cultura da sociedade com o fim da obrigatoriedade. Era uma reserva de mercado e a autoescola podava a inovação. Não haverá desemprego. O instrutor terá oportunidade de ser instrutor autônomo também. Vai valorizar a profissão", disse Renan Filho. O governo afirma que as mudanças podem reduzir em até 80% o custo para que o cidadão se habilite para dirigir – que hoje pode chegar a R$ 5 mil. Segundo a Secretaria Nacional de Trânsito, 20 milhões de pessoas estão dirigindo sem habilitação e 30 milhões têm idade para tirar a carteira, mas não têm dinheiro para pagar. "Cada cidadão vai contratar as horas que precisa para aprender. Se o cara já dirige moto ele não precisa de 20 horas. Será uma fração entre duas horas e 20 horas. O fato é que agora vamos dar liberdade para as pessoas negociarem", afirmou o ministro. Passo a passo para a habilitação A previsão é de que a nova versão do aplicativo CNH do Brasil seja disponibilizada também na terça-feira, após o lançamento oficial. A partir do aplicativo o futuro motorista poderá fazer grande parte do processo para conseguir tirar sua habilitação. Ele pode iniciar o processo numa autoescola também. Os passos pelo aplicativo são: Primeiro, o cidadão vai fazer um curso gratuito, mas obrigatório. Ele pode fazer o curso pelo aplicativo, pelo computador, celular, tablet; Após o curso, o cidadão recebe um certificado que informa estar apto para fazer a prova teórica; Antes da prova teórica, a pessoa precisa ir ao Detran para fazer a biometria e a foto; Exame médico e exame psicológico, realizados por qualquer médico e qualquer psicólogo; Prova teórica; Após a aprovação na prova teórica, o futuro motorista pode procurar uma autoescola ou um instrutor autônomo; Prova prática. Se aprovado, o novo motorista recebe automaticamente a CNH digital. O instrutor autônomo também vai ser identificado pelo aplicativo e registrará as aulas ministradas no sistema. Ao final, o aluno recebe um novo certificado, informando que está apto para a prova prática. Prova nacional e padronizada De acordo com o ministro Renan Filho, as provas teóricas e práticas serão padronizadas em todo o país e os simulados vão trazer questões que estarão no teste. "O aluno do Brasil inteiro vai fazer a mesma prova. Antes, cada Detran fazia um tipo de prova. Vamos padronizar as questões, como o mundo faz. No aplicativo vai poder fazer simulados com as questões que cairão na prova. Diferentemente do Enem, por exemplo. No Enem você tem que esconder as questões porque tem menos vagas do que a demanda. Mas a prova do Detran é ao contrário, quanto mais estudarem a questão, mais vão aprender as regras de transito", disse Renan Filho. "Era uma confusão. Muitas dessas horas o cidadão passava fazendo baliza, mas ninguém morre fazendo baliza. O máximo é um arranhão no carro. A prova era para reprovar as pessoas, dificultar a vida do cidadão", completou. *Com reportagem de Isabella Calzolari e Guilherme Balza.
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08/12 - Programa Carro Sustentável já supera 200 mil emplacamentos, diz Anfavea
Volkswagen Polo, Fiat Mobi e Renault Kwid estão com desconto de IPI Verde g1 O programa Carro Sustentável, que reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos populares, contribuiu para um crescimento de 14,5% nas vendas de automóveis, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). “O Carro Sustentável, no acumulado, ainda continua subindo. Sobretudo no varejo, o que acho ótimo para o nosso mercado. O programa continua sendo um sucesso. Óbvio que o programa tem uma subida mais acentuada no início e depois uma estabilidade, um platô, que é natural desse tipo de programa," disse Igor Calvet, presidente da Anfavea. Igor ressaltou um cenário de estabilidade, com vendas em ritmo de dois dígitos desde o início do programa na comparação mensal dos emplacamentos. No entanto, esse comportamento não se repetiu em novembro: O programa está em vigor desde 11 de julho deste ano e, segundo a Anfavea, já foram emplacadas 201,4 mil unidades de veículos homologados nesse período, ante 176 mil no mesmo intervalo do ano anterior - aumento de 14,5% no período. Entre 11 e 31 de julho: 30 mil unidades emplacadas (31,8% acima de 2024); Agosto: 40 mil unidades emplacadas (22,1% acima de 2024); Setembro: 39 mil unidades emplacadas (20,5% acima de 2024); Outubro: 45 mil unidades emplacadas (12,7% acima de 2024); Novembro: 47 mil unidades emplacadas (1,8% abaixo de 2024). O maior avanço nas vendas ocorreu no varejo. Nesse modelo de comercialização, o consumidor adquire o veículo em uma concessionária, o que inclui um intermediário entre a montadora e o comprador. Nesse contexto, os emplacamentos passaram de 30,9 mil em 2024 para 46,8 mil unidades neste ano, considerando o período entre 11 de julho e 30 de novembro. O crescimento foi de 51,6%. Há ainda a modalidade de venda direta, na qual a montadora entrega o veículo ao consumidor sem a participação de uma concessionária. Esse modelo atende locadoras, frotistas, taxistas, autoescolas, motoristas de transporte escolar e compradores que têm direito ao desconto para pessoas com deficiência (PcD). Nesse cenário, o avanço foi mais moderado: os emplacamentos subiram de 145,1 mil para 154,7 mil unidades, resultando em um aumento de 6,6% no período. Correia banhada a óleo do Onix: especialistas explicam a origem da polêmica O que é o programa Carro Sustentável? O programa Carro Sustentável zera a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de veículos compactos com alta eficiência energética-ambiental fabricados no Brasil. Para ter direito ao IPI zero, o carro deve: Emitir menos de 83g de CO₂ por quilômetro Conter mais de 80% de materiais recicláveis Ser fabricado no Brasil (etapas como soldagem, pintura, fabricação do motor e montagem) Se enquadrar em uma das categorias de carro compacto. Para os demais veículos, o decreto estabelece um novo sistema de cálculo do IPI, que entra em vigor em 90 dias. A nova tabela parte de uma alíquota base de 6,3% para veículos de passageiros e de 3,9% para comerciais leves, que será ajustada por um sistema de acréscimos e decréscimos. O cálculo levará em conta critérios como eficiência energética, tecnologia de propulsão, potência, nível de segurança e índice de reciclabilidade. Segundo o governo, o decreto não terá impacto fiscal. O decreto prevê ainda que veículos com melhores indicadores receberão descontos nos impostos, enquanto os com piores avaliações sofrerão um acréscimo. O governo estima uma redução das alíquotas para 60% dos veículos comercializados no Brasil, considerando o número de carros vendidos em 2024. A lista de veículos habilitados para o programa Carro Sustentável inclui os modelos abaixo: Renault Kwid; Fiat Mobi; Fiat Argo; Hyundai HB20; Hyundai HB20S; Volkswagen Polo; Volkswagen Saveiro; Volkswagen T-Cross; Volkswagen Nivus; Chevrolet Onix; Chevrolet Onix Plus.
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08/12 - CNH sem autoescola: novas regras começam a valer nesta semana; governo prevê renovação automática para 'bom condutor'
Novas regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação começam a valer nesta semana O ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), afirmou que as novas regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) começam a valer nesta semana. Entre as alterações, estão o fim da exigência de aulas obrigatórias em autoescolas e a renovação automática e gratuita do documento para motoristas classificados como "bons condutores" (mais detalhes abaixo). Em entrevista ao g1, o ministro disse que o governo vai lançar o aplicativo CNH do Brasil, uma nova versão atualizada do que já existe – a Carteira Digital de Trânsito (CDT) – na terça-feira (9), em cerimônia no Palácio do Planalto. Após a cerimônia, a expectativa é de que as novas normas sejam publicadas em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) no mesmo dia. As mudanças passam a valer imediatamente após a publicação. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou as alterações no começo do mês. Estão entre as mudanças: aulas em autoescola deixam de ser obrigatórias; o conteúdo teórico estará disponível no aplicativo do governo, de graça, e não será mais exigida carga horária mínima; o aluno poderá usar carro particular e optar por aulas com um instrutor autônomo, credenciado pelo Detran; as aulas práticas caem de 20 para 2 horas no mínimo (com um instrutor ou em autoescola); as provas práticas continuam sendo presenciais, assim como o exame médico e a coleta biométrica; quem reprovar na primeira avaliação poderá fazer o segundo teste de graça; não haverá mais prazo para a conclusão do processo de habilitação, que hoje é de um ano. 🚗🚙ðŸï¸ Veja perguntas e respostas sobre a nova CNH. Sala de entrega de Carteira Nacional de Habilitação do Detran-RN Divulgação Custo da CNH O ministro afirmou que o governo busca o barateamento da carteira de motorista para a população, a digitalização e a modernização do sistema. "Essa é uma mudança de cultura da sociedade com o fim da obrigatoriedade. Era uma reserva de mercado e a autoescola podava a inovação. Não haverá desemprego. O instrutor terá oportunidade de ser instrutor autônomo também. Vai valorizar a profissão", disse Renan Filho. O governo afirma que as mudanças podem reduzir em até 80% o custo para que o cidadão se habilite para dirigir – que hoje pode chegar a R$ 5 mil. Segundo a Secretaria Nacional de Trânsito, 20 milhões de pessoas estão dirigindo sem habilitação e 30 milhões têm idade para tirar a carteira, mas não têm dinheiro para pagar. "Cada cidadão vai contratar as horas que precisa para aprender. Se o cara já dirige moto ele não precisa de 20 horas. Será uma fração entre duas horas e 20 horas. O fato é que agora vamos dar liberdade para as pessoas negociarem", afirmou o ministro. Estímulo ao bom condutor Segundo Renan Filho, o governo também vai anunciar na terça-feira (9) a renovação automática e gratuita da CNH para os "bons condutores". O condutor vai ter direito ao benefício e receberá um selo de bom condutor se não tiver nenhum ponto de infração na carteira registrado no ano anterior à renovação da CNH. Não haverá alteração no prazo de renovação do documento. "Se não comete infração de trânsito você não precisa que o Estado te dê trabalho. Se você está dirigindo bem, é sinal de que você não precisa de exame novo. Se não levou ponto, sinal que não está cometendo infração. E se você está dirigindo e não cometeu nenhuma infração, não tem sentido. É só pra levar o cidadão ao órgão publico novamente", argumentou o ministro. Passo a passo para a habilitação A previsão é de que a nova versão do aplicativo CNH do Brasil seja disponibilizada também na terça-feira, após o lançamento oficial. A partir do aplicativo o futuro motorista poderá fazer grande parte do processo para conseguir tirar sua habilitação. Ele pode iniciar o processo numa autoescola também. Os passos pelo aplicativo são: Primeiro, o cidadão vai fazer um curso gratuito, mas obrigatório. Ele pode fazer o curso pelo aplicativo, pelo computador, celular, tablet; Após o curso, o cidadão recebe um certificado que informa estar apto para fazer a prova teórica; Antes da prova teórica, a pessoa precisa ir ao Detran para fazer a biometria e a foto; Exame médico e exame psicológico, realizados por qualquer médico e qualquer psicólogo; Prova teórica; Após a aprovação na prova teórica, o futuro motorista pode procurar uma autoescola ou um instrutor autônomo; Prova prática. Se aprovado, o novo motorista recebe automaticamente a CNH digital. O instrutor autônomo também vai ser identificado pelo aplicativo e registrará as aulas ministradas no sistema. Ao final, o aluno recebe um novo certificado, informando que está apto para a prova prática. INFOGRÃFICO – O que muda nas regras para tirar a CNH Arte/g1 Prova nacional e padronizada De acordo com o ministro Renan Filho, as provas teóricas e práticas serão padronizadas em todo o país e os simulados vão trazer questões que estarão no teste. "O aluno do Brasil inteiro vai fazer a mesma prova. Antes, cada Detran fazia um tipo de prova. Vamos padronizar as questões, como o mundo faz. No aplicativo vai poder fazer simulados com as questões que cairão na prova. Diferentemente do Enem, por exemplo. No Enem você tem que esconder as questões porque tem menos vagas do que a demanda. Mas a prova do Detran é ao contrário, quanto mais estudarem a questão, mais vão aprender as regras de transito", disse Renan Filho. "Era uma confusão. Muitas dessas horas o cidadão passava fazendo baliza, mas ninguém morre fazendo baliza. O máximo é um arranhão no carro. A prova era para reprovar as pessoas, dificultar a vida do cidadão", completou.
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04/12 - Congresso retoma exigência de exame toxicológico para primeira CNH nas categorias A e B
Congresso retoma exigência de exame toxicológico para primeira CNH nas categorias A e B O Congresso retomou nesta quinta-feira (4), em sessão conjunta, a exigência de exame toxicológico para obtenção da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (motos) e B (carros de passeio). ðŸ”O exame toxicológico utiliza amostras de cabelo, pelo ou unhas para detectar se a pessoa testada consumiu — ativamente, ou não — substâncias psicoativas. Em caso positivo, ela não pode obter a CNH. A medida havia sido vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em junho. O veto foi derrubado pelos parlamentares na Câmara – com 379 votos a favor e 51 contrários – e no Senado – com 70 votos a favor e 2 contrários. O exame já é obrigatório para obtenção e para a renovação da CNH nas categorias C, D e E (transporte de cargas e passageiros). Com a decisão do Congresso, a medida também será necessária para a primeira habilitação nas classes A e B. Carteira de Motorista, CNH Divulgação De acordo com dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), até o mês de outubro passado existiam 75,6 milhões de CNHs habilitadas no país para as categorias A, B e suas variações, que serão afetadas pela decisão do Congresso desta quinta-feira (4). A Associação Brasileira de Toxicologia (ABTox) elogiou a derrubada do veto. "A medida reforça uma política pública que comprovadamente tem impacto positivo na sociedade: desde 2016, quando passou a ser obrigatório para motoristas das categorias C, D e E, o exame evitou ao Brasil uma perda estimada de R$ 74 bilhões em sinistralidades apenas em seu primeiro ano e permitiu que mais de 28 mil condutores inicialmente reprovados retornassem às atividades após tratamento e reabilitação", disse a associação em nota. A Abtox, que monitora o mercado, estima que o preço do exame varie entre R$ 90 e R$ 110. 'CNH social' Deputados e senadores também derrubaram um veto de Lula e obrigaram que a medida entre em vigor assim que a lei for publicada no "Diário Oficial da União". A regra foi aprovada pelos parlamentares neste ano, dentro de um projeto que previa a criação da chamada "CNH Social". Na época, ao justificar o veto, Lula informou que a exigência contrariava o "interesse público, pois resultaria em aumento de custos para a sociedade e poderia influenciar que mais pessoas optassem por dirigir sem a devida habilitação, o que comprometeria, por consequência, a segurança viária".
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04/12 - LISTA: veja quais foram as 10 motos mais vendidas do Brasil até novembro
LISTA: veja quais foram as 10 motos mais vendidas do Brasil até novembro O mercado brasileiro emplacou 2.004.150 motocicletas de janeiro a novembro de 2025, segundo os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgados nesta quarta-feira (3). A alta é de 16,25% em relação ao mesmo período de 2024, quando o Brasil registrou 1.723.971 emplacamentos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No mês de novembro, foram 180.601 emplacamentos contra 147.019 unidades do ano passado. O crescimento no período foi expressivo, de 22,84%. Por outro lado, o número representa uma queda considerável de 13,9% em relação ao mês anterior (209.767 motos). A projeção é de recorde neste ano, alcançando os 2.157.188 emplacamentos até dezembro. Neste momento, o segmento de motocicletas já é responsável por 43,2% de todos os veículos emplacados em 2025. Entre as mais vendidas, a Honda CG continua na liderança e já ultrapassa as 437 mil unidades emplacadas. "O veículo é ferramenta de trabalho para entregadores, pequenos empreendedores e prestadores de serviço, além de alternativa mais acessível de mobilidade em grandes e médias cidades, tornando-se, muitas vezes, o segundo veículo da família. O segmento mantém expansão consistente e deverá ter recorde histórico de vendas neste ano", explica o Presidente da Fenabrave, Arcelio Junior. Veja as 10 motos mais vendidas até novembro de 2025. Honda CG 160: 437.088 unidades; Honda Biz: 243.405 unidades; Honda Pop 110i: 215.399 unidades; Honda NXR 160 Bros: 181.687 unidades; Mottu Sport 110I: 94.320 unidades; Yamaha YBR 150: 65.574 unidades; Honda CB300F: 60.116 unidades; Honda PCX 160: 49.379 unidades; Yamaha Fazer 250: 42.190 unidades; Honda XRE 300: 39.795 unidades. Da lista acima, cerca de 90% das motos vendidas no Brasil em 2025 são de baixa potência, com cerca de 160 cilindradas. É o caso da Honda CG 160, NXR 160 Bros e PCX 160. Motos elétricas ⚡ Apesar de um mercado feroz de novas motos a combustão, as vendas de modelos elétricos continuam inexpressivas no Brasil, mas ensaiam subida em grandes centros. Entre janeiro e novembro de 2025, foram emplacadas 7.643 unidades eletrificadas. Em 2024, foram 6.636 emplacamentos até novembro, um aumento de 15,17% em um ano. Todos os modelos comercializados são 100% elétricos — não existiu emplacamento de sequer uma moto híbrida no Brasil em 2025. Honda CG 160 2025 Titan sai por R$ 19.230 Divulgação | Honda "Notamos que são motos para usos muito específicos e, normalmente, para circulação em rotas de quilometragem reduzida, como segurança em condomínios e outros", comenta Arcelio JunioNem mesmo com um crescimento na casa dos dois dígios, Mesmo com crescimento na casa dos dois dígitos, o mercado de motos eletrificadas representa apenas 0,38% do segmento das motos no Brasil. As motos mais vendidas de outubro A Honda CG 160 continua sendo a moto mais vendida. Em novembro, foram 38.406 novos emplacamentos do modelo. Em segundo lugar ficou outro modelo da mesma fabricante, a Honda Pop 110i. Ela vendeu 20.782 unidades em novembro. A Honda Biz aparece logo atrás, com 20.547 emplacamentos no mês. Veja as 10 motos mais vendidas em outubro de 2025. Honda CG 160: 38.406 unidades; Honda Pop 110i ES: 20.782 unidades; Honda Biz 125: 20.547 unidades; Honda NXR 160 Bros: 16.303 unidades; Mottu Sport 110I: 9.202 unidades; Yamaha YBR 150: 5.558 unidades; Honda CB 300F Twister: 5.490 unidades; Honda PCX 160: 3.847 unidades; Yamaha Fazer 250: 3.712 unidades; Honda XRE 300: 3.659 unidades. Veja as 10 marcas com maior participação de mercado no acumulado de 2025: ri
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03/12 - Fiat Strada é o veículo novo mais vendido do Brasil e VW Polo fica mais distante do líder; veja a lista
Fiat Strada é o veículo novo mais vendido do Brasil e VW Polo fica mais distante do líder A Fiat Strada entrou no penúltimo mês de 2025 na liderança de emplacamentos de carros novos no Brasil. Os dados foram divulgados nesta quarta--feira (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram emplacadas 128.357 unidades da picape em todo o país durante os 11 primeiros meses do ano. O vice-líder, Volkswagen Polo, emplacou 112.238 unidades, aumentando a diferença entre a dupla para 16.119 veículos — ante 12.481 veículos no mês passado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Fiat Strada 2025 divulgação/Fiat Veja a lista de mais vendidos de 2025 até novembro. Fiat Strada: 128.357 unidades; Volkswagen Polo: 112.238 unidades; Fiat Argo: 92.376 unidades; Volkswagen T-Cross: 82.116 unidades; Hyundai HB20: 76.101 unidades; Chevrolet Onix: 71.891 unidades; Hyundai Creta: 67.997 unidades; Fiat Mobi: 66.580 unidades; Volkswagen Saveiro: 59.587 unidades; Toyota Corolla Cross: 57.046 unidades; Vendas em novembro Em novembro, a liderança segue, pela segundo mês consecutivo, com o Volkswagen Tera para automóveis — quando não são consideradas as picapes. O Volkswagen Polo aparece logo atrás, com 92.376 unidades emplacadas no período. As vendas do SUV de entrada fomentaram uma queda nos emplacamentos do Polo e, com isso, a Fiat Strada segue com boa distância quando consideramos os automóveis e as picapes. Veja abaixo a lista de agosto. Fiat Strada: 13.019 unidades; Volkswagen Tera: 9.772 unidades; Chevrolet Onix: 9.524 unidades; Volkswagen Polo: 9.381 unidades; Volkswagen T-Cross: 9.016 unidades; Fiat Argo: 8.386 unidades; Hyundai Creta: 7.689 unidades; Hyundai HB20: 7.640 unidades; Toyota Corolla Cross: 7.737 unidades; Renault Kwid: 7.302 unidades. Brasil supera 2,4 milhão de veículos novos emplacadados Os brasileiros compraram 2.409.807 veículos novos entre janeiro a novembro de 2025. O número inclui automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O g1 contabiliza motos à parte e desconsidera implementos rodoviários. Houve uma ligeira alta de 1,38% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram emplacados 2.376.972 veículos novos. “Com quatro dias úteis a menos, é natural uma queda no volume total, mas o ritmo de vendas por dia útil aumentou, comprovando que a demanda segue estável, mesmo em um ambiente de juros elevadosâ€, avalia Arcelio Junior, Presidente da Fenabrave. Veja abaixo os resultados por segmento. AUTOMÓVEIS 1.785.840 emplacamentos entre janeiro e novembro de 2025, aumento de 1,57% ante 2024. 182.044 emplacamentos em novembro, queda de 5,55% em relação a outubro; Comparado a novembro de 2024, houve queda de 6,01% (193.683 unidades). COMERCIAIS LEVES 496.559 emplacamentos entre janeiro e novembro de 2025, aumento de 2,72% ante 2024. 45.130 emplacamentos em novembro, queda expressiva de 18,13% em relação a outubro; Comparado a novembro de 2024, houve retrocesso de 5,09% (47.550 unidades). CAMINHÕES E ÔNIBUS 127.408 emplacamentos entre janeiro e novembro de 2025, retração de 5,89% ante 2024. 11.432 emplacamentos em novembro, queda de 11,25% em relação a outubro; Comparado a novembro de 2024, houve queda de 6,43% (12.217 unidades). Somando automóveis e comerciais leves, os principais segmentos em vendas, a alta foi de 1,82% no período. Projeções para 2025 A projeção da Fenabrave foi revisada em outubro, e o número de emplacamentos de automóveis e comerciais leves foi reduzido: o crescimento previsto caiu de 5% para 3% na comparação entre as vendas acumuladas de 2024 e 2025. Segundo a entidade, a expectativa é que sejam emplacadas 2.559.345 unidades — antes, a estimativa era de 2.608.977 veículos. Confira os demais segmentos: Automóveis e comerciais leves: alta de 3% (de 2.484.740 para 2.559.345); Caminhões: queda de 7% (de 127.593 para 113.552); Ônibus: alta de 6% (de 27.675 para 29.336). A revisão para baixo na projeção de crescimento em 2025 está relacionada à preocupação com os cenários internacional e nacional, além da queda nas vendas de caminhões. "A concorrência no país é intensa. Com uma taxa de juros menor, o crescimento nas vendas de automóveis e comerciais leves seria bem mais forte — ultrapassaria os 5% que projetamos no início do ano. Esperávamos uma queda nos juros até o fim de 2025, mas o Copom indicou que isso só deve acontecer em 2026", afirmou Arcelio Júnior, presidente da Fenabrave. "O consumidor que pode comprar um carro incluído na redução do IPI para veículos sustentáveis, em geral, depende de crédito. Por isso, a taxa de juros é decisiva para ele", completou o executivo. Volkswagen Tera: veja os 5 pontos positivos e negativos do novo SUV da marca alemã
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03/12 - Volkswagen Tera é o SUV mais vendido do Brasil pelo 2º mês consecutivo; veja lista
Volkswagen Tera: veja os 5 pontos positivos e negativos do novo SUV da marca alemã O Volkswagen Tera foi o SUV mais vendido em novembro, com 9.772 unidades emplacadas. Este é o segundo mês consecutivo em que o modelo lidera o ranking mensal. Os dados foram divulgados na quarta-feira (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No acumulado de 2025, o Volkswagen T-Cross permanece como o SUV mais vendido do país, com 82.116 unidades registradas. A disputa pelo segundo lugar mantém o cenário de outubro: o Toyota Corolla Cross perdeu a posição para o Hyundai Creta, que soma 67.997 emplacamentos no período. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Tera, novo SUV da Volkswagen Divulgação/Volkswagen Veja a lista de SUVs mais vendidos até novembro de 2025. Volkswagen T-Cross: 82.116 unidades; Hyundai Creta: 67.997 unidades; Toyota Corolla Cross: 57.046 unidades; Honda HR-V: 56.827 unidades; Chevrolet Tracker: 54.626 unidades; Jeep Compass: 54.616 unidades; Nissan Kicks: 51.955 unidades; Fiat Fastback: 51.791 unidades; Volkswagen Nivus: 44.480 unidades; Fiat Pulse: 40.641 unidades. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Vendas de novembro Na comparação mensal, o novato Volkswagen Tera segue na liderança na lista não somente dos SUVs mais vendidos do país, mas de todos os automóveis comercializados. Veja abaixo a lista dos mais vendidos de novembro. Volkswagen Tera: 9.016 unidades; Volkswagen T-Cross: 9.016 unidades; Hyundai Creta: 7.689 unidades; Jeep Compass: 5.889 unidades; Nissan Kicks: 5.646 unidades; Honda HR-V: 4.963 unidades; Chevrolet Tracker: 4.528 unidades; Fiat Fastback: 4.381 unidades; BYD Song: 4.381 unidades; Jeep Renegade: 4.230 unidades. Além da permanência do Volkswagen Tera na liderança, chama atenção a entrada dos BYD Song no ranking. O modelo é citado no plural porque a Fenabrave não separa as vendas de suas diferentes versões. O Toyota Corolla Cross segue pelo segundo mês seguido fora do top 10. Em novembro figura na décima oitava colocação e isso pode ser facilmente explicado: a Toyota segue com problemas em sua fábrica de motores após um temporal em setembro, na qual os ventos foram de 90 km/h e causaram estragos na unidade fabril. O SUV da Toyota passou de 7.282 carros vendidos em setembro, para 1.465 unidades emplacadas em novembro — queda de quase 80% nas vendas. Brasil emplaca mais de 2,4 milhões de veículos novos Os brasileiros compraram 2.409.807 veículos novos em 2025. O número inclui automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O g1 contabiliza motos à parte e desconsidera implementos rodoviários. Houve uma ligeira alta de 1,38% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram emplacados 2.376.972 veículos novos. Veja abaixo os resultados por segmento. AUTOMÓVEIS 1.785.840 emplacamentos entre janeiro e novembro de 2025, aumento de 1,57% ante 2024. 182.044 emplacamentos em novembro, queda de 5,55% em relação a outubro; Comparado a novembro de 2024, houve queda de 6,01% (193.683 unidades). COMERCIAIS LEVES 496.559 emplacamentos entre janeiro e novembro de 2025, aumento de 2,72% ante 2024. 45.130 emplacamentos em novembro, queda expressiva de 18,13% em relação a outubro; Comparado a novembro de 2024, houve retrocesso de 5,09% (47.550 unidades). CAMINHÕES E ÔNIBUS 127.408 emplacamentos entre janeiro e novembro de 2025, retração de 5,89% ante 2024. 11.432 emplacamentos em novembro, queda de 11,25% em relação a outubro; Comparado a novembro de 2024, houve queda de 6,43% (12.217 unidades). Somando automóveis e comerciais leves, os principais segmentos em vendas, a alta foi de 1,82% no período. Projeções para 2025 A projeção da Fenabrave foi revisada em outubro, e o número de emplacamentos de automóveis e comerciais leves foi reduzido: o crescimento previsto caiu de 5% para 3% na comparação entre as vendas acumuladas de 2024 e 2025. Segundo a entidade, a expectativa é que sejam emplacadas 2.559.345 unidades — antes, a estimativa era de 2.608.977 veículos. Confira os demais segmentos: Automóveis e comerciais leves: alta de 3% (de 2.484.740 para 2.559.345); Caminhões: queda de 7% (de 127.593 para 113.552); Ônibus: alta de 6% (de 27.675 para 29.336). A revisão para baixo na projeção de crescimento em 2025 está relacionada à preocupação com os cenários internacional e nacional, além da queda nas vendas de caminhões. "A concorrência no país é intensa. Com uma taxa de juros menor, o crescimento nas vendas de automóveis e comerciais leves seria bem mais forte — ultrapassaria os 5% que projetamos no início do ano. Esperávamos uma queda nos juros até o fim de 2025, mas o Copom indicou que isso só deve acontecer em 2026", afirmou Arcelio Júnior, presidente da Fenabrave. "O consumidor que pode comprar um carro incluído na redução do IPI para veículos sustentáveis, em geral, depende de crédito. Por isso, a taxa de juros é decisiva para ele", completou o executivo.
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03/12 - Inauguração de polo automotivo no Ceará marca avanço na produção de carros elétricos, diz presidente Lula
Assista à íntegra da entrevista do presidente Lula ao Bom Dia Ceará A inauguração do Polo Automotivo do Ceará, realizada nesta quarta-feira (3) com a presença do presidente Lula, dá início a uma nova era de desenvolvimento industrial para o estado, conforme avaliação do presidente. As declarações foram feitas durante entrevista concedida ao Bom Dia Ceará (confira a íntegra no vídeo acima). Nesta quarta-feira (3), o presidente cumpre agendas no Ceará. Em Fortaleza, Lula participa da cerimônia de entrega das Carteiras Nacionais Docentes do Brasil e equipamentos do Programa Mais Professores, no Centro de Eventos do Ceará. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp Em Horizonte, o presidente e o vice Geraldo Alckmin participam do evento que fará a inauguração da linha de montagem de carro elétrico de entrada da Chevrolet, o Spark EUV. O Spark EUV "brasileiro" chega ao país em kits parcialmente prontos, em um formato próximo ao SKD. Segundo o presidente, a produção reforça a posição do Ceará como um polo de desenvolvimento econômico. Também durante a visita do presidente, será anunciado o investimento no Datacenter do Ceará. Durante entrevista com a jornalista Karla Moura, o presidente Lula também falou sobre a última conversa com o presidente Trump, o combate ao crime organizado, saúde e economia, dentre outros temas. Confira as falas do presidente a seguir. Polo Automotivo do Ceará Lula fala do desenvolvimento econômico do Ceará com novo polo automotivo Karla Moura - Presidente, parte da sua agenda hoje é em relação à inauguração do Polo Automotivo do Ceará, um marco para a economia cearense, não só quando a gente fala em relação à geração de empregos, mas é uma coisa que já vinha sendo aguardada há muito tempo, principalmente com a saída de algumas empresas nos últimos anos aqui do estado. Eu queria saber em relação ao pós: o que é que o governo está pensando para além dessa implementação? Por exemplo, algo relacionado a benefícios, incentivos fiscais para que esse produto chegue, por exemplo, ao consumidor final? Lula - Olha, nem tudo que o governo faz de investimento tem incentivos fiscais. Muitas vezes, você faz um incentivo fiscal para atrair que um determinado capital, determinada empresa venha para cá. O que é importante, Karla, é saber que hoje vai acontecer coisas importantes no Ceará. Além do Polo Automotivo, que a gente vai poder anunciar que o Ceará vai produzir o primeiro carro híbrido da General Motors no Brasil, que é uma coisa extremamente importante. É o começo de uma nova era de desenvolvimento industrial no estado do Ceará. Eu lembro da alegria que eu tive quando eu trouxe a Siderúrgica para cá. Também a gente vai anunciar a carteirinha para o professor. O professor vai ter uma carteirinha que nem se fosse aquela da OAB, em que o professor agora vai poder ter orgulho de mostrar sua carteirinha. Ele vai ter desconto na farmácia, vai ter desconto no cinema, vai ter desconto na passagem de avião, vai ter desconto em hotel. Tudo isso em convênio com a empresa. E também, 403 professores vão receber computadores, que quase todo mundo vai receber no futuro. E a novidade importante é que nós vamos anunciar o primeiro data center de verdade no Ceará, no complexo portuário industrial do Ceará. O TikTok vai gerar investimentos a longo prazo de quase R$ 200 bilhões e vai aumentar o setor de TI, de comunicação, vai mudar o setor de energia. Ou seja, um data center que vai consumir energia renovável, portanto, não vai mexer na energia que o povo está usando hoje, que vai consumir água reutilizada, que não vai consumir água que o povo está utilizando. Então, vai ser uma revolução aqui no estado do Ceará. Estou convencido que a gente pode começar a medir o Ceará daqui para frente como o estado que está em um polo de desenvolvimento extraordinário, com indústria automobilística, com data center e com professores trabalhando muito mais orgulhosos com a sua carteirinha. Combate à atuação do crime organizado Maior traficante de combustível do Brasil se abriga nos EUA, diz Lula Karla Moura - Ainda sobre esse diálogo, presidente Lula, eu queria saber, o senhor inclusive tocou nesse assunto sobre esse tráfico internacional, sobre essa atuação internacional, na verdade, das facções. O Ceará, inclusive, tem uma posição geográfica privilegiada em relação a isso. Isso é favorável, como a gente trouxe para o governo, em diferentes aspectos, mas para as facções criminosas, também elas estão de olho nisso. A gente vê, inclusive, essa atuação no dia a dia. Tivemos no primeiro semestre desse ano uma operação da PF no Mucuripe, a região pertinho aqui de onde a gente está, inclusive. Mas a sensação que a gente tem, e quando eu falo a gente aqui, especialistas e a população, principalmente, é que entra governo, sai governo, e aqui estadual e federal, e parece que a gente está enxugando gelo e parece que as facções continuam cada vez mais organizadas. Lula - Cada vez crescendo mais, cada vez mais profissionalizada, cada vez mais internacionalizadas. Porque hoje, as facções criminosas elas competem com o Estado. Elas têm drone, elas têm inteligência, eles têm coisas que muitas vezes as forças policiais não têm. Então, o combate às facções criminosas, o combate ao narcotráfico é uma coisa muito importante. E nós vamos assumir isso de corpo e alma. Porque nós não podemos permitir que traficantes, que vendedores de armas, que vendedores, como, por exemplo, temos o maior traficante de combustível do Brasil, que mora em Miami. E eu fiz questão de dizer para o presidente Trump: 'vamos combater o narcotráfico, vamos começar pegando os brasileiros que estão aí, sabe?' Só o cidadão de Manguinhos o deve ao Estado brasileiro mais de 6 bilhões de dólares. Tem um projeto para votar, que é contra o devedor contumaz, que não é votado nunca. Então, o que nós queremos, na verdade, é o seguinte: é acabar com a bandidagem, é acabar. Lula fala sobre o combate às facções no Ceará Karla Moura - Qual o caminho pra isso? Lula - O caminho é esse. Nós estamos fortalecendo a Polícia Federal. Nós estamos tendo reuniões com o Ministro da Justiça, para a gente estabelecer a PEC, que deve ser aprovada na semana que vem. E na medida que a PEC for aprovada, ela vai dizer qual é o papel da União no combate à violência criminal no Brasil. E aí a gente vai poder fazer muito mais, inclusive colocar mais dinheiro para que a gente combate a insegurança, reforçar a Polícia Federal nas fronteiras, e fazer o convênio com os outros países vizinhos, inclusive com os Estados Unidos, para que a gente possa juntar o que tiver de inteligência nos países para combater o crime organizado. Nós temos facções no Brasil que têm ramificações em 15 países do mundo. Nós temos outras que têm ramificação na Venezuela, na Bolívia, no Equador, na Colômbia. Então, nós sabemos onde eles estão, e nós então precisamos das forças desses países, junto com a nossa força, para que a gente possa combater. E eu disse ao presidente Trump: a gente não precisa utilizar arma, nós temos que utilizar inteligência, para que a gente possa acabar com as facções criminosas e com o narcotráfico e com o crime organizado. Isenção do imposto de renda Lula dá entrevista ao Bom Dia Ceará nesta quarta-feira (3) Reprodução Karla Moura - Presidente, vamos falar agora do bolso de quem está acompanhando. Na semana passada, o senhor, inclusive, assinou uma lei que libera, dá isenção do imposto de renda para quem recebe até R$ 5 mil. O que o governo está projetando de impacto disso para os próximos anos? Lula - Uma novidade boa é a seguinte. Você está acompanhando o caso da Previdência Social. Nós já devolvemos dinheiro para 3,9 milhões de aposentados. Só aqui no Ceará, nós já devolvemos o dinheiro para 205 mil pessoas, num total de R$ 136 milhões. Quando nós fizemos essa isenção do imposto de renda, e eu agradeço ao Congresso Nacional de ter aprovado por unanimidade, é porque é o seguinte: o Brasil não pode continuar sendo um país tão desigual em que o pobre paga mais imposto proporcionalmente do que o rico. Então, essa foi uma coisa muito importante, isso vai injetar o ano que vem a economia por volta de R$ 28 bilhões. Nós estamos vivendo um bom momento econômico, Karla. A inflação é a menor inflação acumulada em quatro anos, nós temos a economia crescendo, nós temos o desemprego... Está o mais baixo da história do Brasil. A massa salarial é a mais alta da história do Brasil, nós temos o salário mínimo crescendo todo ano. E nós estamos vivendo um momento muito extraordinário com a entrada de capital externo no Brasil, ou seja, eu estou muito otimista. Investimentos na saúde Karla Moura - A gente tem aí as filas por cirurgias, alguns mutirões já aconteceram, inclusive, aqui no Ceará. Há previsão de novos investimentos para esses mutirões relacionados às cirurgias eletivas, para tentar, de alguma forma, zerar essa balança? Lula - Olha, eu conversei com o ministro Padilha, eu participei de dois mutirões e eu acho que nós vamos ter que trabalhar para fazer mutirões semanais. Acho que a gente pode fazer, durante quatro sábados seguidos, mutirões porque é uma coisa extraordinária você envolver 45 hospitais universitários para fazer mutirão, para fazer consultas que as pessoas estavam com dificuldade, para fazer tratamento com especialistas para fazer cirurgias. Ou seja, nós vamos continuar porque nós vamos acabar com a fila. É um compromisso meu, é um compromisso do ministro Padilha, que está trabalhando diuturnamente para que a gente coloque a saúde em dia com o povo brasileiro. Karla Moura - Queria tocar num assunto, antes da gente caminhar para o fim da nossa entrevista, também relacionado à saúde, que são as vacinas. O senhor assumiu um governo com um forte movimento antivacina, principalmente depois da pandemia. Os índices de cobertura vacinal acabaram caindo drasticamente, principalmente de algumas doenças específicas, o que preocupa e muitos especialistas. Como é que está essa meta até o fim desse mandato? O que vocês estão esperando enquanto governo? Lula - Bom, Karla, nós estamos recuperando a confiança nas vacinas. Ou seja, é um trabalho lento, mas é um trabalho necessário de ser feito porque aquelas pessoas que diziam que quem tomava vacina ia virar gay, quem tomava vacina ia virar jacaré, quem tomava vacina ia virar... são irresponsáveis. Essas pessoas deveriam ser processadas, julgadas e punidas por irresponsabilidade com o futuro desse país. A gente não pode permitir que doenças antigas voltem por causa da falta de uma vacina. Ou seja, é a responsabilidade moral e ética de uma mãe, sabe? De cuidar para que o seu filho não fique doente, para que ele possa se precaver. Então, nós estamos trabalhando com muita força nisso. É uma briga até ideológica, porque o cidadão que falou contra a vacina é responsável por parte das 700 mil pessoas que morreram da Covid. Se a gente tivesse comprado a vacina no tempo certo, se a gente tivesse aplicado a vacina no tempo certo, a gente teria evitado mais da metade das pessoas que morreram de terem morrido. Então, a vacina também, para nós, é uma questão de honra. Nós vamos vacinar o povo brasileiro e vacinar todas as crianças brasileiras. ITA no Ceará Karla Moura - Presidente, aproveitando sua presença aqui em relação à entrega de tantos equipamentos importantes, a gente está com o ITA em construção. O senhor comentou sobre o data center, que deve ser inclusive uma fonte que vai absorver muitos profissionais que devem se formar no ITA aqui do Ceará. Como é que está a expectativa de vocês em relação a essas obras, a entrega? Lula - O ITA é um motivo de orgulho. Você sabe que o ITA veio para cá por um reconhecimento do governo federal à qualidade educacional do estado do Ceará, no governo Cid e no governo Camilo. Vamos fazer justiça. E agora no governo Elmano. Ou seja, a gente constatou que mais de 40% de todos os jovens que entravam no ITA estudavam aqui no Ceará e passavam no Ceará. Então, era um prêmio para o Ceará. O que nós fizemos foi dar um prêmio ao estado do Ceará pela qualificação que ele vinha fazendo nos últimos governos. E eu espero que o ano que vem a gente possa inaugurar o ITA, porque me parece que vai estar pronto para fazer o primeiro curso já no começo de 2027, e quem sabe a gente possa até antecipar. A minha obsessão de fazer com que as coisas aconteçam no Nordeste é porque eu sempre fui um cidadão indignado. Por que o Nordeste era um lugar que tinha mais mortalidade infantil, mais analfabeto, mais desnutrição, menos professor universitário, menos mestre, menos doutor, menos pesquisa? Por que era assim? Porque era a região que tinha mais fome? Então, tudo que eu puder fazer para trazer de investimento e desenvolvimento para o Nordeste, eu vou fazer. Não porque eu quero prejudicar o Sul, é porque eu quero que o Brasil seja mais equânime. Eu quero que todos os estados tenham a mesma oportunidade de se desenvolver, porque nós somos um território de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de um único povo, que fala uma única língua, e isso merece ser tratado com igualdade. Violência contra as mulheres Presidente Lula fala sobre o combate à violência contra a mulher Karla Moura - Presidente, só para a gente finalizar, eu enquanto mulher jornalista não posso deixar de questionar o senhor, a maior autoridade do país, em relação à violência que a gente vive contra as mulheres. Aqui no Ceará, a gente tem números absurdos, quase que diariamente a gente está noticiando essa violência. O que o senhor tem recebido relacionado a isso? Que mensagem o senhor também quer deixar para essas famílias? Lula - Karla, ontem eu contei um caso, no evento que eu participei em Pernambuco. Ou seja, eu acordei domingo de manhã, fui tomar café com a Janja chorando por causa da violência contra a mulher. No domingo à noite, no Fantástico, outra vez, a violência contra a mulher, aquele carro arrastando aquela mulher por um quilômetro, que teve as duas pernas amputadas. Depois, uma mulher que foi trancada dentro de casa, grávida com três filhos, e o marido tocou fogo na casa. Depois, uma mulher que o marido chega com duas pistolas e descarrega as pistolas em cima dela. Depois, uma criança de dois anos na Bahia que foi violentada, estuprada. Então é o seguinte: eu resolvi assumir a tarefa de tentar criar uma mobilização de homens nesse país. Não é uma coisa de mulher, é uma coisa de homens. Porque a violência é do homem contra a mulher. Então nós, homens, vamos ter que criar juízo, criar vergonha, nos educar. E ao invés de ser violento contra a mulher, a gente tratá-la com respeito. Se um homem não gosta de uma mulher, se separa. Se a mulher não gosta de um homem, ela vai embora e ele que fique quieto, procura a vida. O que não dá é para você aceitar como normal o cidadão achar que ele tem direito sobre a companheira dele, que ele pode bater, que ele pode espancar. Não, eu acho que nós temos que juntar todos os homens de bem nesse país, todos. É uma campanha de homem para homem. É uma campanha de homem que tem vergonha na cara, que tem caráter, que tem respeito, que quer criar a sua família, sabe? Dizer para o seu amigo: 'cara, não bata na mulher, não seja violento contra a sua mulher. Se você não gosta mais dela, você toma um rumo e vai embora'. Fazer como a minha mãe fez. Minha mãe com oito filhos pequenos, meu pai foi encher o saco dela, ela saiu de casa e criou oito filhos sozinha. Agora, não dá para levantar a mão e bater na mulher. A mão da gente foi feita para trabalhar, foi feita para fazer cafuné e não para fazer violência na mulher. Então, só para você ter ideia, como presidente da República, eu vou fazer o movimento dos homens de bem nesse país contra a violência contra a mulher. Até ontem eu disse no comício: 'Olha, quem bater em mulher não precisa votar em mim. Quem bater em mulher não precisa votar em mim. Essa mão que bate na mulher não precisa votar em mim, porque é uma vergonha alguém ser violento'. A minha mãe era analfabeta. Minha mãe dizia: 'Meu filho, se você tiver um problema com a sua mulher, nunca levante a mão para ela. Você saia de casa, vá cuidar da sua vida e deixe a sua mulher viver tranquila'. É assim que a gente tem que ser. A gente não é dono, a gente não é proprietário. A mulher não é obrigada a morar com a gente porque a gente quer que ela more. Não, ela vai morar se ela quiser morar. Então, essa coisa é um movimento que eu estou assumindo, sabe? Porque eu cansei. Cansei. A gente aprovou a Maria da Penha no meu primeiro governo. Eu pensei que ia diminuir a violência. A violência aumenta cada dia, a cada dia, a cada dia. E não é só no meio do pobre, não. É na classe média e na classe rica também. Então, Karla, você tem aqui um companheiro na luta em defesa das mulheres. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:
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03/12 - Chevrolet Spark EUV começa a ser produzido na antiga fábrica da Troller, no Ceará
Spark EUV é a Chevrolet virando chinesa para enfrentar o BYD Dolphin A Chevrolet inicia nesta quarta-feira (3) a produção nacional de seu carro elétrico de entrada, o Spark EUV, em Horizonte (CE). A marca fará um evento de inauguração da linha de montagem às 10h, com presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice, Geraldo Alckmin (PSB). O modelo tem preço inicial de R$ 159.990 e passa a ser montado na antiga fábrica da Troller. Deve-se usar a palavra “montado†e não “fabricado†porque, embora leve o emblema da Chevrolet, o Spark EUV é um veículo projetado e produzido originalmente na China, onde é vendido como Baojun Yep Plus. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O Spark EUV "brasileiro" chega ao país em kits parcialmente prontos, em um formato próximo ao SKD. Há outros métodos de montagem utilizados no país, comuns entre fabricantes chinesas como a BYD, em Camaçari (BA), e a GWM, em sua unidade de Iracemápolis (SP). (veja abaixo) Como são montados os carros com partes importadas Arte/g1 A Comexport, que arrendou a antiga fábrica da Troller e utiliza a unidade para montar veículos de diferentes marcas, será a responsável por toda a montagem. "É uma fabricação sobre todos os padrões de qualidade da Chevrolet, que são garantidos por nós. Eles não têm licenciamento de marca, ela é nossa", diz Fabio Rua, vice-presidente da General Motors do Brasil. O executivo acrescenta que a montagem em solo nacional facilita o abastecimento de peças para reparos ou substituições e reduz o tempo de espera — um problema comum em modelos recém-lançados. Rua não revelou o percentual de itens produzidos no Brasil, mas garantiu que esse número aumentará com o tempo. "Já existem fornecedores sendo homologados. A tendência é aumentar o índice de nacionalização ao longo do tempo. Quem desenvolve estes fornecedores é a Comexport", diz. A produção pela Comexport é de até 8,8 mil veículos montados por ano, com possibilidade de aumentar caso a demanda suba proporcionalmente. Como é o Chevrolet Spark EUV Mesmo com um visual que remete a SUVs maiores, o Spark EUV está mais alinhado ao porte de um hatch, como o Chevrolet Onix ou o Volkswagen Polo. Suas dimensões são: Comprimento: 4,01 m (15 cm mais curto que o Onix); Largura: 1,76 m (2 cm mais largo); Altura: 1,72 m (25 cm mais alto); Entre-eixos: 2,56 m (1 cm mais longo). Embora seja mais largo que o Onix, que leva cinco ocupantes, o Spark EUV foi homologado para transportar apenas o motorista e mais três passageiros. Por outro lado, seguindo a tendência de modelos chineses, o carro traz uma central multimídia grande (10,1 polegadas, tamanho de um iPad), que concentra diversos comandos físicos usados para controlar totalmente o ar-condicionado. Outra diferença está no acabamento. O toque macio está presente em quase todas as áreas onde braços e mãos do motorista e dos passageiros alcançam. Há até costura aparente no acabamento, imitando couro. Galerias Relacionadas O uso de materiais de qualidade em carros da faixa de preço do Spark EUV é raro. Mesmo o Chevrolet Tracker, SUV mais caro e de porte maior, apresenta acabamento muito inferior. Debaixo do capô está um motor totalmente elétrico que segue o visual nada esportivo da carroceria. São 101 cv de potência, menos que os 115 cv do Chevrolet Onix turbo, por exemplo. A bateria do Spark possui capacidade de 42 kWh e oferece autonomia de até 258 km com uma carga completa. No quesito, o novo SUV da GM fica atrás do concorrente Dolphin, que alcança 291 km. Apesar de contar com uma bateria maior, 44,9 kWh, o Dolphin leva 30 minutos para ir de 30% a 80% em carregadores de 50 kW. O Spark EUV precisa de 35 minutos nas mesmas condições.
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02/12 - Nissan revela o Kait, novo SUV que concorre com Volkswagen Tera, Renault Kardian e Fiat Pulse
Nissan revela o Kait, novo SUV que concorre com VW Tera, Renault Kardian e Fiat Pulse A Nissan revelou nesta terça-feira (2) o Nissan Kait, novo SUV subcompacto que chega para disputar espaço entre os utilitários de entrada. O Kait também cumpre outra missão: encerrar a confusão criada quando o Kicks passou a representar dois veículos diferentes com o mesmo nome. Em junho, a Nissan reformulou totalmente o Kicks, ampliando o tamanho e posicionando o modelo para disputar espaço com SUVs maiores. (relembre abaixo) ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A marca também apresentou os primeiros detalhes do X-Trail. Trata-se de um SUV eletrificado, o primeiro da marca no Brasil, que no mercado internacional é comercializado em conjunto de híbrido leve. (saiba mais abaixo) Nesse segmento, um dos mais disputados do mercado, estão o Volkswagen Tera — lançado neste ano e já entre os SUVs mais vendidos do país nos últimos meses —, além de modelos como Fiat Pulse, Renault Kardian e Citroën Basalt. Projeto global feito em Resende (RJ) O Kait é um lançamento tão relevante para o país que sua apresentação mundial aconteceu no Brasil. Apenas o nome havia sido antecipado no Japan Mobility Show 2025, evento de destaque no mercado japonês e um dos principais salões do automóvel do mundo. E mais: o Kait será produzido no Complexo Industrial de Resende, no Rio de Janeiro. Além de atender ao mercado brasileiro, a unidade também será responsável por exportar o novo SUV para mais de 20 países da América Latina. Nissan Kait A ampliação da linha de produção no Rio é resultado de um investimento de R$ 2,8 bilhões feito pela marca no país. Segundo a Nissan, o aporte também modernizou equipamentos, aprimorou processos, criou novos postos de trabalho e viabilizou o lançamento da versão atualizada do Kicks. “Estamos muito entusiasmados para o início da produção do novo Nissan Kait em nosso Complexo Industrial de Resende, no Brasil. Este projeto representa uma clara demonstração do nosso compromisso com a América Latina. É um novo SUV pensado para a região, feito por mãos latino-americanas e que ganhará o mundoâ€, apontou Guy Rodriguez, presidente da Nissan América Latina. Ainda com poucos detalhes técnicos divulgados, já se sabe que o Nissan Kait compartilha algumas características do Kicks Play, especialmente no tamanho. O comprimento de 4,30 metros é praticamente idêntico ao do Kicks Play (4,31 m). A distância entre-eixos é a mesma, com 2,62 metros, e os porta-malas também são iguais, com 432 litros. Kicks Play e Kicks são diferentes em tudo Em junho, a Nissan reformulou praticamente todo o projeto do Kicks. De um SUV voltado à economia, o modelo passou a disputar espaço em um segmento já ocupado por nomes de peso, como Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta e Honda HR-V. Mesmo com o Kicks avançando para uma prateleira superior, tanto em preço quanto em especificações, a versão de entrada — chamada Kicks Play — permaneceu no catálogo sem incorporar nenhuma dessas atualizações, nem mesmo no visual. Nissan Kicks (esq.) e Kicks Play (dir.) compartilham o nome, mas são totalmente diferentes Initial plugin text O resultado foi a manutenção quase idêntica do nome, mas com dois produtos completamente distintos. Por fora, o novo Kicks recebeu mudanças significativas e tem um visual que guarda poucas semelhanças com a geração anterior. A grade frontal agora se estende por toda a largura do veículo, eliminando os elementos cromados da versão anterior; O design é mais reto, transmitindo uma aparência moderna, semelhante à do Hyundai Creta; Os novos faróis, mais estreitos, reforçam o estilo futurista; As luzes diurnas (DRL) foram redesenhadas e seguem o padrão horizontal da grade. O antigo motor 1.6 aspirado de 114 cv foi substituído por um novo 1.0 turbo, alinhado à tendência dos concorrentes, e que entrega 125 cv. O torque também aumentou, passando de 15,5 kgfm para 22,43 kgfm. Além de colocá-lo em linha com os concorrentes, houve ganho de 9,6% em potência e de 44,7% em torque, além da possibilidade de reduzir o consumo de combustível. Já o Nissan Kicks Play mantém o visual utilizado pelo modelo desde 2021, além do motor 1.6 aspirado que entrega 113 cv, 15,2 kgfm de torque e atua com câmbio automático do tipo CVT — uma ficha técnica bem inferior à do Kicks sem ser Play. Veja abaixo o teste do g1 com o Novo Kicks. Novo Nissan Kicks: saiba o que há de bom e ruim no lançamento Nissan mostra X-Trail, seu primeiro híbrido no Brasil Durante a apresentação do Nissan Kait, a marca também revelou os primeiros detalhes do X-Trail. Trata-se de um SUV eletrificado e o primeiro híbrido da empresa no Brasil. No exterior, o modelo é vendido também em versão híbrida bastante peculiar. Nissan X-Trail Andre Fogaça/g1 A Nissan não adiantou como será o X-Trail na configuração nacional, mas confirmou que o lançamento está previsto para o ano que vem. Onde já é vendido, como nos Estados Unidos e Portugal, o X-trail tem dimensões maiores do que o próprio Kicks. São 4,68 metros de comprimento, 1,84 metro de altura e 2,71 metros de entre-eixos, distancia entre as rodas maior do que o sedã Toyota Corolla, por exemplo. O motor é 1.5 turbo, que serve exclusivamente para gerar energia para o conjunto elétrico. É o mesmo tipo de eletrificado que a Leapmotor usa no C10. Os motores elétricos estão divididos em duas partes, uma em cada eixo.
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01/12 - CNH sem autoescola: o que muda para tirar a carteira? Como serão as aulas teóricas? Veja perguntas e respostas
CNH sem autoescola: o que muda para tirar a carteira? Como serão as aulas teóricas? Com a aprovação de uma nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), muda a forma de obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Pela nova regra, a principal mudança é que as aulas em autoescolas deixam de ser obrigatórias. O g1 reúne os principais pontos que mudam com a nova norma, que passa a valer em todo o país a partir de sua publicação no Diário Oficial da União. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Veja o que muda com a nova regra: Vou poder tirar a CNH sem curso? A autoescola vai acabar? Outras etapas continuam obrigatórias Aulas práticas serão menores Requisitos para ser instrutor autônomo Como saber se o instrutor é realmente cadastrado? CNH pode ficar 70% mais barata Provas teóricas e práticas continuarão obrigatórias Vou poder tirar a CNH sem curso? Sim, mas apenas para as aulas teóricas nos Centros de Formação de Condutores (CFC). A nova regra não estabelece carga horária mínima para essas aulas, que podem ser realizadas online, gratuitamente e diretamente pelo site do Ministério dos Transportes. Para obter a CNH, as pessoas ainda precisam fazer aulas práticas. A mudança é que elas não precisam mais ser realizadas exclusivamente em autoescolas. Voltar ao início. A autoescola vai acabar? Não. A proposta não extingue as autoescolas nem os cursos que elas já oferecem. A mudança é que os cursos teórico e prático passam a poder ser feitos fora da autoescola, seja em instituições credenciadas ou com instrutores autônomos. Quem preferir poderá manter o modelo atual e realizar todo o curso teórico e prático diretamente em autoescolas. Voltar ao início. Outras etapas continuam obrigatórias Segundo o Ministério dos Transportes, os candidatos ainda terão de comparecer presencialmente em algumas etapas obrigatórias: Registro biométrico; Exame médico; Prova teórica; Prova prática. Voltar ao início. Aulas práticas serão menores Uma das mudanças da nova norma é a redução das aulas práticas: de 20 para 2 horas mínimas, nas quais o candidato pode escolher entre: Aulas em autoescolas tradicionais; Aulas com instrutores autônomos credenciados pelos Detrans. Outra mudança é a possibilidade de o candidato utilizar um carro próprio nas aulas práticas. Segundo o Ministério dos Transportes, o veículo precisa apenas atender aos requisitos do Código de Trânsito Brasileiro, como: Ter equipamentos obrigatórios em dia; Manutenção adequada; Documentação regular. O g1 questionou o Ministério dos Transportes se haveria restrição a carros automáticos para certificar o motorista, mas não obteve resposta até o fechamento desta reportagem. Voltar ao início. Requisitos para ser instrutor autônomo Veja os requisitos fundamentais para que o instrutor seja autorizado a participar do processo de emissão da CNH: O instrutor precisa ter, no mínimo, 21 anos e habilitação legal para condução de veículo há pelo menos dois anos; O instrutor não pode ter cometido nenhuma infração de trânsito de natureza gravíssima nos últimos 60 dias, nem ter sofrido penalidade de cassação da CNH; O instrutor precisa ter concluído o ensino médio; O instrutor deve ter formação específica em habilidades pedagógicas, com foco em legislação de trânsito e direção segura. Caso seja aprovado na avaliação, recebe um certificado; O instrutor também precisa possuir certificado de curso específico realizado pelo órgão executivo de trânsito; O carro usado nas aulas deve estar identificado como veículo de instrução e atender às exigências de segurança estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB); As motos utilizadas nas aulas devem ter, no máximo, 8 anos de fabricação; Os carros usados nas aulas devem ter até 12 anos de fabricação; Os veículos de carga utilizados nas aulas devem ter até 20 anos de fabricação; O nome do instrutor deve constar em registros oficiais do Detran estadual e do Ministério dos Transportes — o aluno pode conferir o nome do instrutor e os horários e locais para realização das aulas nos respectivos sites; Cabe ao instrutor registrar e validar a presença e participação do aluno em cada aula; Mesmo vinculado a uma autoescola, o instrutor pode oferecer aulas de forma independente. Durante as aulas práticas de direção, o instrutor deve portar os seguintes documentos: CNH; Credencial de Instrutor ou crachá fornecido pelo órgão competente; Licença de Aprendizagem Veicular; Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo. "O instrutor estará sujeito à possibilidade de fiscalização por parte dos órgãos de trânsito, que podem realizar inspeções a qualquer momento para garantir que as atividades estejam sendo realizadas de acordo com a legislação", informou o Ministério dos Transportes. Voltar ao início. Como saber se o instrutor é realmente cadastrado? Todos os instrutores autorizados terão seus nomes disponíveis no site oficial do Ministério dos Transportes e também poderão ser consultados pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT). A lista incluirá: Foto; Dados de credenciamento; Validade da autorização. Voltar ao início. CNH pode ficar 70% mais barata O objetivo das novas regras é reduzir o custo do processo de aprendizagem. De acordo com o Ministério dos Transportes, as aulas teóricas e práticas custam entre R$ 3 mil e R$ 5 mil. Um levantamento da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) apontou que o Rio Grande do Sul é o estado com o maior custo para a categoria AB, que permite dirigir carros e pilotar motos. No estado, o processo para obter a CNH tem custo médio de R$ 4.951,35. “O Brasil tem milhões de pessoas que querem dirigir, mas não conseguem pagar. Baratear e desburocratizar a obtenção da CNH é uma política pública de inclusão produtiva, porque habilitação significa trabalho, renda e autonomia. Estamos modernizando o sistema, ampliando o acesso e mantendo toda a segurança necessáriaâ€, diz Renan Filho, ministro dos Transportes. Em nota, o ministério apontou que a redução no custo do processo para a obtenção da CNH pode chegar a 70%. Voltar ao início. Provas teóricas e práticas continuarão obrigatórias Mesmo que o curso possa ser realizado gratuitamente e sem a exigência de uma autoescola para as aulas práticas, as provas continuam obrigatórias e definem se a CNH será ou não emitida. “As aulas, por si só, não garantem que alguém esteja apto a dirigir. O que garante é a prova", disse o ministro dos Transportes. Voltar ao início. INFOGRÃFICO – O que muda nas regras para tirar a CNH Arte/g1 CNH Carteira Nacional de Habilitação g1 Governo quer acabar com a obrigatoriedade de aulas em autoescolas para tirar a CNH
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01/12 - Contran aprova novas regras da CNH e acaba com aulas obrigatórias em autoescolas
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou nesta segunda-feira (1º) uma resolução que acaba com a exigência de aulas em autoescolas para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A norma passará a valer após ser publicada no Diário Oficial da União, o que deve acontecer nos próximos dias. Além de pôr fim à obrigatoriedade das aulas em autoescolas, a resolução também atualiza e estabelece novas regras para tirar a CNH (veja mais detalhes abaixo). Estão entre as mudanças: diminuição da carga horária mínima para aulas práticas e teóricas; e o fim do prazo de validade do processo de obtenção da primeira CNH. Veja os vídeos que estão em alta no g1 As novas regras não alteram algumas etapas do processo. Para conquistar a carteira de motorista, o candidato ainda terá de realizar provas teóricas e práticas. 🔬 O exame toxicológico também seguirá obrigatório para motoristas das categorias C (veículos de carga, como caminhões); D (transporte de passageiros, como ônibus) e E (carretas e veículos articulados). O governo afirma que o objetivo do novo regramento é diminuir o custo e a burocracia para obter a CNH. Em abril, uma pesquisa encomendada pelo Ministério dos Transportes apontou que o custo elevado é o principal motivo pelo qual um terço dos brasileiros não possui carteira de motorista. O mesmo levantamento indicou que quase metade dos brasileiros que dirige sem habilitação afirma não regularizar a situação devido ao valor do processo. Carteira de Motorista, CNH Divulgação Atualmente, segundo o Ministério dos Transportes, 20 milhões de brasileiros dirigem sem habilitação. A pasta espera que, com as alterações, o número de condutores habilitados cresça, reduzindo o índice de motoristas sem formação adequada. Veja a seguir, nesta reportagem, os principais pontos das novas regras para obtenção da CNH (clique para seguir ao conteúdo): aulas teóricas; aulas práticas; instrutores autônomos; provas teóricas e práticas; prazo de validade do processo; e categorias C, D e E. INFOGRÃFICO – O que muda nas regras para tirar a CNH Arte/g1 Aulas teóricas A resolução aprovada pelo Contran prevê que deixará de existir uma carga horária mínima pré-definida para as aulas teóricas. A duração e a estrutura serão livremente estabelecidas pela entidade que ministrará a aula, mas terão de seguir o conteúdo e as diretrizes previamente fixadas pelo Contran. âœï¸ As aulas teóricas poderão ser presenciais ou remotas (ao vivo ou gravadas). Segundo o texto, o candidato poderá fazer as aulas por meio de uma plataforma do governo federal em: autoescolas; entidades especializadas de ensino à distância (EaD); escolas públicas de trânsito; entidades integrantes do Sistema Nacional de Trânsito. Clique para retornar ao índice. Aulas práticas Também haverá alteração nas aulas práticas. A resolução estabelece a figura do instrutor autônomo. Com isso, não será mais obrigatório fazer aulas práticas em autoescolas. A carga horária mínima também mudará: de 20 horas para duas horas. 🚗 Além disso, o candidato poderá usar seu próprio veículo nas aulas práticas, desde que esteja acompanhado por um instrutor autorizado e que o carro atenda aos requisitos de segurança previstos no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). 📋 Segundo as novas regras, além das aulas, o veículo do candidato também poderá ser usado na prova prática. Clique para retornar ao índice. Instrutores autônomos Os instrutores já registrados no sistema do governo serão notificados, via aplicativo da CNH, e poderão optar por atuar como instrutores autônomos. 📠Para novos instrutores, o Ministério dos Transportes irá oferecer um curso de formação gratuito. Autoescolas e entidades credenciadas também poderão ofertar. Depois de concluir as aulas, o instrutor deverá solicitar autorização junto ao órgão executivo de trânsito. De acordo com a pasta, os profissionais serão identificados oficialmente por meio do aplicativo. Nenhum instrutor poderá atuar sem autorização do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). 🚫 Serão requisitos para a habilitação como instrutor autônomo: ter ao menos 21 anos; autorização do Detran; ter CNH há pelo menos dois anos na categoria em que pretende instruir; e ensino médio completo. O candidato a instrutor também não poderá ter cometido infrações gravíssimas nos últimos 12 meses. Clique para retornar ao índice. Provas teóricas e práticas Montagem com fotos de provas teóricas (esquerda) e práticas (direita) para obtenção da CNH Reprodução/Detran Pernambuco e Detran Espírito Santo 📄 As provas teóricas continuarão obrigatórias e seguirão com questões objetivas de múltipla escolha, na modalidade física ou eletrônica: exames terão duração de, no mínimo, uma hora; para ser aprovado na fase teórica, o candidato deverá alcançar aproveitamento mínimo de 20 acertos; quem reprovar, poderá fazer de novo, sem limite de tentativas. 🚘Os exames práticos também serão obrigatórios: candidato terá que seguir um trajeto pré-definido; avaliação será feita por uma comissão de exame de direção veicular, composta por três membros; será possível utilizar o próprio veículo para fazer a prova; em caso de reprovação, será possível fazer novas avaliações — sem limite de tentativas e até alcançar a aprovação; segunda tentativa poderá ser agendada sem cobranças adicionais. Clique para retornar ao índice. Prazo de validade do processo O processo de formação do candidato permanecerá aberto por tempo indeterminado e será encerrado apenas em casos estabelecidos na resolução. â³ Antes, a validade padrão do processo era de 12 meses. Clique para retornar ao índice. Categorias C, D e E 🚛 A resolução também prevê a facilitação dos processos de obtenção de CNH para as categorias C, D e E, permitindo que os serviços sejam realizados por autoescolas ou por outras entidades. Clique para retornar ao índice.
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01/12 - Educação Financeira #320: comprar, alugar ou assinar um veículo? Veja o que vale a pena
Neste último episódio da quarta temporada do podcast Educação Financeira, o planejador financeiro certificado e especialista em finanças comportamentais Jeff Patzlaff explica que o primeiro passo, antes de escolher entre compra, aluguel ou assinatura, é entender se o carro é realmente uma necessidade ou um desejo. Introduzindo caso a caso, na compra, além da parcela, ele explica que entram custos como IPVA, seguro, manutenção e documentação, que podem somar cerca de 12% ao ano do valor do veículo, sem contar a depreciação, mais forte nos dois primeiros anos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No financiamento, ele reforça que o consumidor deve olhar sempre o Custo Efetivo Total (CET) e levar em consideração os juros cobrados nas parcelas. Segundo Jeff, comprar tende a fazer mais sentido para quem roda muito, pretende ficar alguns anos com o mesmo carro ou usa o veículo para gerar renda, como motoristas de aplicativo. Nesses casos, o valor do bem se dilui melhor ao longo do tempo, principalmente quando a quilometragem mensal passa de aproximadamente 1.500 km. A assinatura, explica o especialista, é basicamente um aluguel de longo prazo, em que o cliente escolhe modelo e configurações e paga uma mensalidade que costuma variar de 2% a 4% do valor do carro, com IPVA, seguro e manutenção incluídos. Essa opção costuma ser vantajosa para quem gosta de trocar de carro a cada 1 ou 2 anos, especialmente em modelos mais caros, que desvalorizam muito no início, e para quem prefere ter previsibilidade de gastos. Ouça o episódio acima. Ouça também nos tocadores Spotify Amazon Apple Podcasts Google Podcasts Castbox Deezer Logo podcast Educação Financeira Comunicação/Globo O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Veja os vídeos que estão em alta no g1
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29/11 - Salão do Automóvel 2025: público aprova test-drive do evento, apesar de ser limitado a 25 km/h; VÃDEO
Salão do Automóvel: público aprova test-drive do evento, apesar do limite de 25 km/h A 31ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, que ocorre até o domingo (30), tem, pela primeira vez, um espaço exclusivo para test-drives. Chamado de Drive Experience, o ambiente ocupa uma pista indoor inédita de 14 mil m², onde o público poderá dirigir lançamentos com motores a combustão, híbridos, elétricos e até modelos 4x4. O espaço de testes fica dentro do evento, no Distrito Anhembi. Segundo a organização, a pista foi inspirada no Salão de Detroit e inclui uma reta de 160 metros para avaliar aceleração, além de exercícios como slalon (zigue-zague entre cones) e frenagem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A organizadora do Salão, a RX, espera realizar 10 mil testes ao longo da exposição. A pista comporta até 15 carros ao mesmo tempo. “O Drive Experience reforça o objetivo de trazer mais interatividade para o novo Salão, que se consolida como uma plataforma de inovação e relacionamento direto entre marcas e públicoâ€, afirma Thiago Braga Ferreira, gerente executivo do evento. Salão do automóvel estreou testes indoor na edição de 2025 Divulgação/RX Com capacidade para 1 mil testes por dia, em voltas de até 10 minutos, o espaço reunirá cerca de 40 modelos disponíveis para avaliação. Cada marca poderá levar até seis carros para a pista por hora. Entre os fabricantes participantes estão CAOA Changan, BYD, Renault, Peugeot, GWM, Leapmotor, Jeep, Geely, Fiat, CAOA Chery, Citroën, GAC e Honda. O Distrito Anhembi também passou por modernizações para receber o circuito, incluindo climatização e sistemas de exaustão específicos. Como o local é fechado, o equipamento é necessário para evitar a exposição dos visitantes aos gases emitidos pelos veículos. Contratamos uma equipe para produzir um laudo preliminar atestando a eficiência do sistema de exaustão e do controle de ruído para garantir a segurança e conforto dos visitantesâ€, explica o gerente. Antes de fazer o test-drive, é necessário fazer teste do bafômetro e passar por orientações sobre a pista Fabio Tito/g1 Executivos da GAC e da Stellantis disseram ao g1 que as marcas escolhem quais visitantes podem participar dos testes. Segundo eles, os vendedores direcionam primeiro quem demonstra maior potencial de compra. Ferreira confirma o critério: “No final do dia, eu quero que a pessoa escolha o carro e compre. Selecionamos os compradores qualificados de cada montadoraâ€. Entre esses visitantes estava a família Rocha, que testou dois veículos. Aline Cristina Rocha, coordenadora pedagógica de 46 anos, conta que prefere carros grandes e, por isso, avaliou o novo Renault Boreal e o Geely EX5 híbrido. Na experiência, o marido Carlos Alberto explicou que buscavam modelos maiores porque viajavam com frequência. “Tínhamos um Outlander. Bateram nele e deu perda total. Aí migramos para a marca Renault e compramos um Duster. Só que estamos procurando um carro mais espaçoso e, por isso, resolvemos testar o novo Borealâ€, disse o pai do Davi, de 9 anos. Família Rocha Fabio Tito/g1 Animado com a pista do Salão, o menino explicou o motivo de preferir carros grandes: “Eu gosto porque dá para deitar no banco de trásâ€. Ele também lembrou que um veículo maior ajuda nas viagens para Angra dos Reis (RJ), destino favorito da família. Durante os testes, um instrutor acompanha o motorista e orienta toda a condução. Entre as regras estão: Fazer o teste do etilômetro (bafômetro); Participar de um briefing para entender que o instrutor é a autoridade da pista; Respeitar a velocidade máxima de 25 km/h; Usar cinto de segurança o tempo todo; Manter as duas mãos no volante. “Não é um teste de performance — ninguém vai fazer frenagens bruscas ou manobras rápidas. Nosso objetivo é oferecer uma primeira impressão sobre o carro, nível de ruído, equipamentos e confortoâ€, explica Iago Garcia, instrutor do Salão. Mesmo com as limitações, Altair e Jaqueline Costa, visitantes que testaram o CAOA Avatr 11 — modelo ainda não lançado —, aprovaram a experiência. “Dirigir um carro que ninguém pilotou é único. É meu terceiro dia na feira e, pelos testes que fizemos, esse é o melhor carro. Não tem o que pensar: vai vingar, ainda mais porque faz até massagemâ€, diz o empresário. Jaqueline elogiou o circuito. “A acelerada é empolgante, deu para sentir bem o carro nesse percurso que a organização montou. O teste foi ótimo. A área é perfeita. Com certeza voltaremos nas próximas edições do Salão do Automóvelâ€, afirma a advogada.
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28/11 - Salão do Automóvel 2025: veja os 7 principais SUVs lançados no evento, na opinião do g1; VÃDEO
Confira os melhores lançamentos de SUVs no Salão do Automóvel 2025 Desde 2020, a categoria de automóveis mais vendida no Brasil é a de SUVs. Portanto, não poderia ser diferente: o Salão do Automóvel 2025 reúne uma infinidade de utilitários, muitos deles trazidos por marcas chinesas. Por isso, o g1 selecionou os principais modelos do segmento que foram lançados e estão em exibição no evento. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp âš ï¸ IMPORTANTE: Esta reportagem deixou de fora dois "titãs" da categoria revelados antes da mostra, o Toyota Yaris Cross e o Honda WR-V. Ambos já têm avaliações publicadas no g1, que podem ser acessadas clicando abaixo. Toyota Yaris Cross Toyota Yaris Cross chega a partir de R$ 161 mil, com duas versões híbridas flex Honda WR-V Honda WR-V desafia rivais com mais espaço e preço competitivo Veja a lista abaixo. Geely EX5 EM-i Geely EX5 EM-i Fabio Tito | g1 A marca apresentou no Salão o EX5 EM-I, distinto do modelo já vendido no país por R$ 205 mil e que é um utilitário totalmente elétrico. Nesta versão é um híbrido plug-in e, inclusive no visual, apresenta diferenças claras em relação ao elétrico e será fabricado no Brasil. O EX5 EM-I é construído sobre a arquitetura global GEA, plataforma que estreia no Brasil e promete maior rigidez estrutural, melhor aproveitamento do espaço interno e mais eficiência energética. O modelo integra o plano da marca de ampliar sua linha de veículos eletrificados no país. Além do novo híbrido, a Geely exibe no evento o EX5 elétrico, já anunciado para o Brasil e líder de vendas entre os SUVs C totalmente elétricos na China. GWM Tank 700 GWM Tank 700 divulgação/GWM O novo Tank 700 remete bastante ao Tank 300, com apelo off-road. Mas o novo modelo traz uma carroceria menos quadrada, com linhas mais agressivas e um toque extra de esportividade. O modelo mede 5,09 metros de comprimento e 3 metros de entre-eixos, dimensões que o tornam maior que qualquer outro GWM vendido no Brasil e comparável a SUVs grandes como o BMW X7. Ele supera até o Haval H9. Sob o capô, o GWM Tank 700 oferece: Motor V6 biturbo a combustão e dois motores elétricos, um em cada eixo; Potência combinada de 524 cv; Torque combinado de 81 kgfm; Tração 4x4 com vários modos de condução desenvolvidos para uso off-road. Jeep Avenger Jeep Avenger é apresentado no Salão do Automóvel 2025 Vinicius Montoia/g1 O Jeep Avenger é novo lançamento que entra na briga em um dos mercados mais competitivos do país. Com dimensões menores que as do Renegade, ele estreia como o SUV mais acessível da marca e será produzido em Porto Real (RJ). O objetivo do modelo, no entanto, é competir com o avanço dos pequenos SUVs, como Volkswagen Tera, Renault Kardian e Citroën Basalt. Por dentro, o acabamento é mais simples para ajudar a conter custos e manter o preço competitivo. Há mais plástico rígido, o que reduz as áreas de toque macio. Em compensação, o porta-malas do Avenger é maior: comporta até 380 litros, ante os 351 litros do Renegade. Em números, o Avenger oferece: Motor 1.0 turbo já utilizado em modelos como Fiat Pulse, Fastback e Peugeot 208; Potência de 130 cv; Torque de 25 kgfm; Câmbio automático do tipo CVT. Embora não impressione nos números ou no acabamento, o Avenger se diferencia ao incorporar o ChatGPT na central multimídia, permitindo respostas mais naturais às perguntas dos ocupantes. A presença dessa tecnologia não é à toa: a Volkswagen também adotou inteligência artificial no Tera, por meio do assistente Otto. Ele permite comandos indiretos, como quando o motorista diz “estou com frio†e o carro reduz automaticamente a intensidade do ar-condicionado. Kia Sorento O segundo modelo da Kia nesta lista é o Sorento, que retorna ao Brasil com mudanças importantes e adotando o novo padrão de design da marca, já visto no Sportage: faróis e lanternas mais verticais e iluminação diurna (DRL) com ângulos fechados. O modelo vem equipado com motor 2.2 diesel e tração nas quatro rodas. No Brasil, deve competir com outros SUVs grandes de sete lugares, como Toyota SW4 e Jeep Commander. A ficha técnica do novo Sorento traz: Potência de 194 cv a 3.800 rpm; Torque de 45 kgfm a 1.750 rpm; Aceleração de 0 a 100 km/h em 9,7 segundos; Abastecimento com diesel S10. Kia Sportage Um dos SUVs mais populares do Brasil, mesmo antes de o segmento ganhar a força atual, é o Sportage. Apesar de não repetir o sucesso de outros tempos, o modelo segue equipado com motor 1.6 turbo associado a um sistema híbrido leve — que não traciona as rodas, mas contribui para reduzir o consumo de combustível e as emissões. As novidades da nova versão são principalmente estéticas, deixando o Sportage mais moderno e alinhado ao visual dos modelos recentes da Kia. As alterações incluem: Novo desenho das lanternas em LED, agora mais verticais; Iluminação diurna (DRL) com ângulos mais fechados; Grade frontal mais retangular, reforçando a sensação de maior entrada de ar. O Sportage já está disponível para compra, por R$ 267.190. Leapmotor C16 Começando pelo lado luxuoso da Força, o Leapmotor C16 ganha destaque até mesmo por ser o maior e mais completo SUV da marca chinesa, controlada pela dona da Fiat. Mesmo exibindo o modelo no Salão, a Leapmotor não bateu o martelo em qual versão do C16 chegará ao Brasil. Lá fora, O C16 existe equipado com um sistema totalmente elétrico que entrega 299 cv de potência e 36,7 kgfm de torque. O conjunto de baterias de 81,9 kWh oferece mais de 600 km de autonomia no ciclo chinês, ainda sem equivalência segundo os parâmetros do Inmetro. Além da versão elétrica, o C16 também é oferecido no exterior em configuração híbrida, que utiliza um motor 1.5 aspirado apenas como gerador de energia, com promessa de até 1.000 km de autonomia — exatamente como no Leapmotor C10, que já é vendido no Brasil. Renault Koleos Renault Koleos André Fogaça/g1 O projeto do Koleos é fruto da parceria entre a Renault e a chinesa Geely, e chega em um mercado muito explorado por marcas chinesas, como BYD, GWM e pouco aventurado por nomes ocidentais. O acordo entre as marcas prevê um investimento de R$ 3,8 bilhões para adaptar a fábrica de São José dos Pinhais (PR), à produção de veículos elétricos e híbridos. Inicialmente, o modelo se chamaria Grand Koleos, mas a Renault optou por apresentá-lo como Koleos Full Hybrid no mercado brasileiro. Em outros países, o SUV utiliza um motor 1.5 turbo de três cilindros, com 150 cv e 22,9 kgfm de torque. O conjunto inclui ainda dois motores elétricos: um de 82 cv, dedicado à geração de energia, e outro de 136 cv, responsável pela tração. A potência combinada chega a 245 cv, com torque máximo de 32,6 kgfm. O Koleos chega para competir com modelos de grandes proporções, como a Toyota SW4, graças aos seus 4,78 m de comprimento e 2,84 m de entre-eixos.
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27/11 - Renault Kardian recebe cinco estrelas em teste de segurança do Latin NCAP
Renault Kardian recebe cinco estrelas em teste de segurança do Latin NCAP O Renault Kardian recebeu cinco estrelas no teste de segurança do Latin NCAP, informou o instituto nesta quinta-feira (27). As notas variam de zero a cinco estrelas e esta é a primeira nota máxima da fabricante francesa. Segundo o Latin NCAP, o Kardian avaliado neste teste faz parte da produção nacional, em São José dos Pinhais (PR). Para o instituto, o SUV compacto apresentou bom desempenho nos seguintes aspectos: 83% de proteção para adultos; 83% para crianças; 73% para pedestres; 84% de proteção com sistemas de assistência à segurança. Nos testes, foram destacadas as boas proteções para cabeça e pescoço de motorista e passageiro em impactos frontais e laterais. Já os pontos considerados mais frágeis foram a proteção do peito e das coxas do motorista em impactos frontais, além do pescoço em colisões traseiras e do tórax em impactos laterais. A nota máxima chega um ano depois de o modelo ter recebido quatro estrelas. “O Renault Kardian foi atualizado com a inclusão do sistema de Frenagem Autônoma de Emergência (AEB) para Usuários Vulneráveis das Vias (VRU) e foi avaliado novamente a pedido do fabricanteâ€, informou o instituto em nota. Renault Kardian divulgação/Latin NCAP No modelo 2025, o Kardian conta com seis airbags e controle eletrônico de estabilidade, ambos itens de série em todas as versões. Para o Latin NCAP, esses equipamentos foram essenciais para o SUV alcançar as cinco estrelas neste ano. “Parabéns à Renault por seu primeiro resultado de cinco estrelas no Latin NCAP. Seu compromisso com veículos mais seguros ficou claro ao melhorar um modelo popular como o Kardian de quatro para cinco estrelas em tão pouco tempo. O Latin NCAP aguarda ansiosamente os novos modelos da Renault e as próximas cinco estrelas da marca", apontou Alejandro Furas, Secretário Geral do Latin NCAP. Stephan Brodziak, presidente do Conselho de Administração do Latin NCAP, também destacou o avanço da Renault na segurança do modelo. "A melhoria na segurança veicular é uma intervenção sistemática em prol da saúde pública com impacto comprovado: veículos mais seguros significam menos mortes, menos ferimentos graves e menos famílias afetadas por consequências irreversíveis, além de uma menor carga econômica para os Estados", disse. Renault Kardian é um dos SUVs mais baratos do Brasil O SUV é o lançamento mais recente da Renault, e o g1 já testou a versão manual do Kardian, apresentada em novembro do ano passado por R$ 106.990. Doze meses após chegar às concessionárias, o modelo ficou cerca de 6% mais caro e hoje é vendido por R$ 113.690. Renault Kardian: o que erra e acerta a versão manual O Renault Kardian chegou para brigar na base da pirâmide de preços dos SUVs compactos. A concorrência nessa faixa de preço é duríssima, com hatches nas versões topo de linha e outros competidores na entrada dos SUVs.
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27/11 - Salão do Automóvel 2025: veja os 10 destaques do evento, escolhidos pela reportagem do g1; VÃDEO
Destaques do Salão do Automóvel 2025 O Salão do Automóvel 2025 voltou ao Anhembi, em São Paulo, com grandes mudanças no tradicional evento. Nomes importantes como Volkswagen e Chevrolet ficaram de fora, e as tradicionais Fiat e Jeep dividiram espaço com uma enxurrada de fabricantes chinesas que chegam ao mercado em breve. O g1 analisou todas as novidades do Salão e escolheu os 10 principais destaques de evento, seja para quem quer visitar como para quem quer saber que modelos devem fazer barulho no mercado automotivo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Veja a lista abaixo. Jeep Avenger Jeep Avenger é apresentado no Salão do Automóvel 2025 Vinicius Montoia/g1 O primeiro da lista é o Jeep Avenger, novo lançamento que entra na briga em um dos mercados mais competitivos do país. Com dimensões menores que as do Renegade, ele estreia como o SUV mais acessível da marca e será produzido em Porto Real (RJ). O objetivo do modelo, no entanto, é competir com o avanço dos pequenos SUVs, como Volkswagen Tera, Renault Kardian e Citroën Basalt. Por dentro, o acabamento é mais simples para ajudar a conter custos e manter o preço competitivo. Há mais plástico rígido, o que reduz as áreas de toque macio. Em compensação, o porta-malas do Avenger é maior: comporta até 380 litros, ante os 351 litros do Renegade. Em números, o Avenger oferece: Motor 1.0 turbo já utilizado em modelos como Fiat Pulse, Fastback e Peugeot 208; Potência de 130 cv; Torque de 25 kgfm; Câmbio automático do tipo CVT. Embora não impressione nos números ou no acabamento, o Avenger se diferencia ao incorporar o ChatGPT na central multimídia, permitindo respostas mais naturais às perguntas dos ocupantes. A presença dessa tecnologia não é à toa: a Volkswagen também adotou inteligência artificial no Tera, por meio do assistente Otto. Ele permite comandos indiretos, como quando o motorista diz “estou com frio†e o carro reduz automaticamente a intensidade do ar-condicionado. Kia Tasman Kia Tasman divulgação/Kia A Kia levou ao Salão do Automóvel um pacote com oito lançamentos, mas quem mais chama atenção é a Tasman. Trata-se da primeira picape da marca coreana, que aposta em um visual quadrado e deve competir no Brasil com modelos bastante conhecidos, como Ford Ranger e Toyota Hilux. Ela oferece: Motor 2.2 turbodiesel; Potência de 210 cv; Torque de 45 kgfm; Tração 4x4 com reduzida; Caçamba com capacidade para 1.007 kg; Capacidade de reboque de 3.500 kg. Ainda não há preço definido para o lançamento, pois a picape segue em processo de homologação para ser vendida oficialmente no Brasil. Denza B5 Denza B5 tem mais de duas toneladas e acelera de 0 a 100 km/h em menos de cinco segundos Vinicius Montoia | g1 Este é o primeiro SUV híbrido com proposta aventureira da marca e concorre com modelos como Jeep Wrangler Rubicon e Land Rover Defender. É um dos modelos que inaugura a divisão de luxo da BYD no Brasil. O interior adota um design que remete a correntes, especialmente nas saídas de ar-condicionado. Ele conta com três telas: uma de 12,3 polegadas para o painel de instrumentos, outra de 15,6 polegadas para a central multimídia e uma terceira, também de 12,3 polegadas, dedicada ao passageiro dianteiro. O modelo mede 4,89 metros de comprimento, 1,97 m de largura, 1,92 m de altura e tem 2,80 metros de entre-eixos. O Denza B5 oferece: Motor 1.5 turbo a combustão e dois motores elétricos, um em cada eixo; Potência combinada de 677 cv; Torque de 76,6 kgfm; Tração 4x4 com reduzida. O Denza B5 é o único lançamento desta lista já disponível para compra, com preço de R$ 436 mil. Renault Koleos Renault Koleos Fábio Tito O projeto do Koleos é fruto da parceria entre a Renault e a chinesa Geely, e chega em um mercado muito explorado por marcas chinesas, como BYD, GWM e pouco aventurado por nomes ocidentais. O acordo entre as marcas prevê um investimento de R$ 3,8 bilhões para adaptar a fábrica de São José dos Pinhais (PR), à produção de veículos elétricos e híbridos. Inicialmente, o modelo se chamaria Grand Koleos, mas a Renault optou por apresentá-lo como Koleos Full Hybrid no mercado brasileiro. Em outros países, o SUV utiliza um motor 1.5 turbo de três cilindros, com 150 cv e 22,9 kgfm de torque. O conjunto inclui ainda dois motores elétricos: um de 82 cv, dedicado à geração de energia, e outro de 136 cv, responsável pela tração. A potência combinada chega a 245 cv, com torque máximo de 32,6 kgfm. O Koleos chega para competir com modelos de grandes proporções, como a Toyota SW4, graças aos seus 4,78 m de comprimento e 2,84 m de entre-eixos. Caoa Changan Avatr 11 Changan Avatr 12 Vinicius Montoia | g1 O Avatr 11 é um SUV cupê urbano e luxuoso, e um dos modelos que marca o retorno da Changan ao Brasil, patrocinado pela Caoa. Ele utiliza um conjunto elétrico com tração traseira que entrega 308 cv de potência e pode alcançar até 730 km de autonomia por carga — segundo o ciclo chinês, normalmente mais generoso que o padrão do Inmetro. Esses são os dados divulgados pela marca, mas o modelo também oferece alguns luxos, como: Três telas na fileira dianteira; Até duas geladeiras entre os bancos; Três tetos solares; Sistema de abertura e fechamento elétrico das portas. CAOA Changan EO7 Caoa Changan EO7 divulgação/Changan Com poucas informações divulgadas, o EO7 sequer foi mostrado na coletiva de imprensa, mas está disponível para quem visitar o Salão do Automóvel no estande da Caoa Changan. Ele chama atenção por ser um SUV capaz de se transformar em picape ao abrir a parte traseira, que revela uma pequena caçamba. Esse tipo de solução lembra, ainda que de forma distante, o mecanismo de abertura e fechamento da caçamba da Tesla Cybertruck. A versão do EO7 em exposição oferece: Dois motores elétricos; Potência de 598 cv; Aceleração de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos; Bateria de 90 kWh; Autonomia superior a 600 km, segundo o ciclo chinês. GWM Tank 700 GWM Tank 700 divulgação/GWM O novo Tank 700 remete bastante ao Tank 300, com apelo off-road. Mas o novo modelo traz uma carroceria menos quadrada, com linhas mais agressivas e um toque extra de esportividade. O modelo mede 5,09 metros de comprimento e 3 metros de entre-eixos, dimensões que o tornam maior que qualquer outro GWM vendido no Brasil e comparável a SUVs grandes como o BMW X7. Ele supera até o Haval H9. Sob o capô, o GWM Tank 700 oferece: Motor V6 biturbo a combustão e dois motores elétricos, um em cada eixo; Potência combinada de 524 cv; Torque combinado de 81 kgfm; Tração 4x4 com vários modos de condução desenvolvidos para uso off-road. GWM Souo 2000S GWM Souo 2000S divulgação/GWM A única moto desta lista é também uma das poucas "lançadas" no Salão do Automóvel deste ano. Trata-se de uma touring que chega para disputar espaço com nomes de peso, como a Honda Goldwing (a partir de R$ 304.450) e a BMW K1600 (a partir de R$ 309.900). A moto oferece: Motor boxer V8 de 2.000 cilindradas; Potência de 154 cv; Câmbio DCT de oito marchas; Freios Brembo. Além de ter potência superior à do Volkswagen Nivus GTS, a moto da GWM traz alguns elementos típicos dos carros da marca. O primeiro é um painel sensível ao toque; o segundo é um pacote com dois recursos: sensores de estacionamento na traseira e, graças a eles, detector de ponto cego nos retrovisores laterais da Souo 2000S. A GWM não divulgou previsão de lançamento nem preço. A marca informou apenas que está exibindo a moto para testar a receptividade do modelo no Brasil. Honda Prelude Honda Prelude Rafael Peixoto/g1 O esportivo Honda Prelude voltou ao mercado brasileiro depois de 24 anos. O modelo apresenta linhas mais leves e fluidas que as do Civic Type-R. A queda acentuada da carroceria reforça o visual esportivo. Além disso, traz o novo logotipo “Honda†escrito por extenso na traseira. O Prelude contará com: Motor 2.0 a combustão e dois motores elétricos, em um sistema semelhante ao do Civic híbrido; Potência combinada de 203 cv; Torque combinado de 32,12 kgfm. A suspensão e os freios serão inspirados nas configurações do Civic Type-R, o modelo mais esportivo da marca. A suspensão terá ajustes de altura e comportamento para que o motorista aproveite ao máximo o carro. A Honda não divulgou mais detalhes sobre o modelo. Toyota GR Yaris Toyota GR Yaris divulgação/Toyota Outra novidade entre os esportivos e que chamou atenção foi o GR Yaris. Ele é um hatch esportivo menor que o GR Corolla. Os dois únicos detalhes compartilhados pela diretoria da Toyota dizem respeito ao motor: Motor 1.6 turbo de três cilindros; Potência de 300 cv; Torque de 40,2 kgfm; Aceleração de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos. O foco deste modelo, assim como o do GR Corolla, é a esportividade. Ele oferece três modos de distribuição de torque, que dividem a força entre os eixos dianteiro e traseiro. Apesar do visual voltado ao asfalto, o GR Yaris nasceu como o representante da Toyota no Campeonato Mundial de Rali. Ainda não há preço divulgado, mas a Toyota confirmou que o GR Yaris chega ao Brasil em 2026.
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26/11 - Salão do Automóvel 2025: carros-conceito mostram o futuro de Fiat, Peugeot, Renault e Lecar; VÃDEO
Os protótipos do Salão do Automóvel de 2025 O Salão do Automóvel reúne alguns dos principais carros-conceito que antecipam tecnologias e produtos das marcas para os próximos anos. Peugeot, Lecar, Fiat e Renault aproveitam o evento para mostrar estudos de design, e direções técnicas e estratégicas para seus portfólios. Na mostra, a Peugeot apresentou o Inception, um sedã luxuoso e tecnológico que resume o que a marca projeta para o futuro: um carro potente, autônomo e com interior que lembra uma sala de estar. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Fabricantes apresentam conceitos no Salão do Automóvel de São Paulo de 2025 g1 A Lecar apresentou o que pode ser a primeira picape de uma marca brasileira desde a falência da Gurgel. Já a Renault mostrou a Niagara, conceito que deu origem ao SUV Boreal e deve chegar ao Brasil e à América Latina em 2026. A Fiat, por sua vez, apresentou o conceito Dolce Camper, que antecipa a nova linguagem de design da marca, com linhas retas e faróis e lanternas quadrados. Veja cada um deles abaixo. Peugeot Inception Peugeot Inception tem bateria de 800V Divulgação | Peugeot Durante o Salão do Automóvel, a Peugeot apresentou o Inception Concept pela primeira vez no Brasil. O sedã elétrico possui dois motores que somam 680 cv, tração integral e acelera de 0 a 100 km/h em menos de três segundos, segundo a marca. A bateria de 100 kWh garante até 800 km de autonomia, com recarga por indução — sem uso de cabos. O interior traz o Hypersquare, sistema sem barra de direção que substitui o volante tradicional por um comando sensorizado que interpreta os movimentos e os replica nas rodas dianteiras. O volante do Peugeot Inception não tem barra de direção que o ligue às rodas Divulgação | Peugeot A vice-presidente da Peugeot na América do Sul, Fabiana Figueiredo, explica que os conceitos servem para testar direções futuras. “A gente trabalha o conceito como uma forma de mostrar para o consumidor o nosso olhar para o futuro. Ele passa pelo design, mas também pela tecnologia embarcadaâ€, afirma. Segundo ela, o Inception reúne elementos já presentes nos modelos atuais. “Os traços diagonais e as três garras, por exemplo, estão nos veículos de linha. O novo i-Cockpit também aparece aqui em uma evolução do que já oferecemosâ€, diz. “Mesmo sendo conceito, é um carro que pode ser dirigido, com tração nas quatro rodas e motor elétrico dentro da nossa estratégia de ampliar possibilidades, do combustão ao elétricoâ€, completa. Lecar Campo A brasileira Lecar apresentou, ainda como mock-up — uma maquete em tamanho real —, sua picape Campo. O modelo está em desenvolvimento, com a mesma base e o conjunto mecânico do SUV 459, também da Lecar, que conta com: Motor: 1.0 turbo; Potência: 122 cv a 5.000 rpm; Torque: 22 kgfm; Potência combinada: 163 cv; Torque combinado: 26 kgfm; Aceleração de 0 a 100 km/h: 10,9 segundos; Rodas: 18 polegadas; Pneu: 225/50. Com porte entre Strada e Toro, a picape deve receber ajustes para aumentar o torque e a capacidade de carga. Segundo o conceito, a estrutura será monobloco — como a da Fiat Toro — e as caixas de roda lembram a Tesla Cybertruck. Assis afirma que a marca buscou padronizar componentes. “A gente tentou compartilhar o maior número de itens possível — faróis, lanternas, volante, painel e bancoâ€, disse. Fiat Dolce Camper A Fiat levou ao Salão de 2025 o Dolce Camper, novo carro-conceito que antecipa a próxima linguagem de design da marca. Segundo a fabricante, ele adota linhas geométricas, elementos inspirados na estética digital e cores baseadas no Cerrado brasileiro. O conceito também explora diferentes possibilidades de construção em uma mesma plataforma, que pode receber motores elétricos, híbridos ou a combustão. O modelo lembra uma van ou um motorhome. Renault Niagara Renault Niagara serviu de inspiração para o SUV Boreal Divulgação | Renault A Renault apresentou no Salão o conceito Niagara, desenvolvido no Renault Design Center Latam em parceria com o estúdio de design de Paris — modelo que o g1 já havia adiantado em julho deste ano. O conceito serve de base para a nova picape que será produzida na Argentina e lançada no Brasil no segundo semestre de 2026. A Niagara tem grade tridimensional, rodas de 18 polegadas com pneus off-road e altura maior que a do Boreal — SUV inspirado na picape e já vendido no Brasil. A carroceria exibe camuflagem que remete ao logotipo da Renault. Segundo Laurens van den Acker, chefe global de design do Grupo Renault, o projeto combina visão internacional e aplicação regional.
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25/11 - Verdade ou mito: golpes, pagamento e mais sobre o financiamento de veículo direto com o dono
Financiamento de veículo direto com o proprietário: entenda como funciona, a documentação necessária e mais. Divulgação Financiar um veículo direto com o dono é seguro? Preciso dar entrada? E os riscos de golpe? Quem está de olho nessa modalidade tem muitas dúvidas — e, entre verdades e mitos, é importante entender o que realmente faz diferença na hora da compra ou venda. Veja a seguir o que é verdade e o que é mito sobre o financiamento de veículos entre pessoas físicas com o banco BV. Só é possível realizar o financiamento de um veículo em uma loja? Mito! O financiamento de veículos também é possível para carros, motos ou caminhões seminovos ou usados comprados diretamente de um proprietário particular — seja um amigo, parente ou conhecido. O processo inclui análise de crédito, assim como todo financiamento. O financiamento de um veículo entre pessoas físicas é seguro? Verdade! Com a intermediação de um banco confiável e experiente há mais de 30 anos, como o BV, o processo do financiamento é estruturado e conta com garantias que protegem tanto o comprador quanto o vendedor. A autenticidade da documentação do vendedor e do veículo são avaliadas. É preciso dar entrada? Verdade! Ao financiar um carro, moto ou caminhão com o banco BV, o comprador pode realizar sua conquista com mais tranquilidade, sem esperar ter o valor total do veículo. Ele dá um valor de entrada e financia o restante. Além disso, as parcelas do financiamento são fixas e podem ser pagas em até 60 vezes*. Como garantia, o veículo fica alienado com o BV até o fim do contrato — ou seja, o veículo pode ser tomado caso haja inadimplência. O processo é simples? Verdade! Zero complicações por aqui. Ao realizar o financiamento de um veículo direto com o dono, a jornada é 100% on-line. Você pode tirar suas dúvidas com o time de especialistas do banco durante todo o processo financeiro via WhatsApp, onde as conversas são protegidas com criptografia de ponta a ponta. O vendedor corre o risco de não ser pago? Mito! Com o banco BV, o vendedor do veículo fica tranquilo. Assim que o financiamento é aprovado, a instituição realiza o pagamento à vista em sua conta. Essa modalidade elimina qualquer risco de golpe ao comprador? Mito! Mesmo com o financiamento sendo intermediado por uma instituição financeira confiável, o comprador precisa tomar cuidado com golpes relacionados ao veículo. Por exemplo, o carro pode ser de origem suspeita, como roubado ou clonado, ou o vendedor pode não cumprir com as condições acordadas. Por isso, sempre faça a verificação da documentação do veículo e exija um contrato formal e registrado em cartório. Preciso verificar as pendências do veículo? Verdade! Antes de fechar negócio, é essencial conferir a situação do carro, moto ou caminhão. Consultar o Detran permite identificar possíveis multas, débitos ou restrições. Além disso, uma revisão veicular detalhada ajuda a verificar a originalidade de itens como chassi, motor e vidros, além de apontar reparos estruturais que possam comprometer a segurança e o valor do veículo. Recomenda-se conhecer o antigo dono e se inteirar sobre seus hábitos ao volante e o histórico do veículo. Como procedimento padrão, todo veículo financiado pelo banco BV passa por uma vistoria on-line também. Qualquer pessoa pode solicitar o financiamento do veículo? Mito! O financiamento está disponível para qualquer pessoa acima dos 18 anos, mas é sujeito a uma análise de crédito detalhada, que avalia a capacidade de pagamento do comprador. Isso garante que o processo seja seguro e que as condições de financiamento sejam adequadas a cada perfil, protegendo tanto o vendedor quanto o comprador. Os documentos necessários para essa análise de crédito são RG e CPF ou CNH, comprovante de renda e comprovante de residência. Já para a liberação do crédito, os documentos solicitados são: DUT para veículos seminovos e usados e nota fiscal ou declaração de faturamento para veículos 0 km. Vale mencionar que o banco BV também oferece financiamento para pessoas com deficiência (PCD) que desejam comprar um veículo adaptado. A taxa de juros é alta? Mito! O banco BV tem uma das menores taxas do mercado. Você financia com taxas que cabem no seu bolso. Realize uma simulação clicando aqui. BV, especialista em financiamentos O banco BV facilita a compra e venda de veículos entre pessoas físicas. A negociação ocorre sem interferência entre as partes. Já a transação acontece sem complicações, com total segurança e por uma instituição que também cuida do meio-ambiente. No banco BV, o CO₂ emitido por todo veículo financiado é compensado. Quer financiar sua moto, seu carro ou caminhão com proteção e mais praticidade? Descubra como o BV pode te ajudar. *Sujeito à análise
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24/11 - BYD Atto 8: maior SUV e híbrido de maior autonomia da BYD chega por R$ 399.990; veja detalhes
BYD Atto 8: maior SUV e híbrido de maior autonomia da BYD chega por R$ 399.900 A BYD anunciou nesta segunda-feira (24), durante o Salão do Automóvel 2025, seu segundo lançamento inédito no Brasil em um ano: o SUV de grande porte BYD Atto 8. O primeiro foi o BYD Sealion 7, lançado em agosto. Com preço de R$ 399.990, o modelo se junta à linha de híbridos da BYD e chama atenção pelo porte. São mais de cinco metros de comprimento e quase dois metros de largura. O espaço generoso se justifica: o SUV acomoda sete passageiros. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Atto 8 é revelado no estande da BYD no Salão do Automóvel 2025, em São Paulo Fábio Tito/g1 O único carro da BYD com essa configuração já vendido no Brasil é o Tan, um SUV 100% elétrico que foi um dos primeiros modelos da marca a chegar ao país — antes mesmo do BYD Dolphin. Assim como o “primo†elétrico, o Atto 8 tem interior luxuoso, compatível com sua posição entre os modelos mais caros da BYD. A cabine combina materiais macios ao toque em dois tons e traz o pacote tecnológico Olho de Deus, responsável por operar o sistema de assistência DiPilot 300. O sistema amplia a capacidade de leitura do ambiente e habilita o Atto 8 para condução semiautônoma. São 12 câmeras e 18 radares distribuídos pela carroceria, além de um sensor a laser (LiDAR) no topo do veículo. BYD Atto 8, chamado de Tan L na China divulgação/BYD Com isso, o veículo reage com mais precisão em diferentes situações, como ao desviar de outro carro ou de uma moto que se aproxima. Entre os itens de série, o acabamento refinado se soma a algumas extravagâncias e equipamentos típicos de modelos mais caros, como: Geladeira; 21 alto-falantes; Central multimídia de 15,6 polegadas; Câmeras em 360 graus. Sob o capô, o Atto 8 adota um sistema híbrido plug-in formado por um motor 1.5 turbo a gasolina e dois motores elétricos — um em cada eixo — alimentados por uma bateria de 35,6 kWh. Juntos, eles entregam 488 cv de potência. Segundo a BYD, o modelo oferece mais de 150 km de autonomia no modo totalmente elétrico, tornando-se o híbrido da marca com maior alcance sem consumo de combustível — superando, com folga, os 87 km do Song Plus Premium. Com o tanque cheio e a bateria totalmente carregada, o BYD Atto 8 pode percorrer até 900 km sem paradas. 00 Atto 8 percorre até 90 Salão do Automóvel 2025 Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento
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24/11 - Educação Financeira #319: é melhor comprar um carro 0 km básico ou um usado bem equipado?
O carro zero mais barato hoje gira em torno de R$ 80 mil — e muita gente nas redes pergunta: vale mais comprar um 0 km pouco equipado ou um usado bem equipado? No episódio 319 do podcast Educação Financeira, o especialista Murilo Briganti, sócio da Bright Consulting, explica que a resposta depende do perfil do comprador e de três pilares fundamentais: procedência, conservação e custo total do veículo. Procedência significa entender de onde veio o carro: histórico de uso, número de proprietários, registros de sinistro e regularidade documental. Murilo reforça que o barato pode sair caro quando há pendências — RENAVAM, chassi e motor são o “CPF†do veículo — e que compras com documentação duvidosa transformam-se em dor de cabeça jurídica e financeira. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Conservação e custo total são igualmente decisivos. Um 0 km básico traz previsibilidade — garantia, revisões programadas e menos surpresas técnicas — enquanto um usado pode exigir revisão inicial, troca de peças e, às vezes, seguro mais caro. Para comparar, Murilo recomenda projetar um ciclo de 2 a 3 anos: some preço de compra, combustível, IPVA, seguros, manutenção e depreciação para ver qual opção é mais alinhada ao seu bolso. Há sinais de alerta que devem inviabilizar uma compra: histórico confuso de proprietários, quilometragem incompatível com o desgaste, pinturas e soldagens recentes, e resistência do vendedor em mostrar documentos. Murilo aconselha que quem não tem conhecimento técnico prefira comprar em revendas ou concessionárias que oferecem respaldo jurídico; quem aceita o risco e faz checklist rigoroso pode economizar comprando de particular — desde que contrate vistoria especializada quando necessário. No fim, não há resposta universal: escolha o que cabe no seu orçamento e no seu momento de vida. Se você busca previsibilidade e tranquilidade, um 0 km básico tende a ser mais adequado; se prioriza conforto e conteúdo, um usado equipado pode ser a solução — desde que procedência e conservação estejam comprovadas. OUÇA AQUI: Ouça também nos tocadores Spotify Amazon Apple Podcasts Google Podcasts Castbox Deezer Logo podcast Educação Financeira Comunicação/Globo O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Veja os vídeos que estão em alta no g1
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22/11 - Salão do Automóvel 2025 abre hoje; veja como chegar
Veja o que tem de legal no Salão do Automóvel 2025 Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo voltou ao Anhembi na última sexta-feira (21), na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra abriu ontem para o público que participou da Avant Première, evento que antecipa as novidades para quem pagou R$ 1 mil no ingresso. O público geral pôde entrar na mostra a partir do meio-dia deste sábado (22), para conferir as novidades que o g1 vem mostrando nos últimos dias. A feira acontece até 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. (Veja mais detalhes abaixo) ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Quais são os horários de funcionamento e como chegar no Anhembi? O Salão do Automóvel 2025 funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. Haverá transporte gratuito entre o local e a estação Portuguesa–Tietê (linha 1-Azul do Metrô). O ônibus exclusivo para o evento vai partir da Rua Voluntários da Pátria, número 498. O serviço começa uma hora antes da abertura do evento e termina uma hora após o encerramento. O local também contará com um estacionamento pago. Veja os valores: Carro: R$ 80 (12h); Moto: R$ 25 (12h); Micro-ônibus: R$ 120 (12h); Ônibus: R$ 160 (12h). Salão do automóvel de 2018 no SP Expo Divulgação | RX Tradicionalmente realizado nos anos pares até 2018, o evento teve o calendário alterado devido à pandemia de Covid-19 e não foi realizado em 2020, 2022 e 2024. As últimas edições, em 2016 e 2018, aconteceram no São Paulo Expo, na zona sul da cidade. O Salão do Automóvel, que completa 65 anos de existência em 2025, voltou ao Distrito Anhembi — local que sediou o evento por décadas. Os estandes estarão divididos em cinco pavilhões e trarão atrações inéditas, experiências interativas e uma pista de testes exclusiva. Veja nesta reportagem tudo o que você precisa saber sobre o Salão do Automóvel 2025. Quanto custa e como comprar ingressos? Quais são as marcas confirmadas no Salão do Automóvel 2025? Evento terá pistas de testes e 40 carros à disposição dos visitantes Haverá espaço para alimentação? O espaço é acessível? Veja os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 Quanto custa e como comprar ingressos? A abertura oficial do evento aconteceu em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custou R$ 1.000 e deu acesso antecipado às atrações e apresentações musicais, como show do Jota Quest. Todos os ingressos — incluindo o da Avant Première — são vendidos pelo site da Fever e possuem taxa de serviço. De 22 a 30 de novembro, o Salão estará aberto ao público geral, com preços diferentes para dias de semana e fins de semana. Veja abaixo os valores dos ingressos: VIP: R$ 530 (dias de semana + R$ 47,70 de taxa de serviço) / R$ 640 (fins de semana + R$ 57,60 de taxa de serviço) — com meia entrada; Regular: R$ 126 (dias de semana + R$ 11,34 de taxa de serviço) / R$ 162 (fins de semana + R$ 14,58 de taxa de serviço) — com meia entrada. Carros do Dream Lounge do Salão do Automóvel de São Paulo de 2025 O ingresso Regular dá acesso às principais atrações e inclui o direito de dirigir veículos em um circuito montado pela organização, sujeito à disponibilidade das marcas participantes. Entre as experiências confirmadas para o ingresso regular estão: Museu Carde: linha do tempo interativa com modelos icônicos; Live Garagem Show: customização de carros ao vivo pelo preparador Batistinha; LEGO Experience: carro de Fórmula 1 em tamanho real feito de peças LEGO; SDA Talks: painéis, palestras e conferências; Nascar Experience e FIA WEC: espaços dedicados a competições internacionais; Racing Game Zone: simuladores profissionais de corrida. Já o VIP oferece benefícios adicionais. Além da entrada em áreas exclusivas e das experiências do tíquete Regular, os participantes com esse ingresso conseguirão acesso ao Dream Lounge — com exposição de carros clássicos e raros — e à Ãrea SID, com capacetes de pilotos como Ayrton Senna, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Rubens Barrichello. O ingresso ainda oferece um pacote que inclui um bar de coquetéis patrocinado pelo Café Journal. Crianças de até cinco anos completos são isentas do pagamento de ingresso. As com idade entre seis e doze anos completos têm direito à meia-entrada. Memória sobre Rodas, o Dream Car Museum, no Salão do Automóvel de São Paulo de 2025 Quais são as marcas confirmadas no Salão do Automóvel 2025? Entre as fabricantes confirmadas no evento estão a BYD e sua marca de luxo Denza, a CAOA Chery, o Grupo Stellantis (com Citroën, Fiat, Jeep, Leapmotor, Peugeot e Ram), GAC, Geely, GWM, Honda, Hyundai, Kia, Lecar, MG, Mitsubishi, Omoda & Jaecoo, Renault, Suzuki, Toyota e Vespa. “Mais de 300 veículos estarão em exposição, em uma programação repleta de experiências imersivas e interativas que prometem reconectar o público com o universo automotivoâ€, afirma Thiago Braga Ferreira, gerente executivo do evento. Uma das novas marcas disponíveis no Salão do Automóvel é a Leapmotor. Confira o primeiro contato do g1 com o C10, SUV híbrido da marca chinesa do grupo Stellantis: Leapmotor estreia no Brasil com o SUV grande C10 Evento terá pistas de testes e 40 carros à disposição dos visitantes A Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. ðŸºATENÇÃO: haverá teste do etilômetro — o popular “bafômetro†— para quem participar dos test-drives. Quem apresentar resultado positivo, não poderá realizar o teste de condução. Se beber, não dirija. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até dez minutos. O formato foi modernizado após o sucesso do Festival Interlagos Carros, realizado no autódromo paulistano, que também oferecia testes de veículos de diversas marcas mediante pagamento. LEIA MAIS Leapmotor inicia vendas no Brasil com SUVs elétricos e apoio da Stellantis, dona da Fiat e Jeep Qual é o melhor momento para trocar de carro? Por dentro de um desmanche: veja como carros viram peças vendidas pela metade do preço Veja a história do Salão do Automóvel de São Paulo em imagens Haverá espaço para alimentação? O público encontrará diversas opções gastronômicas, com alternativas para diferentes gostos e restrições alimentares. Food trucks com cardápios variados, incluindo versões vegetarianas, veganas e sem glúten; Restaurantes e lanchonetes com serviço completo, desde refeições rápidas até pratos mais elaborados; Ãreas temáticas gastronômicas, com ambientações especiais e menus exclusivos que integram a experiência do evento. A organizadora não deu mais detalhes sobre o preço médio dos cardápios disponíveis no evento. O espaço é acessível? Segundo a organizadora do evento, todos os espaços contam com acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Haverá também intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir a participação de pessoas surdas ou com deficiência auditiva em todas as atividades.
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21/11 - Nova suspensão de contratos em fábrica da GM deve impactar 650 trabalhadores no RS, diz sindicato
Chevrolet Sonic: 'SUV do Onix' chega em 2026 e será fabricado em Gravataí Cerca de 650 colaboradores da General Motors (GM) devem ser impactados por uma nova suspensão dos contratos de trabalho (layoff) na unidade de Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A medida passa a valer em 22 de dezembro. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp De acordo com o presidente do sindicato dos metalúrgicos no município, Valcir Ascari, os contratos serão suspensos por dois a cinco meses, com possibilidade de prorrogação. Os funcionários foram comunicados no início desta semana, informou. Também estão previstos períodos de paradas técnicas no Natal e no Ano-Novo. Férias coletivas serão concedidas aos trabalhadores entre 5 e 16 de janeiro. O g1 entrou em contato com a General Motors, que não retornou até a mais recente atualização desta reportagem. A montadora tem realizado paradas na unidade ao longo dos últimos anos. No início de 2025, a GM afirmou que a paralisação era "necessária para atualização e modernização dos processos". 🔎 Layoff é a suspensão temporária do contrato de trabalho ou a redução da jornada, uma alternativa à demissão em massa, que permite às empresas evitar crises econômicas ou reestruturações que envolvam dispensar funcionários. Conforme Ascari, ao todo, 5 mil pessoas trabalham no complexo industrial. São 4 mil entre funcionários da montadora e fornecedores. Outros 1 mil se dividem entre trabalhadores das transportadoras e outros terceirizados. Unidade da montadora GM em Gravataí Reprodução/RBS TV Novo carro em produção A Chevrolet vai lançar um novo SUV cupê, segmento inédito para a marca. O modelo se chamará Sonic e será fabricado em Gravataí. Atualmente, a unidade gaúcha concentra a produção do Onix nas versões hatch e sedã. A fábrica do RS já produziu mais de 3 milhões de unidades do Onix. O modelo se tornou o mais fabricado pela marca no país, superando o Chevrolet Corsa. O lançamento do novo SUV está previsto para 2026 e é resultado de um investimento de R$ 1,2 bilhão anunciado pela GM em 2024. Chevrolet Sonic Divulgação/GM VÃDEOS: Tudo sobre o RS
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20/11 - Salão do Automóvel 2025: Caoa anuncia volta da Changan, inicialmente com carros elétricos
Changan Avatr 012 é apresentado no Salão do Automóvel 2025 A Caoa anunciou, nesta quinta-feira (20), no Salão do Automóvel 2025, uma nova parceria com uma marca chinesa que chega ao Brasil sob o nome Caoa Changan. A Changan não é nova no Brasil. A marca vendeu veículos comerciais leves entre 2006 e 2016, então sob o nome Chana Motors. Em 2011, adotou o nome Changan, antes de encerrar suas atividades no país. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Changan Avatr 12 Vinicius Montoia/g1 O retorno da marca já vinha sendo especulado no mercado, e modelos da empresa foram flagrados em testes antes da confirmação desta semana. À época, um Uni-T camuflado chegou a ser visto circulando em Santos (SP). Apesar de compartilhar o prefixo Caoa, a nova marca atuará no Brasil junto da Caoa Chery. As duas dividirão o pavilhão de exposições do Salão do Automóvel, cada uma com seu próprio espaço, separados pelo estande da Honda. Ainda não foram divulgados muitos detalhes sobre os primeiros carros, mas dois modelos subiram ao palco do Salão: Avatr 11 e 12. O primeiro é um SUV cupê urbano e luxuoso, enquanto o segundo é um sedã cupê com apelo mais esportivo, mas sem abandonar o requinte. Para o Brasil, o único modelo com dados divulgados pela Changan foi o Avatr 11. Ele utiliza um conjunto elétrico com tração traseira que entrega 308 cv de potência e alcança até 730 km de autonomia com uma carga — segundo o ciclo chinês, sempre mais generoso que o Inmetro com os números. A marca também confirmou que o modelo oferece diversos assistentes de condução, como: Piloto automático adaptativo; Frenagem automática de emergência; Assistente de permanência em faixa. Changan Avatr 011 é apresentado no Salão do Automóvel 2025 A Caoa Changan ainda não divulgou planos concretos para o lançamento dos veículos, nem informou se eles serão produzidos no Brasil ou se chegarão ao país apenas por importação. Na China e em outros mercados, a Changan oferece não só carros elétricos, mas também modelos a combustão, híbridos e veículos alimentados apenas por bateria para mover as rodas. Para além da parceria com a Changan, a Caoa possui uma fábrica no Brasil. A planta fica em Anápolis (GO) e foi inaugurada em 2007. De lá saem os modelos produzidos para com a também chinesa Chery, como os SUVs das linhas Tiggo 5, 7 e 8. Changan Avatr 11 Vinicius Montoia/g1 Salão do Automóvel 2025 Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento
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20/11 - Salão do Automóvel 2025: BYD traz sua marca de luxo Denza ao Brasil com SUV 4x4, perua esportiva e van
Denza B5 será o primeiro SUV da marca de luxo da BYD A divisão de luxo da BYD, chamada Denza, foi apresentada ao público brasileiro nesta quinta-feira (20), durante o Salão do Automóvel de São Paulo. A marca terá três carros à venda no Brasil: um SUV, um esportivo e uma van de transporte executivo. Os carros confirmados para o mercado brasileiro são o Denza B5, que já começa a ser vendido neste mês, o Z9 GT, previsto para o primeiro semestre de 2026, e o D9, que chega no segundo semestre de 2026. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Denza B5, o primeiro SUV híbrido aventureiro da marca Denza B5 tem mais de duas toneladas e acelera de 0 a 100 km/h em menos de cinco segundos Vinicius Montoia/g1 O outro produto trazido pela Denza é o B5, um SUV que concorre com o GWM Tank 300, o Jeep Wrangler Rubicon e o Land Rover Defender. Esse será o primeiro SUV da marca com capacidade off-road. O carro tem um interior com design que remete a correntes, sobretudo nas saídas de ar-condicionado. Há três telas: uma de 12,3 polegadas para o painel de instrumentos, outra de 15,6 polegadas para a multimídia e uma terceira, também de 12,3 polegadas, para o passageiro dianteiro. O modelo mede 4,89 metros de comprimento, 1,97 m de largura, 1,92 m de altura e tem 2,80 m de entre-eixos. Denza B5 tem 677 cv de potência Vinicius Montoia/g1 No ciclo chinês, segundo a Denza, é possível alcançar até 1.200 km de autonomia. Por ser um híbrido plug-in, o B5 pode ser recarregado na tomada. A bateria é de 31,8 kWh. Com motorização híbrida, o carro acelera de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos. E isso só é possível graças aos 677 cv de potência e 76,6 kgfm de torque extraídos do conjunto híbrido, que une a força de um motor 1.5 turbo à tração integral proveniente de dois motores elétricos (um em cada eixo). Além disso, o veículo possui suspensão inteligente, com 20 sensores que leem o terreno e adaptam o comportamento e a altura dos amortecedores para extrair o máximo do carro. O ajuste do curso pode chegar a 14 cm (sendo 9 cm de elevação e 5 cm de rebaixamento em relação à altura tradicional). O carro será vendido em cinco opções de cor externa e três acabamentos diferentes para o habitáculo. Denza B5 tem três telas na cabine e um head-up display, dispositivo que projeta alguns dados do carro no para-brisas Vinicius Montoia | g1 Denza Z9 GT Denza Z9 GT Divulgação | Denza A perua será o segundo modelo — ao estilo da Audi RS6 — com 965 cv de potência e 97 kgfm de torque. Ao menos, é isso que a montadora divulga sobre o veículo na China. O Denza Z9 GT tem 5,23 m de comprimento, 1,99 m de largura, 1,50 m de altura e 3,13 m de distância entre-eixos. É um carro bastante largo, pois explora fortemente a esportividade. E um carro largo sempre contribui para garantir mais estabilidade. A dianteira possui faróis bem afilados, criando um design mais agressivo. A traseira segue outro caminho, com lanternas pronunciadas que vão de ponta a ponta. Denza Z9 GT Divulgação | Denza Segundo a marca, a prova de 0 a 100 km/h é feita em apenas 3,4 segundos, desempenho parecido com o de Porsche topo de linha que ultrapassam R$ 1 milhão, como o 911 GT3. No padrão chinês, o Denza Z9 GT dispõe de 630 km de autonomia. Lembrando que o Brasil não adota essa medição e segue uma metodologia própria, executada pelo Inmetro. O pacote de baterias tem 100,1 kWh de capacidade, uma das maiores do mercado. Para se ter noção, um BYD Dolphin Plus tem bateria de 60 kWh e, pelo ciclo de avaliação brasileiro, oferece 330 km de autonomia. Os preços ainda não foram divulgados. Denza Z9 GT Divulgação | Denza O que é a Denza A história da Denza começou há 15 anos, com uma parceria firmada com a Mercedes-Benz, marca alemã de carros de luxo. Denza significa: D = Diverse (diverso); E = Elegance (elegância); N = Novel (novo); Z = Zenith (apogeu); A = Aspirational (aspiracional). “Nós, que conhecemos a Denza, sabemos que ela surgiu de uma parceria com a Mercedes-Benz. Mas ela será apresentada no Salão do Automóvel nos próximos dias para que o público fique sabendo. É uma marca que une sofisticação, elegância e tecnologiaâ€, afirmou Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD, e diretor comercial e de marketing da BYD Auto. “O objetivo da BYD é ter grande volume, enquanto o da Denza é conquistar o consumidor do mercado de luxo. Nós podemos produzir a Denza no Brasil; só depende da aceitação do público brasileiro. O Brasil é o país mais importante para a BYD fora da Chinaâ€, garantiu o executivo. O terceiro veículo prometido pela Denza é a D9, uma van de luxo com a qual o g1 já teve um primeiro contato no Festival Interlagos de 2024. A van chega para rivalizar com a Wey G9 Max, equivalente da marca de luxo da GWM. O modelo pode ter motor híbrido tradicional, híbrido plug-in ou 100% elétrico, mas a BYD não informou quais versões serão vendidas por aqui. Confira mais imagens abaixo: Galerias Relacionadas
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20/11 - Salão do Automóvel 2025: veja os principais lançamentos do 2º dia de evento
Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. Os dois primeiros dias são reservados à imprensa, que acompanha os principais lançamentos das marcas participantes da exposição. O g1 acompanhou mais um dia de apresentações e traz um compilado sobre o que há de melhor desembarcando no mercado brasileiro. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Jeep Avenger Vinicius Montoia/g1 A Jeep apresentou, nesta quinta-feira (20), durante o Salão do Automóvel 2025, novos detalhes do SUV Avenger, que chegará ao Brasil no próximo ano. Com dimensões menores que as do Renegade, estreia como o SUV mais acessível da marca, com produção nacional em Porto Real (RJ). O objetivo é claro: enfrentar a concorrência de marcas que vêm apostando em SUVs menores e mais baratos, como Volkswagen Tera, Renault Kardian e Citroën Basalt. O Chevrolet Sonic também entra nessa disputa ao ser apresentado como o “SUV do Onixâ€. Saiba mais na reportagem abaixo. Jeep apresenta o Avenger, SUV mais barato da marca Fiat Fiat Abarth André Fogaça/g1 Cercada de expectativa, a Fiat revelou apenas o Pulse Stranger Things, modelo inspirado na série de suspense da Netflix, durante o Salão do Automóvel de 2025. O carro traz um acabamento distinto do padrão, ao estilo da linha Abarth de esportivos da marca. No interior, o acabamento escurecido e os tons mais sóbrios da cabine aproximam o visual do estilo adotado pela série. Saiba mais na reportagem abaixo. Fiat mostra o Pulse Stranger Things, baseado na série de TV Leapmotor Leapmotor C16 divulgação/Leapmotor A Leapmotor apresentou o C16. O modelo é um SUV de luxo de seis lugares que foge do foco mais acessível dos demais veículos da marca já vendidos no país. A central multimídia tira proveito do espaço e segue outra tendência ao trazer inteligência artificial embarcada. Diferente dos rivais, a IA é da Deepseek, mas o objetivo é o mesmo: aumentar a capacidade do carro entender comandos de voz menos diretos e objetivos. Mesmo marcando presença no Salão do Automóvel, a Leapmotor ainda não confirmou o lançamento do C16 no Brasil. Segundo a marca, a exibição do modelo serve para testar o interesse do público. Saiba mais na reportagem abaixo. Leapmotor apresenta C16, SUV de luxo com IA na central multimídia Lecar Flávio Figueiredo, CEO da Lecar André Fogaça/g1 A Lecar apresentou apresentou um protótipo da picape Campo, modelo que chegará para brigar com a Fiat Toro e foi revelado com exclusividade pelo g1. A picape apareceu também como mock-up, ou seja, apenas um esboço do produto, não funcional. A cor azul é a mesma utilizada no mostruário do SUV 459. Muitas partes do carro foram forjadas em isopor. A marca também mostrou o Tático, um conceito de jipe híbrido flex que a marca pretende fabricar no Espírito Santo. Segundo a Lecar, o "jipão" terá 1 mil quilômetros de autonomia. Lecar Tático divulgação/Lecar Apesar de ainda ser um conceito, a Lecar garante que o projeto traz reforços estruturais, suspensão preparada para trilhas e um interior amplo e funcional. A empresa ajustou seu cronograma sobre o complexo industrial da Lecar em Sooretama (ES) e confirmou que as obras começam no primeiro trimestre de 2026, com início da produção no segundo semestre de 2027. Em entrevista ao g1 em 2024, Figueiredo Assis havia prometido os protótipos da Lecar rodando já no primeiro semestre de 2025, com as primeiras unidades entregues em agosto de 2026. Saiba mais na reportagem abaixo. Lecar mostra picape Campo e anuncia jipe como terceiro carro da marca BYD Denza B5 tem mais de duas toneladas e acelera de 0 a 100 km/h em menos de cinco segundos Vinicius Montoia/g1 A divisão de luxo da BYD, chamada Denza, foi apresentada ao público brasileiro nesta quinta-feira (20), durante o Salão do Automóvel de São Paulo. A marca terá três carros à venda no Brasil: um SUV, um esportivo e uma van de transporte executivo. Os carros confirmados para o mercado brasileiro são o Denza B5, que já começa a ser vendido neste mês, o Z9 GT, previsto para o primeiro semestre de 2026, e o D9, que chega no segundo semestre de 2026. Saiba mais na reportagem abaixo. BYD traz sua marca de luxo Denza ao Brasil com SUV 4x4, perua esportiva e van Caoa Changan Changan Vinicius Montoia/g1 A Caoa anunciou uma nova parceria com uma marca chinesa que chega ao Brasil sob o nome Caoa Changan. A Changan não é nova no Brasil. A marca vendeu veículos comerciais leves entre 2006 e 2016, então sob o nome Chana Motors. Em 2011, adotou o nome Changan, antes de encerrar suas atividades no país. Ainda não foram divulgados muitos detalhes sobre os primeiros carros, mas dois modelos subiram ao palco do Salão: Avatr 11 e 12. O primeiro é um SUV cupê urbano e luxuoso, enquanto o segundo é um sedã cupê com apelo mais esportivo, mas sem abandonar o requinte. Saiba mais na reportagem abaixo. Caoa anuncia volta da Changan, inicialmente com carros elétricos Salão do Automóvel 2025 A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento
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20/11 - Salão do Automóvel 2025: Lecar mostra picape Campo e anuncia jipe como terceiro carro da marca
Lecar Campo André Fogaça/g1 A Lecar apresentou nesta quinta-feira (20), no Salão do Automóvel 2025, um protótipo da picape Campo, modelo que chegará para brigar com a Fiat Toro e foi revelado com exclusividade pelo g1. A picape apareceu também como mock-up, ou seja, apenas um esboço do produto, não funcional. A cor azul é a mesma utilizada no mostruário do SUV 459. Muitas partes do carro foram forjadas em isopor. (veja mais detalhes abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Flávio Figueiredo, CEO da Lecar André Fogaça/g1 Terceiro modelo Além da picape, a montadora brasileria apresentou o Tático, um conceito de jipe híbrido flex que a marca pretende fabricar no Espírito Santo. A proposta combina um visual quadrado — inspirado nos clássicos — com tecnologia híbrida elétrica flex da categoria Range Extender (EREV), sistema em que o motor a combustão não traciona o carro: ele funciona apenas para alimentar o gerador e manter o motor elétrico sempre ativo. Segundo a Lecar, ele terá 1 mil quilômetros de autonomia. Lecar Tático terá versões 4x2 e 4x4 divulgação/Lecar O Tático foi projetado, segundo a Lecar, para uso misto, atendendo tanto ao ambiente urbano quanto ao fora de estrada, e terá versões 4x2 e 4x4. O motor elétrico HEPU Power entrega 165 cv, enquanto o conjunto híbrido é abastecido pelo gerador WEG movido a etanol. É a mesma proposta encontrada no híbrido da Leapmotor, o C10, que tem um motor à combustão que só trabalha para alimentar o motor elétrico e a bateria. Com isso, a promessa é ambiciosa: autonomia de até 1.000 km usando só 30 litros de etanol, sem necessidade de recarga externa. Segundo o CEO da Lecar, Flávio Figueiredo Assis, o Tático será um carro para o consumidor que quer encontrar várias soluções em um único veículo. Lecar Tático será híbrido, com motor que vai abastecer apenas a bateria e o motor elétrico, sem a função de dar tração para o veículo divulgação/Lecar “Tradição de um jipão, eficiência energética e redução de emissões, sem a complexidade mecânica dos sistemas híbridos mais convencionais.†Apesar de ainda ser um conceito, a Lecar garante que o projeto traz reforços estruturais, suspensão preparada para trilhas e um interior amplo e funcional. A Lecar posiciona o Tático acima dos SUVs compactos, mirando o segmento dos utilitários médios — como Jeep Compass e Volkswagen Taos —, faixa super explorada pela indústria brasileira nos últimos anos. Lecar Tático vai disputar mercado com Jeep Compass, segundo a marca divulgação/Lecar Novo cronograma da fábrica da Lecar no Espírito Santo A empresa ajustou seu cronograma sobre o complexo industrial da Lecar em Sooretama (ES) e confirmou que as obras começam no primeiro trimestre de 2026, com início da produção no segundo semestre de 2027. Em entrevista ao g1, Figueiredo Assis havia prometido os protótipos da Lecar rodando já no primeiro semestre de 2025, com as primeiras unidades entregues em agosto de 2026. A revisão do calendário ocorreu por exigências legais e técnicas do processo de homologação da fábrica — segundo a empresa, uma medida necessária para garantir conformidade regulatória e solidez da operação desde o início. Lecar Tático design de carro Jipão da Mercedes, com linhas bastante quadradas divulgação/Lecar O projeto prevê: 120 mil veículos por ano de capacidade produtiva; 1.300 empregos diretos e indiretos; 90 mil m² de área construída em um terreno de 420 mil m²; 330 mil m² preservados como área verde; uso de energia solar, reuso de água e certificações internacionais de sustentabilidade. O mock-up do Lecar 459 já está pronto e o protótipo deve ser testado no fim do primeiro semestre Divulgação | Lecar A fábrica dará vida aos primeiros modelos da marca: o sedan Lecar 459 e a picape Lecar Campo, ambos com o mesmo sistema híbrido flex de autonomia estendida. O Tático, apesar de apresentado como conceito, também integra o roadmap industrial da marca. Durante o evento, a Lecar confirmou ainda que estuda um acordo de transferência tecnológica com uma das maiores fabricantes automotivas da China, o que pode acelerar o desenvolvimento da plataforma elétrica e atrair investimentos adicionais ao projeto. Lecar venderá carros com vendedores independentes Lecar Campo André Fogaça/g1 Além de veículos e fábrica, a Lecar apresentou um dos pilares mais ousados da estratégia: um modelo de vendas híbrido, que mistura loja física, estrutura digital e representantes independentes. E a meta é ousada: a empresa pretende instalar mais de 150 concessionárias até 2026, com inaugurações já em andamento. As primeiras unidades estão em São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, São Paulo (Zona Leste), Marília (SP) e Vitória (ES). Segundo a montadoras, outras 90 estão em negociação avançada. O destaque é o formato de entrada de parceiros: a rede será formada principalmente por lojistas de seminovos multimarcas, que poderão vender carros da Lecar sem abandonar suas operações atuais. O investimento inicial pode ser de até R$ 150 mil, aproveitando estruturas já existentes. Lecar Campo terá tamanho entre as Fiat Strada e Toro, segundo executivo da montadora Divulgação | Lecar Esses parceiros passam a comercializar os veículos da marca por meio da modalidade Compra Programada, um sistema de aquisição sem juros e com previsibilidade de parcelas. Os prazos são de 48, 60 ou 72 meses, com pagamentos a partir de R$ 2.212,50, e preço único para os dois primeiros modelos: R$ 159.300 para 459 e Campo. Além disso, a Lecar criou o Programa Executivos Lecar, uma rede de representantes comerciais independentes conectados diretamente à fábrica. Eles cuidam do relacionamento com o cliente, enquanto o fechamento da venda ocorre nas concessionárias — seguindo a Lei Ferrari, que regulamenta o comércio de veículos no Brasil. O programa já tem 20 profissionais ativos e mais de 200 em treinamento online. Para manutenção, a empresa planeja uma rede própria de oficinas especializadas, separada das revendas. Lecar tem planos para produzir a primeira picape híbrida brasileira Salão do Automóvel 2025 Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento
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20/11 - Salão do Automóvel 2025: Leapmotor terá fabricação no Brasil e mostra SUV de luxo C16
Fábrica da Jeep, em Goiana, na Região Metropolitana do Recife Inês Campelo/Jeep/Divulgação A Leapmotor anunciou nesta quinta-feira (20), durante o Salão do Automóvel 2025, que passará a produzir seus modelos elétricos e híbridos na antiga fábrica da Jeep, em Goiana (PE). Ainda não há definição sobre quais serão os primeiros veículos montados ali, nem detalhes sobre o processo de produção. Concorrentes que já iniciaram a produção nacional, como a BYD em Camaçari (BA) e a GWM em Iracemápolis (SP), começaram a operação com kits que chegam quase prontos do exterior. Os veículos são apenas montados no Brasil e, depois, entregues aos clientes. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Em ambos os casos, o objetivo é reduzir gradualmente esse tipo de montagem, aumentando a nacionalização dos componentes ao longo do tempo. Dessa forma, a linha de produção diminui o tempo de espera pela chegada de peças e melhora o pós-venda, oferecendo prazos menores para quem depende desses itens para reposição — como oficinas e concessionárias. Veja os vídeos que estão em alta no g1 C16 é o maior e mais completo carro da Leapmotor Além disso, a marca apresentou um SUV de luxo com seis lugares que se distancia do perfil mais acessível dos outros modelos da marca vendidos no país: o Leapmotor C16. O C16 pode vir equipado com um sistema totalmente elétrico que entrega 299 cv de potência e 36,7 kgfm de torque. O conjunto de baterias de 81,9 kWh oferece mais de 600 km de autonomia no ciclo chinês, ainda sem equivalência segundo os parâmetros do Inmetro. Além da versão elétrica, o C16 também é oferecido no exterior em configuração híbrida, que utiliza um motor 1.5 aspirado apenas como gerador de energia, com promessa de até 1.000 km de autonomia — exatamente como no Leapmotor C10, que já é vendido no Brasil. Leapmotor C16 Divulgação/Leapmotor Mesmo com mais lugares, o modelo preserva várias semelhanças com o C10. Entre elas, a assinatura de iluminação frontal em LED que une as extremidades do veículo por meio de uma barra luminosa. Outra semelhança aparece na carroceria, que quase não tem ângulos retos, e nas caixas de roda, que dispensam peças plásticas aparentes. A central multimídia aproveita o espaço e segue a tendência de modelos como Volkswagen Tera e Jeep Avenger ao incorporar inteligência artificial embarcada. Diferentemente dos rivais, a IA é da Deepseek, mas o objetivo é o mesmo: aprimorar a capacidade do carro de compreender comandos de voz menos diretos. A central multimídia flutuante segue a tendência dos carros chineses, que apostam em telas grandes. O mesmo minimalismo se repete no C16, que elimina até os controles físicos dos retrovisores e transfere os ajustes para comandos virtuais. Esses comandos substituem parte das funções dos botões físicos do volante e, como há poucos controles táteis, o interior adota um visual ainda mais minimalista — lembrando bastante a proposta da Tesla. Tela central do Leapmotor C16 divulgação/Leapmotor Para todos os ocupantes, o C16 oferece um sistema com 21 alto-falantes com suporte a Dolby Atmos, tela central de 15,6 polegadas voltada ao entretenimento e um compartimento de 8 litros que pode resfriar ou aquecer o que for colocado ali. Por fim, um sistema embarcado no C16 memoriza as vagas de estacionamento mais usadas pelo motorista. Com esse recurso, o veículo pode entrar e sair do local de forma autônoma. Mesmo com presença confirmada no Salão do Automóvel, a Leapmotor ainda não anunciou o lançamento do C16 no Brasil. Segundo a marca, a exibição do modelo serve para medir o interesse do público em um veículo que, dentro do portfólio atual, seria o mais caro, espaçoso e completo da companhia no país. Leapmotor tem ajuda da dona da Fiat A chinesa Leapmotor chegou ao Brasil. Com o apoio da Stellantis — dona de marcas como Fiat, Jeep, Peugeot, Citröen e Ram — a empresa deu início às suas operações no mercado nacional no começo de e conta com uma linha inicial de SUVs totalmente eletrificados. Fundada em 2015 na cidade de Hangzhou, na China, a Leapmotor é uma fabricante de veículos eletrificados. Em 2023, a Stellantis se tornou acionista da empresa e, no ano seguinte, as duas companhias formaram uma joint venture global — chamada Leapmotor International BV — com o objetivo de expandir a marca para além do mercado chinês. “Temos uma estratégia de longo prazo para o país, sempre com produtos voltados aos consumidores locaisâ€, afirmou Fernando Varela, vice-presidente da Leapmotor para a América do Sul. O Brasil é o primeiro país fora da China para o qual a empresa vai comercializar oficialmente seus veículos. A operação inicia com 36 concessionárias do grupo Stellantis, distribuídas em 29 cidades. Salão do Automóvel 2025 Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento
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20/11 - Salão do Automóvel 2025: Fiat mostra o Pulse Stranger Things, baseado na série de TV
Fiat apresenta o Pulse Stranger Things no Salão do Automóvel 2025 Cercada de expectativa, a Fiat revelou apenas o Pulse Stranger Things, modelo inspirado na série de suspense da Netflix, durante o Salão do Automóvel de 2025. O carro traz um acabamento distinto do padrão, ao estilo da linha Abarth de esportivos da marca. No interior, o acabamento escurecido e os tons mais sóbrios da cabine aproximam o visual do estilo adotado pela série. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Fiat Pulse Stranger Things foi a novidade apresentada pela Fiat no Salão do Automóvel 2025 André Fogaça/g1 "A Fiat é preocupada em trazer para o consumidor o que antes não era acessível", disse Frederico Battaglia, vice-presidente da marca na América do Sul, nesta quinta-feira (20). A fabricante também apresentou uma nova identidade de design que servirá de base para os próximos lançamentos. Os veículos, de linhas mais retas, adotam um visual retrô-futurista, com faróis quadrados e carrocerias que lembram caixotes. Segundo a equipe de design, a proposta é transmitir uma sensação de robustez. Fiat Dolce Camper determina como será a nova linha de design da marca Divulgação | Fiat A cabine, porém, adota formas arredondadas, em contraste com o exterior. Por fim, a marca italiana anunciou que terá cinco lançamentos nos próximos cinco anos, mas não revelou quais modelos nem as datas de apresentação. Interior do Dolce Camper Divulgação | Fiat Salão do Automóvel 2025: veja os principais lançamentos do 1º dia de evento Salão do Automóvel 2025 Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento
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20/11 - Salão do Automóvel 2025: Jeep apresenta o Avenger, SUV mais barato da marca
Jeep Avenger é apresentado no Salão do Automóvel 2025 A Jeep apresentou, nesta quinta-feira (20), durante o Salão do Automóvel 2025, novos detalhes do SUV Avenger, que chegará ao Brasil no próximo ano. Com dimensões menores que as do Renegade, estreia como o SUV mais acessível da marca, com produção nacional em Porto Real (RJ). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Mesmo com preços próximos e voltados ao mesmo público, Avenger e Renegade continuarão sendo vendidos lado a lado no Brasil por algum tempo. O objetivo é claro: enfrentar a concorrência de marcas que vêm apostando em SUVs menores e mais baratos, como Volkswagen Tera, Renault Kardian e Citroën Basalt. O Chevrolet Sonic também entra nessa disputa ao ser apresentado como o “SUV do Onixâ€. Jeep Avenger chegará ao Brasil no próximo ano Vinicius Montoia/g1 Como dito, o Avenger é mais compacto que o Jeep Renegade. Mede 4,08 metros de comprimento, ante 4,27 metros do atual SUV. Também é mais baixo (1,53 metro contra 1,69 metro), mais estreito (1,77 metro contra 1,80 metro) e tem entre-eixos levemente menor (2,56 metros contra 2,57 metros). Por dentro, o acabamento é mais simples para ajudar a conter custos e manter o preço competitivo. Há mais plástico, o que reduz as áreas com toque macio. Em compensação, o porta-malas do Avenger é maior: tem capacidade para até 380 litros, ante 351 litros do Renegade. Entre as novidades, o modelo traz o ChatGPT integrado à central multimídia, capaz de oferecer respostas mais naturais às perguntas feitas pelos ocupantes do veículo. Jeep Avenger chegará ao Brasil no próximo ano Vinicius Montoia/g1 A presença do ChatGPT não é coincidência: a Volkswagen também incorporou uma inteligência artificial ao Tera, com proposta semelhante. No caso da Volks, a solução tem nome próprio: Otto. No Tera, o motorista pode fazer pedidos indiretos e ainda assim receber uma resposta precisa — como dizer “estou com frio†e o carro entender que deve reduzir a intensidade do ar-condicionado. Sob o capô, o Jeep Avenger traz o motor 1.0 turbo da Stellantis, o mesmo usado em modelos como Fiat Pulse, Fastback e Peugeot 208. Nesse conjunto, o propulsor entrega 130 cv de potência e 25 kgfm de torque, podendo funcionar com gasolina ou etanol. A transmissão é automática do tipo CVT, com sete marchas simuladas. Salão do Automóvel 2025: veja os principais lançamentos do 1º dia de evento Jeep Avenger estreia no Salão do Automóvel de São Paulo Vinicius Montoia/g1 Salão do Automóvel 2025 Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento
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19/11 - Salão do Automóvel 2025: veja os principais lançamentos do 1º dia de evento
Salão do Automóvel: veja os destaque da manhã do 1º dia de evento Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. Os dois primeiros dias são reservados à imprensa, que acompanha os principais lançamentos das marcas participantes da exposição. O g1 acompanhou o dia de apresentações e traz um compilado sobre o que há de melhor desembarcando no mercado brasileiro. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Renault Renault Koleos chega no primeiro semestre de 2026 Fábio Tito/g1 A Renault apresentou o SUV de grande porte Koleos. O modelo híbrido chega no primeiro semestre de 2026 como a aposta da marca diante das novas opções chinesas no mercado nacional. Segundo Ariel Montenegro, presidente da Renault Geely do Brasil, o Koleos será um híbrido pleno, mas ainda não há informações sobre preços ou versões. O projeto do Koleos é resultado da parceria entre a Renault e a chinesa Geely. A parceria prevê um investimento de R$ 3,8 bilhões para adaptar a fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, à produção de veículos elétricos e híbridos. Saiba mais na reportagem abaixo. Renault apresenta Koleos, SUV híbrido grande para rivalizar com chinesas Geely Geely EX5 será produzido no Brasil Fábio Tito/g1 A Geely anunciou que iniciará a produção do seu primeiro carro no Brasil: o EX5. A fabricação começa no primeiro semestre do próximo ano, enquanto as vendas estão previstas para o segundo semestre de 2026. Antes disso, será vendido importado. A marca também apresentou o EX5 EM-I, um híbrido plug-in com diferenças claras em relação ao elétrico. Também estará presente no Salão o SUV EX2, modelo urbano recém-lançado que se destaca pelo custo-benefício. Saiba mais na reportagem abaixo. Geely produzirá o EX5 no Brasil para brigar com Jeep Compass Jaecoo Jaecoo 8 Fábio Tito/g1 A Jaecoo apresentou seus próximos lançamentos para o Brasil: os SUVs Jaecoo 5 e Jaecoo 8. Ambos chegam já neste mês de novembro. Entre as novidades, o Jaecoo 5 é o mais simples da linha. No Brasil, será oferecido apenas com motorização híbrida tradicional, com cerca de 200 cv de potência — já considerando o conjunto com o motor 1.5 turbo. Já o Jaecoo 8 é maior e comporta até sete ocupantes, mas será vendido no Brasil em versão para seis. Este SUV prioriza luxo e desempenho, além de oferecer acabamento de nível superior. Saiba mais na reportagem abaixo. Jaecoo 5 e 8 chegam ao Brasil em novembro; veja como serão os SUVs GWM GWM Tank 700 Fábio Tito/g1 A GWM apresentou os luxuosos jipe Tank 700 e perua Wey G9 Max. Os dois novos modelos chegam em um momento crucial para a marca enfrentar a concorrência: a BYD lançou a divisão Denza, focada em veículos de alto padrão. O novo Tank 700 remete bastante ao Tank 300, que o g1 testou neste mês. Ambos mantêm o apelo off-road, mas o novo modelo adota uma carroceria menos quadrada, com linhas mais agressivas e um toque extra de esportividade. A Wey G9 Max é uma van executiva com um conjunto híbrido plug-in menos potente, mas que se destaca pela bateria: são 51 kW, capacidade superior à de alguns modelos totalmente elétricos, como o GWM Ora 03 Skin, que tem 48 kW. Entre os itens de luxo, há geladeira para os passageiros, controles elétricos para todos os assentos e até uma TV retrátil instalada no teto. Saiba mais na reportagem abaixo. GWM traz os luxuosos Tank 700 e Wey G9 ao Brasil; veja detalhes Salão do Automóvel: veja os destaques da tarde do 1º dia de evento Honda Honda Prelude Rafael Peixoto/g1 A Honda apresentou o novo Honda Prelude, após um hiato de 24 anos. Trata-se de um esportivo cupê com toque de carro de corrida. Ele conviverá com o Civic Type-R e será lançado no Brasil no segundo semestre de 2026. O Prelude terá 203 cv e 32,1 kgfm graças ao conjunto híbrido plug-in. A suspensão e os freios serão inspirados nas configurações do Civic Type-R, o modelo mais esportivo da marca. O WR-V também foi outra novidade importante apresentada pela Honda. O SUV chega para rivalizar com modelos como Volkswagen Tera, Renault Kardian e Hyundai Creta. O g1 já testou o modelo, lançado neste mês. Saiba mais na reportagem abaixo. Honda voltará a vender o Prelude, esportivo com conjunto do Type-R Hyundai Hyundai Ioniq 9 Rafael Peixoto/g1 A Hyundai confirmou que o SUV Ioniq 9 será vendido no Brasil, ainda sem revelar as datas de lançamento e venda. O modelo é um SUV totalmente elétrico de sete lugares, com autonomia de até 620 quilômetros graças à bateria de 110,3 kWh. O carregamento vai de 10% a 80% em 24 minutos, desde que haja um carregador de 350 kW disponível — ainda muito raro no Brasil. O sistema elétrico também pode servir como fonte de energia para outros equipamentos, alimentando dispositivos como notebooks e até uma geladeira. Sob o capô, o Ioniq 9 entrega até 422 cv de potência. Na segurança, oferece 10 airbags e assistentes como piloto automático adaptativo, sistema de permanência em faixa e frenagem automática de emergência. Saiba mais na reportagem abaixo. Hyundai confirma o Ioniq 9, SUV elétrico de luxo, que chega ao Brasil em 2026 Toyota Toyota Yaris Cross tem preço inicial de R$ 161.390 Rafael Peixoto/g1 A Toyota anunciou o lançamento do Yaris Cross, o primeiro SUV compacto com opções híbridas flex do país. Ele chega às concessionárias em fevereiro de 2026. O SUV será oferecido em quatro versões — XRE, XRE Hybrid, XRX e XRX Hybrid — com preços entre R$ 161.390 e R$ 189.990. Será um concorrente de peso de Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta, Honda HR-V, Chevrolet Tracker, Nissan Kicks e Fiat Pulse. Outra novidade apresentada ppela Toyota no Salão do Automóvel de 2025 foi o Yaris GR, hatch esportivo que estará disponível a partir de abril de 2026. Saiba mais na reportagem abaixo. Toyota Yaris Cross chega a partir de R$ 161 mil, com duas versões híbridas flex Salão do Automóvel 2025 A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento
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19/11 - Salão do Automóvel 2025: Toyota Yaris Cross chega a partir de R$ 161 mil, com duas versões híbridas flex
Toyota Yaris Cross chega para rivalizar com T-Cross, Creta e HR-V A Toyota anunciou nesta quarta-feira (19) o lançamento do Yaris Cross, o primeiro SUV compacto com opções híbridas flex do país. Outra novidade apresentada pela Toyota no Salão do Automóvel de 2025 foi o Yaris GR, hatch esportivo que estará disponível a partir de abril de 2026. (saiba mais abaixo) ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Salão do Automóvel 2025: veja os principais lançamentos do 1º dia de evento Produzido em Sorocaba (SP), o SUV Yaris Cross está em pré-venda e chega às concessionárias em fevereiro de 2026. Ele será oferecido em quatro versões, com preços entre R$ 161.390 e R$ 189.990. Veja abaixo os valores. XRE – R$ 161.390; XRE Hybrid – R$ 172.390; XRX – R$ 178.990; XRX Hybrid – R$ 189.990. Ainda não foi confirmado qual será o novo preço do Yaris Cross após o esgotamento das 8.500 unidades ofertadas em pré-venda. Segundo a marca, o objetivo é ampliar a presença no segmento de SUVs, que representou mais da metade das vendas do mercado brasileiro em 2025. Toyota Yaris Cross tem preço inicial de R$ 161.390 Rafael Peixoto | g1 O modelo chega para complementar a linha composta por Corolla Cross, SW4 e RAV4, mas aponta sua mira contra Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta, Honda HR-V, Chevrolet Tracker, Nissan Kicks e Fiat Pulse. Além desses, ele também disputa espaço em uma faixa mais baixa de preço, onde está seu principal rival, o Honda WR-V na versão EXL, de R$ 149.900. Veja os valores dos concorrentes: Volkwagen T-Cross: de R$ 119.990 a R$ 198.490; Hyundai Creta: de R$ 151.290 a R$ R$ 199.590; Honda HR-V: de R$ 163.200 a R$ 209.900; Honda WR-V: de R$ 144.900 a R$ 149.900; Chevrolet Tracker: de R$ 119.900 a R$ 175.990; Nissan Kicks: de R$ 166.990 a R$ 199.000; Fiat Pulse: de R$ 101.990 a R$ 158.990. Nessa estratégia, o Yaris Cross chega para ser o modelo de maior volume da Toyota, embora a marca continue apostando no Corolla Cross como seu principal campeão de vendas. Assim fica a linha de SUVs da fabricante: Yaris Cross: de R$ 161.390 a R$ 189.990; Corolla Cross: de R$ 188.990 a R$ 219.890; RAV4: R$ 349.290 e R$ 402.420; SW4: de R$ 412.190 a R$ 469.890. Toyota Yaris Cross tem versões somente a combustão e híbridas Divulgação | Toyota SUV compacto mais econômico do país O Yaris Cross estreia uma motorização inédita no segmento: um sistema híbrido flex que combina um motor 1.5 a combustão com dois motores elétricos — um que atua como gerador de energia para a bateria e outro que auxilia na tração. Com etanol, o conjunto entrega até 111 cv e promete consumo de 17,9 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada, segundo o Inmetro. A Toyota não divulga o torque total de seus veículos híbridos. O motor a combustão oferece 12,3 kgfm de torque, enquanto o elétrico entrega 14,4 kgfm. Contudo, como os valores não se somam diretamente no uso real, a marca não especifica um valor combinado. Toyota Yaris Cross chega com medidas semelhantes às dos rivais Divulgação | Toyota Esse conjunto é diferente do usado no Corolla e no Corolla Cross, que contam com um motor 1.8 flex nas versões híbridas, ambos com 122 cv. As versões não híbridas utilizam o motor 1.5 flex de 122 cv e 15,3 kgfm de torque, combinado ao câmbio CVT Multidrive. Em comparação, o 1.5 flex do Honda WR-V oferece 4 cv e 0,5 kgfm a mais. Com esse conjunto, o lançamento se torna o SUV compacto com sistema híbrido mais econômico do Brasil. Veja as médias de consumo: Yaris Cross híbrido Cidade: 13,2 km/l (com etanol) e 17,9 km/l (com gasolina); Estrada: 10,7 km/l (com etanol) e 15,3 km/l (com gasolina); Yaris Cross a combustão Cidade: 8,8 km/l (com etanol) e 12,6 km/l (com gasolina); Estrada: 10,2 km/l (com etanol) e 14,3 km/l (com gasolina). A Toyota afirma que a tecnologia pode reduzir o consumo em até 30% em comparação às versões não eletrificadas e emitir até 77% menos COâ‚‚ quando abastecida com etanol. Galerias Relacionadas Espaço, conforto e estilo Com 4,31 m de comprimento, 1,77 m de largura, 1,65 m de altura e 2,62 m de entre-eixos, o Yaris Cross tem dimensões próximas às de WR-V e Creta. Ele é 1 cm mais curto, 2 cm mais estreito e tem entre-eixos 3 cm menor que o WR-V. A altura é a mesma do modelo da Honda. O porta-malas segue a média do segmento: 400 litros na versão convencional e 391 litros na híbrida. A diferença ocorre porque a bateria do sistema híbrido fica no assoalho, reduzindo levemente o espaço. Nessa capacidade, o porta-malas da versão a combustão é 22 litros menor que o do Hyundai Creta e 58 litros menor que o do WR-V. Equipamentos As versões XRE e XRE Hybrid trazem: Seis airbags; Freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold; ISOFIX; ABS com EBD; Controle de estabilidade e tração; Assistente de partida em rampa; Faróis de LED; Rodas diamantadas de 17â€; Chave presencial; Ar-condicionado digital automático; Multimídia com tela de 10" com espelhamento sem fio; Carregador por indução; Painel digital de 7â€; Câmera de ré e sensor traseiro; Versões XRX e XRX Hybrid (topo de linha) acrescentam: Rodas diamantadas de 18â€; Iluminação ambiente interna; Monitor de ponto cego; Visão panorâmica 360°; Sensor dianteiro; Abertura elétrica do porta-malas com movimento do pé; Teto solar panorâmico Wi-Fi para até 10 dispositivos (gratuito por um ano); E app com informações do veículo, como: histórico de viagens, diagnóstico do veículo, avisos de revisão e monitoramento remoto. O Yaris Cross terá o programa Toyota 10, que pode estender a garantia total para até 10 anos, sem custo adicional, desde que as revisões sejam feitas na rede autorizada. O sistema híbrido tem garantia de 8 anos ou 200 mil km. Veja o vídeo do novo Honda WR-V: Honda WR-V reúne ótimo espaço e equipamento para ser o SUV com melhor custo-benefício Toyota confirma o novo esportivo GR Yaris Toyota GR Corolla terá motor 1.6 turbo com 300 cv e 40,2 kgfm de torque Divulgação | Toyota Além do Yaris Cross, a Toyota também apresentou o GR Yaris, um esportivo menor que o GR Corolla. O único detalhe compartilhado pela diretoria da Toyota está ligado à transmissão, que terá duas opções: manual de seis velocidades ou automático. Por enquanto, o GR Corolla é o único hatch esportivo da Toyota à venda no Brasil e só é equipado com transmissão manual. Os preços são, respectivamente, de R$ 416.990 para a versão Core e R$ 461.990 para a Circuit. Toyota GR Yaris é novo esportivo que será vendido em abril de 2026
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19/11 - Salão do Automóvel 2025: Hyundai apresenta Ioniq 9, SUV elétrico de luxo com espaço para sete pessoas
Hyundai Ioniq 9 A Hyundai apresentou nesta quarta-feira (19), no Salão do Automóvel de 2025, o Ioniq 9. O SUV totalmente elétrico tem sete lugares e autonomia de até 620 quilômetros, proporcionada pela bateria de 110,3 kWh. O carregamento vai de 10% a 80% em 24 minutos, desde que esteja disponível um carregador de 350 kW — ainda pouco comum no Brasil. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O sistema elétrico também pode funcionar como fonte de energia para outros equipamentos, permitindo alimentar dispositivos como notebooks e até uma geladeira. Sob o capô, o Ioniq 9 entrega até 422 cv de potência. Na parte de segurança, traz 10 airbags e recursos como piloto automático adaptativo, assistente de permanência em faixa e frenagem automática de emergência. Hyundai Ioniq 9 Rafael Peixoto/g1 Ao todo, há espaço para sete ocupantes — ou seis, dependendo da configuração escolhida. A opção por levar menos passageiros busca oferecer mais conforto, com assentos mais amplos para cada pessoa. Nessa configuração, os assentos podem ser girados para ficarem voltados à terceira fileira. Segundo a Hyundai, isso permite que os ocupantes conversem de frente uns com os outros. Por fora, o Ioniq 9 também se destaca pelas dimensões amplas. Ele ultrapassa os 5 metros de comprimento (5,06 metros) e tem 3,13 metros de entre-eixos. Para comparação, essa distância é apenas um pouco menor que os 3,20 metros do comprimento total do Caoa Chery iCar e cerca de 40 cm inferior ao tamanho completo de um Fiat Mobi (3,59 metros). Mesmo com sete lugares — configuração que geralmente reduz o porta-malas — o Ioniq 9 ainda oferece 620 litros de capacidade para bagagens. Hyundai Ioniq 9 Rafael Peixoto/g1 Data indefinida O Ioniq chega ao Brasil no ano que vem, ainda sem mês definido pela marca. O lançamento ocorre em um momento em que a Hyundai concentra seus esforços na eletrificação. O modelo mais recente voltado a esse objetivo é o Hyundai Kona, apresentado em maio deste ano. Ele traz linhas mais modernas e promete rodar 18,3 km/l com gasolina. Até 2030, a marca pretende comercializar 2 milhões de veículos totalmente elétricos no mundo. A Hyundai também planeja produzir modelos movidos a hidrogênio, que, na prática, utilizam motores elétricos para tracionar as rodas. O modelo Nexo é um conceito já em teste pela Hyundai no Brasil, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP). Ele utiliza hidrogênio obtido a partir da queima do etanol. Hyundai Ioniq 9 Rafael Peixoto/g1 Salão do Automóvel 2025 Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento
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19/11 - Salão do Automóvel 2025: Honda voltará a vender o Prelude, esportivo com conjunto do Type-R
Honda Prelude A Honda apresentou nesta quarta-feira (19), no Salão do Automóvel 2025, o novo Honda Prelude, após um hiato de 24 anos. Trata-se de um esportivo cupê com toque de carro de corrida. Ele conviverá com o Civic Type-R e será lançado no Brasil no segundo semestre de 2026, segundo Marcello Langrafe, diretor comercial da Honda do Brasil. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Honda Prelude será vendido no Brasil no segundo semestre de 2026 Vinicius Montoia/g1 O modelo tem linhas mais leves e fluidas que as do Civic Type-R. A queda da carroceria é bem acentuada e reforça seu visual esportivo. Além disso, traz o novo logotipo “Honda†na traseira, escrito por extenso. O Prelude terá 203 cv e 32,1 kgfm graças ao conjunto híbrido. A suspensão e os freios serão inspirados nas configurações do Civic Type-R, o modelo mais esportivo da marca. A suspensão terá capacidade de ajustar altura e comportamento para que o motorista aproveite ao máximo o carro. A Honda não divulgou mais informações sobre o modelo. Prelude terá 32 kgfm de torque Vinicius Montoia/g1 Honda WR-V O WR-V também foi outra novidade importante apresentada pela Honda. O SUV chega para rivalizar com modelos como Volkswagen Tera, Renault Kardian e Hyundai Creta. O g1 já testou o modelo, lançados neste mês. Honda WR-V EXL 2026 Divulgação | Honda O Honda WR-V 2026 chegou ao mercado brasileiro apostando em espaço interno, boa lista de equipamentos e preço competitivo no segmento de SUVs subcompactos. Vendido nas versões EX (R$ 144.900) e EXL (R$ 149.900), o modelo se destaca pelo porta-malas de 458 litros, maior que o de rivais. Suas dimensões também chamam atenção, aproximando-o de SUVs compactos maiores. O WR-V utiliza o motor 1.5 aspirado de 126 cv, combinado ao câmbio automático CVT. O desempenho é apenas suficiente: o SUV leva cerca de 10 segundos para ir de 0 a 100 km/h e exige rotações altas em acelerações e ultrapassagens. O peso maior em relação ao City Hatch — com o qual compartilha a base mecânica — também afeta seu fôlego, fazendo com que funcione melhor na cidade do que na estrada. Honda WR-V reúne ótimo espaço e equipamento para ser o SUV com melhor custo-benefício No conforto, a Honda adotou uma suspensão mais macia para o mercado brasileiro, o que ajuda a filtrar melhor as irregularidades do asfalto. O WR-V inclina um pouco nas curvas, mas mantém boa estabilidade. Por outro lado, o isolamento acústico é um ponto fraco: motor e pneus entram com facilidade na cabine, e o acabamento revela simplicidades, como ausência de portas USB traseiras e uso de lâmpadas halógenas. Em tecnologia e segurança, o modelo se destaca por oferecer o Honda Sensing de série, com frenagem autônoma, alerta e correção de faixa e piloto automático adaptativo — itens ausentes em muitas versões básicas de concorrentes. Mesmo com pontos a melhorar, o WR-V se fortalece pela combinação de bom espaço, equipamentos completos e preço competitivo, atributos valorizados no segmento. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Honda WR-V desafia rivais com mais espaço e preço competitivo; veja o teste Salão do Automóvel 2025 Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento
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19/11 - Salão do Automóvel 2025: GWM traz os luxuosos Tank 700 e Wey G9 ao Brasil; veja detalhes
GWM lança a perua de luxo Wey G9 Max A GWM apresentou, nesta quarta-feira (19), no Salão do Automóvel 2025, seus próximos lançamentos para o Brasil: o jipe Tank 700 e a perua Wey G9 Max. Os dois novos modelos chegam em um momento crucial para a marca enfrentar a concorrência: a BYD lançou a divisão Denza, focada em veículos de luxo. A marca também aproveitou para mostrar o novo design da linha Haval H6, anunciado nesta semana. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Tank 700 GWM Tank 700 Fábio Tito/g1 O novo Tank 700 remete bastante ao Tank 300, que o g1 testou neste mês. Ambos mantêm o apelo off-road, mas o novo modelo adota uma carroceria menos quadrada, com linhas mais agressivas e um toque extra de esportividade. O modelo mede 5,09 metros de comprimento e 3 metros de entre-eixos, dimensões que o tornam maior que qualquer outro GWM vendido no Brasil e comparável a SUVs grandes como o BMW X7. Ele supera até o Haval H9. Sob o capô, o GWM Tank 700 traz um conjunto potente: 524 cv em um sistema híbrido plug-in que reúne dois motores elétricos e um V6 3.0 biturbo a combustão. O torque de 81,57 kgfm é entregue de forma imediata graças aos motores elétricos. O Tank 700 pode rodar até 90 km no modo totalmente elétrico. GWM Fabio Tito/g1 Wey G9 Max GWM Wey G9 Max Fábio Tito/g1 A Wey G9 Max é uma van executiva com um conjunto híbrido plug-in menos potente, mas que se destaca pela bateria: são 51 kW, capacidade superior à de alguns modelos totalmente elétricos, como o GWM Ora 03 Skin, que tem 48 kW. Entre os itens de luxo, há geladeira para os passageiros, controles elétricos para todos os assentos e até uma TV retrátil instalada no teto. Além dos dois modelos, a GWM pretende encerrar 2026 com 12 novos veículos e alcançar 10 concessionárias em todo o país. A empresa também ampliou o estoque do centro de distribuição de peças em Cajamar (SP). GWM Wey G9 Max Fabio Tito/g1 Haval H6 GWM Fábio Tito/g1 A GWM renovou o design de toda a linha Haval H6 em um momento importante, após perder a liderança entre os híbridos mais vendidos do Brasil. Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), os BYD Song (Pro e Plus) emplacaram 30.335 unidades em 2025, enquanto o Haval H6 registrou 25.373 vendas — queda de 16,4% em relação ao concorrente. Toda a linha Haval H6 usa motor 1.5 turbo a combustão combinado a três níveis de eletrificação. A potência e o torque permanecem os mesmos, mas o PHEV35 recebeu uma bateria um pouco maior — de 34 para 35 kWh — o que motivou a mudança de nome de PHEV34 para PHEV35. Veja as novidades na reportagem abaixo. GWM Haval H6 é renovado no Brasil; veja as novidades do SUV GWM reforça nacionalização de peças em Iracemápolis (SP) Além dos dois veículos, a GWM planeja encerrar 2026 com 12 novos modelos e alcançar 150 concessionárias em todo o país. A empresa também ampliou o estoque do centro de distribuição de peças em Cajamar (SP). O objetivo é reduzir o tempo de espera por manutenção, geralmente maior em veículos importados. A fábrica de Iracemápolis (SP) também faz parte desse plano e deverá produzir mais peças nacionalizadas, fornecidas por empresas já instaladas no Brasil. A GWM não revelou quem são esses fornecedores nem detalhou quais peças deixarão de ser importadas. A empresa informou, porém, que criou um centro de desenvolvimento no Brasil, instalado na fábrica do interior paulista e com 15 mil metros quadrados. No local serão desenvolvidos itens como suspensão, freios e outros ajustes específicos para o mercado brasileiro. Salão do Automóvel 2025 Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento
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19/11 - Salão do Automóvel 2025: Jaecoo 5 e 8 chegam ao Brasil em 2026; veja como serão os SUVs
Jaecoo 8 A Jaecoo apresentou nesta quarta-feira (19), no Salão do Automóvel 2025, seus próximos lançamentos para o Brasil: os SUVs Jaecoo 5 e Jaecoo 8. Entre as novidades, o Jaecoo 5 é o mais simples da linha. No Brasil, será oferecido apenas com motorização híbrida tradicional, com cerca de 200 cv de potência — já considerando o conjunto com o motor 1.5 turbo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Jaecoo 5 Jaecoo 5 divulgação/Jaecoo Com 4,38 metros de comprimento, o SUV se posiciona entre rivais compactos como Jeep Compass, Renault Duster e Honda HR-V. Veja os itens e série do Jaecoo 5. Central multimídia de 13,2 polegadas; Carregador de celular por indução; Teto solar panorâmico; Piloto automático adaptativo; Assistente de permanência em faixa; Freio automático de emergência. Jaecoo 8 Jaecoo 8 Fábio Tito/g1 Já o Jaecoo 8 é maior e comporta até sete ocupantes, mas será vendido no Brasil em versão para seis. Este SUV prioriza luxo e desempenho, além de oferecer acabamento de nível superior. O modelo mede 4,82 metros de comprimento e, no exterior, é oferecido com motor a combustão, embora também conte com a opção híbrida plug-in. No Brasil, o Jaecoo 8 virá com bateria de mais de 30 kWh e entregará cerca de 500 cv por meio de dois motores elétricos combinados a um 1.5 turbo a gasolina. Esse conjunto permite tração integral. A Jaecoo não informou a capacidade total do porta-malas, mas afirmou que, ao rebater a última fileira de assentos, o modelo alcança 738 litros de espaço para bagagens. Jaecoo Fábio Tito/g1 Executivos da Omoda Jaecoo apresentam as novidades no Salão do Automóvel 2025 Fabio Tito/g1 Jaecoo mira expansão no Brasil Durante a apresentação no Salão do Automóvel, a Jaecoo — que pertence ao mesmo grupo da Omoda — afirmou que sua meta para 2026 é figurar entre as 10 marcas que mais vendem carros no país. A marca já comercializa no Brasil o Jaecoo 7, vendido apenas com motorização híbrida plug-in. Ele utiliza a mesma base do Tiggo 7, inclusive o conjunto mecânico. Sob o capô, traz um motor 1.5 turbo combinado a um motor elétrico, somando 339 cv e 52 kgfm de torque. O modelo tem poucos concorrentes diretos no mercado brasileiro, já que se trata de um híbrido plug-in com preço inicial de R$ 229.990. O g1 testou o novo SUV em um autódromo próximo de Campinas (SP) para avaliar seus acertos e limitações, tanto em curvas fechadas, típicas do uso urbano, quanto em velocidades mais altas. Veja o teste abaixo. Impressões do Jaecoo 7: o SUV chinês que promete incomodar os gigantes do segmento Salão do Automóvel 2025 Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento
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19/11 - Salão do Automóvel 2025: Geely produzirá o EX5 no Brasil para brigar com Jeep Compass
Geely produzirá o EX5 no Brasil A Geely anunciou nesta quarta-feira (19), durante o Salão do Automóvel de 2025, que iniciará a produção do seu primeiro carro no Brasil: o EX5. A fabricação começa no primeiro semestre do próximo ano, enquanto as vendas estão previstas para o segundo semestre de 2026. Antes disso, o modelo chegará ao país importado, também no primeiro semestre do ano que vem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A marca apresentou no Salão o EX5 EM-I, distinto do modelo já vendido no país por R$ 205 mil e que é um utilitário totalmente elétrico. O EX5 EM-I é um híbrido plug-in e, inclusive no visual, apresenta diferenças claras em relação ao elétrico. Na dianteira, por exemplo, o Geely EX5 EM-I adota faróis conectados por uma barra de LED que se estende de ponta a ponta. O elétrico, por sua vez, traz um desenho mais simples, com iluminação em LED menor. (veja no vídeo abaixo) Geely EX5 EM-i será a versão híbrida do EX5 já comercializado no Brasil e chega importado no primeiro semestre do ano que vem Fábio Tito/g1 O EX5 EM-I é construído sobre a arquitetura global GEA, plataforma que estreia no Brasil e promete maior rigidez estrutural, melhor aproveitamento do espaço interno e mais eficiência energética. O modelo integra o plano da marca de ampliar sua linha de veículos eletrificados no país. Além do novo híbrido, a Geely exibe no evento o EX5 elétrico, já anunciado para o Brasil e líder de vendas entre os SUVs C totalmente elétricos na China. Ainda não foram divulgadas as especificações técnicas da novidade da Geely Fábio Tito/g1 Geely EX5 EM-i será o primeiro carro da marca chinesa a ser fabricado no Brasil Fábio Tito/g1 Também está presente o EX2, modelo urbano recém-lançado que se destaca pelo custo-benefício e por itens como câmera de 540°, sistemas ADAS e teto com pintura contrastante, conforme a versão. A marca chinesa, que chegou recentemente ao Brasil em parceria com a Renault, já anunciou um investimento de R$ 3,8 bilhões para modernizar a fábrica da montadora francesa em São José dos Pinhais, no Paraná. O objetivo é produzir veículos elétricos e híbridos para ambas as marcas. Geely EX2, modelo urbano recém-lançado que se destaca pelo custo-benefício Fábio Tito/g1 Geely EX2, modelo urbano recém-lançado que se destaca pelo custo-benefício Fábio Tito/g1 A Geely adquiriu 6,4% da Renault do Brasil, tornando-se acionista minoritária. O grupo é proprietário das marcas Geely Auto, Lynk & Co e Zeekr, e vendeu 2,17 milhões de veículos em 2024, um crescimento de 32% em relação ao ano anterior. A empresa mantém cinco centros globais de P&D e estúdios de design distribuídos pela China e Europa. Geely EX5 tem duas versões à venda no Brasil Fábio Tito/g1 Geely EX5 tem duas versões à venda no Brasil Fábio Tito/g1 Geely EX5 tem duas versões à venda no Brasil A Geely anunciou, em meados de julho, a chegada do EX5, seu primeiro carro totalmente elétrico no Brasil. Trata-se de um SUV com dimensões generosas — 4,6 metros de comprimento e 1,9 metro de largura — que, apesar do porte, chega com preço semelhante ao de modelos menores a combustão. O EX5 chegou ao Brasil em duas versões: Pro (R$ 205,8 mil) e Max (R$ 225,8 mil). No segmento de veículos 100% elétricos, o principal concorrente do EX5 é o BYD Yuan Plus (R$ 235,8 mil). O rival custa R$ 10 mil a mais, oferecendo potência, dimensões e autonomia inferiores. O g1 passou um dia com o Geely EX5 em um trajeto de aproximadamente 200 quilômetros entre São Paulo e Indaiatuba (SP), incluindo uma visita ao autódromo Capuava, para avaliar se o SUV elétrico é melhor ou pior até que concorrentes a combustão de marcas mais famosas. Veja o teste abaixo. Conheça o Geely EX5, o SUV 100% elétrico que chegou ao Brasil Salão do Automóvel 2025 Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento
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19/11 - Salão do Automóvel 2025: Renault apresenta Koleos, SUV híbrido grande para rivalizar com chinesas
Renault Koleos A Renault apresentou nesta quarta-feira (19), no Salão do Automóvel 2025, seu próximo lançamento para o Brasil: o SUV de grande porte Koleos. O modelo híbrido chega no primeiro semestre de 2026 como a aposta da marca diante das novas opções chinesas no mercado nacional. Segundo Ariel Montenegro, presidente da Renault Geely do Brasil, o Koleos será um híbrido pleno, mas ainda não há informações sobre preços ou versões. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O projeto do Koleos é resultado da parceria entre a Renault e a chinesa Geely. A parceria prevê um investimento de R$ 3,8 bilhões para adaptar a fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, à produção de veículos elétricos e híbridos. Inicialmente, o modelo se chamaria Grand Koleos, mas a Renault optou por apresentá-lo como Koleos Full Hybrid no mercado brasileiro. Em outros países, o SUV utiliza um motor 1.5 turbo de três cilindros, com 150 cv e 22,9 kgfm de torque. Ariel Montenegro, presidente da Renault Geely do Brasil, apresenta o novo Renault Koleos André Fogaça/g1 O conjunto inclui ainda dois motores elétricos: um de 82 cv, dedicado à geração de energia, e outro de 136 cv, responsável pela tração. A potência combinada chega a 245 cv, com torque máximo de 32,6 kgfm. O Koleos chega para competir com modelos como a Toyota SW4, graças aos seus 4,78 m de comprimento e 2,84 m de entre-eixos. Renault Koleos chega no primeiro semestre de 2026 Fábio Tito Renault Niagara Outro veículo mostrado, ainda em formato de protótipo, é a Renault Niagara, uma picape baseada no Boreal e prevista para o próximo ano. A picape será produzida na Argentina, mas a marca ainda não revelou detalhes sobre motores ou versões. O modelo disputará espaço com Chevrolet S10, Ford Ranger e outros concorrentes do segmento. Renault Niagara, picape baseada no Boreal, que chegará no próximo ano Fábio Tito/g1 Renault Boreal No Salão do Automóvel, a Renault apresentará ao público seu primeiro SUV médio para o mercado brasileiro: o Boreal. Ele será vendido em três versões, com preço inicial de R$ 179.990. O novo SUV chega para rivalizar com Jeep Compass, Ford Territory e Toyota Corolla Cross. Produzido na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, o Boreal também será exportado para 17 países da América Latina. O modelo vem equipado com motor 1.3 turbo de quatro cilindros, o mesmo usado no Duster e na picape Oroch, que entrega 163 cv e 27,5 kgfm de torque. Ariel Montenegro, presidente da Renault Geely do Brasil, mostra o Renault Boreal no Salão do Automóvel Fábio Tito/g1 Executivos da Renault apresentam as novidades da marca no Salão do Automóvel 2025 Fábio Tito/g1 Salão do Automóvel 2025 Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX. A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais. Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento. O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo. A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault. O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem. Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos. Veja todos os detalhes na reportagem abaixo. Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento Renault Boreal: o novo concorrente de Compass e Corolla Cross
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18/11 - Denza: a nova marca de luxo da BYD desembarca no Brasil com SUV 4x4 e perua esportiva
Denza B5 será o primeiro SUV da marca de luxo da BYD A divisão de luxo da BYD, chamada Denza, desembarcou no Brasil e venderá três carros no Brasil inicialmente. Os modelos foram confirmados pelos executivos da marca em evento para a imprensa na noite desta terça-feira (18). Os carros confirmados para o mercado brasileiro são Denza B5, em novembro de 2025, Z9GT no primeiro semestre de 2026 e D9 no segundo semestre de 2026. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Denza Z9 GT Divulgação | Denza O primeiro deles será uma perua — ao estilo Audi RS6 — de 965 cv de potência e 97 kgfm de torque. Ao menos, é isso que a montadora divulga do veículo na China. O Denza Z9 GT tem 5,23 m de comprimento, 1,99 m de largura, 1,50 m de altura e 3,13 m de distância entre-eixos. É um carro bastante largo, pois explora bastante a esportividade. E um carro largo é sempre melhor para garantir a estabilidade. A frente possui faróis bem afilados, gerando um design mais agressivo. A traseira vai na contramão, com lanterna pronunciadas de uma ponta à outra. Denza Z9 GT Divulgação | Denza Segundo a marca, a prova de 0 a 100 km/h é feito em apenas 3,4 segundos, parecido com os dos Porsche topo de linha, que ultrapassam R$ 1 milhão, como o 911 GT3. No padrão chinês, o Denza Z9 GT dispõe de 630 km de autonomia. Lembrando que o Brasil não adota essa medição e tem uma metodologia própria, executada pelo Inmetro. O pacote de baterias tem 100,1 kWh de capacidade, que é uma das maiores baterias do mercado. Denza Z9 GT Divulgação | Denza Para ter noção, um BYD Dolphin Plus tem bateria de 60 kWh e, pelo ciclo de avaliação brasileiro, tem 330 km de autonomia. Denza B5, o primeiro SUV híbrido aventureiro da BYD Denza B5 tem mais de duas toneladas e acelera de 0 a 100 km/h em menos de cinco segundos Vinicius Montoia | g1 O outro produto trazido pela Denza é o B5, um SUV que concorre com GMW Tank 300 e Jeep Wrangler Rubicon e Land Rover Defender. Esse será o primeiro SUV da marca com capacidade off-road. Por dentro, o carro tem interior com design que remete a correntes, sobretudo nas saídas de ar-condicionado. Há três telas, sendo uma de 12,3 polegadas para o painel de instrumentos, outra de 15,6 polegadas para a multimídia e uma terceira de 12,3 polegadas para o passageiro da dianteira. São 4,89 metros de comprimento, 1,97 m de largura, 1,92 m de altura e 2,80 m de entre-eixos. Denza B5 tem 677 cv de potência Vinicius Montoia | g1 No ciclo chinês, segunda a Denza, é possível alcançar até 1.200 km de autonomia. Por ser um híbrido plug-in, o B5 pode ser recarregado na tomada. A bateria é de 31,8 kWh. Com motorização híbrida, o carro acelera de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos. E isso só é possível com 677 cv de potência e 76,6 kgfm de torque extraídos do conjunto híbrido que une a potência de um motor 1.5 turbo com a tração integral proveniente de dois motores elétricos (um em cada eixo). Além disso, o veículo possui suspensão inteligente, com 20 sensores que leem o terreno, e adaptam o comportamento e altura dos amortecedores para extrair o melhor do carro. O ajuste do curso pode chegar a 14 cm (sendo 9 cm de elevação e 5 cm mais baixo que a altura tradicional). O carro será vendido em cinco opções de cor externa e três acabamentos diferentes para o habitáculo. Denza B5 tem três telas na cabine Vinicius Montoia | g1 Os preços ainda não foram divulgados. A história da Denza começou há 15 anos, com uma parceria feita com a Mercede-Benz, marca alemã de carros de luxo. Denza significa: D = Diverse (diverso); E = Elegance (elegância); N = Novel (novo); Z = Zenith (apogeu); A = Aspirational (aspiracional). "Nós que conhecemos a Denza, sabemos que ela surgiu de uma parceria com a Mercedes-Benz. Mas ela será apresentada no Salão do Automóvel nos próximos dias para que o público fique sabendo. É uma marca que une sofisticação, elegância e tecnologia", afirmou Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD e diretor comercial e marketing da BYD Auto. "O objetivo da BYD é ter grande volume, enquanto o da Denza é de conquistar o consumidor do mercado de luxo. Nós podemos produzir a Denza no Brasil, só depende da aceitação do público brasileiro. O Brasil é o país mais importante para a BYD fora da China", garantiu o executivo. Confira o vídeo com o concorrente do B5: GWM Tank 300 inaugura segunda invasão chinesa ao Brasil O terceiro veículo prometido pela Denza é a D9, uma van de luxo que o g1 já viu no festival interlagos de 2024. O D9 pode ter motor híbrido tradicional, plug-in e 100% elétrico, mas a BYD não informou quais versões serão vendidas por aqui. Confira mais imagens abaixo: Veja os vídeos que estão em alta no g1
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18/11 - Chevrolet Captiva volta ao Brasil como SUV elétrico chinês por R$ 199.990; veja ficha técnica
Chevrolet lança 3 novos SUVs para o mercado brasileiro; veja detalhes e preços A Chevrolet anunciou, nesta terça-feira (18), uma versão elétrica e totalmente renovada do Captiva, que chega ao Brasil por R$ 199.990. O modelo segue o caminho do Spark EUV, que passou a ser produzido na China para enfrentar a concorrência dos veículos eletrificados no Brasil. Enquanto no Brasil e em outros mercados o modelo é chamado de Captiva, na China o projeto nasceu como derivação quase idêntica do SUV Wuling Starlight S. Embora siga a mesma estratégia do modelo lançado recentemente, o novo Captiva se posiciona acima dele. A principal diferença, além do preço cerca de R$ 50 mil mais alto, está nas dimensões, que são maiores até mesmo que as da Equinox (veja ficha técnica abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O motor elétrico oferece tração dianteira, 201 cv de potência e 31,6 kgfm de torque imediato. O conjunto acelera de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos, e as baterias garantem autonomia de até 304 km, suficiente para mover os 1.800 kg do SUV. Chevrolet Captiva EV Os números de desempenho não impressionam, mas os 403 litros do porta-malas chamam atenção, assim como os 2,8 metros de entre-eixos, que ampliam o espaço para as pernas dos ocupantes — especialmente os da segunda fileira. Outro ponto que se destaca é a recarga. Segundo a Chevrolet, o novo Captiva EV leva apenas 30 minutos para ir de 30% a 80% de carga — desde que conectado a um eletroposto de 120 kW em um único cabo. Por fora, o Captiva se destaca pelas linhas retas da iluminação de rodagem diurna (DRL), finas e modernas, seguindo o padrão dos modelos mais recentes da Chevrolet, como a Blazer e o antigo Bolt. Internamente, as mudanças em relação à antiga versão a combustão são ainda mais significativas. O novo Captiva segue a linha dos veículos chineses — até porque é derivado de um deles. Isso se traduz em um painel minimalista, volante com poucos botões e uma central multimídia flutuante de grandes proporções. Chevrolet Captiva EV divulgação/Chevrolet A tela tem 15,6 polegadas e utiliza um sistema diferente do MyLink encontrado nos modelos a combustão da marca, como Onix e Tracker. Por isso, ela não é integrada ao serviço de concierge OnStar, disponível em outros veículos da GM vendidos no Ocidente. Itens de série do Chevrolet Captiva Vendido apenas em uma versão no Brasil, estes são os itens de série do novo Chevrolet Captiva EV: Central multimídia de 15,6 polegadas; Espelhamento de Apple CarPlay e Android Auto sem fios; Painel de instrumentos com 8,8 polegadas; Câmera em 360 graus; Piloto automático adaptativo; Assistente de permanência em faixa; Farol alto automático; Alerta de colisão frontal; 6 airbags; Porta-malas com abertura elétrica; Banco do motorista com ajustes elétricos; Teto solar panorâmico; Carregador de celular por indução. C Com quem o Captiva concorre Levando em conta o preço sugerido de R$ 199.990, encontramos um bom número de SUVs elétricos a venda no Brasil e que concorrem com o Captiva EV: Geely EX5: a partir de R$ 205.800; BYD Yuan Plus: a partir de R$ 235.990; GAC Aion V: a partir de R$ 219.990; MG S5: a partir de R$ 219.800; Omoda E5: a partir de R$ 209.900. Captiva pode ser fabricado no Brasil O lançamento do Captiva EV marca a chegada do modelo importado da China. A estratégia é a mesma adotada para o Spark EUV, modelo menor que já tem montagem nacional assegurada. Chevrolet Captiva EV divulgação/Chevrolet Para o Spark EUV, a fábrica recebe o veículo em kits parcialmente montados, importados da China (formato SKD). A montagem é feita por uma terceirizada, chamada de Comexport e que arrendou a antiga fábrica da Troller, em Horizonte (CE). "É uma fabricação sobre todos os padrões de qualidade da Chevrolet, que são garantidos por nós. Eles não têm licenciamento de marca, ela é nossa", diz Fabio Rua, vice-presidente da General Motors Brasil. O executivo acrescenta que a montagem em solo nacional facilita o abastecimento de peças para reparos ou substituições e reduz o tempo de espera — um problema comum em modelos recém-lançados. Rua não revelou o percentual de itens produzidos no Brasil, mas garantiu que esse número aumentará com o tempo. "Já existem fornecedores sendo homologados. A tendência é aumentar o índice de nacionalização ao longo do tempo. Quem desenvolve estes fornecedores é a Comexport", diz. A produção está prevista para começar em novembro deste ano, e a capacidade da Comexport é de até 7 mil veículos montados por ano. Se houver demanda pelo modelo, é possível ampliar. Durante o lançamento do Spark EUV, Rua afirmou ao g1 que a Comexport pode receber mais modelos e expandir a montagem sem muita demora.
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18/11 - Registro, emplacamento e CNH: novas regras para ciclomotores entram em vigor em 2026; entenda
Registro, emplacamento e CNH: novas regras para ciclomotores entram em vigor em 2026 Os ciclomotores, bicicletas elétricas e veículos autopropelidos terão novas regras a partir de 2026. As normas, aprovadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em junho de 2023, definem o enquadramento dos ciclomotores e trazem regras sobre equipamentos obrigatórios e de proteção, e regulam a necessidade de registro, emplacamento e até CNH para determinadas categorias. (ATUALIZAÇÃO: A versão original do subtítulo deste texto dava margem à interpretação equivocada de que veículos autopropelidos – como patinetes, skates e cadeira de rodas com motor elétrico – poderiam estar sujeitos a registro, emplacamento, CNH do condutor ou pagamento de IPVA. Na verdade, como a própria reportagem relata desde a publicação, as novas normas do Contran não preveem isso. A atualização do subtítulo foi feita às 19h20 de 27 de novembro de 2025.) Entenda nesta reportagem: Quais são as regras para cada tipo de veículo? O que define se um veículo é bicicleta, bicicleta elétrica, ciclomotor ou autopropelido? Existem exceções para algum dos veículos? Ciclomotor pode levar multa? Quais são as regras para cada tipo de veículo? O Contran estipulou as seguintes regras para cada tipo de veículo em circulação no Brasil: Novas regras para ciclomotores entram em vigor em 2026 arte/g1 As regras passarão a ser fiscalizadas a partir de janeiro de 2026. A maior mudança fica por conta dos ciclomotores, que passarão a exigir: CNH nas categorias A (motos) ou ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor); Uso de capacete; e Emplacamento. Cada estado pode regular de acordo com suas necessidades. Em alguns estados, como o Rio de Janeiro, existe até mesmo a previsão de pagamento do IPVA para estes veículos. Volte ao início. O que são bicicleta, bicicleta elétrica, ciclomotor e autopropelido? Segundo as novas regras, estes são os aspectos que definem uma bicicleta: Veículo de propulsão humana; Dotado de duas rodas. Estas são as definições para um veículo autopropelido: Equipamento com uma ou mais rodas; Pode ter, ou não, sistema automático de equilíbrio; Tem motor de, no máximo, 1 kW (1.000 watts); Velocidade máxima de fabricação em 32 km/h; Largura não superior a 70 cm; Distância entre eixos de até 130 cm. Já para bicicleta elétrica, estas são as definições que caracterizam o veículo: Veículos de propulsão humana; Com duas rodas; Motor auxiliar de propulsão de, no máximo, 1 kW (1.000 watts); Motor só pode funcionar quando o usuário pedala; Não pode ter acelerador; Velocidade máxima de propulsão em 32 km/h. Estas são as regras que definem um ciclomotor: Veículo de duas ou três rodas; Motor a combustão de até 50 cilindradas ou motor elétrico de até 4 kW (4.000 watts); Velocidade máxima de 50 km/h. Volte ao início. Existem exceções para algum dos veículos? Sim, segundo a resolução do Contran, estão isentos das novas regras os veículos: Veículos de uso exclusivo fora de estrada; Veículos de competição; Equipamentos destinados à locomoção de pessoas com deficiência ou com comprometimento de mobilidade; Volte ao início. Patinetes, monociclos, bicicletas elétricas, pequenas motos e ciclomotores são veículos de micromobilidade. Raoni Alves / g1 Rio Ciclomotor pode levar multa? A resolução prevê que o ciclomotor pode ser multado se: Transitar em local não permitido: infração média, multa de R$ 130,16 e 4 pontos na CNH; Transitar em calçadas, passeios, ciclovias, exceto nos casos autorizados pela autoridade de trânsito: infração gravíssima, multa de R$ 880,41 e 7 pontos na CNH; Veículo for conduzido sem placa de identificação: infração gravíssima, multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH; Conduzir veículo que não esteja registrado e licenciado: infração gravíssima, multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH; Quando conduzir ciclomotor sem o uso de capacete ou transportar passageiro sem o uso do capacete: infração gravíssima, multa de R$ 293,47, 7 pontos na CNH e suspensão da CNH; Quando transitar com ciclomotores nas vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas de rolamento próprias: infração gravíssima, multa de R$ 293,47, 7 pontos na CNH. Volte ao início.
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